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VAI ESTUDAR, SENADORA FÁTIMA

fatima-janainaA senadora Fátima Bezerra (PT-RN) dirigiu-se à professora doutora Janaina Paschoal criticando-a por pedir o impeachment “de uma presidenta eleita” e acrescentou: “Não é uma presidente qualquer. É uma mulher que traz no corpo as marcas da tortura que sofreu por defender a democracia no Brasil”.

Prezada senadora: se Dilma foi ou não torturada, não sei. Ela diz que foi, mas ela também diz que nunca soube de corrupção na Petrobras. A senhora decide se a palavra dela merece ou não seu crédito, senadora. Agora, quanto a ter Dilma “lutado pela democracia”… Prezada senadora Fátima, veja se consegue entender: Dilma foi membro da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares), organização marxista-leninista (a senhora sabe o que é isso, certo?), que praticava assaltos, atentados e sequestros.

Tais ações tinham como finalidade (que constava dos estatutos da referida organização, a senhora pode pesquisar) implantar no Brasil uma ditadura “do proletariado”. Um regime de partido único que não permite liberdade de expressão, liberdade de associação partidária, imprensa livre, eleições, nada que vagamente se assemelhe à democracia que a senhora mencionou.

Com todo o respeito: Vai estudar senadora Fátima!

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MANEZINHO CONTINUA COM TÍTULO SUSPENSO E FORA DA DISPUTA PELA PREFEITURA DE UPANEMA

Apesar de ainda constar na lista dos possíveis pré-candidatos a prefeito de Upanema pela oposição em 2016, o ex-vice-prefeito Manezinho recebeu uma notícia que desmanchou o seu projeto político.

Através de uma sentença condenatória, já transitada em julgado, que partiu de denúncia do Ministério Público Estadual – MPE, Manezinho foi condenado por improbidade administrativa por danos ao erário público e ficou com seus direitos políticos suspenso por 3 anos, a contar de 2015.  

De acordo com a sentença, Manezinho teria usado seu cargo de Chefe de Gabinete para “escolher os beneficiários dos programas de construção de casas populares por critérios pessoais ou de afinidade político-partidário”.

Segundo fomos informados, além da suspensão do título, Manezinho e os demais réus tiveram que ressarcir os cofres públicos com os valores, monetariamente atualizados.

O processo que condenou Manezinho não cabe mais recurso, já que se encontra transitado em julgado, o que torna a situação do “pré-candidato” ainda mais complicado, já que ele dificilmente conseguirá uma limitar ou mandato de segurança para conseguir registrar sua candidatura.

Ciente disso, o grupo de oposição tenta a todo custo viabilizar o nome do ex-vereador Dárcio Regis e da professora Pequena como candidatos a prefeito e vice-prefeito, respectivamente.

Em tempo: Manezinho disputou à Prefeitura de Upanema na eleição de 2012 e foi derrotado pelo atual prefeito, Luiz Jairo (PR), com uma diferença de 1.024 votos de maioria.  

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Brasil Política

“DILMA USARÁ DISCURSO NO EXTERIOR COMO ÚLTIMA ALTERNATIVA A COMOÇÃO NACIONAL”, AFIRMA PRESIDENTE DO DEM

O presidente nacional do Democratas, senador José Agripino (RN) classificou como tentativa de desespero da presidente Dilma usar sua fala em evento da ONU, em Nova Iorque, para dizer que é vítima de um “golpe em curso no Brasil”. A presidente fará um discurso de cinco minutos diante dos chefes de estado.

“Acho curioso, aqui ela não consegue falar porque quando fala os protestos com panelaço ou com apupo são ato contínuo”, declarou. Para o líder da oposição, Dilma agora decide falar em fóruns onde a sua gestão não é conhecida como última alternativa a comoção nacional. “Ela vai tentar explicar o inexplicável, tentar sensibilizar fóruns internacionais que não a conhecem. Como se o impeachment não estivesse previsto na Constituição”, alega.

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JACÓ JÁCOME DIZ QUE PT SUBESTIMA INTELIGÊNCIA DAS PESSOAS

O deputado estadual Jacó Jácome (PSD) usou o horário da liderança, nesta terça-feira (19), na Assembleia Legislativa, para falar sobre seu posicionamento em relação à decisão da Câmara dos Deputados no processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Para ele, o impeachment é constitucional.

