Política

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GIL DECLARA VOTO EM EDUARDO CAMPOS EM APOIO A MARINA

O cantor Gilberto Gil declarou seu voto para presidente ao governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). O voto foi conquistado por conta do acordo entre Campos e a ex-senadora Marina Silva, líder da Rede, que deve ser anunciada oficialmente no dia 14 de abril como candidata a vice na chapa de Campos.

“Se eles mantiverem a parceria, como tudo indica que manterão, votarei nos dois”, disse Gil para a Folha de S. Paulo. “Gil, o ex-ministro, continua a fazer política quase informalmente. E anda com fé atrás da ex-senadora Marina Silva onde quer ela vá”, completou confirmando seu apoio incondicional a ex-senadora.

Brasil Política

DE OLHO NAS ELEIÇÕES, SHIRLEY TARGINO PEDE EXONERAÇÃO HOJE DA SETHAS

A secretária do Trabalho, Habitação e Assistência Social, Shirley Targino (PR), entrega hoje (31) a carta de renúncia ao cargo à governadora Rosalba Ciarlini.

Shirley, que também é presidente do PR Mulher, já conversou com a governadora e diante do momento eleitoral – em que João Maia é o pré-candidato indicado a vice-governador na chapa do PMDB, encabeçada pelo deputado Henrique Eduardo Alves, ela se vê obrigada a acompanhar o partido.

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DISCURSO DOS PETISTAS DE QUE HENRIQUE PERDEU PARA PREFEITO DE NATAL PODE PEGAR EM FÁTIMA BEZERRA

Como o Blog do Marcos Dantas anda informando, os petistas no Rio Grande do Norte viraram o maior adversário do PMDB, nesta fase de pré-campanha. São muitas as críticas através das redes sociais e até em declarações à imprensa. Petistas relembram que Henrique Eduardo Alves já perdeu duas campanhas para a Prefeitura do Natal, uma para Wilma em 1988 e outra em 1992 para Aldo Tinoco.

Mas, a história dos embates eleitorais em Natal também mostra que o PT foi derrotado quatro vezes: 1996, 2000, 2004 e 2008. Todos com a deputada Fátima Bezerra, que em duas delas perdeu para Wilma. Em 2004, com Lula presidente e Fátima federal,  ela perdeu até para Miguel Mossoró (PTC), um candidato nanico que teve 39.734 votos à frente de Fátima.

Brasil Política

MARINA SILVA: “HENRIQUE ALVES REPRESENTA O QUE HÁ DE PIOR NA POLÍTICA BRASILEIRA”

Marina Silva, pré-candidata a vice na chapa do presidenciável Eduardo Campos, não aceita a aliança com o deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB),informou um dirigente nacional da Rede Sustentabilidade, grupo da ex-senadora do Acre. 

Henrique Alves representa o que há de pior na política brasileira e isso vai de encontro ao discurso da nova política que Eduardo Campos e Marina estão apresentando ao Brasil neste momento”, declarou o assessor de Marina Silva.

Brasil Política

UCRÂNIA COBRA QUE GOVERNO BRASILEIRO “DESÇA DO MURO”

O embaixador da Ucrânia, Rostylav Tronenko, cobrou que o governo brasileiro rompa o silêncio e não fique “em cima do muro” em relação à invasão da Crimeia por tropas russas.  
Durante seu depoimento à Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), o embaixador lembrou que países da América Latina (Argentina, México, Panamá e Costa Rica) já se manifestaram a favor da Ucrânia.  
“O mundo e o Brasil devem ajudar a Ucrânia a enfrentar essa agressão flagrante. Pedimos que não fiquem em silêncio. A Ucrânia está pronta para dialogar e envolver negociadores internacionais, somos um povo de paz.  
Mas nunca vamos ceder e comprometer a nossa soberania. Ninguém está pedindo ao Brasil para comprar uma briga por causa da Ucrânia, mas não queremos que nosso parceiro estratégico fique em cima do muro, um país que pretende ocupar um lugar no Conselho de Segurança da ONU”, afirmou em português.
Brasil Partido Política Vergonha

A CHAPA DO ACORDÃO

Por Fernando Mineiro, Deputado Estadual.

A chapa do acordão anunciada hoje é uma síntese da mesmice que se repete em nosso Estado há quase 40 anos.

Em vez de olhar para frente, o chapão da acomodação entre o PMDB e seus aliados olha para trás: tem o apoio dos 7 ex-governadores que vêm do passado para oferecer ao povo as mesmas e não cumpridas promessas de futuro.

Começando por Lavoisier Maia, nomeado governador pela ditadura militar, que sucedeu Tarcísio Maia, pai de José Agripino, prefeito biônico de Natal, também nomeado pelo regime militar, o palanque do acordão é uma rede de nomes, sobrenomes, parentescos, correligionários e ex-adversários novos correligionários.

