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JORNAL DA CÂMARA DOS DEPUTADOS PUBLICA TEXTO SOBRE PROJETO DEFENDIDO POR JOÃO MAIA PARA MICROEMPREENDEDOR

O jornal da Comissão de Desenvolvimento, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados, o ‘CDEIC em Destaque’, noticiou com chamada de capa na edição deste mês uma matéria sobre o Projeto de Lei complementar nº 278/2013 relatado e aprovado, por unanimidade, pelo deputado federal João Maia (PR), que permite que o microempreendedor individual possa utilizar sua residência como sede do estabelecimento, quando não for indispensável à existência de local próprio para o exercício da atividade. A matéria destaca que o microempreendedor individual (MEI) ao utilizar a residência para o exercício de uma atividade empresarial pode ter substancial economia nos custos operacionais.

O Projeto de Lei foi defendido pelo relator e deputado João Maia no último mês de setembro. Sensível ao drama vivido por milhares de microempreendedores individuais, o deputado João Maia concluiu o seu voto argumentando que o projeto meritório do ponto de vista econômico, na medida em que aumenta o leque de opções do empresário individual enquadrado nas exigências da lei, na direção de redução nos seus custos operacionais e de aumento de sua eficiência.

Fonte: Robson Pires

Upanema

MENSAGEM DE NATAL DO PREFEITO LUIZ JAIRO E DO VICE-PREFEITO ANÍSIO JÚNIOR

Meus amigos de Upanema,

Depois de um ano de muito trabalho e dedicação a Upanema, chegamos ao Natal. Comemoramos agora o nascimento do menino Jesus.

Nesta data, queremos desejar a todos, servidores públicos, que contribuíram de forma decisiva para a nossa gestão, e população upanemense em geral, que está se beneficiando e reconhecendo as nossas ações, um Natal de muita paz.

Que o nascimento do menino Jesus possa fazer nascer em todos nós sentimentos de união, fraternidade e amor. E que possamos compartilhar esses sentimentos entre nós para a construção de uma Upanema mais justa, cheia de harmonia e felicidade.

Feliz Natal a todos e vamos celebrar juntos o nascimento do menino Jesus.

Luiz Jairo
Prefeito de Upanema

Anísio Junior
Vice-prefeito

24 de dezembro de 2013

Upanema

PREFEITURA PODERÁ PERDER RECURSOS POR FALTA DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DA SECRETARIA DE TURISMO EM 2009

O povo de Upanema foi pego de surpresa nesta segunda-feira, 23, com a notícia de que o município está, mais uma vez, inadimplente. Em um ano, Upanema já entrou no CAUC (Cadastro Único de Convênios) NOVE vezes em virtude da irresponsabilidade, incompetência, falta de compromisso e respeito das gestões anteriores, sob a subserviência do PMDB. Nas ruas do município não se comentava outra coisa, o povo está indignado com tantas aberrações deixadas pela gestão passada!

Desde o início do ano que o atual prefeito tenta deixar o município com o nome limpo para que assim possa receber todas as emendas que ele conseguiu durante o ano de 2013. Mas, agora, em virtude de em 2009 a ex-prefeita não ter prestado contas dos R$ 100 mil reais que recebeu do Governo Federal para realizar, através da Secretaria Municipal de Turismo, a tal “Semana Cultural”, o município está com o NOME SUJO. Se Luiz Jairo não conseguir reverter essa situação esta semana, todos os seus esforços terão sido em vão.  Luiz Jairo conseguiu mais de 2 milhões de emendas em 2013 para Upanema, com o objetivo de trazer melhorias não só na infraestrutura, mas também para a saúde, a educação, e etc.

Essa não é a primeira, mas também não será a última. Upanema poderá entrar no CAUC pela decima vez em virtude do ex-prefeito Jorge Luiz e a ex-prefeita Maristela Freire, ambos do PMDB, não terem dado continuidade as obras do programa de reformas de casas da zona urbana. E não para por aqui. Ainda tem a obra do pró-infância, a tão sonhada creche modelo, o verdadeiro elefante branco do PMDB. A obra não teve nem 50% de sua estrutura concluída, mas os recursos foram liberados como se ela já estivesse em fase de conclusão… Esse fato poderá fazer o município entrar, pela decima primeira vez, no CAUC.

Ainda tem gente querendo ter moral – mas não tem – pra cobrar a prestação de contas da Prefeitura e da Câmara Municipal. Vergonha!!!

Agora, algumas perguntas eu gostaria de fazer: Será que esse dinheiro foi realmente gasto nessa tal “Semana Cultural”? Acho o valor muito alto para um evento de dimensão “nanica”! Se ele foi bem gerido, por que não prestaram contas?  

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EM PASSA E FICA/RN, DURANTE AS CHUVAS, CAIU DO CÉU UMA PEDRA DE GELO DE 1 Kg

Isso mesmo, uma pedra de gelo com aproximadamente um quilo caiu do céu entre Passa e Fica e Lagoa Dantas e por pouco não atingiu agricultores que estavam trabalhando.