“Os petistas e aliados tentam colocar na mente dos brasileiros a ideia de golpe, mas não devemos subestimar a inteligência das pessoas. Quem entende, sabe que um processo de impeachment julga politicamente o presidente da República e é constitucional. No caso de Dilma se analisa a questão política e jurídica”, disse Jacó.

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Se encarar a votação do impeachment como final de Copa, o Brasil irá perder!

Quatro considerações para o dia seguinte à votação do impeachment de Dilma Rousseff:

1) A votação do impeachment NÃO É uma final de Copa do Mundo, apesar de parte da sociedade estar vendendo-a como tal. Pode haver torcida por um resultado, campos adversários e muito roer de unhas, mas as semelhanças devem parar por aí. Se o destino do país for visto como um jogo e os que saírem “derrotados” (sejam eles pró ou contra) forem tripudiados e não convidados a reconstruírem as pontes de diálogo derrubadas na escalada de tensão dos últimos meses, veremos um aumento no ódio e no ressentimento e a violência se instalará na ruas.

2) Independentemente do resultado, o país seguirá ingovernável por um bom tempo. Tanto a manutenção de Dilma quanto a ascensão de Temer serão questionadas por setores sociais que não enxergarão legitimidade na mandatária, no mandatário ou em um processo de impeachment/golpe conduzido por Eduardo Cunha. Não estou torcendo pelo caos, o caos já está instalado. Nesse contexto cinza e amorfo, temos que ter especial cuidado com a garantia dos direitos fundamentais, das liberdades individuais, da dignidade do ser humano. E isso se estende da violência policial a manifestantes, à criminalização de movimentos sociais, passando por uma caça às bruxas aos grupos derrotados e à revisão de direitos pelo parlamento.

3) A despeito de alguns excelentes oradores, tanto contra quanto pró impeachment, os discursos dos deputados federais (que começaram na sexta e se estenderam até hoje, domingo) foram um show de horror, mostrando o baixo nível de grande parte de nosso parlamento. Vi aberrações na TV Câmara que, infelizmente, não podem ser desvistas e me acompanharão pela eternidade. Precisamos, urgentemente, de uma reforma política decente – e não aquele apanhadão inútil aprovado no ano passado e que não vai ao encontro do que as ruas pediram em junho de 2013. O único avanço recente foi o veto ao financiamento empresarial de campanhas – e graças ao Supremo Tribunal Federal. Otimizar o sistema, trazer o cidadão para participar mais diretamente dos destino de sua própria vida e educa-lo para a coisa pública é fundamental.

4) A quantidade de boatos e de informações erradas e mal checadas que circulou nos últimos dias foi assustadora e pode influenciar o resultado. Se isso tivesse chegado apenas por redes sociais e sites anônimos, já seria ruim, uma vez que muita gente não vê diferença entre uma notícia com fontes e um meme. Mas conteúdo problemático veio, aos montes, de veículos de comunicação, tradicionais e alternativos. É fato que a vida de colegas que estão cobrindo a crise, neste momento, é um rascunho do inferno: pouca gente para muitas tarefas (a crise econômica, a crise do próprio jornalismo/publicidade e erros de gestão ceifaram postos de trabalho) e falta de recursos para produzir boas pautas – o que significa ir à reboque da agenda de governo e/ou oposição e não conduzir por si investigações que pautem o debate público. Mas pior do que errar mais do que o de costume devido aos fatores listados, são as preferências político-partidárias de alguns veículos vazarem para fora de onde deveriam ficar restritas – os editoriais e páginas de opinião – e chegarem à reportagem, transformando jornalismo em panfletagem. De ambos os lados da disputa. Quando esse rebu acabar, precisamos discutir o papel da mídia no processo. Porque não adianta atacar a democracia e pedir desculpas na próxima retrospectiva de fim de ano.

Fonte: UOL Política!

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PARTIDO PROGRESSISTA (PP) DECIDE ROMPER COM O GOVERNO DILMA

PP ROMPE COM DILMA E DÁ MAIS 40 VOTOS AO PEDIDO DE IMPEACHMENT

A presidente Dilma Rousseff perdeu nesta quarta-feira (12) o apoio do Partido Progressista (PP) na luta contra o impeachment. Em uma carta considerada vital para a sobrevivência de Dilma, o Palácio do Planalto ofereceu a Caixa Econômica Federal e os ministérios da Integração Nacional e da Saúde ao presidente nacional do PP, Ciro Nogueira (PB). A negociação revoltou os deputados da bancada na Câmara, formada por 49 parlamentares.

