Eleições

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QUANTA MALDADE….

Sabem o que circula em Brasília? Que, em troca de Dilma lançar um candidato fraco do PT em São Paulo, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) faria corpo mole na campanha de Aécio Neves no maior colégio eleitoral do país. Nesta equação, Dilma se livraria da influência de Lula no estado e derrotaria os tucanos. Alckmin teria a sua reeleição facilitada e sairia fortalecido para disputar a presidência em 2018. Uma parceria ganha-ganha, segundo as más línguas. Faz sentido? Estaríamos diante do maior estelionato eleitoral contra a oposição já cometido na história deste país, com a conivência da própria? Impossível acreditar.

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MERCADANTE, O ARTICULADOR DO CAOS

Elio Gaspari, O Globo
Na condição de articulador de iniciativas da doutora Dilma, o comissário Aloizio Mercadante patrocinou três lances de gênio. A saber: 1) A convocação de uma Constituinte exclusiva para fazer uma reforma política. Durou 24 horas. 2) A convocação de um plebiscito para que o eleitorado definisse os marcos da reforma. Durou duas semanas. 3) Com o copatrocínio do ministro Alexandre Padilha, da Saúde, propôs a reorganização do ensino médico, aumentando-o de seis para oito anos. Na semana passada, informou-se aqui que as burocracias do MEC e das universidades federais faziam uma exigência maluca para médicos formados no exterior que quisessem revalidar seus diplomas. Caso queira trabalhar no Brasil, um doutor que se formou em Harvard e trabalha na clínica de Cleveland é obrigado a atestar que mora em Pindorama, mesmo tendo nascido aqui. Sem isso, não pode pedir a revalidação, que demora até um ano. Até lá, vive de quê?
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ERUNDINA DIZ QUE OBJETIVO DO PSB É CONQUISTAR O PODER

Brasil 247 – Uma dos nomes mais conhecidos no Brasil pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), a ex-prefeita de São Paulo e deputada federal Luiza Erundina revelou durante evento sobre comunicação organizado pelo Governo do Estado da Bahia, em Salvador, que o PSB tem o objetivo de conquistar o poder.

Por conta das boas relações que mantém com os petistas, a ex-prefeita não se nega a avaliar o quadro político atual e as perspectivas para as eleições de 2014. Para Erundina, o momento do PSB nacional e estadual chegou e não pode mais ser revertido.

Luiza Erundina avalia que tanto as candidaturas de Lídice da Mata ao governo da Bahia quanto à de Eduardo Campos como presidente acontecerão no ano que vem independente dos humores petistas. Ela atesta inclusive que não há mais condição de manter os socialistas como meros apoiadores do PT em todo o Brasil, pois constituir um partido político tem como objetivo conquistar o poder. “Senão, é um clube de amigos”.

“(O PSB nos últimos anos) foi uma das forças mais fieis ao PT e esse papel de figurante tem prazo de validade limitado, já se esgotou”, atestou a deputada. As manifestações nas ruas do último mês, na sua interpretação, também pedem ao partido que tome um posicionamento diante da atual conjuntura política brasileira, de preferência para pensar o país além de períodos de eleição-reeleição de oito anos, com debate real com a sociedade.

Fonte: Robson Pires

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BETINHO ROSADO TEM CAMINHO COMPLICADO PARA TER APOIO DA PREFEITURA DE MOSSORÓ

Segundo o jornal O Mossoroense, o deputado federal Betinho Rosado (DEM) tem muitos obstáculos para receber o apoio do Palácio da Resistência nas eleições do próximo ano. Alguns fatores apontam para isso. O primeiro deles é a forte concorrência que ele enfrenta para ser o candidato preferencial da prefeita Cláudia Regina (DEM). A ex-prefeita Fafá Rosado (DEM) e o deputado federal Felipe Maia (DEM) estão na frente.

