COBERTURA FOTOGRÁFICA DA VISITA DA GOVERNADORA ROSALBA CIARLINI
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Fotos: Josiram Pereira
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Fotos: Josiram Pereira
O desenvolvimento econômico das cidades de Campo Grande e Upanema sempre dependeu da construção de um trecho da BR 110. Neste pedaço da estrada entrava, há mais de quarenta anos, o escoamento da produção agrícola e o interesse de investidores.
A ordem de serviço do trecho da BR 110, que liga as cidades de Campo Grande, Upanema e Mossoró, foi dada pelo diretor geral do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre), general Jorge Fraxe, e pelo ministro dos Transportes, Cesar Borges, em novembro de 2011. O anúncio do início das obras foi feito por Rosalba Ciarlini em dezembro do mesmo ano.

A segunda etapa contempla o trecho que vai de Upanema a Campo Grande e, segundo o engenheiro da construtora Delta, responsável pela obra, Aldo Guilhermino, a conclusão total vai terminar antes do tempo previsto: “tínhamos uma previsão para concluir tudo até o mês de fevereiro de 2014, mas acredito que em dezembro consigamos entregar tudo”. Para Rosalba, todo o trabalho valeu a pena: “essa é uma obra federal, mas nós tivemos a nossa participação, e temos que comemorar essa conquista de mais de quarenta anos de espera”.
Segundo o prefeito de Upanema, Luiz Jairo, essa construção vai ser um marco da história do município: “a partir de agora Upanema vai dividir sua história entre antes e depois da BR 110. Essa estrada significa desenvolvimento, investidores, crescimento da economia e consequentemente, crescimento social”, disse, referindo-se a expansão das atividades ceramista e fruticultora, que serão beneficiadas com a possibilidade de escoamento da produção.
Acompanharam a visita, o prefeito de Campo Grande, Francisco das Chagas e a secretária de Infraestrutura do Estado, Kátia Pinto.
O desenvolvimento econômico das cidades de Campo Grande e Upanema sempre dependeu da construção de um trecho da BR 110. Neste pedaço da estrada entrava, há mais de quarenta anos, o escoamento da produção agrícola e o interesse de investidores.
Sensibilizada com essa situação, ainda quando ocupava uma vaga no Senado brasileiro, a governadora Rosalba Ciarlini lutou junto ao governo federal pela destinação de recursos para a obra. Seis anos depois, ao assumir o cargo de governadora, a chefe do Executivo Estadual conseguiu. Hoje (02), ela foi até o local para visitar o andamento das obras.
A ordem de serviço do trecho da BR 110, que liga as cidades de Campo Grande, Upanema e Mossoró, foi dada pelo diretor geral do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre), general Jorge Fraxe, e pelo ministro dos Transportes, Cesar Borges, em novembro de 2011. O anúncio do início das obras foi feito por Rosalba Ciarlini em dezembro do mesmo ano.
Fonte: Blog do Robson Pires
O prefeito Luiz Jairo acompanhou a governadora Rosalba Ciarlini (Dem) em visita às obras da BR 110 feita na manhã desta sexta-feira, 02. Os prefeitos de Campo Grande, Bibi de Nenca, e de Messias Targino, Artur Targino, também participaram da visita, que contou ainda com o vice-prefeito Juninho, vereadores Carlinhos Garcia (presidente da Câmara Municipal), Carlinhos Professor, Ibamar Costa, Ferrari Basílio, Gineton Costa, Oseas Monthalgan, Valério Augusto e Canindé Rocha, secretária estadual de Infraestrutura, Kátia Pinto, secretários municipais Hermes Freire (Agricultura e Meio Ambiente) e Nonato Garcia (Chefe de Gabinete), engenheiro da Delta, Aldo Guilhermino, entre outros assessores municipais e estaduais.
A visita da governadora começou pelo canteiro de obras da Delta, onde foram repassados os dados da atua situação da obra. Em seguida, Rosalba visitou um trecho da obra no sentido Upanema-Campo Grande.