Em reunião realizada há pouco, o partido decidiu, por aclamação, apoiar o impeachment, aumentando a pressão sobre Dilma. O governo acredita que a decisão facilita a abertura do processo, que será analisado pelo Senado caso seja aprovado no plenário da Câmara no domingo (17). “Será orientação da bancada favorável ao impeachment e isto nos dá cerca de 40 votos”, afirma o deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), um dos maiores articuladores do desembarque.

A oposição, que afirma ter 340 votos favoráveis ao impedimento, não acreditava que haveria adesão da maioria da bancada do PP. A notícia agrava a já delicada situação de Dilma.

Brasil Partido Política

OPOSIÇÃO JÁ CONTABILIZA 340 VOTOS FAVORÁVEIS AO IMPEACHMENT

A oposição ao governo Dilma Rousseff (PT) já contabiliza ter 340 votos favoráveis ao impeachment da presidente. O mais recente número foi levantado no final da manhã desta terça-feira (12), durante reunião dos líderes oposicionistas, que contou com a presença do deputado federal Rogério Marinho (PSDB). O grupo estima ainda 46 parlamentares indecisos e 127 a favor do governo.

A notícia foi divulgada pelo próprio Rogério em seu perfil pessoal no Twitter (@rogeriosmarinho). Segundo o tucano, “está cada vez mais perto do Fora PT. O Brasil vai virar, daqui a pouco, esta página infeliz de nossa história”. São necessários 342, na votação prevista para o próximo domingo (17), para dar prosseguimento ao processo, que continua no Senado. A expectativa é para que o impeachment passe com folga.

Brasil Partido Política

IMPEACHMENT: APOIO SUBIU 27% EM UMA SEMANA

O apoio ao impeachment da presidente Dilma Rousseff, na Câmara dos Deputados, cresceu 27,3% em apenas uma semana. Desde a terça (5), o número de deputados que se declaram pró-impeachment passou de 234 para 298. O número de deputados governistas que se declaram contrários ao afastamento imediato da presidente, considerando-o “golpe”, subiu 8,1%, de 110 para 119 deputados.

Para aprovar o impeachment, a oposição precisa de mais 44 votos (14,7%). Para impedi-lo, o governo precisa de 53 votos (44,5%). Ainda há 54 deputados que se declaram indecisos em uma dezena de partidos: PMDB, PP, PR, PSB, PSD, PRB, PTB, PDT, PTN e PHS.

Partido Política Prefeitura Upanema

EM NATAL, CARAVANA DE UPANEMA DISCUTE A SEGURANÇA E A REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA

4d8c5d2f-cd26-48d4-be14-1b583c38a067A segurança pública e a regularização fundiária em Upanema foram motivo de audiências na manhã desta segunda-feira, 11, entre os deputados estaduais Souza Neto (PHS) e Kelps Lima (SD), que receberam em Natal uma caravana de Upanema, liderada pelo vice-prefeito Anísio Júnior (PHS); policial militar Amadeu Júnior; além do presidente e vice-presidente do Solidariedade no município, Wescley Soares e o advogado Gladston Oliveira, respectivamente.

Durante o encontro, o deputado Kelps Lima se comprometeu em agendar uma audiência com a Secretária Estadual de Segurança Pública do Rio Grande do Norte, Kaline Leite, para juntos debaterem a segurança em Upanema.

Kelps se mostrou preocupado frente a situação apresentada pelo policial militar Amadeu Júnior, que fez uma exposição da real situação do município aos dois deputados.

Na oportunidade, o deputado Souza Neto entrou em contato com o Comando da Polícia Militar para cobrar a reposição do efetivo policial, bem como a aquisição de uma viatura de maior porte para atender a demanda crescente da cidade.

c9e43a97-fae9-4200-bfbb-5d28e137cd3e“O efetivo policial de Upanema encontra-se reprimido e o índice de violência em toda a cidade é crescente”, afirmou Amadeu.

Os deputados também se comprometeram em buscar uma solução para a regularização fundiária, que hoje impede vários cidadãos upanemenses de ter seus imóveis devidamente registrados.   

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