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QUASE 25 MIL CANDIDATOS DISPUTARÃO AS ELEIÇÕES DE OUTUBRO

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Entrega do registro não garante a participação do político nas eleições. Após parecer do Ministério Público Eleitoral (MPE), os pedidos são julgados por um juiz eleitoral

 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou nesta segunda-feira, 21, no sistema de registro de candidaturas das eleições, os nomes de todas as pessoas que pediram registro para concorrer ao pleito. De acordo com o levantamento, 24,9 mil candidatos devem disputar vagas de deputado federal, estadual e distrital, senador, governador e presidente da República. O número inclui suplentes de senador e vices aos governos estaduais e à Presidência da República.

Segundo informações do DivulgaCand, sistema do TSE que centraliza as candidaturas, o número maior de candidatos é para o cargo de deputado estadual (16,2 mil). Para deputado federal, são 6,7 mil. No Distrito Federal foram registradas mil candidaturas ao cargo de deputado distrital e 181 candidaturas foram recebidas para senador, primeiro e segundo suplentes. Nos estados, são 171 candidatos a governador e vice. Onze candidatos vão disputar as vagas de presidente da República e 11, de vice-presidente.

Em outubro estarão em disputa 1.059 vagas para deputado estadual. Na Câmara dos Deputados serão eleitos 513. Vinte e sete (um terço) das 81 cadeiras no Senado estão em disputa. A Casa renova alternadamente a cada eleição um terço e dois terços dos parlamentares. Para deputado distrital, são 24 cadeiras.

O número poderá ser atualizado até o dia da eleição, pois os pedidos de registro ainda serão julgados pelos juízes eleitorais e novas informações devem ser recebidas nos tribunais regionais eleitorais. Após a decisão da Justiça Eleitoral, os candidatos estão aptos a concorrer. Além disso, as coligações podem mudar os candidatos que escolheram.

A entrega do registro não garante a participação do político nas eleições. Após parecer do Ministério Público Eleitoral (MPE), os pedidos são julgados por um juiz eleitoral, que verifica se as formalidades foram cumpridas.

Até o momento, o MPE já impugnou 1.850 registros de candidaturas às eleições em todo o país. Cerca de 20% (367) foram com base na Lei da Ficha Limpa, que impede a candidatura de condenados em segunda instância pela Justiça. O número de impugnações deve aumentar até o levantamento final, previsto para o fim deste mês.

Para estar apto a concorrer às eleições de outubro e ter o registro deferido pela Justiça Eleitoral, além de não se enquadrar na Lei da Ficha Limpa, os candidatos devem apresentar declaração de bens, certidões criminais emitidas pela Justiça, certidão de quitação eleitoral que comprove inexistência de débito de multas aplicadas de forma definitiva, entre outros documentos, como previsto na Lei das Eleições (Lei 9.504/97).

Fonte: Agência Brasil

Brasil Upanema

Classe C’ quer novas conquistas

Quando José Alexandro da Silva Souza, 35 anos, recebeu seu primeiro salário, em 2001, desejou voltar imediatamente para Afonso Bezerra, no interior do estado. Pelo trabalho de quase duas semanas como operário da antiga fábrica Sacoplast recebeu apenas R$ 20. Mas o rendimento de um mês inteiro não ia muito além disso: era de R$ 150, mais uma cesta básica. Hoje, ele relembra como foi difícil manter a casa com outros dois irmãos na capital. “Eu sobrevivia. Mas se voltasse para o interior não conseguiria o que consegui”, afirma.

Na última década, Alex trabalhou como operador de máquinas e administrador da Sacoplast, comprou um terreno e construiu duas casas, fez cursos técnicos, tentou o vestibular para matemática (só não entrou porque perdeu o horário para o terceiro dia de provas), fez um curso superior à distância e assumiu um emprego estável como instrutor de autoescola, onde recebe mais do que um salário mínimo – hoje de R$724. O que ainda não é o ideal, mas quase o suficiente. “Eu acho o seguinte: o salário é mínimo, dá para sobreviver. Mas hoje, se você organizar o dia a dia, dá para viver”, afirma. Ainda assim, ele não pretende ficar parado: quer fazer o curso de matemática e, posteriormente, abrir o próprio negócio.

