VAIAS PARA TODO LADO: DILMA TENTOU SE ESCONDER, MAS FOI ALVO DE VAIAS NA ABERTURA DA COPA
A presidente Dilma Rousseff adotou uma tática discreta, não fez discurso como naturalmente acontece com os governantes em eventos como a Copa do Mndo, a fim de evitar vaias ontem na abertura do Mundial. Não adiantou. Dilma acabou sendo alvo de protestos na Arena Corinthians, em São Paulo.
Por três vezes, parte dos torcedores um coro ofensivo à presidente. A primeira após ela chegar ao estádio, a segunda depois da execução do hino nacional e a terceira no finalzinho do jogo. Após a partida, assessores da presidente em Brasília afirmaram que a hostilidade contra ela no estádio já era esperada mas que a agressividade surpreendeu.
Ainda durante a partida, quando Neymar fez o gol de pênalti, Dilma e o vice, Michel Temer, foram mostrados no telão do estádio comemorando bastante. Acabaram vaiados. A exibição não estava no script. Havia uma ordem da Fifa para não mostrá-la, justamente para evitar a saia-justa. Cerca de 61 mil pessoas compareceram ontem à abertura da Copa.
A cautela de Dilma ao se expor ontem está num contexto de queda de popularidade – a mais recente pesquisa Ibope mostra que, pela primeira vez desde que ela tomou posse, em 2011, o índice de pessoas que consideram seu governo ruim ou péssimo é maior do que o índice dos que o consideram bom ou ótimo.
Em junho do ano passado, em meio à série de manifestações que tomou o País, Dilma foi vaiada ao discursar na abertura da Copa das Confederações, evento de preparação para o mundial.
Na terça-feira, a presidente usou a cadeia nacional de TV para defender obras da Copa e chamar de “pessimistas” seus opositores. A ideia foi compensar a ausência de discurso ontem no estádio – desde 1986, os mundiais de futebol são abertos oficialmente pelo presidente do país-sede. As informações são do Estadão.




Pesquisa Ibope, feita a pedido da União dos Vereadores de São Paulo (Uvesp) e divulgada nesta terça-feira (10) traz a presidente Dilma Rousseff (PT) com 38% das intenções de voto contra 22% de Aécio Neves (PSDB) e 13% de Eduardo Campos (PSB). Dilma oscilou dois pontos para baixo em relação ao levantamento anterior em maio, mas dentro da margem de erro. Aécio e Campos também oscilaram dois para cima.
Para o cientista político Fernando Abrucio, o recorde de eleitores sem candidato a essa altura da disputa –30% que declaram branco, nulo ou indecisão, segundo o Datafolha– é sinal de um problema da campanha de Eduardo Campos, o pré-candidato à Presidência do PSB. Abrucio entende que esse eleitorado está sedento por um nome que não seja nem do PT nem do PSDB. Mas Campos, segundo sua visão, está sendo incapaz de se colocar como essa terceira via.
SÃO PAULO (Reuters) – A presidente Dilma Rousseff (PT), que busca a reeleição em outubro, caiu 3 pontos percentuais na pesquisa Datafolha realizada nesta semana e agora tem 34 por cento das intenções de voto, mas seu principal adversário, Aécio Neves (PSDB) não subiu, oscilando negativamente 1 ponto para 19 por cento.
Mais da metade da bancada do PMDB na Câmara se reuniu na tarde desta quarta-feira (4) em Brasília para discutir a manutenção da coligação com o PT na eleição presidencial. Dos 73 deputados federais do partido, 37 participaram do encontro.
Todos os alunos upanemenses classificados para a segunda fase da Olimpíada Brasileira de Matemática estão sendo convidados para participarem dos aulões que serão realizados a partir do dia 9 de junho, segunda feira, às 19h00min na Escola Estadual Professor Alfredo Simonetti.
O programa partidário do Democratas, que irá ao ar em rede nacional de rádio e televisão nesta quinta-feira (22), às 20h, faz duras críticas ao governo do PT e aponta a inflação, juros elevados, baixo índice de investimento e economia estagnada como os principais problemas que travam o crescimento do país. O programa lembra que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, em 2013, foi o segundo pior da América Latina.
Pré-candidato a presidente pelo PSDB, o senador Aécio Neves tem calibrado seu discurso para um tom cada vez mais duro na área de segurança pública. É uma tentativa de se apresentar de maneira diferente em relação a seus adversários diretos na corrida pelo Planalto.
