Oposição

Brasil

O PROBLEMA DE MARINA

Tantos partidos de mero oportunismo financeiro –por certo, a maioria das três dezenas existentes– e, no entanto, Marina Silva está diante de mal explicadas dificuldades de registrar o seu, a Rede Sustentabilidade, em tempo de usá-lo para candidatar-se à Presidência.

Os números não batem quando se trata das assinaturas para atender à exigência de 492 mil apoios de eleitores. Seja quanto à quantidade coletada, a aceitação ou a rejeição das assinaturas pelos cartórios eleitorais e a sua acusada lentidão. Seja, ainda, quanto ao número alegadamente alto de rejeições feitas pelos cartórios sem as justificar.

No caso de Marina e da Rede não se passa o mesmo que de repente acometeu Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, e o seu pretendido Solidariedade. Tudo lhes correra muito bem, tratavam já de compor os diretórios regionais, quando, como se podia prever, apareceram fraudes. A relação de funcionários da Câmara, com os respectivos dados, engordou a iniciativa de Paulinho com solidariedades que nunca lhe foram dadas.

Sob muitos aspectos, Marina Silva é uma incógnita. Apesar de ter sido candidata à Presidência, até hoje não se sabe o que pensa sobre o que talvez seja a maioria dos assuntos nacionais relevantes. Mas naqueles que a identificam sem dificuldade, em alguns até com posição de liderança incontestável, o seu partido viria a cumprir um papel de realce, em representatividade e em combate político, que nenhum desempenha. O PT, porque não é mais partido de ação; o PSDB, porque não seriam posições de interesse do setor financeiro e do grande capital; o PMDB, porque é o PMDB. Ah, e quanto a assuntos da clorofila, o Verde, porque amarelou.

A decisão do Tribunal Superior Eleitoral sobre o partido de Marina, a ser tomada em dias próximos, não é só mais uma sobre a criação de mais um partido. Não será o caso de concessões que transgridam as exigências da legislação, se estiverem pedidas (o recurso ao Supremo já está desmentido). Mas o TSE deve explicações sobre vários itens da enrolada tentativa de criação da Rede. Sobretudo para esclarecer, e eventualmente tomar providências, o que se passa de fato nos cartórios eleitorais, que são de sua responsabilidade por intermédio dos tribunais regionais, também estes devedores de explicações públicas.

PRÊMIO

É impossível saber a razão do clamor quando a irmã Dorothy Stang foi assassinada, no começo de 2005, se a sua vida não valia nada. Como indica o quarto julgamento do mandante do assassinato. Apesar de condenado a 30 anos, o dono de terras e fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura está livre do regime fechado.

EM TEMPO

Muito bonita a atitude e muito significativa a entrevista de Ives Gandra Martins, sobrepondo às suas extremadas divergências ideológicas com José Dirceu a convicção de jurista, no sentido de que “não há provas contra ele”.

Sua advertência de que o Supremo, ao inovar com a teoria do “domínio do fato” para condenar Dirceu, projeta insegurança jurídica de amplo alcance, é daquelas que merecem reflexão enquanto é tempo.

Fonte: Folha de São Paulo – Por Jânio de Freitas

Upanema

GESTÃO DE LUIZ JAIRO E ANISÍO JÚNIOR É APROVADA POR 85% DOS UPANEMENSES QUE USAM A INTERNET

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RESULTADO É BASEADO NA ENQUETE QUE CIRCULA ENTRE OS USUÁRIOS DO FACEBOOK EM UPANEMA

Circula pela internet, dentre os usuários do Facebook, uma página com enquetes que avaliam mensalmente a administração pública da presidente Dilma Rousseff e de todas as lideranças políticas dos municípios e estados do Brasil.

A enquete permite que as pessoas votem e avaliem a administração dos vereadores, prefeitos, deputados estaduais e federais, governadores, senadores e da presidente da república, mensalmente, sendo que cada conta no face poderá votar uma única vez a cada mês.

