Governo Federal

Brasil

MARINA SILVA CRITICA ALIANÇAS ELEITORAIS E AS CHAMA DE ‘LÓGICA PERVERSA’ EM SP

EX-SENADORA DIZ QUE APOIO AO PSB PRIORIZA CRIAÇÃO DE PROPOSTAS DE GOVERNO.
MARINA ESTEVE EM RIBEIRÃO PRETO PARA INAUGURAÇÃO DE INSTITUTO DE PSICOLOGIA.

A ex-senadora Marina Silva criticou, na noite deste sábado (12), em Ribeirão Preto (SP), a posição de políticos brasileiros que, segundo ela, criam alianças eleitorais por interesses partidários, sem levar em consideração a criação de propostas de governo. Ela chamou a atitude de “lógica perversa”, e justificou que sua filiação ao PSB – partido que deve lançar o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, como candidato à presidência em 2014 – se trata de uma aliança programática, que prioriza a elaboração de um programa de candidatura voltado às necessidades do país.

Marina esteve na cidade para participar da inauguração do Instituto de Psicologia Avançada deRibeirão Preto (IPA-RP), unidade que deve prestar atendimento de terapia psicológica à população de baixa renda.

Indagada se poderá sair como candidata à vice-presidente nas eleições presidenciais, Marina disse não estar preocupada com posições em formação de chapa eleitoral. De acordo com a ex-senadora, a aliança com o PSB visa criar uma proposta de programa de governo que venha de encontro às necessidades do Brasil.

“Não fizemos essa discussão [de dobradinha eleitoral] porque queremos fazer uma inversão dessa lógica perversa de que primeiro as pessoas fazem uma aliança eleitoral, para ganhar a eleição, sem discutir quais são as propostas. Em um país em que temos uma realidade em que o analfabetismo voltou a crescer, problemas de infraestrutura e saneamento básico, a necessidade de um programa é fundamental. Resolvemos fazer uma aliança programática e não nos perderemos nessa história de ficar decidindo qual é o cargo”, afirma.

A ex-senadora, no entanto, confirmou o nome de Campos como candidato à presidente pelo PSB. “Tem um cargo que já está colocado, que é o do Eduardo. O Eduardo é o candidato do PSB que vinha construindo essa candidatura. Não coloquei nenhuma condicionante em relação à posição dentro de chapa. Até porque para mim, o mais importante é termos um conjunto de propostas”, diz.

Rede
Marina disse ainda que a negação do registro da Rede Sustentabilidade – proposta de fundação do partido liderada pela ex-senadora – pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi injusta. “É um partido que tem alta representação social, tem programa e militância. Infelizmente, a Rede não teve seu registro e isso nos fez ir para outro caminho, que foi o de buscar uma candidatura já posta para fazer uma aliança programática”, diz.

As discussões dos projetos da Rede com a filiação de Marina ao PSB estão, de acordo com a ex-senadora, focadas no programa da candidatura do partido de Campos. “Estamos adensando o programa de candidatura do PSB para que a questão da sustentabilidade e o avanço na qualidade da política possam estar presentes”, conclui.

Fonte: Do G1 Ribeirão e Franca

Brasil

DATAFOLHA: EDUARDO CAMPOS É O QUE MAIS CELEBRA

Somente Eduardo Campos, governador de Pernambuco e aspirante a candidato à vaga de Dilma pelo PSB, tem de fato o que celebrar com a mais recente pesquisa de intenção de votos do Datafolha publicada neste domingo pelo jornal Folha de S. Paulo.

Qual a novidade de que Dilma se reelegeria, hoje, se enfrentasse Eduardo e Aécio? Ou de que a eleição iria para segundo turno se seus adversários fossem Marina Silva e José Serra?

Novidades:

1. Em todos os cenários, a intenção de voto em Eduardo triplicou depois do acordo firmado por ele com Marina;

2. Em um eventual segundo turno, quando informado de que Marina é a vice de Eduardo, o brasileiro elege Dilma por uma diferença de 7 a 9 pontos. Somente.

