[VEJA O VÍDEO] MINISTÉRIO PÚBLICO ACUSA GOVERNO DO PT DE PAGAR QUADRILHA PARA ATACAR ADVERSÁRIOS.
[youtube]http://youtu.be/t-6XQWLV5_8[/youtube]
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Por Ricardo Noblat
Provas de como o PT ficou atarantado com a aliança Eduardo Campos-Marina Silva.
Primeira: Dilma saiu no lucro. Antes enfrentaria Marina, Eduardo e Aécio. Agora, só Eduardo/Marina e Aécio, argumentam parceiros da presidente.
Segunda: Marina, sozinha, teria votos que não será capaz de transferir para Eduardo.
Terceira: Marina e Eduardo acabarão se desentendendo. E a chapa dos dois se desmanchará.
A essa altura, ninguém poderá garantir coisa alguma. O que se diz não passa de lances da guerra de comunicação travada entre petistas e adversários deles.
É fato, porém, que a candidatura de Eduardo se fortaleceu. E que por ora não passa de desejo a aposta no desentendimento futuro entre ele e Marina.
O melhor dos mundos para o PT seria o duelo Dilma x Aécio. PT x PSDB. A memória do passado de um contra a memória do passado do outro.
Eduardo é o candidato que mais mete medo no PT. Porque sempre foi aliado dele, conhece suas manhas, não pode ser apontado como o anti-PT ou o anti-Lula.
Não falará mal do PT, muito menos do seu líder. Reservará suas críticas para o atual governo. Provou até aqui ser mais hábil do que Aécio. E possuir mais gana de ganhar do que ele.
“Cuidado com Eduardo”, alertou Lula mais de uma vez. Em vão.
Por José Roberto de Toledo, O Estado de S.Paulo
“Dilma vai ganhar no primeiro turno porque ocorrerá uma antropofagia de anões. Vão se comer lá embaixo, e ela, sobranceira, vai planar no Olimpo”. O momento pitonisa foi de João Santana, o marqueteiro de Lula e Dilma Rousseff, para a revista Época, pouco antes de a chapa “EduMarina” ser anunciada.
Apesar de fazer previsões, Santana não tem bola de cristal. Nem ele nem ninguém anteviu que Eduardo Campos levaria Marina Silva para o seu PSB. O governador pernambucano cevou a adversária com discrição, para só dar a fisgada na última hora. Pegou-a pela fígado: ofereceu-lhe uma boa chance de vingar-se do PT, de Lula e de Dilma sem perder a pose nem o discurso – só a autonomia.
Os ditos anões não se comeram, se somaram. O resultado da operação é imprevisível. Pode ser uma potência ou uma subtração. Tudo depende de como o eleitor vai perceber a fusão. Se Marina potencializar Eduardo, a candidatura de Aécio Neves (PSDB) perde estatura. Mas Dilma ganhará um problema. Mais um, diga-se, se o marqueteiro traduziu bem o estado de espírito presidencial.
O que mais chama a atenção na frase de Santana não é verbo nem substantivo, mas o adjetivo com que descreveu Dilma. O Houaiss define “sobranceira”: “que encara as pessoas com superioridade; arrogante”. Não há melhor receita para a autofagia dos gigantes.
Por que tamanha sobrançaria?
Enquanto Marina se enredava num drama existencial-partidário, Dilma acelerava a campanha eleitoral. Literalmente. A presidente doou 7.326 máquinas pesadas para quatro de cada cinco prefeituras do Brasil. Mais de 6 mil foram entregues este ano. Há outras 11 mil para ela entregar antes da eleição. Tenta tratorar a oposição.
A ação eleitoral não se limita a dar retroescavadeiras (4,5 mil) e motoniveladoras (2 mil). A campanha de Dilma reorientou a estratégia de comunicação para desnivelar ainda mais o jogo. Sua prioridade se voltou para veículos regionais e locais. Metade das entrevistas exclusivas que Dilma concedeu a rádios desde que tomou posse ocorreram após sua popularidade despencar em julho.
Na sexta-feira, a presidente foi ao interior do Paraná. Falou só às rádios Musical FM e Maringá FM. A locutora sintetizou o que seria a entrevista: “Estamos em rede para Campo Mourão, Maringá e todos os municípios do noroeste do Paraná. Vamos falar com exclusividade com a presidenta Dilma Rousseff, que veio ao Paraná para a entrega de obras e anúncio de investimentos”.
Leia a íntegra no blog: http://goo.gl/nflLBk
Na longa reunião em que comunicou a seus aliados a disposição de ingressar no PSB, Marina Silva centrou críticas no PT e no governo, dizendo haver risco de instalação no país do estilo político do presidente venezuelano Hugo Chávez, morto em março, acusado por seus críticos de perseguição contra a oposição e a imprensa.
