A candidatura de Allyson Bezerra ao Governo do Rio Grande do Norte recebeu mais um importante reforço. O deputado estadual reeleito Dr. Kerginaldo (PL) anunciou apoio ao candidato do União Brasil na disputa do segundo turno.
Dr. Kerginaldo conquistou a reeleição com 54.165 votos, alcançando a 12ª maior votação para a Assembleia Legislativa nas eleições deste ano.
Médico e ex-prefeito de Antônio Martins, o parlamentar possui forte atuação no Alto Oeste e tem a saúde e a valorização do produtor rural entre suas principais bandeiras.
A chegada do deputado integra uma série de novos apoios recebidos por Allyson após o primeiro turno. Prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, parlamentares e lideranças de diferentes grupos políticos vêm se somando à campanha, ampliando a presença do candidato em todas as regiões do estado.
O prefeito de Natal, Paulinho Freire (União Brasil), prepara um evento para anunciar o apoio de seu grupo político à candidatura de Allyson Bezerra (União Brasil) ao Governo do Rio Grande do Norte. O evento festivo, inicialmente previsto para esta quarta-feira, foi adiado para quinta-feira em razão do debate da TV Band, mas um vídeo deve ser feito ainda nesta terça-feira e uma movimentação política na quarta.
Além de Paulinho, devem declarar apoio a Allyson a deputada federal eleita Nina Souza (PL), que também é vereadora de Natal, e os vereadores Aldo Clemente (PSDB), Anne Lagartixa (PL), Cleiton da Policlínica (PSDB), Daniel Santiago (PP), Daniel Rendall (Republicanos), Hermes Souza (Cidadania), Eriko Jácome (PSDB), Fúlvio Saulo (Solidariedade), Herbert Sena (PV), Léo Souza (PSDB), Luciano Nascimento (PSD), Preto Aquino (Podemos), Subtenente Eliabe (PL), Felipe Alves (União Brasil) e Tony Henrique (PL).
A vereadora Camila Araújo (PL), deputada estadual eleita, também deve anunciar apoio ao candidato.
Os vereadores Tércio Tinoco (União Brasil) e Robson Carvalho (União Brasil), eleito deputado estadual, já haviam declarado apoio a Allyson no primeiro turno e seguem assim no segundo turno.
PL
Com a adesão de Nina Souza, Allyson passa a contar com o apoio de três deputados federais do PL: Nina, Carla Dickson e Sargento Gonçalves. Carla e Sargento já declararam apoio ao candidato no fim de semana
2028 no radar
Pelo menos dois fatores pesaram na decisão de Paulinho Freire.
O primeiro foi a posição do senador Rogério Marinho (PL), que integra o grupo político do prefeito e liberou seus aliados para apoiar Allyson.
O segundo fator está relacionado às eleições municipais de 2028. Paulinho deverá enfrentar novamente a deputada federal Natália Bonavides (PT), que já foi sua adversária na disputa pela Prefeitura de Natal em 2024.
Nesse cenário, uma eventual vitória de Cadu Xavier (PT) ao Governo do Estado poderia fortalecer politicamente o PT no Rio Grande do Norte, movimento que não interessa ao projeto político de Paulinho para a capital.
Mais armas, mais desmatamento, grilagem de terras, asfixia da sociedade civil, privatização de praias, fim de assistência para meninas e controle ideológico sobre as escolas. Numa eventual vitória de Flávio Bolsonaro na eleição presidencial e diante de um Senado com maioria de extrema direita, este poderia ser o cenário para o Brasil nos primeiros meses de 2027.
Nos últimos anos, a bancada mais ideológica do PL apresentou dezenas de projetos de lei no Congresso que, se aprovados, representariam uma guinada autoritária no país, o desmantelamento de conquistas sociais dos últimos 30 anos e uma transformação do papel da sociedade civil.
Mas, pelo menos por enquanto, parte deles tem sido freado diante da existência de um Poder Executivo progressista e de decisões do Supremo Tribunal Federal.
O risco, porém, é de que essa blindagem acabe com uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro para a presidência e sua capacidade de escolher quatro ministros dos STF, nos próximos anos.
O candidato do PL já falou abertamente sobre seu projeto de promover uma mudança da Constituição e insinuou que seu grupo permanecerá por décadas no poder. Mas, para grupos que acompanham os debates legislativos, serão os cem primeiros dias que podem marcar uma guinada autoritária sem precedentes na história democrática do país.
