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SITE DE CAMPANHA DE HENRIQUE TRAZ O VÍDEO “A CONVENÇÃO DAS CONVENÇÕES”

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O PALANQUE DE HENRIQUE É MAIS DO QUE O DE ROBINSON

Os dois principais candidatos ao Governo do Estado, Henrique Alves e Robinson Faria, continuam recebendo e oficializando apoios de lideranças do interior. O palanque de Henrique é claramente o mais forte e o que tem recebido mais apoios de peso; Robinson não tem conseguido competir em matéria de liderança interiorana.

SUPERIORIDADE

O apoio de lideranças impressiona e influencia numa campanha eleitoral. Tem muito mais esse aspecto estético do que prático, do ponto de vista eleitoral. O que ocorre nessa fase da campanha é a confirmação da superioridade política indiscutível da chapa Henrique e Wilma, que reúne quase 20 partidos e lideranças de todo o Estado.

RESPOSTA

A grande dúvida da campanha majoritária desse ano está justamente na resposta à seguinte pergunta: As lideranças políticas vão conseguir levar o eleitorado para apoiar as candidaturas de Henrique e Wilma? Se a resposta for positiva, o acordão dispara na preferência popular e a chapa ganha a eleição.

Por Túlio Lemos

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CANDIDATOS UTILIZAM AS REDE SOCIAIS PARA CHEGAR AO ELEITOR

147567[1]Nessa fase da campanha eleitoral, quando os programas de rádio e televisão ainda não foram ao ar, as campanhas dos candidatos concentram atenção nas redes sociais. Todos os cinco postulantes ao Governo estão com atuações nas mídias sociais, inclusive com equipe específica para tal tarefa.

O Facebook e Instagran estão sendo usados por todos os candidatos ao Executivo. Já o Twitter deixou de ser usado apenas pela sindicalista Simone Dutra (PSTU).

As equipes dos candidatos ao Governo traçam estratégias distintas para o uso das redes sociais, mas, em comum, elas têm o fato de buscarem, a partir das plataformas, a divulgação do nome das propostas dos postulantes à sucessão de Rosalba Ciarlini. 

O deputado federal Henrique Eduardo Alves, que disputa o Governo do Estado pelo PMDB, está atuando em quatro plataformas das redes sociais: Facebook, Instagran, Twitter e Youtube.

Coordenadora do trabalho da campanhas nas redes sociais, a jornalista Nina Rodrigues, explicou que o trabalho no Facebook é feito com as medições dos horários de maior audiência. Com isso, as postagens ocorrem em função desses horários. “Mas temos o cuidado de não encher a timeline dos fãs com muita notícia. Em média, são seis postagens diárias no Facebook”, comentou.

O marketing da campanha do candidato do PMDB está produzindo vídeos exclusivos para as redes sociais. Nina Rodrigues observou que o conteúdo é um só, mas as apresentações são distintas, variando de acordo com a plataforma da rede social. “Mas há fatos que valem para uma plataforma e para outra não. Os importantes conteúdos estão em todas as redes, mas com a linguagem de cada uma (das redes)”, analisou.

O Twitter tem sido usado para notícias mais instantânea. Um exemplo disso é quando o candidato do PMDB concede uma entrevista, há postagens simultâneas das declarações dele.

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No caso da página do Facebook, já há mais de mil curtidas. “Começamos no dia 7 de julho e em dez dias tivemos mais de mil curtidas. As pessoas curtem bem, há um nível muito bom de engajamento, com comentários e compartilhamentos”, destacou Nina Rodrigues.

Ela avaliou que como a campanha foi iniciada há poucos dias, o importante é manter uma produção exclusiva para as mídias.

ARAKEN FARIAS

O advogado Araken Farias, candidato ao Governo pelo PSL, disse que a equipe de campanha está trabalhando “intensamente” com as redes sociais. No entanto, ele avaliou que esperava um retorno maior. “Acredito que agora que terminou a Copa do Mundo a campanha nas redes sociais terá um crescimento significativo”, comentou.