No encontro ocorrido em sua casa, e que só terminou por volta das 5h de ontem, Marina disse que sua Rede Sustentabilidade foi vítima de “chavismo” pela tentativa de aprovação no Congresso de projeto que sufocava as novas legendas e pelo alto índice de rejeição de assinaturas de apoio em cartórios como o do ABC Paulista, reduto do PT.

Marina entra no PSB e diz que vai ‘adensar candidatura’ de Campos
“O aparelhamento do Estado e das instituições pelo PT é insuportável. O caso da Venezuela é um populismo autoritário com inspiração militarista, aqui esse fenômeno é mais sofisticado”, disse o vereador paulistano Ricardo Young (PPS), um dos presentes na reunião.
Questionada em coletiva de imprensa sobre o uso da expressão, Marina afirmou que “houve um esforço para inviabilizar” o seu partido.
“Há uma tentativa no país de tentar, de forma casuística, eliminar uma força política que legitimamente tem o direito de se constituir como um partido político. Vejo um risco de aviltamento da nossa democracia”.
No encontro com os aliados, Marina disse ainda que o PT comemorava ter “abatido ainda na pista” o “avião” da Rede. Essa reunião foi realizada logo após o encontro em que ela selou o acordo com o governador Eduardo Campos (PSB-PE).
Fonte: Folha de São Paulo

Disputas internas no PT e PSDB e a falta de renovação dos quadros políticos locais nas últimas duas décadas fizeram com que São Paulo, pela primeira vez desde as eleições presidenciais de 1950, há 63 anos, não tenha candidato competitivo ao pleito de 2014.
Na disputa após a redemocratização do país, com o fim do Estado Novo e da Segunda Guerra Mundial em 1950, o gaúcho Getúlio Vargas (PTB) venceu com 48,7% dos votos válidos. O fluminense Eduardo Gomes teve 29,7% dos votos.
Após isso, em oito eleições diretas e duas indiretas, quadros políticos de São Paulo estiveram presentes na corrida pelo Palácio do Planalto.
Com absoluta hegemonia de candidatos paulistas nas décadas de 1990 e 2000, a partir das presenças de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luís Inácio Lula da Silva (PT), que ocuparam a cena eleitoral do país no período.
Na avaliação do cientista político Bruno Wanderley Reis, professor do Departamento de Ciências Políticas da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), as disputas internas no PT e PSDB de São Paulo acabaram minando as chances de virtuais candidatos do Estado ao Palácio do Planalto.
“Não é uma tendência. É uma situação aleatória. Por causa das brigas internas dos grupos políticos dentro do PSDB e do PT, São Paulo ficou sem candidatos”, diz o professor.
“O [Geraldo] Alckmin [governador de São Paulo] tem bons motivos para não deixar de tentar a reeleição. Além de não poder abrir mão do Palácio Bandeirantes para o grupo do [José] Serra, atualmente ele é o único nome competitivo da legenda na disputa estadual para enfrentar o PT”, afirma.
Quanto à candidatura presidencial de José Serra, segundo Reis, ela começou a ser desconstruída em 2010 pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG).
“Ao ter esticado ao máximo a disputa interna e insistido nas prévias em 2010, impedindo que Serra fosse consenso na legenda, Aécio fragilizou o nome do paulista para a disputa em 2014, e foi ocupando espaço dentro do partido.
Com a derrota de Serra para a prefeitura de São Paulo em 2012, o quadro desfavorável (para o paulista) completou-se e ele teve de desistir”, diz o cientista político.
“Dentro do PT paulista, a situação não foi diferente. Isso fez com que os quadros políticos de São Paulo, que durante duas décadas tiveram o virtual monopólio das eleições, ficasse de fora do pleito de 2014”, afirma o professor da UFMG.
“O Aécio conquistou espaço no PSDB com seu discurso de federalismo fiscal, que defende uma distribuição de recursos mais equilibrada entre União, estados e municípios. Sua base política é constituída por prefeitos, deputados e vereadores, assim como a do Lula é de sindicalista e trabalhadores. Isso sustentou o crescimento do seu nome na legenda”, diz Reis.
A professora do Departamento de Ciências Políticas da USP (Universidade de São Paulo) Maria do Socorro Souza Braga concorda. Estudiosa de eleições presidenciais, a professora diz que a não participação de quadros políticos de São Paulo nas eleições presidências de 2014 é “um fato totalmente inusitado”.
“Essa situação é resultado das lutas internas dos partidos em São Paulo, além da não renovação dos quadros partidários. São as mesmas pessoas, os mesmos nomes, no PT e no PSDB, há 20 anos”, afirma.
“O próprio Fernando Henrique (Cardoso) comentou que a fila anda. Tem que andar”.
