PESQUISA SENSUS APONTA NOVA QUEDA DE DILMA
Pesquisa feita pelo Instituto Sensus mostra que a presidente Dilma Rousseff (PT) sofreu uma nova queda nas intenções de voto. No cenário mais provável, que inclui as candidaturas de partidos nanicos, a presidente caiu de 34% das intenções em abril para 32,2% no levantamento divulgado neste sábado pela revista IstoÉ. Na direção contrária de Dilma, o senador Aécio Neves, presidenciável do PSDB, subiu de 19,9% para 21,5% das intenções. Já Eduardo Campos, do PSB, oscilou negativamente de 8,3% para 7,5%, variação dentro da margem de erro de 1,4 ponto porcentual.
No mesmo cenário, o pastor Everaldo Pereira (PSC) se manteve com 2,3% das intenções de voto, Mauro Iasi (PCB) saiu de 0,3% para 1,7%, Eymael (PDC) ficou com os mesmos 0,4% de abril e Levy Fidelix (PRTB) oscilou de 0,1% para 0,2%. Randolfe Rodrigues (PSOL), que retirou ontem seu nome da disputa presidencial em favor de Luciana Genro, oscilou de 1,0% em abril para 0,9%. Brancos, nulos e indecisos caíram de 33,9% para 28,8%.
Nas simulações de segundo turno, a diferença entre a presidente Dilma Rousseff e seus potenciais adversários caiu. No cenário com Aécio Neves, o placar fica em 37,8% contra 32,7% do tucano (diferença de 5,1 pontos porcentuais). Em abril, Dilma ganharia de Aécio de 38,6% contra 31,9% (6,7 pontos porcentuais). Quando o oponente de Dilma é Eduardo Campos, a presidente ganharia com 37,5% contra 26,9% (10,6 pontos de diferença). Em abril, o placar era de 39,1% para a petista contra 24,8% do pessebista (14,3 pontos).
A pesquisa Sensus, contratada pelo próprio Instituto, foi a campo entre 26 de maio e 4 de junho e ouviu 5000 eleitores em 191 municípios de 24 Estados do País. O levantamento tem nível de confiança estimado de 95% e margem de erro máxima de 1,4 ponto porcentual. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo BR-00161/2014.



Foto: Alan Morici / Terra
Com o apoio dos deputados estaduais Ricardo Motta (presidente da Assembleia Legislativa do RN) e Antônio Jácome, o prefeito os vereadores cobraram de Sérgio Luiz (superintendente do Banco do Brasil) a instalação de uma agência que atenda as necessidades do povo de Upanema.
Luiz Jairo argumentou que Upanema merece atenção especial pelo desenvolvimento apresentado pela unidade local do Banco do Brasil. “O gerente já nos falou que a agência do banco em nossa cidade bateu todas as metas estabelecidas, bem como foi destaque no estado em número de novas contas abertas e também de adimplência no pagamento de empréstimos”, relatou.

A presidente Dilma Rousseff adotou uma tática discreta, não fez discurso como naturalmente acontece com os governantes em eventos como a Copa do Mndo, a fim de evitar vaias ontem na abertura do Mundial. Não adiantou. Dilma acabou sendo alvo de protestos na Arena Corinthians, em São Paulo.


A festa de abertura da Copa do Mundo, no Itaquerão em São Paulo