O candidato do PSL está atuando no Facebook, Twitter e Instagran. “Estamos fazendo o suficiente e as curtidas (termo usado no Facebook) estão aumentando significativamente”, observou, acrescentando que faz um acompanhamento das postagens a partir de gráficos gerados.

ROBÉRIO PAULINO
O professor Robério Paulino, candidato ao Governo pelo PSOL, disse que está centrando a comunicação das redes sociais principalmente no Facebook. A estratégia de trabalho é a formação do grupo “Mil com Robério”. “Até o final da campanha esperamos estar com mil pessoas compartilhando tudo que postamos nos Facebook, hoje temos já mais de 200 pessoas”, comentou o candidato.

Ele destacou ainda que as ações da campanha contam também com postagens no Twitter e enviadas via whattsap.

ROBINSON FARIA
O vice-governador Robinson Faria (PSD) está usando quatro plataformas nas redes sociais, o Twitter, Instagran, Facebook e Flicker. Além disso, o candidato também entra com a comunicação através de um site próprio, que atua como o grande gerenciador de conteúdo.

Diretor da empresa Maxmeio, Flávio Sales explicou que as estratégias são diferentes para cada uma das plataformas de redes sociais. No Instagran, como é mais imagem, há uma preocupação de postar fotos e vídeos trabalhados. Já no Facebook, o trabalho busca uma interação maior. 

O Twitter está sendo usado pela campanha como uma comunicação mais simultânea. Já o Flicker é o “ponto de apoio para os jornalistas e os próprios colaboradores da campanha” que podem buscar fotos das mobilizações. 

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TRE ACATA PRIMEIRO PEDIDO DE IMPUGNAÇÃO ELEITORAL

alisson[1]A Tribuna do Norte destaca que o pleno do Tribunal Regional Eleitoral impugnou o registro de candidatura a deputado estadual de Alisson Nascimento, pelo PSDB. Este é o primeiro registro rejeitado pela Corte, que apreciou o processo durante a sessão de ontem do colegiado. A contestação foi feita pelo Procuradoria Regional Eleitoral no Rio Grande do Norte (PRE/RN). Segundo o relator do processo, juiz Sérgio Roberto Nascimento Maia ficou comprovado que o postulante não tem a idade mínima exigida pela legislação eleitoral – 21 anos – para concorrer ao pleito deste ano.

O prazo para apresentação de impugnações aos 339 pedidos de registro de candidatura que deram entrada no Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte, até o dia 5 de julho, terminou no dia 13 passado. Até esta data, o TRE recebeu 89 contestações a requerimento de registro de candidatura contra 86 candidatos, duas coligações e um partido que não atenderam a todos os requisitos exigidos pela legislação eleitoral para concorrerem às eleições 2014. As ações foram propostas pela Procuradoria Regional Eleitoral (PRE/RN).

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MINISTÉRIO PÚBLICO ESTÁ DE OLHOS NOS PARTIDOS

Detetive[1]De olho nos candidatos que disputam a eleição deste ano, o Ministério Público Federal (MPF) quer tirar do páreo o partido que não cumprir a cota das mulheres, estabelecida pela Lei das Eleições (lei 9.5054/97).

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LULA E PT PRESSIONAM DILMA POR CAMPANHA ELEITORAL NAS RUAS

 

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O Globo – O PT e Lula estão ansiosos para que a presidente Dilma Rousseff vá para a rua fazer campanha eleitoral. Ontem à noite, estava prevista reunião de campanha em que ela bateria o martelo sobre a participação em comícios e outros atos. Dilma não vinha demonstrando pressa, mas está sendo cobrada a priorizar viagens a São Paulo, maior colégio eleitoral do país e onde ela e o candidato a governador pelo PT, Alexandre Padilha, patinam nas pesquisas de intenção de voto.

Apesar da pressão, Dilma vinha demonstrando preferência por fazer um evento em Minas Gerais nos próximos dias, ao lado de Fernando Pimentel, candidato petista ao governo mineiro e que lidera as pesquisas. O objetivo é focar atos públicos nos maiores estados, como São Paulo, Rio, Minas Gerais e Bahia, deixando de visitar as regiões menos populosas.

