Política

Internacional

TIO DO DITADOR NORTE-COREANO FOI COMIDO VIVO POR 120 CÃES, DIZ JORNAL

Segundo o jornal chinês “Wen Wei Po”, que tem laços estreitos com o Partido Comunista da China, o tio e cinco de seus assessores teriam sido despidos, jogados dentro de uma jaula e comidos vivos por uma matilha de 120 cães famintos e ferozes.

Jang Song-thaek, o número dois do regime comunista, foi executado no mês passado depois de ter sido considerado culpado por “tentativa de derrubar o Estado”. Ele, que era casado com a tia de Kim, também foi acusado de corrupção, orgia e consumo de drogas, e referido pelo ditador norte-coreano como “escória humana desprezível”.

De acordo com o jornal Kim e seu irmão Kim Jong Chol teriam supervisionado a atrocidade por uma hora com 300 outros funcionários. O diário acrescentou que Jang e os outros assessores foram “completamente devorados”.

Jang era visto por muitos analistas como um regente por trás da dinastia de Kim e uma conexão fundamental entre a Coreia do Norte e a China.Sua morte representou a maior mudança política na Coreia do Norte desde a morte do ditador Kim Jong-il, em 2011, que abriu as portas do poder para seu filho Kim Jong-un.

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Fonte: O Globo

Upanema

JOÃO MAIA: "POLÍTICA NÃO É CONCURSO (ONDE GANHA O MAIS PREPARADO). TEM QUE GANHAR A ELEIÇÃO"

FIRMEZA NAS PALAVRAS
O deputado federal João Maia, presidente do PR no Estado, afirmou, ao comentar sobre o processo sucessório estadual, particularmente a possível candidatura do empresário Fernando Bezerra ao Governo do Estado pelo PMDB, que o ex-senador e ex-ministro da Integração Nacional é um bom nome, preparado e conhecedor dos problemas do Estado. Porém, precisa andar muito para viabilizar uma candidatura forte e competitiva. “O candidato tem que se viabilizar. Percorrer o Estado inteiro”, analisou João Maia, acrescentando que tem apreço e admiração por Fernando Bezerra, mas lembrando que o ex-senador está ausente da política há bastante tempo no exercício das suas atividades empresariais.
Em recente entrevista, João disse que já havia avisado de sua preocupação com o nome de Bezerra, ao próprio senador Garibaldi. “Já avisei a Garibaldi.  Fernando Bezerra é um bom nome para colocar o Estado nos trilhos; mas política não é concurso.  Deve-se ter o carinho do eleitor, senão não ganha”, disse João Maia.
Fonte: Blog do Aldo Araújo
Brasil

JOÃO MAIA: “FERNANDO BEZERRA É UM BOM NOME, MAS TEM QUE SE VIABILIZAR”

Jornal de Hoje – O deputado federal João Maia, presidente do PR no Estado, afirmou, ao comentar sobre o processo sucessório estadual, particularmente a possível candidatura do empresário Fernando Bezerra ao Governo do Estado pelo PMDB, que o ex-senador e ex-ministro da Integração Nacional é um bom nome, preparado e conhecedor dos problemas do Estado. Porém, precisa andar muito para viabilizar uma candidatura forte e competitiva.

“O candidato tem que se viabilizar. Percorrer o Estado inteiro”, analisou João Maia, acrescentando que tem apreço e admiração por Fernando Bezerra, mas lembrando que o ex-senador está ausente da política há bastante tempo no exercício das suas atividades empresariais.

Fonte: Robson Pires

Brasil

JOSIVAM BARBOSA RECUSA CONVITE PARA SER SECRETÁRIO EM LIMOEIRO DO NORTE (CE)

O ex-reitor da Ufersa, professor Josivam Barbosa, se mantém firme com seu projeto de servir ao município de Mossoró.

Ele foi convidado a assumir um cargo de secretário no município de Limoeiro do Norte (CE), porém, preferiu permanecer em Mossoró.

Josivan Barbosa é filiado ao PT, e disputou o pleito de 2012, como candidato a vice-prefeito, na chapa que foi encabeçada pela deputada estadual, Larissa Rosado, do PSB.

