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CADU XAVIER COLOCA REEQUILÍBRIO DAS CONTAS DO ESTADO COMO PRIORIDADE DE SEU GOVERNO

O governador eleito do Rio Grande do Norte, Cadu Xavier (PT), já definiu uma das principais prioridades de sua futura administração: reequilibrar as contas públicas do Estado. Para ele, a recuperação financeira será fundamental para colocar em prática os projetos de desenvolvimento, geração de empregos e melhoria dos serviços públicos.

“Nosso projeto é um projeto de desenvolvimento, de geração de emprego, de melhorias nos serviços públicos, mas isso passa necessariamente pelo equilíbrio das nossas contas, não tem outro caminho para você fazer isso”, afirmou Cadu.

O governador eleito reconheceu que encontrará dificuldades financeiras e deixou claro que não pretende ignorar a situação fiscal do Rio Grande do Norte.

“Nesse processo todo eu nunca neguei a dificuldade do Estado, a gente sabe o que vai enfrentar nos próximos anos, eu tenho compromisso com isso. E pra tudo acontecer conforme nossas propostas, a gente precisa reequilibrar as contas do Estado, senão nada vai acontecer”, declarou.

Pelas declarações, Cadu Xavier coloca a reorganização financeira do Estado como condição para avançar nas demais áreas. O desafio será conciliar o equilíbrio das contas públicas com os compromissos assumidos durante a campanha eleitoral.

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APOIO DE EZEQUIEL CONTRIBUIU DIRETAMENTE PARA A VITÓRIA DE CADU

A vitória de Cadu de Lula (PT) para o Governo do Rio Grande do Norte, com 50,77% dos votos válidos contra 49,23% de Allyson Bezerra (União Brasil), também contou com a articulação do presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira (PSDB). No segundo turno, ele mobilizou deputados, prefeitos e lideranças municipais, contribuindo para ampliar a base de apoios ao petista em uma disputa decidida por apenas 32.625 votos de maioria.

A entrada do presidente da Assembleia representou um reforço para Cadu na disputa contra Allyson Bezerra (União Brasil). Sua aproximação abriu espaço para novas alianças no interior, especialmente em municípios onde os grupos políticos precisavam redefinir seus posicionamentos após a eliminação de Álvaro Dias (PL).

Entre os exemplos estão Senador Georgino Avelino e São José de Mipibu, municípios que integraram as articulações em torno de Cadu. A participação de Ezequiel reforçou sua capacidade de diálogo com diferentes grupos, aproximando do palanque petista lideranças que poderiam seguir outros caminhos no segundo turno.

A contribuição também se estendeu à bancada estadual. À frente da Assembleia, Ezequiel mantém interlocução com deputados que possuem bases eleitorais em diferentes regiões do Estado. Essa rede ganhou importância na reta final, quando a mobilização das lideranças locais se tornou decisiva.

O apoio foi oficializado em 18 de outubro, uma semana antes da votação, e reuniu Ezequiel, Cristiane Dantas, Gustavo Soares e Taveira Júnior. Juntos, os quatro somaram 193.355 votos na eleição proporcional, demonstrando a dimensão das bases eleitorais reunidas pelo PSDB, embora esses votos não representassem transferência automática para Cadu.

Diário do RN

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TARCÍSIO DE FREITAS ADMITE POSSIBILIDADE DE DISPUTAR PRESIDÊNCIA EM 2030

O governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), admitiu nesta quarta-feira (28) a possibilidade de disputar a Presidência da República nas eleições de 2030. Em entrevista ao jornal Estadão, o chefe do Executivo paulista condicionou o projeto nacional ao desempenho de sua segunda gestão no estado, ressaltando que qualquer definição dependerá de articulação política.

“Terminando bem o segundo mandato, obviamente abre uma possibilidade. Mas isso é uma coisa que você avalia em grupo, não sozinho”, afirmou Tarcísio.

Apesar de sinalizar a ambição futura, o governador enfatizou que a prioridade imediata é a administração paulista. Para o novo mandato, ele destacou como metas centrais a conclusão de obras de infraestrutura, a ampliação do alcance social nas periferias e reforços prioritários nas áreas de saúde e segurança pública.

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FÁTIMA BEZERRA É COTADA PARA ASSUMIR MINISTÉRIO NO GOVERNO LULA

Por Milena Teixeira, do Metrópoles

Governadora do Rio Grande do Norte até o final do ano, a petista Fátima Bezerra pode integrar a lista de ex e atuais gestores do Nordeste que deverão assumir ministérios no quarto mandato do presidente Lula.