Um risco real é de que comissões constituídas pela sociedade civil e governo sejam desmobilizadas ou que tenham recursos cortados, repetindo o que o Jair Bolsonaro implementou a partir de 2019. O projeto de lei 1659 de 2024, ainda busca restringir o financiamento de recursos estrangeiros para ONGs, num esforço para asfixiar a sociedade civil e repetir o modelo adotado pela Rússia de Vladimir Putin. No dia 25 de novembro de 2025, a iniciativa já foi aprovada pela Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional.
O PL também fala abertamente numa anistia para os envolvidos nos atos criminosos de 8 de janeiro de 2023 e mesmo um indulto para atores centrais da tentativa de golpe de estado, incluindo Jair Bolsonaro.
Desmatamento legalizado
O que os projetos indicam, porém, é que o desmonte poderia ser muito mais amplo, inclusive com ações para secar o financiamento da Funai e do Ibama, atendendo a uma reivindicação do agronegócio.
Não por acaso, um dos maiores abalos seria no setor ambiental, com a aprovação de projetos que teriam consequências devastadoras para os compromissos internacionais do país na redução do desmatamento.
Isso incluiria a aprovação do PL 2159/2021 (“PL da Devastação”), que propõe flexibilizar o licenciamento ambiental no Brasil, reduzindo exigências e controles para empreendimentos com potencial impacto ambiental.
Depois de o PL do Veneno já ter sido aprovado, alterando as regras sobre agrotóxicos, uma nova ofensiva tem como meta substituir o termo “agrotóxico” por “defensivo agrícola”.
Os projetos ainda facilitarão a mineração em terras indígenas e reservas ambientais, a regularização fundiária e estímulo à grilagem de terras públicas, como no caso do PL 510/2021.
Já a PEC 59 transfere do Poder Executivo para o Congresso Nacional a competência final sobre a demarcação de terras indígenas, deixando na mão da extrema direita um processo crítico para os grupos autóctones.
O financiamento climático também será abalado com uma eventual aprovação dos PL nº 5082/2025 e PL nº 5080/2025, que permitem o enfraquecimento da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental e do financiamento da política ambiental.
A água também está no foco. O PL nº 3686/2023 permitirá o represamento de cursos d’água para uso agropecuário, enquanto a PEC nº 03/2022 fala na privatização de praias. Existem ainda projetos de redução de Unidades de Conservação marinhas e a autorização para a mineração marinha.
A lista de projetos conduzidos pela extrema direita no Congresso ainda inclui o PL nº 2374/2020, que prevê anistia a desmatamento em reserva legal, além de mais de uma dezena de outros que falam na flexibilizam o Código Florestal, anistia para desmatamento, grilagem ou o enfraquecimento da fiscalização e dos embargos ambientais.
Estão ainda previstos cortes em prevenção de desastres, nos sistemas de alerta e infraestrutura, assim como o enfraquecimento da fiscalização ambiental.
Não faltam nem mesmo projetos que, sob o argumento de promover uma “transição energética justa”, recolocam o o carvão mineral como opção.
Mais armas
Com o modelo de Nayib Bukele, de El Salvador, com inspiração, uma das bandeiras ainda da extrema direita é a transformação das leis nacionais no que se refere à segurança pública. Nesse aspecto, projetos de lei visam ampliar o acesso às armas. Num deles, por exemplo, cria-se o “Programa Nacional de Proteção ao Agronegócio e Comunidades Rurais (PNPACR)”, com diretrizes de segurança rural, flexibilização de porte de armas para populações rurais e endurecimento penal contra crimes em áreas rurais.
No setor de segurança pública, alguns sinais já apontam para o caminho que deve ser adotado por Flávio Bolsonaro. O Projeto Anti-Facção (Projeto de Lei 5582/25), já aprovado, equipara facções a organizações terroristas, abrindo a possibilidade para que táticas de guerra e mesmo os militares sejam usados em territórios densamente urbanizados.
Risco contra populações de periferias e eventualmente contra atores da sociedade civil. Nos EUA, isso já acontece.
Mas isso seria apenas o início de um processo mais profundo que incluiria a aprovação da PEC 32, que propõe a redução da maioridade penal, o aumento do tempo de internação, a revogação do instituto da audiência de custódia ou propostas que vedam a liberdade provisória.
Um pacote ainda de projetos fala abertamente na garantia de ampliar as autorizações para o porte de armas no Brasil, inclusive para agentes socioeducativos e oficiais de Justiça. O PL 302/2026 também prevê a ampliação do porte para várias categorias, incluindo guardas, vigilantes e até agentes de trânsito.
Controle dos corpos…femininos
O avanço da extrema direita também pode ser crítico para a aprovação de dezenas de projetos que restringem as liberdades, principalmente para mulheres e meninas.