3. Eduardo transfere votos para Marina, que transfere votos para Eduardo.

4. Num segundo turno em que Marina fosse candidata a presidente, tendo Eduardo como vice, haveria empate técnico com a chapa Dilma-Michel Temer.

Foi o jornalista Fernando Rodrigues que publicou os dados acima em seu blog.

Os anões darão mais trabalho para ser derrotados do que os apressados imaginam.

Anões é como foram chamados Marina, Eduardo e Aécio por João Santana, marqueteiro de Dilma e Lula.

Fonte:  Ricardo Noblat

Brasil

PT EM ESTADO DE CHOQUE

Por Ricardo Noblat

Provas de como o PT ficou atarantado com a aliança Eduardo Campos-Marina Silva.

Primeira: Dilma saiu no lucro. Antes enfrentaria Marina, Eduardo e Aécio. Agora, só Eduardo/Marina e Aécio, argumentam parceiros da presidente.

Segunda: Marina, sozinha, teria votos que não será capaz de transferir para Eduardo.

Terceira: Marina e Eduardo acabarão se desentendendo. E a chapa dos dois se desmanchará.

A essa altura, ninguém poderá garantir coisa alguma. O que se diz não passa de lances da guerra de comunicação travada entre petistas e adversários deles.

É fato, porém, que a candidatura de Eduardo se fortaleceu. E que por ora não passa de desejo a aposta no desentendimento futuro entre ele e Marina.

O melhor dos mundos para o PT seria o duelo Dilma x Aécio. PT x PSDB. A memória do passado de um contra a memória do passado do outro.

Eduardo é o candidato que mais mete medo no PT. Porque sempre foi aliado dele, conhece suas manhas, não pode ser apontado como o anti-PT ou o anti-Lula.

Não falará mal do PT, muito menos do seu líder. Reservará suas críticas para o atual governo. Provou até aqui ser mais hábil do que Aécio. E possuir mais gana de ganhar do que ele.

“Cuidado com Eduardo”, alertou Lula mais de uma vez. Em vão.

Brasil Política

“DE ANÕES A TRATORES”

Por José Roberto de Toledo, O Estado de S.Paulo

“Dilma vai ganhar no primeiro turno porque ocorrerá uma antropofagia de anões. Vão se comer lá embaixo, e ela, sobranceira, vai planar no Olimpo”. O momento pitonisa foi de João Santana, o marqueteiro de Lula e Dilma Rousseff, para a revista Época, pouco antes de a chapa “EduMarina” ser anunciada.

Apesar de fazer previsões, Santana não tem bola de cristal. Nem ele nem ninguém anteviu que Eduardo Campos levaria Marina Silva para o seu PSB. O governador pernambucano cevou a adversária com discrição, para só dar a fisgada na última hora. Pegou-a pela fígado: ofereceu-lhe uma boa chance de vingar-se do PT, de Lula e de Dilma sem perder a pose nem o discurso – só a autonomia.

Os ditos anões não se comeram, se somaram. O resultado da operação é imprevisível. Pode ser uma potência ou uma subtração. Tudo depende de como o eleitor vai perceber a fusão. Se Marina potencializar Eduardo, a candidatura de Aécio Neves (PSDB) perde estatura. Mas Dilma ganhará um problema. Mais um, diga-se, se o marqueteiro traduziu bem o estado de espírito presidencial.

O que mais chama a atenção na frase de Santana não é verbo nem substantivo, mas o adjetivo com que descreveu Dilma. O Houaiss define “sobranceira”: “que encara as pessoas com superioridade; arrogante”. Não há melhor receita para a autofagia dos gigantes.

Por que tamanha sobrançaria?

Enquanto Marina se enredava num drama existencial-partidário, Dilma acelerava a campanha eleitoral. Literalmente. A presidente doou 7.326 máquinas pesadas para quatro de cada cinco prefeituras do Brasil. Mais de 6 mil foram entregues este ano. Há outras 11 mil para ela entregar antes da eleição. Tenta tratorar a oposição.