“Alckmin não pode sair para não abrir espaço para o grupo do Serra. Também não pode se arriscar numa eleição presidencial e permitir que o PT possa vencer o pleito estadual.
As lideranças do PT em São Paulo, possíveis candidatos a presidente foram caindo um por um. (José) Dirceu por causa do mensalão, (Aloísio) Mercadante e Marta Suplicy, que em determinados momentos tiveram chance de substituir Lula, tiveram seus nomes queimados por essas disputas internas”, diz a especialista.
“Quando Lula teve de procurar um nome teve de fazê-lo fora de São Paulo”.
Maria do Socorro Braga diz ainda que o fato de o campo político à direita estar esvaziado nos últimos anos também explica o “fato inusitado” de São Paulo não ter candidatos às eleições presidências.
“A direita sempre teve um núcleo importante em São Paulo, mas está cada vez mais acéfala e não consegue lançar candidaturas. Os partidos que atuam nesse campo não conseguem se fortalecer e acabam optando pelas coligações, a exemplo do PSD”, afirma.
Nem na ditadura militar, quando foram realizadas cinco eleições indiretas, absolutamente controladas pelo regime instalado em 1964, os paulistas deixaram de marcar presença em eleições presidenciais.
Ulysses Guimarães, deputado federal e presidente do então MDB (Movimento Democrático Brasileiro), há quase 40 anos, enfrentou a ditadura militar por meio de uma anti-candidatura sem chances de vitória.
Ulysses apresentou seu nome ao colégio eleitoral que elegeu indiretamente o general Ernesto Geisel e o general Adalberto Pereiras dos Santos como vice, da Arena (Aliança Renovadora Nacional), presidente da República, em janeiro de 1974, com 84,04% (400) dos votos dos deputados e senadores.
O deputado federal de Itirapina (SP) (214 Km da capital) e o pernambucano candidato a vice Barbosa Lima Sobrinho tiveram 76 votos (15,96%).
Terá valido a pena essa candidatura paulista, em algum momento, na luta contra a ditadura, lembra a professora da USP. Pois, 14 anos depois da anti-candidatura paulista, em 5 de outubro de 1988, há exatos 25 anos, Ulysses apresentava ao país uma nova constituição – democrática – e declarava seu “ódio” e “nojo” ao período ditatorial, sem eleições presidenciais, que se encerrava.
Fonte: Do UOL, em Belo Horizonte
Eduardo atrai Marina e deixa Aécio zonzo, por Ricardo Noblat
Quem perdeu e quem ganhou com a filiação de Marina Silva ao PSB e a hipótese admitida por ela de ser vice de Eduardo Campos, candidato do partido a presidente da República?
Para quem aspirava ser candidata a presidente, Marina perdeu. Não conseguiu montar seu partido, o Rede, no tempo fixado pela lei. O sonho de alcançar a presidência ficou distante.
Depois de Marina, Aécio Neves, candidato do PSDB à vaga de Dilma, foi quem mais perdeu. Marina deve transferir parte dos seus votos para Eduardo. Os dois têm um perfil semelhante.
Em um eventual segundo turno contra Dilma, o PSDB não terá dificuldade de apoiar Eduardo. O ex-presidente Fernando Henrique já o disse.
A recíproca não é verdadeira. O PSB foi aliado do PT. Apoiar Aécio seria uma guinada à direita que o partido não está inclinado a dar.
Dilma perdeu mais do que ganhou com a aliança Eduardo e Marina. É verdade que antes seria obrigada a enfrentar dois adversários, além de Aécio. E que agora enfrentará apenas dois, contando com Aécio.
Mas num segundo turno contra Marina ela atrairia os votos do PSB e até mesmo parte dos votos do PSDB. Contra Eduardo, não.
Ganhou Eduardo, um candidato até aqui desconhecido pela esmagadora maioria dos brasileiros, e que recebe o aval da vice-campeã nacional das pesquisas de intenção de voto.
Que candidato é esse?
Por desconhecido, a rejeição a Eduardo é mínima. O que antes sustentava sua pretensão era o fato de ser o governador mais bem avaliado do país – 87%. Marina se oferece para avalizá-lo. Não pode mais ser subestimado.
Votaria em Marina quem a vê à esquerda do PT. E também os eleitores cansados da polarização PT e PSDB. Eduardo passará a ser observado com interesse por essa gente que não o enxergava.
A oposição ao PT pretendia empurrar a próxima eleição presidencial para o segundo turno com a ajuda de três candidatos – Marina, Eduardo e Aécio. Terá fôlego para empurrá-la apenas com dois – Eduardo e Aécio?
Se a resposta for sim, esquentarão as chances de Lula concorrer de novo à presidência. O PT não topa correr o risco de ser derrotado. E Lula ainda se mantém nas pesquisas como o candidato mais forte.