O fato aconteceu na tarde de ontem no Arisco, e Seu Duca, sua Esposa, filhos e Bizorinho fizeram questão de registrar o fato inédito da natureza nessa região.

Explicação:

Granizo (ou saraiva) é a forma de precipitação que consiste na queda de pedaços irregulares de gelo, comumente chamados de pedras de granizo.

Essas pedras, na Terra, são compostas por água no estado sólido e medem entre 5 e 200 mm de diâmetro, sendo as pedras maiores provenientes de tempestades mais severas. A queda de glóbulos ou pedaços de gelo que têm entre 5 e 50 mm ou mais de diâmetro é denominada saraiva,1 sendo que este termo também é utilizado por muitos institutos meteorológicos para se referir a qualquer tempestade com queda de gelo.

com informações do Regional Online

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NO RECIFE, REI DO BREGA FOI MAIOR QUE REI ROBERTO

Reginaldo Rossi

O Recife acordou de luto neste sábado, pois perdeu seu “rei”. Para os pernambucanos, não adianta a TV Globo fazer um especial todo fim de ano chamando Roberto Carlos de rei. Roberto Carlos pode ter sua relevância histórica nacional, pode escapar do rótulo de brega (apesar de muitas vezes o ser) e pode ser protegido pela crítica carioca e paulista, mas em Pernambuco, o rei é outro. Seu nome éReginaldo Rossi.

E não apenas o “rei o brega”, como Rossi é tradicionalmente chamado em referências nacionais, que diminuem sua importância. Simplesmente “o rei”, um dos nomes mais marcantes da vida cultural de todos os pernambucanos. Não importa a faixa de renda, não importa o nível cultural, não importa nem mesmo o gosto musical – no Recife, Rossi era rei do povão, da elite, dos acadêmicos, dos analfabetos, dos fãs de brega, mas também dos mangueboys, dos roqueiros e dos metaleiros. Sua importância para a cultura local não tem medida.

Nos últimos anos, é verdade que o próprio Rossi permitiu ser transformado em uma caricatura de si mesmo. Uma de suas últimas grandes aparições foi no quadro Dança dos Famosos, em 2009. Ali, e em muitas outras vezes em que o cantor ganhou espaço na mídia nacional, sua presença se resumia à de um coroa tarado e engraçado, com um sotaque estranho que misturava o “pernambuquês” com puxada carioca, que falava de cornos e cantava uma única música brega: “Garçom“.

Esqueça “Garçom” por alguns minutos. Reginaldo Rossi é muito maior de que “Garçom”. Rossi era um músico excelente, versátil, e suas primeiras composições, na época da Jovem Guarda, são surpreendentes pela qualidade. Muito além de “Garçom” e do rótulo “brega”, Rossi compôs belas canções românticas, criou refrães marcantes. “Mon Amour, Meu Bem, Ma Femme“, “A raposa e as uvas“, “O pão“, “As Quatro Estações“, “Tão Sofrido“, “Pedaço de Mau Caminho“, todas canções que, só de pensar, colocam um sorriso alegre no rosto de quem as conhece.

Para quem duvida, para quem não conhece, ou para quem tem preconceito, vale lembrar que suas canções viraram um belíssimo tributo em 1999, com regravações de algumas dessas canções por nomes “mais respeitados” da música nacional, como LenineZé Ramalho,Otto e Geraldo Azevedo. Todos com pelo menos um pé no Recife, o suficiente para conhecer e respeitar a obra do rei. “Reiginaldo Rossi – Um tributo” permite conhecer as letras e as melodias fora dos arranjos simples, mais associados à música brega.

Ao contrário do que pode parecer para quem vê de fora, não existe ironia quando Reginaldo Rossi é chamado de rei no Recife. Ele realmente fez parte da formação de todos os pernambucanos, e foi muito mais do que um cancioneiro popular. Em um país do tamanho do Brasil, a importância regional dele era muito maior do que a de qualquer de qualquer nome da MPB, da bossa nova, samba ou qualquer outro estilo que se pretenda nacional.

A relação dele com o Recife dos anos 1960 em diante poderia ser comparada com a relação da bossa nova com o Rio de Janeiro – tanto que ele cantou a capital pernambucana em “Recife, minha cidade”. O “problema” é que sua popularidade e sua influência se concentraram em uma única região mais “periférica” do país, e ele passou a ser visto de fora apenas como “brega”.

O rei era um psicólogo que ajudou gerações de pernambucanos a lidar com paixões e frustrações amorosas. Ele era um showman, que subia em qualquer palco da cidade e sabia conquistar o público com monólogos geniais. Mas o mais importante é que ele sabia da importância do entretenimento, e por isso não se levava excessivamente a sério. A autoironia dele ao abraçar o rótulo de “rei do brega”, ao abraçar as brincadeiras de corno, ao repetir milhares de vezes “Garçom” fazem parte deste trabalho, e isso ajudou a popularizar seu nome. Mas a verdade é que mesmo que houvesse ironia, suas músicas realmente passaram a fazer parte da vida do Recife.