O nome de Fátima ganhou força especialmente após a eleição de seu sucessor, Cadu Xavier, para o governo do estado. Em outra frente, a governadora também abriu mão de disputar uma vaga no Senado Federal e, em contrapartida, poderá ser contemplada com um cargo no primeiro escalão do governo Lula.

Segundo integrantes do PT, a ideia é que a governadora ocupe um ministério responsável por coordenar políticas públicas voltadas ao desenvolvimento regional e à redução das desigualdades entre as regiões do país.

Além de Fátima, outros nomes de ex-governadores e atuais governadores do Nordeste são cotados para assumir ministérios. O governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), por exemplo, é apontado como possível nome para o comando do Ministério da Fazenda, conforme mostrou o Metrópoles, na coluna de Igor Gadelha.

Ex-ministro e ex-governador do Ceará, Camilo Santana também deverá ocupar uma vaga na Esplanada dos Ministérios. Já o ex-ministro da Casa Civil e senador eleito Rui Costa (PT-BA) também pode  voltar a integrar o primeiro escalão do governo Lula.

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ROGÉRIO MARINHO DIZ ESPERAR QUE TRUMP NÃO INTERFIRA NA POLÍTICA BRASILEIRA

O senador Rogério Marinho (PL-RN) defendeu, nesta quarta-feira (28/10/2026), que a autodeterminação brasileira deve ser preservada diante de qualquer posicionamento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano). A declaração foi feita em meio a debates sobre a possibilidade de o mandatário norte-americano se manifestar a respeito do cenário político brasileiro.

Durante entrevista no Senado, Rogério Marinho enfatizou que, embora o governo dos EUA possua legitimidade para opinar sobre temas globais, a resolução de problemas domésticos é uma responsabilidade inerente à sociedade brasileira. Segundo o congressista, o respeito à soberania é fundamental para o equilíbrio das relações diplomáticas.

O parlamentar também abordou a recente manifestação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que se autodenominou “líder do Brasil” em uma carta pública. Rogério Marinho classificou a atitude como um desabafo pessoal, ponderando que, embora a liberdade de expressão esteja assegurada pela Constituição, alegações que questionam a legitimidade do pleito exigem a apresentação de provas concretas.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por meio de seu presidente, o ministro Kassio Nunes Marques, reafirmou em nota oficial que o processo eleitoral transcorreu dentro da normalidade democrática e em estrita observância aos ditames legais. O ministro destacou que o sistema eleitoral brasileiro seguiu todas as normas constitucionais vigentes.

Quanto ao diálogo com o colega de partido, Rogério Marinho informou que manteve contato com Flávio Bolsonaro por intermédio de advogados, buscando manifestar solidariedade ao senador e sua família. O parlamentar reiterou que mantém o compromisso com a atuação de seu grupo político dentro da normalidade institucional.

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MPT APERTA FISCALIZAÇÃO E GOVERNO ESTUDA ‘LISTA SUJA’ POR ASSÉDIO ELEITORAL

Por Felipe Rabioglio, do ICL Notícias 

O governo federal vai priorizar a fiscalização de denúncias de assédio eleitoral em todo o país e estuda criar uma “lista suja” de empregadores responsabilizados por esse tipo de prática. As medidas foram apresentadas nesta quarta-feira (28), durante uma coletiva de imprensa do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), em Brasília, para enfrentar ameaças, constrangimentos e demissões motivadas pela preferência política dos trabalhadores.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) recebeu 1.140 denúncias de assédio eleitoral nos três dias seguintes ao segundo turno das eleições presidenciais, realizado no domingo (25). Ao longo de 2026, o órgão recebeu mais de 3 mil denúncias relacionadas ao processo eleitoral. Os registros incluem relatos de pressões exercidas por empregadores sobre funcionários e ameaças de demissão associadas à escolha política.

A coletiva reuniu o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, e representantes do MPT, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério Público Eleitoral e do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O encontro teve como objetivo coordenar a atuação dos órgãos diante do aumento das denúncias após a eleição presidencial.

A mobilização ocorre após a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL), em meio à circulação de mensagens incentivando represálias contra eleitores do petista.

Fiscalização terá prioridade em todo o país

Durante a coletiva, Luiz Marinho anunciou que auditores fiscais do trabalho deverão dar prioridade às denúncias de discriminação política. A determinação abrange as unidades de fiscalização dos 26 estados e do Distrito Federal, com atuação articulada entre o ministério e os demais órgãos participantes.

O presidente do TST, ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, também defendeu a mobilização conjunta das instituições para apurar os casos. Em entrevista ao ICL Notícias 2, concedida após a coletiva, ele afirmou que a Justiça do Trabalho prepara medidas para enfrentar o aumento das denúncias e mencionou a criação de forças-tarefa para investigar as ocorrências.