Os avanços de Alex são praticamente os mesmos para os 621.900 potiguares que ingressaram, entre 2002 e 2012, na almejada “nova classe média” brasileira – a conhecida classe C – segundo o estudo Vozes, da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, de 2013. No Brasil, o contingente é ainda maior: 54% da população de 119 milhões de habitantes do país pertencem à classe.

 

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Em 2002, a ‘Classe C’ representava 25% da população do RN. Passou para 42% em 2012 e deve consumir R$ 11,8 bilhões no RN em 2014

 

De acordo com a definição mais recente da SAE, a classe C engloba a população com renda per capita mensal de R$ 291 a R$ 1.019; ou, no caso de famílias compostas por quatro pessoas, com renda mensal de R$ 1.764 a R$4.076. 


O nordeste foi a região que registrou a maior expansão líquida da classe, com um incremento de 20%. No RN, até 2002 a classe C representava apenas 26% da população. Dez anos depois, a classe passou a representar 42% da população


Em estudo ainda mais recente, feito pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) Maps neste ano, 50% dos 814 mil domicílios urbanos pertencem às famílias da classe emergente.

Desde a sua ascensão, a nova classe média foi às compras. No RN, o potencial de consumo em 2013 da classe C foi de R$ 11,3 bilhões. Neste ano, o potencial de consumo pulou para R$ 11,8 bilhões durante o ano. Entre as intenções de gastos do potiguar lideram manutenção do lar, com R$3 bilhões, e alimentação no domicílio, com R$ 2,3 bilhões.

Esse aumento do poder de consumo no estado e no país foi ocasionado pelo aumento da oferta de emprego e acréscimo do salário mínimo, segundo Diana Coutinho,  diretora de projetos da SAE e uma das coordenadoras do estudo Vozes. “Essa ascensão foi proporcionada pelas políticas voltadas para o trabalho, com aumento das vagas e do salário mínimo, mas os programas sociais também tiveram importância. Tivemos também uma expansão muito maior da classe média na área urbana, graças aos programas sociais como o Pronaf”, avaliou.

Em 2002, 318.917 pessoas possuíam vínculo formal com o mercado de trabalho potiguar. Dez anos depois, esse número pulou para 602.226 pessoas, segundo dados do relatório RAIS, do Ministério do Trabalho.

Para o diretor do estudo IPC 2014, Marcos Pazzini, o crescimento do poder de consumo no RN é um dos mais representativos no nordeste. O estado aumentou o poder de consumo em 1,28% do ano passado para cá. 

“O que se observa agora é um segundo movimento migratório, em que as pessoas que estão na classe C começam a ascender para a classe B devido à melhoria na escolaridade e na renda. Esse aumento é um sinal positivo para a economia do RN, mostra uma movimentação na base da pirâmide”, afirmou. A classe B é responsável por 45,9% do potencial de consumo estimado para este ano no RN, que é de R$ 41,7 bilhões.

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ANATEL RETIFICA CONCURSO 01/2014 COM 100 VAGAS E SALÁRIOS DE ATÉ 11,4 MIL

AS INSCRIÇÕES SERÃO RECEBIDAS PELO SITE DA ORGANIZADORA, QUE É WWW.CESPE.UNB.BR, DAS 10H DO DIA 11 DE JULHO DE 2014 ATÉ ÀS 23H59 DE 1º DE AGOSTO DE 2014

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgou a segunda retificação ao concurso público nº. 01/2014, destinado ao provimento das 100 vagas que estão disponíveis na Sede de Brasília – DF.

Esse segundo documento, com data do dia 16 de julho de 2014, altera dois subitens do item “Dos Objetos de Avaliação (Habilidades e Conhecimentos).

Já a primeira retificação, publicada no Diário Oficial da União em 11 de julho de 2014, alterou os requisitos exigidos para o cargo de Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações, Especialidade: Engenharia. Também foram retificados o quadro, um subitem e uma alínea referentes ao item “Da Avaliação de Títulos para os Cargos de Nível Superior”.

Desse total de oportunidades, 20 estão reservadas ao cumprimento da Lei de cotas e sete contemplam pessoas com necessidades especiais.

Para candidatos de nível superior ou técnico equivalente, os cargos disponíveis são: Técnico Administrativo – Administrativo (17), Técnico Administrativo – Comunicação (3) e Técnico em regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações (12).