Rosalba ressaltou que a construção do trecho da BR 110 entre Mossoró e Campo Grande é um sonho que está sendo realizado com 50 anos de atraso. “Há muito que o povo de Upanema e Campo Grande, especialmente, sonham com esse momento, que agora está virando real”, destacou.
A governadora observou que sempre afirmou a todos que a estrada seria construída se ela fosse à governadora do Estado. “Eu sempre falava: no dia que eu for governadora a estrada sai. E agora estamos aqui verificando que a obra está caminhando rapidamente”, salientou.
Bibi de Nenca destacou que a não construção da BR 110 em anos anteriores inibiu o crescimento de Upanema e Campo Grande, entre outras cidades.
Luiz Jairo reforçou que Upanema e Campo Grande viveriam outra realidade se a estrada já tivesse sido feita. “São muitos anos perdidos, mas agora, depois de muita luta, o sonho está se tornando realidade e esperamos que a estrada represente desenvolvimento para Upanema e melhoria de vida para o seu povo”, ressaltou.
Luiz Jairo aproveitou a oportunidade para convidar a governadora para participar das festividades dos 60 anos de emancipação política de Upanema. Rosalba confirmou presença.
Fonte: Prefeitura Municipal de Upanema
O prefeito Luiz Jairo pediu o esforço da Delta para que as obras do trecho da BR 110 entre Upanema e Mossoró seja concluído até o próximo dia 16 de setembro, data de comemoração dos 60 anos de emancipação política de Upanema. “Seria uma forma de dar um grande presente a Upanema e o seu povo”, destacou o prefeito.
O engenheiro da Delta, Aldo Guilhermino, prometeu que a empresa ia fazer todo o esforço para tentar atender o pedido do prefeito. Mas ele adiantou que dificilmente seria possível “em virtude da grande quantidade de serviços que ainda precisam ser executados para a conclusão do trecho”, justificou.
Aldo informou que a previsão é que o trecho seja concluído até o final de setembro e toda a obra até fevereiro de 2014, se não ocorrer nenhum imprevisto. “O prazo é até fevereiro do ano que vem, mas estamos trabalhando para entregar a obra até o fim deste ano”, afirmou.
Até o momento, a construtora aplicou 36,6 km de asfalto, de um total de 78 km. O trecho Upanema/Mossoró está recebendo a segunda camada de asfalto, para depois receber a sinalização.
Fonte: Prefeitura Municipal de Upanema
Há tempos eu ouvi falar de um processo chamado “zumbificação” que consiste basicamente em um morto que é acordado e age como vivo, ao que parece eles retiram uma parte do cérebro e passam a controlar o corpo.
Para mim era apenas uma lenda… até ver isso.
Em Toraja na Indonésia, acontece uma cerimônia macabra. Um cadáver é “acordado” e deixam que andem até sua sepultura. Segundo eles, o cadáver é acordado usando magia negra. Ao que dizem, isso acontece porque os cemitérios são em regiões de montanha, ou seja, ninguém quer levar o morto até o lugar, se quiser, ele deve andar sozinho.
O corpo segue orientado pelo “especialista” em magia negra, que o leva até o local. Porém, há uma regra, se chamado pelo nome, o cadáver cai e não mais levanta.
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Zumbificação, no Haiti esse é o nome dado ao charlatanismo que os Bocós (nome dado aos sacerdotes voodoo), se fazem valer para ganhar admiração e respeito do povo. Aplicam uma dose de tetrodotoxina (ou “toxina do baiacu”) em algum voluntário que para qualquer leigo apresentará os sinais de morte, pois a toxina reduz drasticamente o rítmo cardíaco e a pulsação. Dentro de um prazo determinado é administrado o antídoto para esta “morte” e assim que a pessoa volta do efeito da droga. A pessoa após ressuscitada e retirada do túmulo, permanece em estado catatônico devido aos efeitos colaterais que a falta de oxigenação provoca no cérebro, e por isso as pessoas realmente parecem zumbis.