A ação eleitoral não se limita a dar retroescavadeiras (4,5 mil) e motoniveladoras (2 mil). A campanha de Dilma reorientou a estratégia de comunicação para desnivelar ainda mais o jogo. Sua prioridade se voltou para veículos regionais e locais. Metade das entrevistas exclusivas que Dilma concedeu a rádios desde que tomou posse ocorreram após sua popularidade despencar em julho.

Na sexta-feira, a presidente foi ao interior do Paraná. Falou só às rádios Musical FM e Maringá FM. A locutora sintetizou o que seria a entrevista: “Estamos em rede para Campo Mourão, Maringá e todos os municípios do noroeste do Paraná. Vamos falar com exclusividade com a presidenta Dilma Rousseff, que veio ao Paraná para a entrega de obras e anúncio de investimentos”.

Leia a íntegra no blog: http://goo.gl/nflLBk

Brasil

MARINA DIZ QUE FOI VÍTIMA DE ‘CHAVISMO’

Na longa reunião em que comunicou a seus aliados a disposição de ingressar no PSB, Marina Silva centrou críticas no PT e no governo, dizendo haver risco de instalação no país do estilo político do presidente venezuelano Hugo Chávez, morto em março, acusado por seus críticos de perseguição contra a oposição e a imprensa.

No encontro ocorrido em sua casa, e que só terminou por volta das 5h de ontem, Marina disse que sua Rede Sustentabilidade foi vítima de “chavismo” pela tentativa de aprovação no Congresso de projeto que sufocava as novas legendas e pelo alto índice de rejeição de assinaturas de apoio em cartórios como o do ABC Paulista, reduto do PT.

Marina entra no PSB e diz que vai ‘adensar candidatura’ de Campos

“O aparelhamento do Estado e das instituições pelo PT é insuportável. O caso da Venezuela é um populismo autoritário com inspiração militarista, aqui esse fenômeno é mais sofisticado”, disse o vereador paulistano Ricardo Young (PPS), um dos presentes na reunião.

Questionada em coletiva de imprensa sobre o uso da expressão, Marina afirmou que “houve um esforço para inviabilizar” o seu partido.

“Há uma tentativa no país de tentar, de forma casuística, eliminar uma força política que legitimamente tem o direito de se constituir como um partido político. Vejo um risco de aviltamento da nossa democracia”.

No encontro com os aliados, Marina disse ainda que o PT comemorava ter “abatido ainda na pista” o “avião” da Rede. Essa reunião foi realizada logo após o encontro em que ela selou o acordo com o governador Eduardo Campos (PSB-PE).

Fonte: Folha de São Paulo

Brasil

PELA 1ª VEZ EM 63 ANOS, SÃO PAULO FICA DE FORA DE CORRIDA PRESIDENCIAL

Geraldo Alckmin, originário de Pindamonhangaba (SP), tentou a sorte em 2006 contra Lula atrás de sua reeleição. O tucano foi derrotado no segundo turno da corrida presidencial
Geraldo Alckmin, originário de Pindamonhangaba (SP), tentou a sorte em 2006 contra Lula atrás de sua reeleição. O tucano foi derrotado no segundo turno da corrida presidencial

Disputas internas no PT e PSDB e a falta de renovação dos quadros políticos locais nas últimas duas décadas fizeram com que São Paulo, pela primeira vez desde as eleições presidenciais de 1950, há 63 anos, não tenha candidato competitivo ao pleito de 2014.

Na disputa após a redemocratização do país, com o fim do Estado Novo e da Segunda Guerra Mundial em 1950, o gaúcho Getúlio Vargas (PTB) venceu com 48,7% dos votos válidos. O fluminense Eduardo Gomes teve 29,7% dos votos.

Após isso, em oito eleições diretas e duas indiretas, quadros políticos de São Paulo estiveram presentes na corrida pelo Palácio do Planalto.

Com absoluta hegemonia de candidatos paulistas nas décadas de 1990 e 2000, a partir das presenças de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luís Inácio Lula da Silva (PT), que ocuparam a cena eleitoral do país no período.