Para embolar ainda mais o meio de campo, o deputado estadual Leonardo Nogueira (DEM) afirmou que Fafá terá o apoio palaciano, excluindo Felipe Maia. Pesa a favor dela o fator gratidão. Quando era prefeita, o processo de escolha para o candidato demista de 2012 começou com Cláudia como quarta opção, atrás de Francisco Carlos (PV), Alex Moacir (PMDB) e Ruth Ciarlini (DEM). Os dois primeiros se saíram mal nas primeiras pesquisas, e Cláudia acabou sendo escolhida após se tornar o nome preferencial da ex-prefeita.

Felipe Maia sempre foi tido como o favorito para ter o apoio palaciano. O histórico indicava isso. Afinal ele teve o apoio de Cláudia Regina em 2006 (quando ela era vice-prefeita) e em 2010. Além disso, a prefeita tem profundas ligações políticas com o pai de Felipe, o senador José Agripino (DEM). Foi o líder demista o principal defensor da candidatura dele nos bastidores. Ele foi decisivo para romper a relutância do rosalbismo em apoiá-la.

Contra Betinho pesa o fato de ele ter demorado a declarar apoio ao nome de Cláudia. Consta que ele era contra a candidatura dele. Como a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) ele tinha preferência pelo nome da época vice-prefeita Ruth Ciarlini (DEM), que acabou preterida.

Fonte: Robson Pires

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CANDIDATURA DE BARBOSA É A MAIS TEMIDA POR LULA

Mais uma vez o ex-presidente deixa claro não aceitar a proposta do “volta Lula”. Apesar de razoável grupo de companheiros insistir na hipótese, ele continua decidido a levar a presidente Dilma à vitória na disputa pelo segundo mandato. Só não sabe, conforme suas últimas confidências, contra quem ela vai disputar. Marina Silva está na frente, do lado das oposições, mas Aécio Neves vem logo atrás.

O Lula não admite raciocinar sobre a candidatura de Joaquim Barbosa. Pelo jeito, é a que mais teme.

Fonte: Robson Pires

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MINISTRO GARIBALDI FILHO FOI VAIADO ONTEM EM NATAL-RN

A classe política precisa ficar em alerta, principalmente com as vaias que ecoam do povo nos momentos mais inesperados. Ontem o alvo foi o ministro da Previdência, Garibaldi Filho.

O primo de Henrique Alves foi prestigiar colação de grau da turma de Direito da Universidade Potiguar (UnP), no Centro de Convenções de Natal, quando foi calorosamente vaiado por um grupo de convidados.

Será que tem algumas com avião da FAB…? Sei lá. De qualquer maneira, para outros representantes da classe política não houve protesto. Apenas indiferença.

Fonte: Robson Pires

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JOSÉ SERRA PODERÁ DEIXAR O PSDB E SER CANDIDATO À PRESIDENTE DA REPUBLICA PELO PPS

FRACASSO DE NOVO PARTIDO FAZ SERRA BUSCAR OPÇÕES PARA DISPUTAR ELEIÇÃO

Com o fracasso da operação para criar uma nova legenda de oposição a partir da fusão do PPS com o PMN, o ex-governador José Serra, hoje no PSDB, estuda outras alternativas para sair candidato à Presidência em 2014.

Até então, o partido que nasceria da união do PPS com o PMN, a natimorta MD, seria o destino mais provável para uma candidatura de Serra. O ex-governador está sem espaço no PSDB, já que os tucanos estão praticamente fechados em torno do senador Aécio Neves (PSDB-MG).

Como o PMN desistiu da fusão, o ex-governador passou a estudar uma série de cenários, que incluem desde permanecer em seu partido e, à frente, aguardar a chance de disputar internamente a candidatura com Aécio, até trocar o PSDB pelo PPS, presidido por seu amigo, o deputado federal Roberto Freire.

“O PPS já havia convidado o Serra antes de anunciar qualquer fusão. Portanto, o convite a ele está mantido. Nada mudou”, afirma Freire.

