CARLOS EDUARDO NEGA QUE HENRIQUE ESTEJA COORDENANDO CAMPANHA: “ISSO É MALDADE”

Informação amplamente difundida a partir do blog de notícias da jornalista Thaisa Galvão – de que o ex-ministro do Turismo e ex-deputado federal Henrique Alves (MDB) estaria coordenando a campanha política do seu primo ao governo do Estado – foi negada pela assessoria de comunicação do pré-candidato Carlos Eduardo Alves (PDT). A assessoria do pré-candidato classificou a notícia como uma “maldade”.

Outra informação negada pela assessoria de comunicação de Carlos Eduardo foi a de que coube a Henrique Alves dizer “não” à participação do PR na chapa do primo ex-prefeito. De acordo com o blog da Thaisa Galvão, o “não” ao PR de João Maia e do deputado estadual George Soares teria uma razão maior: o “sim” do PP da prefeita de Mossoró, a ex-governadora Rosalba Ciarlini, ou seja, o PP não quer estar onde o PR estiver.

A informação de que Henrique já estaria trabalhando para colocar Carlos Eduardo no Governo do Rio Grande do Norte chega quatro dias após o ex-presidente da Câmara dos Deputados ser solto pela Justiça Federal do RN. Ele havia passado 1 ano, 1 mês e 1 semana preso na Academia de Polícia Militar do RN.

A decisão judicial foi tomada três dias após o depoimento de Henrique Alves para o inquérito da Operação Manus, que apura desvio de recursos durante a construção do Estádio Arena das Dunas, em Natal.

Do Agora RN / Foto: José Aldenir

HENRIQUE ALVES GANHA LIBERDADE

O juiz Francisco Eduardo Guimarães concedeu na noite desta quinta-feira (12), liberdade ao ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves. Ele estava cumprindo prisão domiciliar.

A decisão ocorre dias após o depoimento do ex-ministro na Operação Manus.

A justiça federal do Distrito Federal  já tinha concedido a liberdade a Henrique Alves na Operação Sepsi.

HENRIQUE ALVES É CONDENADO A MAIS DE 8 ANOS DE PRISÃO

O juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal Criminal do Distrito Federal, condenou nesta sexta-feira, 1, os ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ) e Henrique Eduardo Alves (MDB-RN) em um processo aberto a partir da Operação Sépsis, que investiga corrupção na Caixa Econômica Federal entre 2011 e 2015. Cunha foi sentenciado a 24 anos e dez meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e violação de sigilo funcional, e Alves, a 8 anos e 8 meses de reclusão pelo crime de lavagem de dinheiro.

Além dos emedebistas, Vallisney também condenou o lobista Lúcio Bolonha Funaro (8 anos, 2 meses e 20 dias de prisão), o ex-vice-presidente da Caixa Fábio Ferreira Cleto (9 anos e 8 meses de prisão) e o operador financeiro Alexandre Margotto (4 anos de prisão). Funaro, Cleto e Margotto fecharam delações premiadas com o Ministério Público Federal (MPF).

Na denúncia, os procuradores afirmavam que Cleto foi indicado à vice-presidência de Fundos de Governo e Loterias da Caixa por Eduardo Cunha e Henrique Alves. Uma vez no cargo, sua função foi informar Cunha, Funaro e Margoto sobre quais empresas apresentavam projetos solicitando investimentos dos fundos da Caixa, como o Fundo de Investimentos do FGTS (FI-FGTS).

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MORO APONTA HENRIQUE ALVES COMO UM DOS BENEFICIÁRIOS DE DESVIO DE R$ 200 MILHÕES

Chamada de Operação Deja Vu, a 51ª fase da Operação Lava Jato investiga se US$ 54,5 milhões (cerca de R$ 200 milhões), de um contrato de US$ 825 milhões envolvendo Petrobras e Odebrecht, tiveram como destino propinas pagas a executivos da estatal e a partidos políticos. No despacho, o Juiz Sérgio Moro afirma que pagamentos teriam sido feitos “especificamente” a Eduardo CunhaHenrique Eduardo Alves e João Vaccari Neto.

O contrato suspeito previa a prestação de serviços de reabilitação, construção e montagem, diagnóstico e remediação ambiental, elaboração de estudo, diagnóstico e levantamentos nas áreas de segurança, meio ambiente e saúde em nove países, além do Brasil.

Entre os investigados estão os ex-integrantes da área internacional da Petrobras Aluísio Teles Ferreira Filho, Rodrigo Zambrotti Pinaud e Ulisses Sobral Calile. Segundo os investigadores, com a ajuda de operadores financeiros, cerca de US$ 24 milhões tiveram como destino contas de agentes públicos ligados à Petrobras. Mais US$ 31 milhões teriam como destino pessoas que se diziam intermediários de políticos ligados ao então PMDB (atual MDB). Há, ainda, a suspeita de que o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, tenha recebido parte dos recursos.

A Polícia Federal informou que cerca de 80 policiais estão cumprindo 23 ordens judiciais nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo. De acordo com o delegado da Policia Federal Igor Romario de Paula, foram cumpridos os 17 mandados de busca. Dos mandados de prisão, foram cumpridos três preventivas e uma temporária. Há ainda uma preventiva em aberto porque o investigado está no exterior – embora ainda não seja considerado foragido.

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MPF DENUNCIA HENRIQUE POR PECULATO NO CASO DA “FARRA DAS PASSAGENS”

Preso atualmente por dois mandados de prisão preventiva, um do Distrito Federal e outro do Rio Grande do Norte, o ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) foi alvo de nova acusação nesta semana. O Ministério Público Federal em Brasília denunciou o ex-deputado por peculato no escândalo conhecido como farra das passagens.

O peemedebista foi acusado de ter comprado 306 bilhetes aéreos nacionais e internacionais para terceiros entre 2007 e 2009, um gasto total de R$ 206 mil para os cofres da Câmara.

Segundo a procuradoria, há indícios de que familiares tenham sido beneficiados, entre eles filhos e uma das ex-mulheres de Henrique Alves. Miami e Buenos Aires foram alguns dos destinos.

O caso tramitava no Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, mas foi baixado para a primeira instância. Na segunda-feira 14, a procuradora Sara Moreira de Souza Leite apresentou a denúncia à 12ª Vara Federal do Distrito Federal. Procurada, a defesa de Henrique Alves afirmou que ainda não tomou conhecimento da acusação.

Do Agora RN