Na avaliação do cientista político Bruno Wanderley Reis, professor do Departamento de Ciências Políticas da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), as disputas internas no PT e PSDB de São Paulo acabaram minando as chances de virtuais candidatos do Estado ao Palácio do Planalto.

“Não é uma tendência. É uma situação aleatória. Por causa das brigas internas dos grupos políticos dentro do PSDB e do PT, São Paulo ficou sem candidatos”, diz o professor.

“O [Geraldo] Alckmin [governador de São Paulo] tem bons motivos para não deixar de tentar a reeleição. Além de não poder abrir mão do Palácio Bandeirantes para o grupo do [José] Serra, atualmente ele é o único nome competitivo da legenda na disputa estadual para enfrentar o PT”, afirma.

Quanto à candidatura presidencial de José Serra, segundo Reis, ela começou a ser desconstruída em 2010 pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG).

“Ao ter esticado ao máximo a disputa interna e insistido nas prévias em 2010, impedindo que  Serra fosse consenso na legenda, Aécio fragilizou o nome do paulista para a disputa em 2014, e foi ocupando espaço dentro do partido.

Com a derrota de Serra para a prefeitura de São Paulo em 2012, o quadro desfavorável (para o paulista) completou-se e ele teve de desistir”, diz o cientista político.

Aécio Neves e os prefeitos

“Dentro do PT paulista, a situação não foi diferente. Isso fez com que os quadros políticos de São Paulo, que durante duas décadas tiveram o virtual monopólio das eleições, ficasse de fora do pleito de 2014”, afirma o professor da UFMG.

“O Aécio conquistou espaço no PSDB com seu discurso de federalismo fiscal, que defende uma distribuição de recursos mais equilibrada entre União, estados e municípios. Sua base política é constituída por prefeitos, deputados e vereadores, assim como a do Lula é de sindicalista e trabalhadores. Isso sustentou o crescimento do seu nome na legenda”, diz Reis.

A professora do Departamento de Ciências Políticas da USP (Universidade de São Paulo) Maria do Socorro Souza Braga concorda. Estudiosa de eleições presidenciais, a professora diz que a não participação de quadros políticos de São Paulo nas eleições presidências de 2014 é “um fato totalmente inusitado”.

“Essa situação é resultado das lutas internas dos partidos em São Paulo, além da não renovação dos quadros partidários. São as mesmas pessoas, os mesmos nomes, no PT e no PSDB, há 20 anos”, afirma.

“O próprio Fernando Henrique (Cardoso) comentou que a fila anda. Tem que andar”.

“Alckmin não pode sair para não abrir espaço para o grupo do Serra. Também não pode se arriscar numa eleição presidencial e permitir que o PT possa vencer o pleito estadual.

As lideranças do PT em São Paulo, possíveis candidatos a presidente foram caindo um por um. (José) Dirceu por causa do mensalão, (Aloísio) Mercadante e Marta Suplicy, que em determinados momentos tiveram chance de substituir Lula, tiveram seus nomes queimados por essas disputas internas”, diz a especialista.

“Quando Lula teve de procurar um nome teve de fazê-lo fora de São Paulo”.

Maria do Socorro Braga diz ainda que o fato de o campo político à direita estar esvaziado nos últimos anos também explica o “fato inusitado” de São Paulo não ter candidatos às eleições presidências.

“A direita sempre teve um núcleo importante em São Paulo, mas está cada vez mais acéfala e não consegue lançar candidaturas. Os partidos que atuam nesse campo não conseguem se fortalecer e acabam optando pelas coligações, a exemplo do PSD”, afirma.

O anti-candidato paulista e o nojo à ditadura

Nem na ditadura militar, quando foram realizadas cinco eleições indiretas, absolutamente controladas pelo regime instalado em 1964, os paulistas deixaram de marcar presença em eleições presidenciais.

Ulysses Guimarães, deputado federal e presidente do então MDB (Movimento Democrático Brasileiro), há quase 40 anos, enfrentou a ditadura militar por meio de uma anti-candidatura sem chances de vitória.

