PREFEITURA INICIA DISCUSSÃO DO PLANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SOCIOEDUCATIVO
A Prefeitura de Upanema e a sociedade organizada iniciaram discussão para elaboração do Plano Municipal de Atendimento Socioeducativo. Representantes do Município, Conselho Tutelar, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (Comdica), Conselho Municipal de Assistência Social e da Justiça se reuniram no Centro de Referência da Assistência Social, quando definiram os representantes do poder público e da sociedade civil que, agora, formam a Comissão para discutir e elaborar o plano.
Entre as primeiras decisões da Comissão estão: definição do cronograma de atividades para elaboração do Plano, definição de datas e horários para os encontros períodos e datas para realização de audiências públicas para discutir o Plano com toda a população.
As audiências públicas serão realizadas nos dias 21 e 28 de novembro e a previsão é que a minuto do Plano seja entregue ao Comdica e ao prefeito Luiz Jairo nos dias 5 e 10 dezembro, respectivamente.
A próxima reunião da Comissão será realizada nesta quinta-feira, 13, para apresentação de um diagnóstico e apresentação de projetos.
“Temos que discutir as medidas socioeducativas para os adolescentes e identificar a forma como eles são vitimas de uma sociedade que o enxerga com preconceito. Os nossos adolescentes precisam de maior atenção e que compreendamos que a adolescência é um período de transição e, portanto, complicado”, declarou Raíssa Freire, psicóloga do Cras.
Composição da Comissão
Poder Público Municipal
- Secretaria de Assistência Social
Alecsandra Praxedes da Silva
Antônia Iara Macêdo Balbino Tavares
Dalvani de Lira e Evangelista
Henrique Minervino Cabral de Melo
Francinete Pereira da Silva Nunes
Raíssa Sonnaly Freire Pereira de Melo
Rivanda Bezerra de Medeiros
- Secretaria de Educação, Cultura e Desporto
Rosemary Sobral Dantas
Suely da Silva Carvalho Araújo
- Secretaria de Saúde
Gorethe Sales de Oliveira
Luiza Pereira da Costa Neta
Sociedade Civil
- Comdica
Josadaque Carlos de Carvalho
- Conselho Municipal de Assistência Social
André Jemenes de Aguiar Teixeira
Cristiane Rochele Moura A. G. Oliveira
- Conselho Tutelar
Antônio Edson da Silva Bezerra
Saclitéia Sanagre Dantas Medeiros Costa
George Inácio
- Justiça
Ricardo Alexandre Freire da Costa



O governador eleito Robinson Faria (PSD) tem, oficialmente, na base de apoio da Assembleia Legislativa, oito dos 24 deputados estaduais. Desses, dois aderiram no segundo turno das eleições. As urnas de 5 de outubro conduziram à Assembleia apenas seis aliados de Robinson: Fernando Mineiro (PT), José Dias (PSD), Disson Lisboa (PSD), Cristiane Dantas (PC do B), Carlos Augusto Maia (PT do B) e Galeno Torquato (PSD). No segundo turno, juntaram-se ao grupo os deputados Gustavo Carvalho (PROS) e José Adécio (DEM). Mesmo com essa minoria, apenas 30% dos parlamentares eleitos, os deputados não acreditam que o governador eleito terá dificuldade na chamada governabilidade em aprovar as matérias enviadas para o Legislativo.
Quando concluir em Janeiro de 2015 seu segundo mandato de deputado federal, o seridoense João Maia vai se dedicar a uma missão lhe dada pelo PR Nacional, de continuar presidindo o diretório estadual do Partido da República. “O nosso presidente Alfredo Nascimento conversou muito comigo e me pediu para fortalecer mais ainda o PR potiguar, que já é forte, presente em todos os municípios do nosso Estado”, disse João Maia. O processo de fortalecimento dos diretórios municipais passa também por uma minuciosa avaliação de como se comportou lideranças, tidas como importantes para o partido, nas últimas eleições estaduais. O PR tinha a chance de ampliar seus espaços, e saiu do processo da mesma forma que entrou, com vagas garantidas na Câmara dos Deputados e na Assembléia Legislativa.
São Paulo deve perder importância na composição do novo ministério de Dilma. Foto: André Dusek/Estadão Conteúdo
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Passadas as eleições presidenciais, uma nova disputa já domina os corredores da Câmara dos Deputados: a que definirá o novo presidente da Casa. E a briga aqui não se dá entre governo e oposição, mas entre os maiores partidos da base – PT e PMDB. Pivô da disputa, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) é uma antiga pedra no sapato da presidente Dilma Rousseff. A ideia de vê-lo no comando da Câmara provoca arrepios nos petistas, que já lançaram um contra-ataque a sua campanha. E afirmam: “jamais” concordarão com a candidatura de um membro da base que “age como oposição”.