Fonte: Blog do Skarlack

Brasil

DITADURA DO PT: GOVERNO CRIA TROPA DE CHOQUE DE 10 MIL HOMENS PARA PROTESTOS NA COPA

FORÇA NACIONAL FORMA POLICIAIS PARA ENVIAR ÀS 12 CIDADES-SEDE EM 2014. SP TAMBÉM TERÁ APOIO, DIZ SECRETÁRIO; ‘NÃO FOI COGITADA’, DIZ PASTA PAULISTA.
O governo federal formou uma tropa de choque de 10 mil homens que irá apoiar as polícias militares nas 12 cidades-sede dos jogos da Copa do Mundo de 2014 para conter protestos violentos durante o evento.
São os PMs que integram a Força Nacional de Segurança Pública, treinados desde 2011, segundo o diretor da unidade, coronel Alexandre Augusto Aragon. Eles tiveram o aperfeiçoamento intensificado neste ano após as manifestações de junho, durante a Copa das Confederações.
Criada em maio de 2007 por uma lei sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a Força é composta por PMs, policiais civis, bombeiros e peritos de todos os estados, que são voluntários e passam por um treinamento diferenciado antes de serem enviados para missões excepcionais e de caráter temporário.

Policial dispara contra manifestantes no Rio de Janeiro (Foto: Silvia Izquierdo/AP)

“A Força Nacional não é uma força comum. Somos convocados só para momentos de crise, só para missões específicas. Cheguei a ter 42 frentes de operações abertas ao mesmo tempo no país. Para a Copa do Mundo, formamos 10 mil homens em doutrinas de ações de choque, e estamos com condições de atuar em todas as 12 cidades-sede ao mesmo tempo”, afirma o coronel Aragon.
O número de policiais treinados pela Força Nacional para controle de protestos é representativo quando se compara o efetivo das tropas de Choque dos estados: a maioria possui apenas um batalhão, contando com entre 100 e 200 homens com esta qualificação.

Até mesmo São Paulo, que possui a maior Tropa de Choque do país (3 mil homens) e que, mesmo durante ataques de facções criminosas, nunca pediu apoio federal na segurança pública, deve contar com homens da Força Nacional, diz o secretário nacional de segurança para grandes eventos, delegado da Polícia Federal Andrei Augusto Passos Rodrigues.
Segundo ele, os estados deverão concluir até o fim de janeiro o planejamento do que que vão precisar de apoio federal.
A previsão é que, com a experiência da Copa das Confederações, quando houve atuação em 5 estados, a Força Nacional envie soldados para todos aqueles que receberão jogos da Copa.
“Pela qualidade desta tropa, ela deverá atuar em todas as sedes. Em algumas, como força de contingência (ficando em espera nos quartéis, sendo acionada só quando precise). Em outras, terá função definida de antemão, como apoio ao policiamento ostensivo, bloqueio de estádios, controle de ruas onde haverá protestos. Cada estado definirá isso”, afirma Rodrigues.
“Temos uma interação absolutamente boa com o secretário de Segurança de São Paulo, Fernando Grella, que já esteve aqui no Ministério da Justiça várias vezes e sabe que esta é um força que está à disposição”, acrescenta o secretário.
A Secretaria de Segurança de São Paulo informou que o plano de segurança para a Copa ainda não está pronto, mas que a hipótese de pedido de apoio da Força Nacional “sequer foi cogitada”.

Manifestantes se ferem em confronto com a Força. Nacional no leilão de Libra, em outubro – (Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo)

Preparação
A decisão de aplicar um curso de controle de distúrbios civis (como são chamados, na linguagem policial, manifestações e protestos) em 10 mil homens ocorreu após uma análise das últimas edições do evento.
“Desde a Copa do Mundo de 1930, os países-sede enfrentam histórico de manifestações. Houve também na África do Sul (2010), na Alemanha (2006) e na Coreia do Sul e no Japão (2002). Já estávamos preocupados com isso antes mesmo dos eventos deste ano, pois não é nossa responsabilidade esperamos pra ver”, diz o coronel Aragon. “A violência dos protestos recentes é que assustou. Tivemos muitos policiais feridos no Rio. Isso gerou aprimoramentos”, afirma ele.
“A doutrina de força de Choque determina que não se chegue muito perto dos manifestantes. Não é uma ciência exata. No leilão de Libra (em outubro no Rio), houve confronto e fomos atacados, mas tentamos manter uma distância mínima de 30 metros deles. O objetivo era manter o isolamento e impedindo o acesso ao local de onde ocorria o evento”, explica o diretor da Força.