Tramita no Congresso, por exemplo, o PL 4844/2023, que proíbe o debate sobre educação sexual nas escolas. Já o PL 5069 pretende criminalizar a “indução ao aborto” e a divulgação de meios abortivos. O PL 6335 ainda cria a chamada “objeção de consciência”, permitindo que profissionais se recusem a cumprir normas legais por motivos morais, éticos ou religiosos.
A ofensiva contra o aborto é ainda um carro chefe da extrema direita, mesmo diante da Constituição autorizar o procedimento em casos muito limitados no Brasil, como em um estupro.
O PL 1515, por exemplo, busca proibir os procedimentos abortivos realizados por telemedicina, enquanto outras iniciativas já derrubaram decisão do Conanda que facilitava o acesso de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual ao aborto.
Se aprovados, os projetos de lei da extrema direita tornarão o aborto legal no Brasil em um trâmite impossível de ser realizado. Algumas iniciativas, por exemplo, vedariam o aborto após 22 semanas, equiparando o ato a um homicídio. O PL 1125, se aprovado, exigiria que a vítima apresente um Boletim de Ocorrência e exame de corpo de delito para realização do aborto legal.
Medidas que tramitam no Congresso desde 2012 ainda sugerem alterar a Constituição para estabelecer o direito à vida como inviolável desde a concepção.
Controle do currículo escolar
Não faltam ainda projetos que visam transformar as escolas públicas no Brasil. O Projeto de Lei de Homeschooling (PL 1338/2022) abriria a possibilidade de oferta domiciliar da educação básica, enquanto o PL 2.154/2023 criaria o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares, ampliando a todo território nacional experiências que já vêm sendo adotadas em alguns estados.
Em 2026, o PL 1.765 propôs a criação do Programa Nacional de Consentimento Parental na Educação (PNCE), permitindo que pais possam autorizar ou vedar participação dos filhos em atividades sobre “ideologias de gênero”.
Júlia Neiva, representante da Conectas, afirma que como projetos como os apontados acima demonstram como a ascensão de governos autoritários alteram estruturas tidas como inabaláveis, demonstrando como proteções de direitos e da democracia que pareciam invioláveis são destruídas de forma orquestrada.
As principais organizações estudantis de Mossoró realizam, nesta terça-feira (13), uma mobilização em apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e em defesa da democracia. Com o tema “Estudantes pelo Futuro do Brasil”, o ato pretende reunir estudantes de universidades, do Instituto Federal e de escolas da cidade em uma caminhada pelas ruas do município.
A manifestação acontece em meio à disputa do segundo turno das eleições presidenciais e busca inserir o movimento estudantil no debate político nacional. A mobilização reúne entidades representativas de diferentes instituições de ensino, em uma articulação que envolve estudantes secundaristas e universitários.
Entre as organizações envolvidas estão a União Nacional dos Estudantes (UNE), a União Estadual dos Estudantes (UEE), o Diretório Central dos Estudantes Romana Barros, da Ufersa, o Centro Acadêmico Marcos Dionísio (CAMAD), o Grêmio Estudantil Valdemar dos Pássaros e a Rede de Grêmios do IFRN (REGIF).
Concentrações começam às 16h30
A programação terá pontos de concentração em diferentes instituições de ensino de Mossoró. Os estudantes do CEEP, da Escola Estadual Aída Ramalho e do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) se encontram às 16h30, no IFRN.
Já os estudantes da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) terão suas concentrações às 17h13, nas respectivas instituições.
A partir das 17h30, os grupos se reunirão em frente à UFERSA, de onde partirá a caminhada unificada.
Caminhada percorrerá ruas do entorno da UFERSA
Conforme o roteiro divulgado pelas entidades organizadoras, a caminhada terá início na UFERSA, seguindo pela BR-110 em direção ao bairro Alto de São Manoel.
O percurso prevê passagem pela Avenida Presidente Dutra, Rua Sabino Valentim, Rua Santídio Gurgel e Avenida Francisco Mota, retornando posteriormente à BR-110, no sentido da UFERSA.
Com o lema “Vamos às ruas”, as organizações estudantis apresentam a atividade como uma manifestação de apoio a Lula e de defesa da democracia, buscando reunir diferentes segmentos da juventude mossoroense em torno dessas pautas.
A mobilização integra a participação política de entidades estudantis no contexto eleitoral, com manifestações públicas sobre os rumos do país, a educação e o futuro da juventude brasileira.