Até agora, em nossa cidade, o prefeito Luiz Jairo já conta com a aprovação de 85.37% dos usuários do Facebook, contra 14.63% de rejeição. No mês passado, Luiz Jairo teve 60.00% de aprovação.

Os resultados acima, por mais que não sejam oficiais, demonstram claramente que o Prefeito Luiz Jairo tem desempenhado um excelente trabalho à frente da Prefeitura Municipal de Upanema. É nítido, e todos podem comprovar a grande evolução da avaliação do prefeito.

Com relação ao legislativo, o resultado é o seguinte:

O Presidente da Câmara Municipal, vereador Carlinhos Garcia (PMN), nesse mês obteve 66.67% de aprovação, e 33.33% de reprovação. No mês anterior, Carlinhos teve 66.67% de aprovação.

Aisamaque Dalyton (PT), na evolução deste mês teve 66.67% de reprovação, e 33.33% de aprovação. No mês passado, o vereador foi reprovado por 50% dos votantes

Carlinhos Professor (PR), neste mês teve 66.67% de aprovação, enquanto que 33.33% o reprovaram. Na pesquisa anterior, Carlinhos obteve 50% de reprovação.

Vereador Ibamar Costa (PR), teve 83.33% de aprovação esse mês, contra 50% de reprovação no mês passado.

Os vereadores, Canindé Rocha (PMDB), e Gineton Costa (PSD), tiveram, nesse mês, 50% de reprovação cada, no mês anterior o resultado foi exatamente o mesmo.

Valério Augusto (PMDB), neste mês está com 60% de reprovação, e 40% de aprovação. No mês anterior, o vereador teve 50%.

Oséias Monthalggan (PMDB), neste mês teve 66.67% de aprovação, contra 33.33% de reprovação. No mês anterior, o jovem vereador havia sido reprovado por 50% dos votantes.

O nome do vereador Ferrari Oliveira (DEM), não consta na lista. No lugar do mesmo, consta o nome da vereadora eleita, e atual Secretária Municipal de Urbanismo e Ação Social, Rivanda Bezerra (PSD).

Com informações do site ivoto.com.br

Upanema

VEJA O VÍDEO: VEREADOR VALÉRIO CHAMA O PROFESSOR JOSAFÁ INÁCIO DA COSTA DE PUXA-SACO DO PREFEITO.

O vereador Valério Augusto (PMDB),  que até pouco tempo atrás fazia parte do grupo político do atual prefeito Luiz Jairo (PR), e que se recusava a subir no palanque,  assim como também  não votou na ex-prefeita Maristela Freire (PMDB) em 2008, quando seu partido fazia parte da coligação que a elegeu. Aquele que praticamente abominava um ex-prefeito de nossa cidade, mas sabe-se lá Deus por que, de uma hora para outra, passou não só a ser o principal aliado da ex-prefeita, mas também daquele ex-prefeito… Aquele que na última eleição foi eleito pelos filiados e simpatizantes do PMDB, talvez pela falta de opção dentro da própria coligação que o elegeu.  Sim! Esse ainda não disse a que veio…

O povo de Upanema, além de não guardar uma boa lembrança de quando o mesmo foi prefeito (01/01/89 a 31/12/92) – numa época em que graças a Deus eu não tenho recordação alguma -, agora se vê obrigado a ter que aturar seus exageros no plenário da Câmara Municipal de Upanema. Como o mesmo não tem projetos que beneficiem o povo para apresentar nas sessões, e como não quer sair do foco, tentar tumultuar a câmara com um discurso na base do grito, sem argumentos ou fundamentos algum, querendo se sobrepor sobre seus colegas, o que tem causado constrangimento até mesmo dentre seus correligionários do grupo oposicionista.

Na 5ª sessão ordinária do segundo período, realizada na última sexta-feira, 20, enquanto o plenário analisava um determinado projeto de lei, o vereador simplesmente acusou o prefeito de, segundo suas palavras, esta “querendo tirar proveito e roubar dinheiro público”, o que demonstra ainda mais a incapacidade de debate do vereador.