Durante leilão de Libra, homens da Força Nacional bloquearam praias no Rio – (Foto: Sergio Moraes/Reuters)

Quando a Força Nacional é enviada em apoio a um estado, ela fica subordinada aos órgãos de segurança pública locais e recebem missões específicas.
Por exemplo, na final da Copa das Confederações, em que o Brasil bateu por 3 a 0 a Espanha no Maracanã, em 30 de junho, os PMs da Força integravam uma linha de contenção do estádio. Já durante os protestos, foram destinados, pela PM do Rio, para fazer o bloqueio ou conter atos de vandalismo em alguma rua.

Formada por cerca de 12 mil homens, entre policiais militares, policiais civis, peritos e bombeiros, a força atua sempre com caráter temporário e sob portaria publicada no Diário Oficial pelo Ministério da Justiça. Enquanto cedidos pelos estados para uma missão, os policiais continuam como contratados pelo estado e recebendo o salário do estado. Há apenas um adicional: a diária de viagem para a missão, que é paga pelo governo federal, e varia entre R$ 200 e R$ 600 por dia, dependendo do local.  Durante a Copa das Confederações e a visita do Papa, o Ministério da Justiça autorizou o pagamento de diária dobrada para integrantes da PF, Polícia Rodoviária Federal e da Força.

Policiais da Força Nacional atiram contra grupo em protesto no Rio (Foto: Yasuyoshi Chiba/AFP)

Robô espião 
Para os protestos de 2014, a Força adquiriu um minirrobô espião, que vai monitorar militantes do black bloc: pequeno e de borracha, ele se infiltrará durante os atos de violência para realizar filmagens e auxiliar na investigação dos envolvidos.
“Não posso dar detalhes de como funciona, para que não seja envolvidos. Mas suas imagens vão nos ajudar a entender o que está acontecendo”, diz o coronel Aragon.
A corporação possui uma escola, em Brasília, que padroniza as ações dos policiais de vários estados, seguindo os preceitos da ONU, que, conforme o comandante, autoriza o uso de munição menos letal nos protestos, como spray de pimenta, lacrimogêneo e bala de borracha. Também foi montado, na capital federal, um centro de monitoramento que permite acompanhar em tempo real todas as operações da força pelo país, que vão desde apoio a cidades em caso de greves policiais, socorro em calamidades, enchentes e tragédias, até policiamento de áreas indígenas  e proteção de juízes e autoridades.
“Cheguei a ter 42 operações ocorrendo ao mesmo tempo nos 23 estados e no Distrito Federal. Preciso saber o que está acontecendo em cada uma delas”, afirma o diretor da Força.

Fonte: Do G1, em São Paulo

Upanema

DECRETO REGULAMENTA UTILIZAÇÃO DOS SÍMBOLOS MUNICIPAIS DE MOSSORÓ/RN

Em solenidade realizada na tarde desta quinta-feira, 07, no Salão dos Grandes Atos, o prefeito assinou o Decreto de nº 4.272, que altera a redação do Art. 7° da Lei Orgânica do Município, que trata da utilização dos símbolos em âmbito das repartições públicas municipais.

A nova redação aprovada pela Câmara Municipal de Mossoró determina que as peças publicitárias do Município deverão utilizar exclusivamente o brasão Municipal como marca de gestão e “Prefeitura de Mossoró” como slogan. A partir de então os impressos do tipo papel ofício, envelopes, carnês de IPTU e formulários, itens utilizados nas rotinas administrativas, serão adequados à nova emenda.

De acordo com o vereador Soldado Jadson, autor da proposta, a emenda tem dois viés: “moralidade na política e acima de tudo economia para os cofres públicos”. Ele ressaltou que a Câmara de Mossoró é pioneira no cumprimento da lei da impessoalidade.

Para a secretária de Comunicação, Mirella Ciarlini, a aprovação da emenda terá como principal impacto a economia para os cofres públicos, considerando que a mudança de toda a comunicação visual da administração sendo feita a cada gestão gera um custo muito alto para o Município. Mirella destacou ainda a importância de firmar a marca do Município e não do administrador. “A partir de agora não ficará marcado o nome do gestor, mas será fortalecida a imagem da Prefeitura. Os gestores deverão deixar suas marcas através de seu trabalho e não de símbolos”, frisa.