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QUASE 25 MIL CANDIDATOS DISPUTARÃO AS ELEIÇÕES DE OUTUBRO

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Entrega do registro não garante a participação do político nas eleições. Após parecer do Ministério Público Eleitoral (MPE), os pedidos são julgados por um juiz eleitoral

 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou nesta segunda-feira, 21, no sistema de registro de candidaturas das eleições, os nomes de todas as pessoas que pediram registro para concorrer ao pleito. De acordo com o levantamento, 24,9 mil candidatos devem disputar vagas de deputado federal, estadual e distrital, senador, governador e presidente da República. O número inclui suplentes de senador e vices aos governos estaduais e à Presidência da República.

Segundo informações do DivulgaCand, sistema do TSE que centraliza as candidaturas, o número maior de candidatos é para o cargo de deputado estadual (16,2 mil). Para deputado federal, são 6,7 mil. No Distrito Federal foram registradas mil candidaturas ao cargo de deputado distrital e 181 candidaturas foram recebidas para senador, primeiro e segundo suplentes. Nos estados, são 171 candidatos a governador e vice. Onze candidatos vão disputar as vagas de presidente da República e 11, de vice-presidente.

Em outubro estarão em disputa 1.059 vagas para deputado estadual. Na Câmara dos Deputados serão eleitos 513. Vinte e sete (um terço) das 81 cadeiras no Senado estão em disputa. A Casa renova alternadamente a cada eleição um terço e dois terços dos parlamentares. Para deputado distrital, são 24 cadeiras.

O número poderá ser atualizado até o dia da eleição, pois os pedidos de registro ainda serão julgados pelos juízes eleitorais e novas informações devem ser recebidas nos tribunais regionais eleitorais. Após a decisão da Justiça Eleitoral, os candidatos estão aptos a concorrer. Além disso, as coligações podem mudar os candidatos que escolheram.

A entrega do registro não garante a participação do político nas eleições. Após parecer do Ministério Público Eleitoral (MPE), os pedidos são julgados por um juiz eleitoral, que verifica se as formalidades foram cumpridas.

Até o momento, o MPE já impugnou 1.850 registros de candidaturas às eleições em todo o país. Cerca de 20% (367) foram com base na Lei da Ficha Limpa, que impede a candidatura de condenados em segunda instância pela Justiça. O número de impugnações deve aumentar até o levantamento final, previsto para o fim deste mês.

Para estar apto a concorrer às eleições de outubro e ter o registro deferido pela Justiça Eleitoral, além de não se enquadrar na Lei da Ficha Limpa, os candidatos devem apresentar declaração de bens, certidões criminais emitidas pela Justiça, certidão de quitação eleitoral que comprove inexistência de débito de multas aplicadas de forma definitiva, entre outros documentos, como previsto na Lei das Eleições (Lei 9.504/97).

Fonte: Agência Brasil

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As brechas na Lei da Ficha Limpa nas eleições pelo país

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Criada em 2010 para promover uma depuração ética na lista de políticos que pleiteiam disputar cargos eletivos, a Lei da Ficha Limpa enfrentará seu mais duro teste em outubro e poderá banir das urnas políticos que, a partir de seus currais eleitorais, se perpetuavam impunes na administração pública. Pela primeira vez, a lei será aplicada a deputados, senadores, governadores e candidatos à Presidência da República.

Segundo a revista Veja, Ainda que a lei esteja plenamente em vigor, o Ministério Público Eleitoral, responsável por contestar pelo menos 360 candidaturas – número que vai aumentar nas próximas semanas – com base na nova legislação de inelegibilidades até agora, prevê que políticos e advogados devem utilizar as mais diversas artimanhas para explorar brechas na Lei da Ficha Limpa e se apresentar normalmente como opção ao eleitor. Desde o início do mês, procuradores se lançaram em uma verdadeira cruzada contra políticos enrolados na Justiça, mas manobras e lacunas na lei acabam permitindo que corruptos sigam adiante nas urnas.