As associações docentes das duas universidades públicas de Mossoró realizam, nesta quarta-feira (14), assembleias gerais para discutir a conjuntura política brasileira após o primeiro turno das eleições de 2026. A Associação dos Docentes da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (ADUERN) e a Associação dos Docentes da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (ADUFERSA) vão reunir suas categorias para avaliar o cenário eleitoral e debater posicionamentos e encaminhamentos diante da disputa presidencial.
As reuniões acontecem em horários distintos. A ADUERN realizará sua assembleia a partir das 9h, enquanto a ADUFERSA convocou sua categoria para as 16h. Ambas terão como ponto central a discussão sobre os desdobramentos políticos das eleições e seus reflexos sobre as universidades e os serviços públicos.
ADUERN vai deliberar sobre posicionamento no segundo turno
A assembleia da ADUERN terá como pauta a deliberação sobre o posicionamento político da entidade diante do segundo turno das eleições para o Governo do Rio Grande do Norte e para a Presidência da República.
O encontro será realizado presencialmente na sede da associação, em Mossoró, localizada na Avenida Professor Antônio Campos, nº 06, com participação híbrida nos demais campi da Uern.
Os docentes poderão acompanhar a reunião nos polos de Assú, no Auditório do CAA; Pau dos Ferros, na Sala B01; Caicó, na Sala dos Professores; Natal, no Auditório do CCUERN; e Patu, na Sala do Departamento de Educação.
A assembleia deverá definir, por meio de deliberação coletiva, o posicionamento institucional da entidade diante das disputas eleitorais em andamento.
ADUFERSA discutirá cenário nacional e mobilização da categoria
Já a ADUFERSA realizará uma assembleia geral descentralizada e ampliada, com participação de docentes, estudantes e técnicos-administrativos em educação (TAEs).
A reunião está marcada para as 16h e terá como um dos principais pontos a análise da conjuntura nacional, especialmente o segundo turno das eleições presidenciais.
A pauta prevê uma avaliação dos resultados do primeiro turno e da nova composição do Congresso Nacional, além de discussões sobre os possíveis impactos do cenário político para os serviços públicos, a educação, a ciência e os direitos da categoria docente.
Outro ponto importante será a discussão do plano de lutas e mobilização, com definição de encaminhamentos para a atuação da entidade no próximo período.
As duas assembleias acontecem em meio às discussões sobre os rumos políticos do país e o papel das entidades sindicais diante dos desafios colocados para a educação pública no próximo período.
A Justiça Eleitoral do Rio Grande do Norte deferiu pedido liminar impetrado pela campanha de Cadu de Lula e pela Coligação Time Que Cuida, determinando a remoção imediata de seis publicações enganosas veiculadas na rede social Instagram. A ação judicial denunciou uma operação coordenada de desinformação que atribuía indevidamente à candidatura de Cadu de Lula a escolha do comando da Polícia Militar do Estado, buscando criar falsa rejeição entre os praças da corporação.
A decisão, proferida pelo desembargador eleitoral Lourinaldo Silvestre de Lima Filho no âmbito da Representação nº 0601237-48.2026.6.20.0000, concede o prazo de 24 horas para que a empresa Meta promova a indisponibilização das seis publicações inverídicas, sob pena de multa diária.
Ao examinar os elementos apresentados, o magistrado destacou que a narrativa divulgada constituía a “apresentação de conjectura política sem suporte verificável como informação dotada de credibilidade suficiente para interferir na percepção dos eleitores sobre a candidatura atingida”. O relator apontou ainda que o conjunto do material publicado revelava “indícios relevantes de descontextualização com possível repercussão sobre a formação da vontade eleitoral”.
A decisão do Tribunal Regional Eleitoral do RN (TRE-RN) enfatizou a necessidade de combater manifestações ilícitas que comprometam a integridade do processo democrático. O desembargador registrou ainda que o perigo de dano ficou evidenciado pela “proximidade do segundo turno das Eleições 2026, aliada à rápida circulação de conteúdos em redes sociais e à possibilidade de ampliação de sua repercussão”.
Além de impor a remoção sob multa diária de R$ 5.000,00, a Justiça Eleitoral proibiu qualquer nova republicação do conteúdo falso e determinou o fornecimento dos dados cadastrais necessários para a identificação formal dos administradores dos perfis envolvidos (@aguiareporter, @semmordacarn__, @lucianomatos19, @cinetvrn, @foconewsrn e @caiconews).
O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Cadu de Lula, mostrou mais uma vez que sua campanha está cada vez mais forte. A demonstração dessa vez veio com uma grande carreata nas principais avenidas e ruas da Zona Norte de Natal, realizada na manhã desta segunda-feira (12), feriado de Nossa Senhora Aparecida.
