AÉCIO VENCE EM CIDADE DO JAPÃO COM MAIS DE 3 MIL VOTOS DE DIFERENÇA
Em Gunam, no Japão, o candidato à presidência Aécio Neves (PSDB) venceu as eleições com mais de 3 mil votos de diferença. Foram 3.350 votos para o candidato tucano contra 349 para Dilma Rousseff (PT). O resultado final deu vitória ao tucano, que ficou com 90,5%, e a petista, 9,5% dos votos válidos.
No primeiro turno, os eleitores que votaram fora do país preferiram o candidato Aécio Neves (PSDB). Ele teve 49,51% dos votos, contra 26,01% da candidata do PSB, Marina Silva. A petista Dilma Rousseff ficou em terceiro em território estrangeiro, com 18,35% dos votos. A votação de brasileiros que vivem no exterior ocorre em 135 cidades de 89 países. Ao todo, 354.184 pessoas estão aptas a votar, número 57% maior do que em 2010. Mais de 3,6 mil mesários trabalharão no pleito, em 916 seções.







Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada a partir da terça-feira 21 reafirma a liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff nos últimos dias da disputa pela sucessão presidencial. Segundo o levantamento que entrevistou 2 mil eleitores de 24 Estados, o tucano soma 54,6% dos votos válidos, contra 45,4% obtidos pela presidenta Dilma Rousseff. Uma diferença de 9,2 pontos percentuais, o que equivale a aproximadamente 12,8 milhões de votos. A pesquisa também constatou que a dois dias das eleições 11,9% do eleitorado ainda não decidiu em quem votar. “Como no primeiro turno, deverá haver uma grande movimentação do eleitor no próprio dia da votação”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Se for considerado o número total de votos, a pesquisa indica que Aécio conta com o apoio de 48,1% do eleitorado e a candidata do PT 40%.
O senador Aécio Neves (PSDB) seria eleito presidente da República com 53,2% dos votos válidos, caso a eleição fosse hoje. É o que diz pesquisa do instituto Veritá, encomendada pelo jornal Hoje em Dia. A presidente Dilma Rousseff (PT) não seria reeleita pois conta com 46,8% da preferência do eleitor.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira (20) que, pela vontade dele, não disputará novamente as eleições presidenciais em 2018 porque acredita já ter cumprido sua “missão”. Mas, em entrevista à Rádio Jornal do Commercio, do Recife, afirmou não descartar a possibilidade, a depender do cenário político daqui a quatro anos.