Fora do país, o ex-governador conversou ontem com Freire pelo telefone. “Ele demonstrou preocupação com o problema da MD, assim como todos os que torcem para fortalecer a oposição”, disse.

Na prática, para Serra, o principal problema causado pelo naufrágio da fusão é que, se decidir sair, terá de deixar o PSDB sozinho.

A criação de uma nova legenda abriria uma janela na lei da fidelidade partidária que permitiria aos deputados e vereadores aliados de Serra deixarem o PSDB sem risco de perda do mandato. Sem a criação da MD, essa possibilidade não existe.

O ex-governador, no entanto, poderia migrar sozinho para o PPS e fazer uma aliança com o PSDB de São Paulo, para a eleição de Geraldo Alckmin ao governo, dividindo o palanque de Aécio no maior Estado do país.

Aliados de Serra já apontam, inclusive, o argumento que o tucano usará, se decidir sair. Dirá que, lançando candidatura, não divide, mas fortalece a oposição. Nessa lógica, quanto mais candidatos forem contra a presidente Dilma Rousseff, mais chances de um segundo turno.

Entre os serristas há ainda quem pregue uma reaproximação com o ex-prefeito Gilberto Kassab, presidente do PSD. O problema é que, hoje, Kassab está com Dilma.

PROTESTOS

Foi a onda de insatisfação popular que ganhou as ruas do país com centenas de protestos em junho que reacendeu a esperança de Serra.

Logo no início dos protestos, ele se reuniu com um de seus colaboradores, o marqueteiro Luiz González, e pediu análises sobre uma candidatura presidencial.

González lhe disse que, até ali, não via chance de sucesso para Serra, dado o desgaste das últimas derrotas eleitorais. Fez, no entanto, uma ressalva: disse que, se o país mergulhasse em uma “grande crise”, com frustração econômica e insatisfação social, haveria uma chance de o eleitor buscar “um porto seguro”.

Apenas nesse cenário, avaliou, Serra poderia representar uma alternativa, dada sua experiência administrativa.

Desde essa conversa, os protestos atingiram seu ápice e a avaliação da presidente Dilma Rousseff desabou. Serra, então, passou a disputar protagonismo como voz de oposição.

Fonte: Folha de São Paulo – Por Daniela Lima

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EDUARDO CAMPOS DIZ QUE “DILMA NÃO GANHOU 2013″

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, em passagem por Brasília, disse a seus partidários que a presidente Dilma Rousseff não passou no teste de 2013. Segundo o provável candidato do PSB à Presidência, “ganhar 2013″ era uma das condições que ele colocava quando questionado sobre seu apoio à presidente nas eleições de 2014.

Segundo informações do Valor, Campos disse que já é possível afirmar que ela não obteve “êxito” nem na política nem na economia. Chegou a dizer que só em valor de mercado as empresas nacionais “derreteram R$ 150 bilhões” e a inflação permanece uma ameaça, sem respostas do governo à altura para contê-la.

Ele também vê no contexto das manifestações de rua uma abertura para novas alianças, como a conversa que teve recentemente com o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. Para o governador, os atos beneficiam primeiro a candidatura de Marina Silva (Rede) e depois a dele, por serem, em maior ou menor grau, novidades no cenário político nacional.