Além disso, enquanto o vereador Ibamar Costa (PR) parabenizava a administração municipal por realizar um dos maiores eventos socioculturais de todos os tempos, assim como também mencionava um comentário feito pelo  professor Josafá Inácio da Costa, Valério Augusto simplesmente passou a “atacar” o professor.

Ainda durante suas palavras, o vereador chegou a amassar e jogar no lixo, por suas vezes consecutivas, a mensagem do professor Josafá Inácio da Costa.

Veja o vídeo e tire suas próprias conclusões:

[youtube]http://youtu.be/_do5CgXlmU4[/youtube]

Dentro de algumas horas publicaremos mais uma matéria BOMBÁSTICA!

Upanema

9 MESES APÓS A ELEIÇÃO, E AS ADESÕES NÃO PARAM!

[youtube]http://youtu.be/WNY20ED789k[/youtube]

Pois não é que essa semana o principal nome da locução upanemense, Bezerra, anunciou que também está com o homem, pense!

Esse é o reconhecimento e o fruto de muito trabalho, e o olhe que estamos apenas no 9º mês.

É thuuudo! kkkkk

Upanema

GOVERNO MUNICIPAL EM ALTA

Um clima de “quanto pior melhor” estava sendo ensaiado pela oposição desde o início do governo Luiz Jairo e Juninho. Alguns problemas naturalmente estavam acontecendo, mas foram paulatinamente contornados na medida em que o tempo foi passando. Os problemas, de fato, nunca deixarão de existirem, por isso cabe ao prefeito e sua equipe ficar de olhos bem abertos para resolver uma coisa de cada e vez usando para isso o planejamento estratégico que se requer de um bom governante.
Na verdade em se tratando de política, o povo sempre age como São Tomé: “só crer naquilo que ver”. Visibilidade é, infelizmente, o grande mal da política Brasileira, pois o povo brasileiro é imediatista. Logo, é necessário que o prefeito se esforce cada vez mais nesse sentido para dar visibilidade ao seu governo.
Com ações concretas e visíveis, a população começa a elogiar a administração do prefeito Luiz Jairo e já tem quem diga em alto e bom som que se a campanha pra prefeito fosse no próximo ano o mesmo nem se quer adversário teria. Tanta euforia é justificável devido à boa aceitação do prefeito dentre os cidadão upanemenses, mas vale ressaltar que ainda tem muita água pra rolar por baixo da ponte e ainda muito trabalho a ser feito.
É preciso que nesse momento o prefeito gire os seus holofotes para a Zona Rural sem se descuidar, evidentemente, da zona urbana. O povo do campo anseia por muitas melhorias, e as principais são poços tubulares e os reparos necessários nas estradas vicinais que dão acesso a cidade.
Acredito que o prefeito tomará essa iniciativa, uma vez que, a prefeitura já dispõe de maquinários suficientes para garantir muitas melhorias nas estradas, como também já dispõe da máquina perfuratriz em perfeito estado de funcionamento.
Então, bola pra frente…
Fonte: Blog do Professor Josiel Gondim
Brasil

AÉCIO AUMENTA CRÍTICAS A DILMA E SE APROXIMA DO DEM

Foi com um acarajé que o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), começou a pré-campanha para o Palácio do Planalto. Em visita a Salvador nesta sexta-feira, o presidenciável destacou que “não poderia iniciar essa caminhada sem vir aqui na porta de entrada do Nordeste brasileiro, principalmente porque temos um companheiro da extraordinária liderança, o ACM Neto”. Enquanto tecia loas ao prefeito da capital baiana, o tucano atacou o modelo de país adotado pelo PT e classificou o país como “um cemitério de obras inacabadas”.O tom incisivo de Aécio foi justificado por ele a partir da antecipação da campanha eleitoral, feita pelo ex-presidente Lula, ao lançar a presidente Dilma Rousseff como candidata à reeleição. “Nós não temos mais uma presidente da República. Temos uma candidata a presidente da República que se move, que se movimenta única e exclusivamente em razão da eleição, que toma atitudes em razão da eleição. Nós temos hoje um governo do marketing comandando as decisões governamentais”, criticou o dirigente partidário. O mineiro reclama ainda do que ele chama de ausência de um projeto de país nos governos do PT no plano federal. “O Brasil precisa de um projeto de país, até porque o PT abriu mão de ter esse projeto, o PT abriu mão de ter um projeto de país para se contentar em ter exclusivamente um projeto de poder”, argumenta Aécio.
Fonte: Fernanda Duarte, Tribuna – Blog do Zeca
Brasil