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Fonte: Noblat – Facebook
Excelentíssimo senhor Presidente da Câmara Municipal, vereador Carlos Alberto de Medeiros, através do qual cumprimento aos demais vereadores. Hoje, nossa presença aqui é somente para agradecimentos. Não poderia deixar de primeiro agradecermos a Deus pela grandiosidade de nossa existência, pelas lutas e conquistas diárias que nos fazem estar nesse encontro e, sobretudo, a vida.
A mim (Magnólia Cabral) foi incumbida por toda a categoria essa missão de hoje está aqui e de forma especial agradecermos aos nobres vereadores que compreenderam nossa luta e acataram o projeto de lei. Nosso obrigada ao vereador Ibamar Costa (PR), que foi como uma ponte entre nós e os seus companheiros, e que tomou a iniciativa de lutar por nossa classe.
Consideramos como uma grande conquista depois de lutas e desgastes psicológicos, onde tivemos diversas reuniões, paradas, fomos as ruas, acionamos o sindicato na época, e hoje já consideramos como meio caminho percorrido.
Queremos deixar bem claro à população que se faz presente nesta casa que não foi aumento de salário, estamos apenas tentando recuperar algo que foi retirado da categoria e que ficou em forma de gratificação, o que não é correto. Precisava-se regularizar e incorporar nosso salários, estamos com perca salarial há 4 anos e a luta não para por aqui.
Agradecemos ao senhor prefeito Luiz Jairo por ter nos recebido em uma reunião e pôde ouvir, e ver na face de cada uma de nós a angustia, a revolta, os desabafos, a desmotivação e, verbalmente nos disse que iria conversar com sua equipe e nos daria uma resposta. Foi então que o vereador Ibamar Costa juntamente com Ferrari Oliveira interviram e foi elaborado o projeto de lei e encaminhado a esta casa. Na sala das comissões, o mesmo foi aprovado pelos seus membros, sendo eles: Canindé Rocha (PMDB), Gineton Costa (PSD) e Ibamar Costa (PR). Logo após, o projeto foi para o plenário, onde foi aprovado por 8, dos 9 vereadores. Após aprovado, o prefeito Luiz Jairo o sancionou e deu tudo certo. Fica o nosso muito obrigado a todos!
Caros vereadores, já foi dito nesta casa que o prefeito tem intenções de regularizar as demais categorias, por isso, começou pelas auxiliares; fica o nosso pedido aos nobres vereadores: revejam com as demais categorias que também são profissionais merecedores de viverem com dignidade, é assim que funciona.
Estamos em tempo de democracia, onde ouvimos e dizemos aquilo que pensamos. Por isso, ao nobre, é único vereador que não sabemos por qual motivo deixou de votar em nosso favor, fica o nosso recado: vereador, você deixou de votar em favor de 29 profissionais que trabalham dia e noite, que enquanto a população dorme, estamos lá enfrentando situações difíceis, saindo em altas horas para Mossoró quando se faz necessário. Muitas dessas vezes, correndo riscos, por que nós nos deslocamos com pessoas em surto, drogadas, diante de ameaças, com doenças infectocontagiosa, correndo o risco de contaminação e ainda mas, passarmos essas doenças para nossos familiares, por que estamos mais expostos, por lidarmos com essas situações diariamente com os pacientes.
Você deixou de votar em 29 mães, suas conterrâneas, e que você conhece as suas famílias. Você deixou de votar em 29 mulheres que segura a barra não só nos PSF, mas também na Unidade Mista de Saúde, e em tudo aquilo que nos compete. Você deixou de votar em 29 cidadãs que, dentre elas, algumas contribuíram para que você estivesse as representando nesta casa hoje.
Seja humilde, pois até o sol com toda a sua grandeza se põe, e deixa a lua brilhar, é essa a reflexão que deixamos neste dia.
A categoria dessas profissionais deixam a todos, um muito obrigado!
Principal candidata da oposição ao governo Dilma Rousseff de acordo com as últimas pesquisas, a ex-senadora Marina Silva viu o pedido de registro da sua Rede Sustentabilidade ser rejeitado na noite desta quinta-feira (3) pelo Tribunal Superior Eleitoral.
O julgamento ainda não havia terminado até às 21h, mas a maioria dos ministros do tribunal já havia entendido até essa hora que o partido não conseguiu obter o respaldo popular exigido em lei, que é de pelo menos 492 mil eleitores -faltaram quase 50 mil assinaturas de apoio.
“Não vejo como contornar a exigência da lei. Em que pese todo o calor social e o desejo dos homens mais éticos desse país, ainda estamos presos à lei”, disse o ministro João Otávio Noronha.
Fonte: Robson Pires