Já para quem possui o ensino superior completo, as colocações são: Analista Administrativo – Administração (2), Analista Administrativo – Arquitetura de Soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação (3), Analista Administrativo – Desenvolvimento de Sistemas de Informação (6), Analista Administrativo – Direito (3), Analista Administrativo – Engenharia Civil (2), Analista Administrativo – Suporte e Infraestrutura de Tecnologia da Informação (4), Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações – Mídia Digital (4), Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações – Contabilidade (3), Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações – Economia (6), Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações – Engenharia (21), Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações – Métodos Quantitativos (10) e Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações – Direito (4).

Os salários variam de R$ 5.418,25 a R$ 11.403,90, compostos de vencimento básico e gratificação de desempenho, em jornadas de 40 horas por semana.

Todos os participantes serão avaliados por meio de prova objetiva, prevista para 14 de setembro de 2014. No caso dos cargos de nível superior, também haverá prova discursiva e análise de títulos. O conteúdo programático consta no edital.

As inscrições serão recebidas pelo site da organizadora, que é www.cespe.unb.br, das 10h do dia 11 de julho de 2014 até às 23h59 de 1º de agosto de 2014. Há uma taxa de R$ 50,00 para nível médio e R$ 100,00 para superior.

Esse certame terá validade de um ano, a contar da homologação, podendo ser prorrogado pelo mesmo período.

Fonte: Anatel

Brasil Política

As brechas na Lei da Ficha Limpa nas eleições pelo país

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Criada em 2010 para promover uma depuração ética na lista de políticos que pleiteiam disputar cargos eletivos, a Lei da Ficha Limpa enfrentará seu mais duro teste em outubro e poderá banir das urnas políticos que, a partir de seus currais eleitorais, se perpetuavam impunes na administração pública. Pela primeira vez, a lei será aplicada a deputados, senadores, governadores e candidatos à Presidência da República.

Segundo a revista Veja, Ainda que a lei esteja plenamente em vigor, o Ministério Público Eleitoral, responsável por contestar pelo menos 360 candidaturas – número que vai aumentar nas próximas semanas – com base na nova legislação de inelegibilidades até agora, prevê que políticos e advogados devem utilizar as mais diversas artimanhas para explorar brechas na Lei da Ficha Limpa e se apresentar normalmente como opção ao eleitor. Desde o início do mês, procuradores se lançaram em uma verdadeira cruzada contra políticos enrolados na Justiça, mas manobras e lacunas na lei acabam permitindo que corruptos sigam adiante nas urnas.

Mesmo tendo sido apontada como marco moralizador na seara política, a Lei da Ficha Limpa não consegue retirar da vida pública boa parte dos candidatos enrolados com a justiça. Até a última sexta-feira, o banco de dados do MP registrava 605.081 informações sobre possíveis casos de inelegibilidade, que vão desde contas rejeitadas em municípios até condenações por tráfico de drogas e assassinato. Descontados os dados em duplicidade e as informações de pessoas que acabaram não se candidatando, é a partir dessa cifra que procuradores eleitorais partem para elaborar os pedidos de impugnação. Em todo o país, 1.850 candidaturas estão sendo contestadas por ações apresentadas pelo próprio MP ou por partidos e políticos.

Brasil Política

ISTOÉ DIZ QUE AGRIPINO NEGOCIOU APOIO AO GOVERNO PETISTA EM TROCA DE EMENDAS

A revista ISTOÉ revelou que na tarde da terça-feira 15, os parlamentares voltaram ao Congresso depois de uma longa folga embalada pelos jogos da Copa do Mundo. A pauta do dia era a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), convenientemente boicotada pela base aliada, que usou o adiamento para negociar com o governo mais verbas para suas bases eleitorais. Para a surpresa dos aliados, o DEM, presidido pelo fervoroso senador oposicionista José Agripino Maia, mandou emissários para a mesa de negociação com o governo. Em conversa a portas fechadas, os líderes do partido de oposição celebraram um acordo com o ministro das Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, bom para ambas as partes: o governo se comprometeu a liberar emendas individuais dos parlamentares do DEM em troca do apoio da sigla à votação da LDO e do abrandamento do discurso em relação à CPI da Petrobras, que aos poucos vai morrendo graças à falta de tempo e de interesse dos congressistas envolvidos no debate eleitoral.