DEBATE DIVERSO

Será bom para o Brasil ter o nome de Marina Silva nos terminais de votos de 2014 porque ela representa um grupo e um conjunto de ideias. O movimento feito pelo PSB, que prenuncia a candidatura do governador Eduardo Campos, também é animador. O Brasil precisa da diversidade de propostas e de um profundo debate que faça justiça à dimensão dos desafios do momento.

Há várias escolhas possíveis nas políticas públicas para enfrentar os problemas que o Brasil vive hoje e quanto mais opções houver em 2014 mais chances haverá de ocorrer um verdadeiro debate. Se Marina Silva for barrada porque não cumpriu um número cabalístico de ter 492 mil assinaturas validadas pelos cartórios, e ter “apenas” 440 mil, o país verá ser cometido um crime contra a democracia.

Todos sabemos que ela representa um conjunto de ideias que tem seguidores pelo país todo, que estimula jovens e pessoas maduras, de todas as classes sociais, e está bem instalada nas pesquisas de intenção de votos. Sua agenda há muito tempo transbordou a questão ambiental — preservando-a — com propostas e questões das quais se pode discordar, mas o indiscutível é que Marina Silva não é candidata de si mesma. Não é uma viagem personalista, é um movimento.

A burocracia dos cartórios negou a validação de outras quase 200 mil assinaturas, no país do voto eletrônico e num mundo que se mobiliza em redes virtuais. Curioso como é difícil criar um partido que nasce das ideias. Fácil é criar legendas de aluguel, em que os mesmos candidatos se apresentam a cada eleição para eleger alguns poucos, que depois vão barganhar nacos de poder na coalizão de governo.

Num fim de semana, meses atrás, fomos abordados, eu e um dos meus filhos, por um jovem que colhia assinaturas em um parque. Ele explicou de forma coerente algumas ideias da Rede, nos convidou para entender melhor as propostas e perguntou se estávamos dispostos a assinar a lista de apoios. Explicamos que éramos jornalistas e isso nos impedia. Ele, educadamente, agradeceu o tempo que nos tomou e seguiu adiante, conversando com pessoas sobre ideias para o Brasil. Imagino que centenas de pessoas estavam naquele mesmo momento dedicando seu fim de semana a trabalhar por aquela causa. Portanto, ela nada tem de artificial. Nasce do impulso que levou aquele jovem ao trabalho político num fim de semana, em que poderia estar se divertindo.

Assim, com militância espontânea, nasceu o PT, que depois chegou ao poder e agora precisa, como diz Lula, voltar a ter orgulho de si mesmo. Hoje, alguns de seus integrantes parecem raivosos e ressentidos e usam apenas o ataque como argumento. Em nada lembram as alegres e sedutoras pessoas que nos abordavam nas ruas oferecendo a venda de estrelas e bandeiras vermelhas para financiar o partido, décadas atrás. O poder, os escândalos e escolhas fizeram do partido uma sombra do que ele foi. Mas o processo eleitoral pode reavivar o que houve de melhor nele, ou então — o que é mais provável —, aprofundar sua opção pelo uso do aparelho de Estado, capturado, nos últimos anos, para seus propósitos partidários.