“O Estado agirá coordenadamente, cooperativamente, no sentido de coibir severamente esse tipo de violência contra pessoas mais vulneráveis”, afirmou o ministro ao ICL Notícias 2.

A orientação é identificar os empregadores denunciados e avaliar as circunstâncias de cada caso. O governo também pretende convocar empresas para mesas de conciliação, buscando soluções para trabalhadores que tenham sofrido represálias.

Nos episódios em que forem identificadas demissões por motivação política, poderão ser buscadas a reintegração ao emprego ou indenizações. Casos não resolvidos administrativamente poderão ser encaminhados aos órgãos competentes para adoção de medidas judiciais.

Vieira de Mello Filho ressaltou que o assédio eleitoral pode ter consequências tanto na esfera trabalhista quanto na eleitoral. Segundo ele, práticas ocorridas antes e durante a eleição podem caracterizar crime eleitoral, além de gerar pedidos de reparação por danos na Justiça do Trabalho. Em caso de demissão motivada por perseguição política, o trabalhador pode pedir reintegração ao emprego ou indenização.

Governo estuda ‘lista suja’ de empregadores

Outro ponto abordado na coletiva foi a disseminação de publicações que incentivam empregadores a demitir ou deixar de contratar pessoas por suas posições políticas.

O governo anunciou que pretende atuar junto às plataformas digitais para combater conteúdos que estimulem práticas ilegais. O secretário-executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Ademar Borges, participou das discussões sobre as responsabilidades das empresas de tecnologia diante dessas publicações.

Luiz Marinho também falou sobre a criação de uma “lista suja” de empregadores responsabilizados por assédio eleitoral. A proposta ainda não foi implementada e depende de avaliação do governo.

Na entrevista ao ICL Notícias 2, o presidente do TST afirmou que, além da lista, estão em discussão outras formas de responsabilização das empresas, como restrições à participação em licitações públicas e ao acesso a financiamentos e crédito. Ele comparou a proposta de cadastro à lista já existente no combate ao trabalho análogo à escravidão, que inclui empregadores segundo critérios objetivos.

O ministro também explicou que as denúncias podem ser feitas anonimamente ao Ministério Público do Trabalho, desde que apresentem informações que permitam apurar os fatos.

“Não basta ele simplesmente falar que sofreu um assédio. Ele tem que identificar e criar uma rastreabilidade”, afirmou.

Segundo Vieira de Mello Filho, a partir dessas informações, o MPT pode investigar e verificar se houve assédio eleitoral.

A orientação do Ministério do Trabalho é que trabalhadores submetidos a ameaças, constrangimentos ou represálias por suas escolhas políticas formalizem denúncias nos canais oficiais do MTE e do MPT, reunindo, sempre que possível, mensagens e outros registros que ajudem a comprovar os fatos.

“Os trabalhadores emprestam a sua força de trabalho, não sua alma”, afirmou o presidente do TST ao encerrar a entrevista ao ICL Notícias 2.

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ISOLDA PARABENIZA A ALLYSON BEZERRA POR RECONHECER RESULTADO DAS ELEIÇÕES DO RN

A deputada estadual Isolda Dantas (PT) agradeceu ao ex-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte Allyson Bezerra por reconhecer o resultado das eleições estaduais. Em pronunciamento na Assembleia Legislativa, a parlamentar destacou o gesto do prefeito de Mossoró, que ligou para Cadu Xavier para parabenizá-lo pela vitória.

“Allyson teve a dignidade de reconhecer a derrota. Isso é um gesto importante nesse momento que a gente vive, tão frágil dos adversários não reconhecerem a derrota”, afirmou Isolda.

A deputada fez a manifestação em nome do Partido dos Trabalhadores (PT), durante uma reunião de líderes da Assembleia Legislativa. Na fala, Isolda parabenizou atitude democrática de Allyson, mesmo em um contexto de extremo acirramento entre as duas chapas que disputaram o governo do estado

“Eu quero reconhecer que Allyson foi, de fato, um democrata quando reconheceu, ligou para Cadu, parabenizando e reconhecendo o resultado das eleições”, declarou.