Dele não faz parte, ainda, a atual governadora do DEM, que recebeu apoio do PMDB até o ano passado, mas que hoje tem a rejeição da imensa maioria dos norte-rio-grandenses e até do seu próprio partido.

Os grandes ausentes do palanque do acordão são os projetos ou as propostas para enfrentar os verdadeiros problemas do Estado, agravados ainda mais nos últimos 4 anos.

Nada une o palanque do acordão a não ser o medo político um do outro, a desconfiança mútua entre seus membros e o vergonhoso rateio das vagas em disputa nas próximas eleições.

Mas a falta mais sentida neste palanque do acordão, onde se fazem ironicamente presentes todos os responsáveis pelos destinos do Estado em quase meio século, é o povo – os interesses justos e as necessidades reais do povo, que sabe, hoje, não existir melhor palanque do que as ruas, e que vai saber enfrentar e derrotar tamanha desfaçatez política, escolhendo entre a mesmice e a possibilidade real de mudança.

Brasil Partido Política Upanema

HENRIQUE ATACA PT EM DISCURSO E RESGUARDA ROSALBA

No discurso mais esperado de hoje (28), no hotel Praiamar, o deputado federal Henrique Eduardo Alves lembrou o pai, Aluízio Alves, e do sonho que ele tinha de disputar o governo do estado. “A vida pública não pode ser imposta. Tem que ser conquistada, convencida. Quero me oferecer como candidato a governador do Rio Grande do Norte”, destacou.

Depois disparou contra o PT: “Li em um jornal críticas sobre mim. Quem me critica há 30 dias queriam o meu apoio para a senadora deles. Não fui porque eles queriam parar no P e no T, disse que não queria parar nem no P e nem no T, queria ir até o V, de Vilma, de vitória”.

E aliviou para a governadora Rosalba Ciarlini: “Não quero dizer uma palavra sequer contra a governadora Rosalba. Não votei nela, apoiei o seu governo para unir o PMDB. Rosalba não merecerá de mim uma crítica pessoa que seja. Mas seu governo não ouviu, não soube abrigar, o governo se isolou e a partir desta hora o governo se desencontrou”.

Fonte: Robson Pires

 

Política Upanema

PREFEITO LUIZ JAIRO PARTICIPA DE REUNIÃO DO PR EM CARAÚBAS/RN

O prefeito Luiz Jairo esteve na manhã deste domingo (23), em Caraúbas/RN, para participar da reunião do Partido da Republica, a qual é filiado, onde na oportunidade foi oficialmente anunciado o chapão, formado por Henrique Alves (PMDB) candidato ao governo do estado, vice João Maia (PR) e senadora Wilma de Farias (PSB).

A reunião do Partido da Republica foi realizado na residência do ex-prefeito de Caraúbas, o empresário Eugênio Alves e contou com a presença do deputado João Maia, Secretária de Estado da Assistência Social, Shirley Targino, vice-prefeito de Upanema, Anísio Júnior, Secretários Hermes Freire (Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente), Rivanda Bezerra (Assistência Social), Cinthia Lianne (Controladoria-Geral) e Nonato Garcia (Chefia de Gabinete), além dos vereadores Ibamar Costa (PR), Carlinhos Professor (PR), Monthalgan Fernandes (PROS), Gineton Costa (PSD), Ferrari Oliveira (DEM) e o empresário Zé Mendes Filho.