O que explica a insólita negociação é o estado de penúria do partido. Os parlamentares que concorrem à reeleição reclamam da grande dificuldade para captar doações e da escassez de recursos do fundo partidário. Em 2002, o partido ficava com 19,6% – R­$ 1­6,3 milhões ou quase um quinto – de todo montante distribuído a 29 legendas. Agora, o DEM tem direito a menos de 3% desse total. Para piorar, o tesoureiro do DEM, Romero Azevedo, não tem sido bem-sucedido nas reuniões com os empresários. Setores como o agronegócio, bancos e empreiteiras, que antes financiavam o partido, acompanharam grandes nomes que abandonaram a sigla em 2011, rumo ao PSD. Três anos depois, o DEM se prepara para a campanha mais austera de sua história e o PSD ganhou o título de “partido dos ricos”. Saulo Queiroz – secretário-geral do PSD e ex-tesoureiro do PFL – lembra os tempos áureos da legenda. De acordo com Queiroz, a arrecadação é proporcional à perspectiva de poder das legendas. “O partido era próspero quando eu era o tesoureiro. Eu sou um cara bom para fazer dinheiro”, provoca.

Por isso a negociação com o governo tornou-se tão conveniente. As emendas parlamentares não deixam de ser um importante ativo em ano eleitoral. Com os recursos das emendas, o deputado pode agradar suas bases por meio de obras e eventos. Essas ações normalmente são revertidas em votos na urna eletrônica durante a eleição. Não deixa de ser um alento para quem está com um problema crônico de caixa. Nem que a solução seja mandar às favas as convicções ideológicas.

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DUNGA DEVE SER ANUNCIADO COMO TÉCNICO DA SELEÇÃO NA TERÇA-FEIRA

O técnico Dunga deverá ser anunciado oficialmente como o novo comandante da seleção brasileira na próxima terça-feira (22). De acordo com o site do jornal Lance!, o presidente da Federação Gaúcha de Futebol, Francisco Noveletto, confirmou as negociações.

Dunga, que foi o capitão na conquista do Tetracampeonato na Copa de 1994, foi técnico da seleção entre 2006 e 2010, período em que conquistou a Copa das Confederações de 2009 e a Copa América de 2007. Na Copa do Mundo da África do Sul, em 2010, foi eliminado pela Holanda nas quartas de final. No total, ele disputou  60 partidas com 42 vitórias, 12 empates e  seis derrotas.

Dunga foi técnico da seleção brasileira entre 2006 e 2010

O nome do gaúcho teria sido uma indicação de Gilmar Rinaldi, novo diretor de seleções da CBF que assumiu o cargo na quinta-feira (17). Para a cúpula da CBF, Dunga teria feito um bom trabalho tanto na seleção, quanto no Internacional, onde foi campeão gaúcho, mas acabou demitido no ano passado.

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REVISTA MOSTRA DILMA E AÉCIO EM EMPATE TÉCNICO

Por: Redação do Diário do Poder.
A presidente Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB) aparecem tecnicamente empatados em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de outubro, mostrou pesquisa da revista IstoÉ divulgada neste sábado.
Dilma aparece com 36,3 por cento das intenções de voto contra 36,2 por cento de Aécio em um segundo turno.
Como a margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, os candidatos estão tecnicamente empatados.
A pesquisa da revista IstoÉ ouviu 2 mil eleitores em 136 municípios entre os dias 12 e 15 de julho. O nível de confiança da pesquisa é de 95 por cento.
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ALTA REJEIÇÃO DE DILMA EM SP PREOCUPA CAMPANHA PETISTA

A alta taxa de rejeição da presidente Dilma Rousseff em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, virou uma das preocupações centrais da campanha petista. A ponto de um assessor palaciano falar em “cristalização” do fenômeno. Ou de outro já admitir que isso poderá até ”desequilibrar o jogo” a favor de seus rivais. A pesquisa Datafolha finalizada na quarta mostrou que Dilma tem 35% de rejeição no país. Está acima das taxas de seus concorrentes e dos 19% da própria petista no mesmo período de 2010, ano em que ela foi eleita presidente.

Mas o número chega a parecer pequeno se comparado com o que ocorre em São Paulo hoje. No Estado que reúne 22,4% do eleitorado, 47% dizem que não votariam em Dilma de jeito nenhum. Na capital, 49% respondem assim. Esse comportamento repercute nas intenções de voto. Em todo o país, Dilma tem 16 pontos de vantagem sobre o tucano Aécio Neves, seu principal rival. Em São Paulo, porém, a situação é de empate absoluto, com 25% para cada um. Na capital, Aécio vence Dilma por 28% a 23%.

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