Participaram da solenidade de assinatura do Decreto, além do prefeito, os vereadores, Alex Moacir, Manuel Bezerra, Celso Lanches, Isabel Montenegro, Cícera Nogueira, Laire Neto, Tassyo Mardony, Ricardo de Dodoca, Genivan Vale, secretários municipais e a imprensa local.

Fonte: Blog do Pedro Carlos

Brasil

EM JANDUÍS FESTA QUE DEVERIA SER PÚBLICA REVOLTA OS MORADORES E VISITANTES

Inicialmente a festa seria realizada na noite de révellion como anunciava um carro de som contratado pela própria prefeitura, fruto de um Pregão Presencial estimado em R$ 15.000,00 (quinze mil reais). Quem compareceu ao local conforme foi anunciado ficou decepcionado.

Em uma rede social o professor e colunista social Cácio Santos disparou: “Em Janduís, o réveillon foi diferente de todos os anos. Recebemos convite da PMJ (VIA CARRO DE SOM) para uma festa, mensagem e queima de fogos. Fui, mas pra minha surpresa nada tinha. E o pior, nenhuma justificativa, para isso, confesso não saber nenhum adjetivo. Janduís o que acontece?”.

A Prefeitura de Janduís anunciou a realização de festa popular para comemorar o ano novo e acabou não colocando em praça pública. A festa anunciada foi transferida para o dia 01/01/2014, às 17h, em um clube particular onde o cidadão para ter acesso com bebidas era obrigado a pagar. Depois de entrar ainda tinha que comprar uma mesa para poder colocar sua bebida.

O Vereador Fábio Dantas relatou também que foi procurado por vários cidadãos que reclamaram da atitude da prefeitura e cobrando uma ação por parte dos vereadores junto ao Ministério Público, já que a festa era financiada pelo poder público e não podia jamais ser cobrada taxa alguma das pessoas que ali foram festejar.

Quem também presenciou a cobrança de taxa por parte da organização da festa de ano novo foi cidadão Erinaldo Braga, que é irmão do Vereador Braga e que presenciou várias pessoas serem abordadas e sendo cobradas para poder entrar com bebidas no clube.

Fonte: Site da Câmara de Vereadores de Janduis – Via Blog Enock Douglas

Upanema

COM SUSPENSÃO DAS ELEIÇÕES EM MOSSORÓ, UERN MANTÉM VESTIBULAR PARA 2 DE FEVEREIRO

O vestibular da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) será realizado dia 2 de fevereiro, como estava definido no calendário aprovado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE). A Universidade decidiu manter a data, com a suspensão das eleições suplementares em Mossoró, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no último dia 30.

Como a decisão monocrática do presidente do TSE, ministro Marco Aurélio de Mello, suspendendo o pleito de 02 de fevereiro foi proferida antes do novo calendário, a UERN não vê razão para alterar as datas das provas.

A confirmação do PSV para os dias 02 e 03 de fevereiro foi feita em uma reunião do Reitor Pedro Fernandes, Pró-Reitora de Ensino de Graduação, Inessa Linhares, Diretor da Comperve, Egberto Moreira, assessor jurídico, Lauro Gurgel, Chefe de Gabinete, Fátima Raquel e Pró-Reitor de Administração, Iata Anderson Fernandes.

Fonte: Robson Pires

Brasil

BLOOMBERG GASTOU UMA FORTUNA PARA SER PREFEITO DE NOVA YORK

MAGNATA, QUE ENTREGA O CARGO HOJE, TIROU DO BOLSO US$ 650 MILHÕES DURANTE OS 12 ANOS DE MANDATO, SEGUNDO ‘NEW YORK TIMES’