Mas voltando a foto acima, provavelmente trata-se um cadáver enrigecido pela mumificação provocada pelo calcário, que esta ali parado em pé exatamente pelo enrigecimento. O homem de vermelho deve ser um familiar que estaria limpando o cadáver. Repare que na foto tem, além da câmera usada para tirar a foto, um celular filmando, não seria mais comprovador terem postado um vídeo?
Portanto se você já estava empolgado preparando sua doze para desembarcar na Indonésia e “deszumbificar” o local como se estivesse em Racoon City, pode ir desistindo. 😉
Atualização: Com o auxílio do leitor Lordgeek nos comentários desta matéria chegamos ao blog indiano Mell Blue onde o autor disponibiliza mais imagens e aponta evidências que comprovam que as imagens apresentadas na verdade não mostram o ritual citado no início do texto, mas sim parte de uma tradição chamada Ma’nene, uma espécie de homenagem aos ancestrais que morreram. Durante esta tradição os corpos de membros das famílias que morreram há muito tempo são desenterrados e as roupas destes são trocados como uma forma de homenagem a eles. Confira as imagens adicionais que mostram essa tradição:
Tenso, triste, arrepiante, essa tradição definitivamente é chocante para nós. Você teria coragem de ir lá, desenterrar sua tataravó e trocar as roupas dela? o.O
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Fonte: http://minilua.com/
O Ministério Público do Rio Grande do Norte denunciou o médico Gedegilson Galvão da Silva Moisés por homicídio doloso, por omissão, onde ele teria se negado a operar uma paciente em estado de saúde grave, em abril de 2012, no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM). O caso é inédito em Mossoró e expõe a fragilidade do sistema de saúde pública.
Segundo o promotor Ítalo Moreira Martins, o médico assumiu o risco de morte ao não realizar o procedimento supostamente devido ao fim do horário de plantão. O caso ocorreu entre os dias 3 e 5 de abril de 2012 e teve como vítima a senhora Rita Maria Batista, 55 anos, que deu entrada no HRTM apresentando quadro de obstrução intestinal resultante de Fecaloma por Megacolon Chagásico, razão pela qual se encontrava aproximadamente há 90 dias sem defecar.
A denúncia do MP atesta que a mulher foi atendida por um médico que solicitou exames e determinou a realização de terapia laxativa e lavagem intestinal. No dia seguinte, a paciente foi avaliada. Posteriormente a vítima foi atendida por outro médico, que é o acusado.
Ele teria feito a prescrição de medicação para aliviar a dor. No início da tarde do dia 4, a enfermeira Andréia Duarte de Queiroz, que atuava no caso, constatou que a paciente apresentava muitas dores e estava com o abdômen dilatado, sendo então providenciada a realização de “raios x”. Porém, às 14h, a enfermeira apresentou o resultado ao médico, que determinou nova lavagem intestinal para posteriormente fazer outra avaliação.
Após ser realizado o último procedimento, conforme determinou o médico denunciado, ele foi informado de que não havia se conseguido o resultado desejado, quando, às 17h15, informou à enfermeira que seria o caso de cirurgia imediata. A enfermeira, então, aguardou a iniciativa por parte do médico de determinar os procedimentos prévios necessários para realização da cirurgia.
No entanto, como não houve qualquer recomendação, a enfermeira voltou a procurá-lo às 18h15. Foi quando o médico supostamente teria informado que não iria realizar a cirurgia porque não haveria tempo de terminar antes do fim do plantão, que era às 19h.
Ainda de acordo com a denúncia do MP, o quadro apresentado pela paciente demonstrava ser grave, tendo em vista a mesma reclamar muito de dores abdominais e falta de ar, como assim também indicavam os exames realizados, além disso, realçando a gravidade da situação, o próprio acusado já havia detectado ser caso de cirurgia imediata, porém, se negou a realizá-la.
DENÚNCIA
Após a negativa do médico, a enfermeira, por volta das 18h45, telefonou para a promotora de justiça com atuação na área da saúde, relatando o problema e pedindo providências. A representante do MP foi ao HRTM a fim de tentar viabilizar a cirurgia da paciente, que ocorreu quando iniciou o plantão de outro médico.
