JOÃO MAIA CONCILIARÁ PRESIDÊNCIA DO PR COM SUA VOLTA À INICIATIVA PRIVADA
Quando concluir em Janeiro de 2015 seu segundo mandato de deputado federal, o seridoense João Maia vai se dedicar a uma missão lhe dada pelo PR Nacional, de continuar presidindo o diretório estadual do Partido da República. “O nosso presidente Alfredo Nascimento conversou muito comigo e me pediu para fortalecer mais ainda o PR potiguar, que já é forte, presente em todos os municípios do nosso Estado”, disse João Maia. O processo de fortalecimento dos diretórios municipais passa também por uma minuciosa avaliação de como se comportou lideranças, tidas como importantes para o partido, nas últimas eleições estaduais. O PR tinha a chance de ampliar seus espaços, e saiu do processo da mesma forma que entrou, com vagas garantidas na Câmara dos Deputados e na Assembléia Legislativa.
No campo profissional e pessoal, João Maia já adiantou que voltará a iniciativa privada, onde se destacou ao longo das últimas décadas como um competente economista e empresário. Mas faz questão de deixar bem claro que terá todas as condições de conciliar suas atividades profissionais com a missão de continuar comandando o PR estadual. João Maia se orgulha de ter dedicado seus dois mandatos aos municípios, prova disso são as emendas que se transformaram em ações, na maioria delas obras de mobilidade melhorando a vida dos potiguares.



São Paulo deve perder importância na composição do novo ministério de Dilma. Foto: André Dusek/Estadão Conteúdo
Depois do Outubro Rosa, campanha voltada para o combate ao câncer de mama, a Prefeitura de Upanema, através da Secretaria de Saúde, também vai participar da campanha Novembro Azul, voltada para conscientização dos homens para prevenção do câncer de próstata.


Passadas as eleições presidenciais, uma nova disputa já domina os corredores da Câmara dos Deputados: a que definirá o novo presidente da Casa. E a briga aqui não se dá entre governo e oposição, mas entre os maiores partidos da base – PT e PMDB. Pivô da disputa, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) é uma antiga pedra no sapato da presidente Dilma Rousseff. A ideia de vê-lo no comando da Câmara provoca arrepios nos petistas, que já lançaram um contra-ataque a sua campanha. E afirmam: “jamais” concordarão com a candidatura de um membro da base que “age como oposição”.
Refinaria Pasadena, da Petrobras, nos EUA, foi o estopim para a crise na estatal – Agência O Globo