Brasil Política

ROSALBA SINALIZA COM APOIO À FÁTIMA BEZERRA PARA SENADO

Extirpada do processo eleitoral de 2014, governador trata deputada petista como “nossa senadora”
Foi encarado por muita gente como “ato falho”, ou seja, um pequeno deslize, a forma com que a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) tratou a deputada federal adversária Fátima Bezerra (PT), nessa sexta-feira (21), em evento ocorrido em Natal.
No lançamento da  ”Rede Simples”, no Sebrae, com a presença do ministro Guilherme Afif Domingos, a governadora utilizou a primeira  pessoa do plural (nossa) para tratar a parlamentar, acrescentando uma “nomeação” popular ao possessivo:
– (…) Quero cumprimentar aqui a mulher, Fátima Bezerra, nossa Senadora.
Ato falho?
De maneira alguma. Manifestação de tendência.
Rosalba vive um inferno astral como administradora e no campo político. Transformou-se num estorvo para a maioria dos caciques, em especial aqueles que a apoiaram na eleição ao Governo do Estado em 2010.
É pouco provável até que seja candidata à reeleição, por força de questão judicial (inelegibilidade). Se insistir, não deve passar na convenção do DEM, que botou como prioridade a eleição e reeleição de seus candidatos à Assembleia Legislativa e Câmara Federal.
Por que, então, esse afago em Fátima Bezerra, sua adversária histórica?
Simples.
Fátima concorrerá ao Senado da República, tendo como principal dificuldade ao projeto, a concorrência da ex-governadora Wilma de Faria (PSB).
A deputada (ou “senadora”, segundo Rosalba) é sua adversária. Wilma, não. Transformou-se em inimiga política, imersa em picuinhas e troca de ofensas veladas ou explícitas.
Ecossistema político
Proclamar Fátima Bezerra, que do ponto de vista ideológico está diametralmente oposta à conduta e pensamento político seu, foi um recado de Rosalba. Recado aos senadores José Agripino (DEM) e Garibaldi Filho (PMDB), à própria Wilma e ao deputado federal e pré-candidato a governador Henrique Alves (PMDB).
Acuada, excluída e extirpada do topo da cadeia alimentar do ecossistema político potiguar, Rosalba pode agir como uma força centrífuga, triturando tudo em sua volta.
Com o resto de capital que lhe resta, sobretudo em seu berço político e cidadela, Mossoró, a “Rosa” tende a apostar num nome que lhe seja “menos ruim”. Fátima Bezerra, é o caso.
Tivemos no passado (1982), a criação dos votos “camarão” e “cinturão”, quando o instituto do “voto-vinculado” obrigava o eleitor a votar em todos os candidatos de um mesmo partido. Era um casuísmo “legal” criado pelo regime militar em seus últimos dias de poder, para manutenção do “voto de cabresto”.
Aluízio e Vingt
Além disso, havia a faculdade da “sublegenda”, outra armação, que permitia que o mesmo partido pudesse ter mais de um candidato a prefeito.
Em Mossoró, rompido com o primo e ex-governador Tarcísio Maia (PDS), o deputado federal e líder do rosadismo (até então um grupo praticamente monolítico),  Vingt Rosado (PDS), pregou que ninguém votasse na cabeça de chapa, deixando-a em branco.

Aluízio e Dix-huit: ajuda mútua

Como não podia votar em Aluízio Alves (PMDB), os seguidores de Vingt anulariam o voto a governador que era imposto por Tarcísio, com a candidatura do filho José Agripino (PDS). Eis o “voto camarão”, cortando a cabeça.
Em troca, Aluízio defendeu o “voto cinturão”: seus eleitores deveriam deixar em branco o voto a prefeito (que ocorria na mesma eleição).
Pelo menos em Mossoró, o protesto deu certo. Aluízio foi o nome a governador mais votado com 21.037 votos (40,76%), com Agripino ficando em segundo lugar com 17.571 (34,05%). No estado, o “bacurau” perdeu por mais de 107 mil votos de maioria.
A prefeito, o irmão de Vingt Rosado, Dix-huit Rosado (PDS), foi eleito pela segunda vez ao cargo com 21.510 votos (41,68%) e o pemedebista que na prática não teve apoio de Aluízio, João Batista Xavier, foi o segundo mais votado, com 15.466 votos (29,97%). Canindé Queiroz, da sublegenda do PDS, lançado para puxar votos para Agripino, teve 4.388 votos (8,50%).
Eleições a prefeito de Mossoró em 1982 (Fonte: Blog Carlos Santos):
– Dix-huit Rosado (PDS) – 21.510 (41,68%);
– João Batista Xavier (PMDB) – 15.466 (29,97%);
– Canindé Queiroz (PDS) – 4.388 (8,50%);
– Mário Fernandes (PT) – 428 (0,83%);
– Paulo R. Oliveira (PTB) – 48 (0,09%);
– Brancos – 8.145 (15,79%);
– Nulos – 1.621 (3,14%);
– Maioria Pró-Dix-huit – 6.044 (11,71%).
O eleitorado habilitado ao voto era de 67.041, em 275 secções. Compareceram 51.606 (76,98%) eleitores. As abstenções foram de 15.435 (23,02%) votantes.
Para as eleições de 2014, o eleitor está livre para misturar, votando em quem bem desejar de cabo a rabo. Não há voto vinculado ou sublegenda.

Vingt serviu “camarão”

O “rosalbista” pode ficar sem uma preferência ao Senado, diante do racha no próprio DEM que termina de afundar Rosalba. Não significa dizer que ela fique sem opção. Fátima pode ser uma forma de vindita de Rosalba, ajudando a não eleger Wilma, de quem já foi aliada no passado nos anos 80 e início dos anos 2000.
Estranho?
Nem um pouco.
Lembre-se: “a política é dinâmica”.
A frase é surrada, mas continua atualíssima na política caprichosa e sinuosa do Rio Grande do Norte, onde o feio é perder. O próprio Vingt Rosado costumava dizer que voto de aliado e de adversário (ou “bandido”) tinha o mesmo valor.
Aluízio Alves e Vingt Rosado tiveram embates homéricos e nem sempre muito leais. Mas em determinado ponto da história no século XX, passaram à composição à margem da lei e, em seguida, formalizada em comunhão numa única sigla, o PMDB, em meados dos anos 80.
Portanto…
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Fonte: Carlos Santos

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