Fonte: Robson Pires

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PROJETO ELEIÇÕES LIMPAS TEM MAIS DE 53 MIL ASSINATURAS

Bruno Bocchini, Agência Brasil
O projeto de iniciativa popular Eleições Limpas, elaborado pelo Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral (MCCE) – o mesmo que idealizou a Lei da Ficha Limpa – recolheu mais de 53 mil assinaturas até hoje (5). O cálculo considera apenas as assinaturas virtuais, sem levar em conta as que foram recolhidas em papel. Para que a proposta seja oficialmente apresentada ao Congresso Nacional e comece a tramitar é preciso do apoio de 1% do eleitorado, ou 1,6 milhão de pessoas. O projeto propõe acabar com o financiamento feito por empresas privadas e coloca um limite de R$ 700 para doações de pessoas físicas aos candidatos. A decisão de incluir as medidas no projeto decorreram da constatação de que apenas três setores da economia fazem doações de forma significativa: as empreiteiras, os bancos e as mineradoras. “É uma pequena fração do empresariado que tem interesses imediatos na ação do Congresso Nacional. Pesquisa da Universidade do Texas mostra que para cada real investido nas campanhas [pelas empresas] houve um retorno da ordem de R$ 8,5. Não se trata de doar, mas de adiantar um dinheiro que voltará na forma de dinheiro público”, explicou o coordenador do MCCE Márlon Reis. Leia mais na Agência Brasil.
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MAIORIA DA CÂMARA QUER APROVAR REFORMA POLÍTICA SEM FAZER PLEBISCITO

Proposta de referendo ganhou força entre PPS, DEM, PSDB e PMDB.
Henrique Alves anunciou grupo de trabalho para elaborar reforma política.

Líderes partidários afirmaram nesta terça-feira (9) que a maioria da Câmara quer aprovar uma proposta de reforma política sem realizar plebiscito. A ideia seria submeter o projeto votado no Congresso a um referendo popular.

Após reunião de líderes, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, descartou a realização de um plebiscito da reforma política que valha para as eleições de 2014. Ele anunciou a criação de um grupo de trabalho para elaborar um projeto de reforma e disse que a proposta poderá ser submetida posteriormente a um referendo, a ser realizado durante as próximas eleições.

O líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), afirmou que o partido prefere que o grupo de trabalho elabore o projeto de reforma, em vez de haver um plebiscito sobre o assunto. Segundo ele, o partido só aceitaria essa forma de consulta popular se fosse realizada no segundo turno das eleições de 2014, para poupar gastos.

“A pior coisa que tem é você criar uma frustração na população de algo que não vai valer para as eleições do ano que vem. Além disso, você vai mobilizar um número muito menor do que uma eleição mobiliza, porque não você não vai ter uma presença em massa para decidir sobre um tema que não desperta interesse da população. A população não está na rua pedindo para votar plebiscito de reforma política”, disse.

“[O plebiscito] já foi enterrado. Já teve a missa de sétimo dia”, brincou ainda o peemdebista. .
A oposição também defende a realização de referendo em vez de plebiscito. “A maioria quer que o grupo de trabalho entregue a reforma política e depois a população decida se aprova, por meio de referendo”, disse o líder do PPS, Rubens Bueno.

Para o líder do DEM, Ronaldo Caiado, o plebiscito é uma “matéria que está superada”. “A grande maioria reconhece que não tem como ser viabilizado”, afirmou.

Conforme noticiou o blog da Cristiana Lôbo, o presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), e o líder do partido no Senado, Aloysio Nunes (SP), defenderam que a reforma política acabe com a reeleição para cargos executivos, estabelecendo mandato de cinco anos.  O partido também quer que as novas regras eleitorais e políticas sejam discutidas e aprovadas pelo Congresso e submetidas depois a referendo.

O líder do PT, José Guimarães (CE), disse que o partido vai insistir na ideia do plebiscito e tentará colher 171 assinaturas para elaborar o projeto de decreto legislativo que convoca a consulta popular.  Ele reconhece, contudo, que a proposta do governo só tem o apoio do PCdoB e do PDT.

“Não houve acordo sobre a realização do plebiscito. Tem várias opiniões divergentes. Uns querem referendo, uns querem plebiscito. O PT considera que dá, sim, para realizar o plebiscito em 2013, e nossa missão agora é colher as 171 assinaturas para conformar a ideia do decreto legislativo para convocação do plebiscito”, afirmou.

Fonte: Do G1, em Brasília

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