O PSDB — nascido do caudaloso rio de oposição que um dia foi o MDB — trouxe propostas novas. Foi ele que fez a travessia para o novo Brasil quando, há quase 20 anos, enterrou a hiperinflação, a dívida externa herdada dos militares, as práticas fiscais nebulosas com as quais a ditadura povoou os armários de esqueletos contábeis. Na terra arada com a moeda estável, o PT tem feito um importante projeto de inclusão social. Todos sabemos que, para ser permanente, a inclusão precisará da revolução educacional sempre adiada no Brasil. Depois, o PSDB esqueceu o que fez e entrou em crise de identidade. Um PSDB que se orgulhe do seu legado ajudará a incentivar o debate.

Estamos no momento mais arriscado das mudanças demográficas, em um mundo globalizado e competitivo, com o planeta já sentindo os efeitos das mudanças climáticas, com a educação perdendo talentos, e as cidades entrando em colapso. O Brasil precisa de um projeto. O debate político necessita ter diversidade para não vermos, como diria Cazuza, “o futuro repetir o passado”. Não será inteligente, justo, nem democrático barrar do debate, por razões obscuras e burocráticas, a rede liderada por Marina.

Fonte: Míriam Leitão

Brasil

INTEGRANTES DA REDE AVALIAM RECORRER AO STF PARA GARANTIR CRIAÇÃO DO PARTIDO

Um dia após a Procuradoria-Geral Eleitoral impor obstáculo à criação da Rede Sustentabilidade, a Folha noticia que integrantes do comando do partido já falam em recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal) para viabilizar a sigla e garantir que a ex-senadora Marina Silva dispute ao Planalto em 2014.

A Rede corre contra o tempo para conseguir o registro da Justiça Eleitoral. Reunidos a porta fechadas neste sábado (21), em Brasília, representantes da Executiva defenderam que, caso o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) não oficialize a Rede, o grupo tente ser reconhecido pelo Supremo. Segundo um dos dirigentes, a resposta final será com o Supremo.

Fonte: Robson Pires

Brasil

PLEITO PRESIDENCIAL DO PRÓXIMO ANO PODE TER ATÉ SEIS CANDIDATOS

Em poucos dias se encerrará o prazo de filiação partidária para os interessados em disputar um cargo público em 2014. A lei determina que esse procedimento deve ocorrer até pelo menos 12 meses antes da eleição – que será em 5 de outubro do ano que vem.

Juízes não se encaixam nessa regra. São autorizados a escolher um partido até seis meses antes da eleição. Seria o caso do presidente do STF, Joaquim Barbosa. Mas ele tem dito seguidamente não se interessar por uma candidatura.

A julgar pelo cenário atual, haverá quatro candidatos com algum grau de competitividade na corrida presidencial de 2014: Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (ainda sem partido), Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). Em breve, o tucano José Serra decidirá se busca uma sigla alternativa para disputar o Planalto. Joaquim Barbosa encerrará o mistério apenas em março do ano que vem.

Fonte: Robson Pires

Brasil

PARTIDO DE MARINA TEM 20% DAS ASSINATURAS NECESSÁRIAS PARA REGISTRO

Em parecer enviado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Ministério Público Eleitoral disse hoje (20) que o partido Rede Sustentabilidade, fundado pela ex-senadora Marina Silva, tem apenas 20% das assinaturas necessárias para obter registro no tribunal. Para disputar as eleições do ano que vem, o partido precisa ser aprovado pelo TSE até o dia 5 de outubro.

No parecer, o vice-procurador eleitoral, Eugênio Aragão, afirma que a legenda da ex-senadora teve validadas 102 mil das 483 mil assinaturas de apoiadores em todo o país. “O partido cujo registro se pretende ainda não demonstrou o implemento do requisito de caráter nacional’, diz o vice-procurador.

Para obter registro, o partido precisa validar 483 mil assinaturas, o que corresponde a 0,5% dos votos registrados na última eleição para a Câmara dos Deputados. Também é exigido que as assinaturas tenham sido colhidas em pelo menos nove estados.

Fonte: Robson Pires

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