Michael Bloomberg adora peixes tropicais. Assim, quando foi eleito prefeito, instalou dois aquários gigantes na sede da prefeitura. O custo da limpeza semanal dos tanques nos últimos 12 anos: US$ 62 mil.
O prefeito também adora lanchinhos. Por isso, pagou para oferecer a sua equipe um leve café da manhã (rosquinhas, iogurte, café) e um modesto almoço (salada de atum, sanduíche de geleia e manteiga de amendoim, frutas cortadas). O custo ao longo dos anos em que foi prefeito: e US$ 890 mil.
Bloomberg gosta de viajar. Sempre que levava seus assessores a algum lugar, ele o fazia com seu avião particular. O custo de todas essas viagens: US$ 6 milhões. Quando ele deixar o cargo, hoje, deixará como legado recordes como redução do crime, segurança nas calçadas e construções que transformam a paisagem de arranha-céus. Mas o número que mais impressiona é o que ele tirou do próprio bolso, que raramente chegou ao conhecimento do público.
Uma análise feita pelo New York Times mostra que Bloomberg gastou ao menos US$ 650 milhões em benefícios e mordomias, campanhas políticas e em defesa de causas, caridade e bandeiras sociais, além de viagens e hospedagem, despesas ligadas ao tempo em que ele exerceu o cargo de prefeito. No processo, ele subverteu a dinâmica financeira envolvendo o cargo mais alto de Nova York.
No passado, a cidade pagava ao prefeito. Bloomberg pagou para ser prefeito. Em jogadas que deixariam planejadores financeiros atordoados, ele rejeitou o salário de US$ 2,7 milhões ao qual teria direito (aceitando apenas US$ 1 por ano) e, a partir de 2001, abriu uma torneira de dinheiro que nunca parou de jorrar. Ele investiu US$ 268 milhões de sua fortuna pessoal nas três campanhas pela prefeitura.
Seja pessoalmente ou por meio de sua empresa, a Bloomberg LP, ele doou outros US$ 263 milhões a grupos de arte, saúde, direitos cívicos e cultura de Nova York. Doações de campanha? Ele distribuiu cerca de US$ 23 milhões.
Bloomberg chegou até a contribuir com US$ 5 milhões para reformar a residência oficial do prefeito na qual nunca morou. Mark Green, adversário de Bloomberg em 2001, o descreveu como “um Medici moderno”, buscando um precedente no século 15.
Dependendo do ponto de vista, o desejo de Bloomberg de arcar com todas as despesas da prefeitura pode ser considerado animador (para os assessores), irritante (para os rivais), uma oportunidade para empregar melhor o dinheiro público (para o eleitorado) ou gesto de altruísmo (para os beneficiados pela generosidade dele).
Mas, para os que interagiram com o bilionário, sua passagem pelo governo foi incrível de se observar. Aos olhos de Chris McNickle, historiador da cidade, a fortuna de Bloomberg fez dele o mais poderoso prefeito desde o nascimento da Nova York moderna, no final do século 19. “Por estar livre das exigências de doadores de campanha, grupos de interesses especiais e partidos políticos, o poder dele foi intensificado e expandido”, disse McNickle.
The New York Times/O Estado de S.Paulo
Brasil

LUZES ACESAS DA ARENA DAS DUNAS MARCAM ENTREGA DO ESTÁDIO

Depois de 29 meses ininterruptos de obras, executada por cerca de 4 500 operários, a Arena das Dunas foi entregue simbolicamente ao estado do Rio Grande do Norte na noite desta terça-feira (31), por volta das 22 horas, com o acender de todas as suas luzes.

O espetáculo chamou a atenção de moradores da região e motoristas que passavam ao longo das avenidas que circundam a Arena das Dunas, no bairro de Lagoa Nova. No espaço existente entre as 20 pétalas da cobertura do estádio, concebida pelo arquiteto australiano Christopher Lee (que também assinou o projeto do estádio olímpico de Londres), a luz se projetou de forma a revelar toda a beleza interior do estádio à noite.

São 306 peças para iluminação do campo, cada uma com uma potência de 800 Kwatts. Essa potência é a exigida pela Fifa, uma vez que a transmissão dos quatro jogos da Copa do Mundo pela TV será feita com a tecnologia Full HD e 3D (em três dimensões). A Arena está equipada com 4 geradores de 750 KVA cada, interligados a uma central de “no break” que será acionada caso haja alguma queda de energia.

O estádio terá uma inauguração oficial com visita da presidenta Dilma Rousseff, provavelmente no dia 20 de janeiro, uma festa com os operários, suas famílias e inauguração de uma placa com todos os nomes dos trabalhadores no dia 23 e uma rodada de dois jogos no dia 26.

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