Mesmo tendo sido apontada como marco moralizador na seara política, a Lei da Ficha Limpa não consegue retirar da vida pública boa parte dos candidatos enrolados com a justiça. Até a última sexta-feira, o banco de dados do MP registrava 605.081 informações sobre possíveis casos de inelegibilidade, que vão desde contas rejeitadas em municípios até condenações por tráfico de drogas e assassinato. Descontados os dados em duplicidade e as informações de pessoas que acabaram não se candidatando, é a partir dessa cifra que procuradores eleitorais partem para elaborar os pedidos de impugnação. Em todo o país, 1.850 candidaturas estão sendo contestadas por ações apresentadas pelo próprio MP ou por partidos e políticos.

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ISTOÉ DIZ QUE AGRIPINO NEGOCIOU APOIO AO GOVERNO PETISTA EM TROCA DE EMENDAS

A revista ISTOÉ revelou que na tarde da terça-feira 15, os parlamentares voltaram ao Congresso depois de uma longa folga embalada pelos jogos da Copa do Mundo. A pauta do dia era a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), convenientemente boicotada pela base aliada, que usou o adiamento para negociar com o governo mais verbas para suas bases eleitorais. Para a surpresa dos aliados, o DEM, presidido pelo fervoroso senador oposicionista José Agripino Maia, mandou emissários para a mesa de negociação com o governo. Em conversa a portas fechadas, os líderes do partido de oposição celebraram um acordo com o ministro das Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, bom para ambas as partes: o governo se comprometeu a liberar emendas individuais dos parlamentares do DEM em troca do apoio da sigla à votação da LDO e do abrandamento do discurso em relação à CPI da Petrobras, que aos poucos vai morrendo graças à falta de tempo e de interesse dos congressistas envolvidos no debate eleitoral.

O que explica a insólita negociação é o estado de penúria do partido. Os parlamentares que concorrem à reeleição reclamam da grande dificuldade para captar doações e da escassez de recursos do fundo partidário. Em 2002, o partido ficava com 19,6% – R­$ 1­6,3 milhões ou quase um quinto – de todo montante distribuído a 29 legendas. Agora, o DEM tem direito a menos de 3% desse total. Para piorar, o tesoureiro do DEM, Romero Azevedo, não tem sido bem-sucedido nas reuniões com os empresários. Setores como o agronegócio, bancos e empreiteiras, que antes financiavam o partido, acompanharam grandes nomes que abandonaram a sigla em 2011, rumo ao PSD. Três anos depois, o DEM se prepara para a campanha mais austera de sua história e o PSD ganhou o título de “partido dos ricos”. Saulo Queiroz – secretário-geral do PSD e ex-tesoureiro do PFL – lembra os tempos áureos da legenda. De acordo com Queiroz, a arrecadação é proporcional à perspectiva de poder das legendas. “O partido era próspero quando eu era o tesoureiro. Eu sou um cara bom para fazer dinheiro”, provoca.

Por isso a negociação com o governo tornou-se tão conveniente. As emendas parlamentares não deixam de ser um importante ativo em ano eleitoral. Com os recursos das emendas, o deputado pode agradar suas bases por meio de obras e eventos. Essas ações normalmente são revertidas em votos na urna eletrônica durante a eleição. Não deixa de ser um alento para quem está com um problema crônico de caixa. Nem que a solução seja mandar às favas as convicções ideológicas.

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REVISTA MOSTRA DILMA E AÉCIO EM EMPATE TÉCNICO

Por: Redação do Diário do Poder.
A presidente Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB) aparecem tecnicamente empatados em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de outubro, mostrou pesquisa da revista IstoÉ divulgada neste sábado.
Dilma aparece com 36,3 por cento das intenções de voto contra 36,2 por cento de Aécio em um segundo turno.
Como a margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, os candidatos estão tecnicamente empatados.
A pesquisa da revista IstoÉ ouviu 2 mil eleitores em 136 municípios entre os dias 12 e 15 de julho. O nível de confiança da pesquisa é de 95 por cento.
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