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PL DEVE LANÇAR ROGÉRIO MARINHO À PRESIDÊNCIA DO SENADO NA QUARTA-FEIRA (4)

O Partido Liberal (PL) deve oficializar na quarta-feira (4) a candidatura do senador Rogério Marinho (PL-RN) à presidência do Senado Federal. A decisão deve ser tomada após uma reunião da sigla com parlamentares em exercício e eleitos. Se confirmada, a candidatura colocará Marinho na disputa contra o atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que busca a reeleição.
O PL deverá ter a maior bancada do Senado a partir de 2027, com 28 parlamentares, mas precisará negociar apoio de outras siglas para viabilizar a candidatura. Alcolumbre, por sua vez, articula a própria recondução ao cargo e conta com o apoio declarado da federação União Progressista, formada por União Brasil e PP. Para vencer a eleição, são necessários ao menos 41 votos, caso todos os 81 senadores participem da votação.

A eleição para a presidência do Senado e os demais cargos da Mesa Diretora está prevista para 1º de fevereiro de 2027, quando termina o mandato de Alcolumbre. As negociações envolvem partidos da base governista e da oposição, que buscam ampliar sua participação no comando da Casa.

Poder 360

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ROGÉRIO MARINHO DIZ QUE NEM ELE E NEM PL PODE DIZER QUE HOUVE FRAUDE NAS ELEIÇÕES 2026

O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência, afirmou nesta quarta-feira (28) que “nem ele, nem p PL” podem afirmar a existência de fraude nas eleições de 2026, por falta de provas.

Em entrevista no Senado, Marinho classificou como um “desabafo” a carta divulgada por Flávio, na qual o senador questiona o resultado eleitoral. “É evidente que, se você faz alguma afirmação, precisa trazer provas”, declarou.

O líder da oposição também afirmou que não tinha conhecimento prévio do documento e disse que a versão mais recente, com alterações no texto, representa a posição oficial de Flávio. Rogério ressaltou ainda a importância de Flávio como a principal expressão da direita conservadora e legítimo líder da oposição no país.

Rogério também informou que não discutiu com o senador Flávio sobre como ele irá fazer oposição dos Estados Unidos ou sobre quais seriam as condições para retornar ao país.

UOL

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PESQUISA MENSURY CRAVA RESULTADO DO 2º TURNO NO RN

Um relatório comparativo entre o levantamento do instituto Mensury e a apuração oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revelou um alto nível de precisão na projeção do segundo turno das eleições para o Governo do Rio Grande do Norte. A pesquisa, realizada entre 16 e 19 de outubro de 2026 com 1.500 eleitores, previu o cenário estadual com uma diferença de apenas 0,70 ponto percentual em relação às urnas.

No resultado oficial em votos válidos divulgados pelo TSE, Cadu de Lula (PT) foi eleito com 50,81% dos votos (1.073.024 votos), enquanto Allyson Bezerra (UB) obteve 49,19% (1.040.399 votos). Quando convertidos para votos válidos, os dados do instituto Mensury indicavam a vitória de Cadu com 51,51% contra 48,49% de Allyson, cravando o resultado dentro da margem de erro do levantamento estadual, que era de ± 2,53%.

Desempenho nos Polos e Reta Final

O levantamento do instituto registrou acertos expressivos nos principais polos do estado, como Mossoró, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Macaíba, Pau dos Ferros e Nova Cruz. Em São Gonçalo do Amarante, por exemplo, a pesquisa estimou 55,1% para Allyson, que terminou as urnas com 56,0%.

Por outro lado, o relatório destacou movimentações de última hora no eleitorado:

  • Capital (Natal): A pesquisa indicava liderança de Cadu (55% a 45% nos válidos locais), mas Allyson virou a disputa nas urnas, terminando com 52,9%. A análise aponta que houve uma migração decisiva dos votos do eleitorado de Álvaro Dias na reta final.
  • Interior e Regiões: Cidades como Caicó, Currais Novos e Apodi registraram viradas em favor de Cadu nos últimos dias de campanha devido à forte mobilização da base governista.

Comportamento dos Indecisos e do Eleitorado

A pesquisa contava com 8,40% de indecisos e 5,67% de votos brancos e nulos. Nas urnas, os votos brancos/nulos somaram 3,98%, refletindo o engajamento na reta final.

O estudo também destaca a recuperação de Cadu na base lulista do interior: a pesquisa indicava que 26,20% dos eleitores de Lula declaravam voto em Allyson Bezerra, mas Cadu conseguiu resgatar esse eleitorado no segundo turno, crescendo +49,4% em votos (+354.724 votos) na comparação com a primeira etapa da eleição.

O estudo conclui que as divergências pontuais encontradas em cidades de menor porte ocorreram devido ao tamanho reduzido das subamostras locais (onde a margem de erro específica oscilava entre ±12% e ±25%) e à volatilidade dos eleitores na semana do pleito. No quadro geral, a pesquisa cumpriu o seu papel técnico com elevado grau de exatidão.

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