Cadu liderou o grupo de centenas de veículos, que partiu da Avenida da Alegria, no bairro de Redinha, e passou por alguns bairros da região, levando aos moradores locais a mensagem de esperança de que o RN vai seguir avançando com Cadu de Lula governador.
A programação contou com a presença de parlamentares e lideranças políticas do estado, inclusive a maior delas, a governadora Fátima Bezerra. Onde o Time de Lula passava era recebido com carinho e entusiasmo do povo que não perdeu a oportunidade de reforçar o apoio ao candidato de Lula ao Governo do RN.
A carreata desta segunda é apenas mais uma grande demonstração do crescimento do projeto liderado por Cadu neste segundo turno. O futuro governador comandou, no fim de semana, mais uma caravana na região Oeste Potiguar, com atos históricos por onde passou.
No sábado, logo após a visita do presidente Lula em Natal, Cadu e o Time que Cuida foram para Patu e Apodi. Neste domingo, o grupo passou por Governador Dix-Sept Rosado, Umarizal, Martins, São Miguel e Pau dos Ferros, onde Cadu fez história mais uma vez com um grande piseiro.
A senadora eleita Samanda Alves (PT) publicou neste domingo (11) um vídeo questionando a nova pesquisa do Instituto Seta, que aponta Allyson Bezerra 11,1 pontos percentuais à frente de Cadu de Lula. Samanda relembrou que pesquisas divulgadas antes do primeiro turno indicavam uma vantagem expressiva de Allyson, mas o resultado das urnas foi praticamente um empate: 36,94% para Allyson e 36,16% para Cadu, diferença de apenas 0,78 ponto percentual, ou 15.509 votos.
Samanda também citou a disputa pelo Senado. Em levantamento anterior do Seta, Zenaide Maia aparecia com 22,4% das intenções de voto, contra 11,7% de Samanda. Nas urnas, porém, Samanda conquistou a segunda vaga, enquanto Zenaide terminou em terceiro. Ao comentar o cenário para o segundo turno, a senadora eleita afirmou: “Minha gente, Cadu vai ser governador”.
O Instituto Seta foi o primeiro a realizar e divulgar pesquisa eleitoral neste segundo turno no Rio Grande do Norte trazendo a liderança do presidente Lula da Silva (PT) e do ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra (UB) nas corridas presidencial e ao Governo do Estado.
Lula lidera nos votos válidos com 59,6% contra 40,4% de Flávio Bolsonaro (PL). Já Allyson tem 57,2% contra 42,8% de Cadu.
A pesquisa também mensurou as avalições de governo com Lula tendo uma aprovação de 50.1% e desaprovação de 43,4% e a governadora Fátima Bezerra (PT) sendo desaprovada por 60% e aprovada por 31,9%.
O Instituto Seta ouviu 1.500 eleitores entre os dias 7 e 10 de outubro. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob os protocolos RN-09503/2026 e BR 04487/2026.
Em clima de intensa mobilização popular na Zona Oeste da capital, Cadu de Lula (PT) cumpriu agenda nesta sexta-feira (9) com uma grande caminhada pelas ruas do tradicional bairro das Quintas. O candidato ao Governo do Estado esteve acompanhado da candidata a vice-governadora Larissa Rosado, da governadora Fátima Bezerra (PT), além de parlamentares, lideranças e militantes que compõem o Time de Lula no Rio Grande do Norte.
Durante o percurso, Cadu transformou a atividade de rua em um verdadeiro espaço de diálogo direto com a população potiguar. Indo de casa em casa, o candidato fez questão de conversar pessoalmente com os moradores, olhando nos olhos dos cidadãos, ouvindo de perto as demandas locais e apresentando os compromissos da chapa para o desenvolvimento da estado.
O alinhamento entre as esferas estadual e federal é um dos destaques do projeto de Cadu para garantir novos investimentos para Natal e o interior do estado. Ao lado da governadora Fátima Bezerra, a maior liderança política do RN, Cadu reforçou a necessidade de eleger uma gestão verdadeiramente preparada e conectada com as reais necessidades da população para dar continuidade às transformações sociais.
Com a recepção calorosa da militância e das famílias das Quintas, Cadu celebrou o entusiasmo do eleitorado e lembrou que o momento é de manter o ritmo acelerado na reta final do segundo turno: “a nossa política é feita assim, nas ruas, olhando no olho, ouvindo o povo e construindo soluções de verdade. O Rio Grande do Norte sabe o lado certo e está junto com Cadu de Lula e com o presidente Lula para garantir o futuro que a gente precisa e merece”.