Ulysses apresentou seu nome ao colégio eleitoral que elegeu indiretamente o general Ernesto Geisel e o general Adalberto Pereiras dos Santos como vice, da Arena (Aliança Renovadora Nacional), presidente da República, em janeiro de 1974, com 84,04% (400) dos votos dos deputados e senadores.

O deputado federal de Itirapina (SP) (214 Km da capital) e o pernambucano candidato a vice Barbosa Lima Sobrinho tiveram 76 votos (15,96%).

Terá valido a pena essa candidatura paulista, em algum momento, na luta contra a ditadura, lembra a professora da USP. Pois, 14 anos depois da anti-candidatura paulista, em 5 de outubro de 1988, há exatos 25 anos, Ulysses apresentava ao país uma nova constituição – democrática – e declarava seu “ódio” e “nojo” ao período ditatorial, sem eleições presidenciais, que se encerrava.

Fonte: Do UOL, em Belo Horizonte

Brasil

QUEM PERDEU, E QUEM GANHOU?

Eduardo atrai Marina e deixa Aécio zonzo, por Ricardo Noblat

Quem perdeu e quem ganhou com a filiação de Marina Silva ao PSB e a hipótese admitida por ela de ser vice de Eduardo Campos, candidato do partido a presidente da República?

Para quem aspirava ser candidata a presidente, Marina perdeu. Não conseguiu montar seu partido, o Rede, no tempo fixado pela lei. O sonho de alcançar a presidência ficou distante.

Depois de Marina, Aécio Neves, candidato do PSDB à vaga de Dilma, foi quem mais perdeu. Marina deve transferir parte dos seus votos para Eduardo. Os dois têm um perfil semelhante.

Em um eventual segundo turno contra Dilma, o PSDB não terá dificuldade de apoiar Eduardo. O ex-presidente Fernando Henrique já o disse.

A recíproca não é verdadeira. O PSB foi aliado do PT. Apoiar Aécio seria uma guinada à direita que o partido não está inclinado a dar.

Dilma perdeu mais do que ganhou com a aliança Eduardo e Marina. É verdade que antes seria obrigada a enfrentar dois adversários, além de Aécio. E que agora enfrentará apenas dois, contando com Aécio.

Mas num segundo turno contra Marina ela atrairia os votos do PSB e até mesmo parte dos votos do PSDB. Contra Eduardo, não.

Ganhou Eduardo, um candidato até aqui desconhecido pela esmagadora maioria dos brasileiros, e que recebe o aval da vice-campeã nacional das pesquisas de intenção de voto.

Que candidato é esse?

Por desconhecido, a rejeição a Eduardo é mínima. O que antes sustentava sua pretensão era o fato de ser o governador mais bem avaliado do país – 87%. Marina se oferece para avalizá-lo. Não pode mais ser subestimado.

Votaria em Marina quem a vê à esquerda do PT. E também os eleitores cansados da polarização PT e PSDB. Eduardo passará a ser observado com interesse por essa gente que não o enxergava.

A oposição ao PT pretendia empurrar a próxima eleição presidencial para o segundo turno com a ajuda de três candidatos – Marina, Eduardo e Aécio. Terá fôlego para empurrá-la apenas com dois – Eduardo e Aécio?

Se a resposta for sim, esquentarão as chances de Lula concorrer de novo à presidência. O PT não topa correr o risco de ser derrotado. E Lula ainda se mantém nas pesquisas como o candidato mais forte.

[youtube]http://youtu.be/tIcaFtuv8as[/youtube]

Fonte: Noblat – Facebook

Upanema

VEREADOR FERRARI BUSCA SOLUÇÕES PARA OS PROBLEMAS URBANOS E RURAIS DO MUNICÍPIO.

Na sessão legislativa da última sexta-feira, 27, o vereador Ferrari Oliveira (DEM) aproveitou sua prerrogativa e trouxe para a tribuna da Câmara Municipal os problemas que o povo tanto espera que ali seja debatido. O parlamentar não se remeteu apenas as demandas do campo, mas também citou um grande problema que assola, atualmente, a população upanemense, que é a questão do caixa do Banco do Brasil.