O plantonista do momento, que já havia substituído o médico acusado pelo MP, analisou a situação de Rita Maria Batista e iniciou os procedimentos para realização da cirurgia, que teve início às 20h40 e terminou às 23h. Porém, às 9h do dia 5 de abril de 2012, a paciente morreu em decorrência de insuficiência renal devido a desidratação e distúrbio hidroeletrolítico e obstrução intestinal.
No entendimento do MP, o médico, ao se omitir quando deveria ter agido, demonstrou o denunciado pouco apreço pela vida humana, pois dolosamente assumiu o risco de produzir o resultado morte da vítima Rita Maria Batista.
Por isso, eles pedem a condenação do médico por homicídio doloso, omissivo, que o acusado podia agir para evitar o resultado, ou seja, devia agir para evitar que a paciente morresse. A denúncia será apreciada pela 1ª Vara Criminal.
A reportagem do O Mossoroense entrou em contato com a direção do HRTM, mas não quiseram se pronunciar sobre o assunto. A assessoria ficou de retornar à ligação e não a fez. Assim como o médico Gedegilson Galvão da Silva Moisés, que estava com seu telefone celular desligado.
Fonte: Jornal O Mossoroense
NOTA DE ESCLARECIMENTO
ADVOGADOS DEVERÃO ENTRAR COM RECURSO DE DIREITO DE DEFESA NO TJ.
‘RETOMADA DE APTIDÃO É PRECISO TER EFETIVA COMUNHÃO’, DIZ SENTENÇA.
A Justiça de Bauru negou pedido de medida cautelar encaminhado pelos advogados do padre Beto, excomungado da Igreja Católica pela Diocese de Bauru no final de abril deste ano. Ele foi acusado de ter cometido heresia e cisma, de acordo com o Código de Direito Canônico.
A argumentação dos advogados é que o padre não teve direito de defesa no processo de excomunhão e que existe um acordo entre o governo brasileiro e o vaticano em relação a assuntos relacionados ao direito. No entanto, eles esperam ter acesso ao processo para poder garantir o a defesa garantida pela Constituição.
Na sentença da 6ª Vara Cível de Bauru, diz que “a efetiva reincorporação do autor aos sacramentos passa ao largo da discussão formal do processo de excomunhão. Para a retomada do elo entre o promovente e a igreja é necessária a comunhão no entendimento sobre a fé, assim entendida como o pedido de readmissão do acionante, que passa pela remissão prevista nos cânones, ou seja, pela atividade extraprocessual do autor”.
De acordo com um dos defensores, Tito Costa, eles vão tentar um recurso no Tribunal de Justiça na semana que vem. Já o outro advogado, Antonio Celso Galdino Fraga, disse na quarta-feira (30), que vai até onde for preciso para conquistar o direito de defesa. “Por uma questão de bom senso, a Diocese de Bauru pode resolver essa questão de uma forma inteligente, anulando o processo que inicialmente instaurou contra o padre Beto, iniciando um novo. Desde que respeitando o devido processo legal. E nós como advogados, estaremos aptos a defender o nosso cliente até o com o Santo Padre em Roma se for preciso”.
Declarações polêmicas sobre temas como a homossexualidade, fidelidade e a necessidade de mudanças na estrutura da Igreja Católica, todas publicadas nas redes sociais, foram os motivos alegados pela Diocese, que excomungou padre Beto por heresia e cisma.
Por telefone, padre Beto afirmou ao G1 que está tranquilo em relação à decisão da Justiça. “Estou tranquilo. Contratei advogados competentes e vamos até a última instância porque não vejo nada de absurdo no que estamos pedindo”.
A direção da Diocese de Bauru não foi localizada nesta quinta-feira (1º). Mas nesta semana já havia informado que não iria se manifestar sobre o assunto.

Fonte: Alan Schneider – Do G1 Bauru e Marília