“Precisamos convocar todas as nossas lideranças políticas, juntar tanto a bancada oposicionista, quanto a bancada situacionista, o prefeito municipal e, se possível, trazermos outros parlamentares estaduais e federais para a nossa causa, para juntos, irmos na superintendência do Banco do Brasil em Natal e cobrarmos a instalação de um novo caixa eletrônico para nossa cidade e reivindicar uma agência de verdade. Não podemos se calar diante de tamanho falta de respeito com nosso povo”, disse em alto e bom som o vereador.

Dando continuidade a seu discurso, o edil voltou suas preocupações para o homem do campo, especialmente os assentados que, segundo ele, foram completamente abandonados após o término da reforma agrária promovida pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – INCRA.

“Para se ter ideia de como estar a situação, só os aposentados estão conseguindo desfrutar de uma vida digna no campo. O Incra assentou e foi embora. Não deu assistência mais pra nada. Por isso, estamos propondo uma audiência pública com o INCRA e demais órgãos responsáveis para discutir, juntamente com a comunidade, propostas e soluções para que possamos reverter esse quadro caótico”, destacou o vereador.

Pra encerrar suas palavras, o vereador requereu verbalmente a implantação de uma conscientização da população upanemense no que toca a educação no trânsito. “Os cidadãos upanemenses estão mal-acostumados na hora de proceder na via pública. De fato, solicitaremos que o executivo municipal promova essa conscientização cidadã que só tem a contar com o aval da sociedade”, ressaltou Ferrari.

 

Vereador Ferrari Oliveira – Democratas 25

Assessoria de Imprensa 

Brasil

MAIORIA DO TSE BARRA CRIAÇÃO DO PARTIDO DE MARINA SILVA

Principal candidata da oposição ao governo Dilma Rousseff de acordo com as últimas pesquisas, a ex-senadora Marina Silva viu o pedido de registro da sua Rede Sustentabilidade ser rejeitado na noite desta quinta-feira (3) pelo Tribunal Superior Eleitoral.

O julgamento ainda não havia terminado até às 21h, mas a maioria dos ministros do tribunal já havia entendido até essa hora que o partido não conseguiu obter o respaldo popular exigido em lei, que é de pelo menos 492 mil eleitores -faltaram quase 50 mil assinaturas de apoio.

“Não vejo como contornar a exigência da lei. Em que pese todo o calor social e o desejo dos homens mais éticos desse país, ainda estamos presos à lei”, disse o ministro João Otávio Noronha.

Fonte: Robson Pires

Fotos Upanema

PREFEITURA RECUPERA ESCOLA DO SÍTIO CARAÚBAS

A Prefeitura de Upanema, em parceria com o Ministério da Educação, está recuperando a Escola Municipal Josefa Francisca da Silva, localizada no sítio Caraúbas. Estão contemplados serviços nas instalações físicas, hidráulicas e elétricas.

A diretora da escola, Rosário Matoso, informou que os serviços estão sendo realizados com recursos da Prefeitura de Upanema e do Ministério da Educação, através do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Campo. “São melhorias requisitadas há tempos pela comunidade escolar e que agora estão sendo realizadas”, observou.

As melhorias incluiu nova pintura, construção de muro, aplicação de cerâmica e forro nos banheiros, laboratório de informática e cozinha. Equipamentos também foram adquiridos para melhorar a qualidade do ensino, como DVD, notebook, ventiladores, caixa de som e microfone.

Professora da unidade, Deuzirene Bezerra relatou que o calor prejudicava o andamento das aulas e o desempenho dos estudantes. “Estamos muito satisfeitos com os serviços e temos certeza que vai melhorar ainda mais daqui pra frente”, ressaltou.

Rosário Matoso destacou que, desde que assumiu a direção, tem buscado sempre melhorar as condições estruturais da escola. “Recebemos recursos do ministério e com a participação da prefeitura estamos conseguindo dar uma nova cara a nossa escola”, argumentou.

A escola funciona apenas no turno matutino e conta com cerca de 30 estudantes das séries iniciais.

Fonte: Prefeitura Municipal de Upanema

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