Parafraseando o rei, lembro com muita saudade das primeiras idas ao Boteco do Mauro, as primeiras cervejas em um pequeno pé-sujo de calçada no Recife, no final dos anos 1990. Toda semana, depois de horas de acirrados debates musicais em que cada membro da “galera do mauro” defendia sua banda de rock preferida (Metallica x U2 era um duelo frequente), a noite acabava com todos cantando juntos alguma canção de Reginaldo Rossi. Depois de algumas cervejas, todo mundo se torna um pouco brega, e o hábito de “tomar uma ouvindo o rei” era comum por toda a cidade – podia haver um tom de brincadeira, mas aquilo fazia parte da vida no Recife, e marcou a todos os pernambucanos.

O Recife perdeu seu rei, mas fica a lembrança de todos os shows, todas as canções, todas as brincadeiras que marcaram a cultura local. O rei merece todas as homenagens. Parafraseando mais uma vez, agora com o lugar-comum da sua música mais famosa: pra matar a tristeza, só mesa de bar.

Daniel Buarque é jornalista pernambucano com passagens pela Folha de S.Paulo, G1 e Terra. É autor do livro “Brazil, um país do presente” (Alameda editorial) e atualmente vive em Londres onde estuda Brasil em Perspectiva Global no King’s College.

Upanema

FRUTICULTURA

A criação do projeto de irrigação do Baixo-Açu fez brotar a fruticultura irrigada, que, a partir do final dos anos 80 expandiu para os vales dos rios Apodi-Mossoró e Upanema. No ano 2000 as exportações de frutas tropicais representavam, mais de 40 milhões de dólares de divisas para o Estado. Empresas pioneiras como a Maisa, Frunorte e outras entraram em crise na última década. A produção de frutas em áreas irrigadas, no entanto, continua sendo um dos maiores responsáveis pela arrecadação de divisas e tendo papel de destaque na pauta de exportações.

Fonte: Tribuna do Norte

Upanema

JOÃO MAIA: 96 PREFEITURAS DO RN ESTÃO INADIMPLENTES

João Maia

O coordenador da bancada federal potiguar e deputado João Maia encaminhou nesta quinta-feira (19) um ofício para a ministra da Secretaria Institucional da Presidência da República, Ideli Salvati, solicitando uma ação no tocante ao pagamento de obras realizadas pelas prefeituras do Rio Grande do Norte, realizadas através de emendas, e que estão atestadas pela Caixa Econômica Federal.

No ofício, o deputado João Maia relata a situação dramática das prefeituras que estão inadimplentes com fornecedores devido ao atraso no repasse de recursos federais garantidos em emendas individuais. O deputado faz um apelo para que o Governo Federal regularize os pagamentos e cita que: “Dos 167 municípios do Rio Grande do Norte, 96 prefeituras estão totalmente inadimplentes no CAUC e, praticamente, 100% delas estão deixando de pagar os fornecedores para honrar o pagamento de pessoal, o que já é considerado um milagre na conjuntura atual”.

Brasil

MORREU AOS 70 ANOS O CANTOR REGINALDO ROSSI

O garçom já não escuta mais lamentações na mesa de bar. A raposa não está mais com as uvas. Itamaracá já não tem tanto encanto assim. O brega ficou doidão. Tudo porque faleceu na manhã desta sexta-feira (20), o pernambucano Reginaldo Rossi. O cantor, de 69 anos, não resistiu a um câncer de pulmão. Estava internado no Hospital Memorial São José, no Recife, desde o dia 27 de novembro, quando sentiu dores no peito. Dessa vez, entretanto, a dor não era de amor, como as músicas dele espalhavam.

Após ser diagnosticado com câncer, chegou a fazer quimioterapia, mas não resistiu. O brega está de luto. Só nos resta lembrar com muita saudade daquele bailinho.

Quando passou mal e foi internado, Rossi já estava bastante debilitado e o câncer já tinha se espalhado. Chegou a ter alguns pequenos lampejos de melhora que encheram de esperança uma legião de fãs do Rei do Brega. Mas a luta já estava perdida. Era apenas questão de tempo.

Vários fãs se amontoaram em frente ao Memorial São José para tentar, em vão, ver um pouco mais do recifense nascido no bairro do Pina. Personalidades também estiveram no hospital para visitar Rossi ainda vivo. No último dia de vida, ainda na UTI, uma movimentação intensa de médicos dava a dimensão da gravidade do problema.

Jornal do Comércio

Upanema

UPANEMA ESTÁ ENTRE OS POUCOS MUNICÍPIOS DO ESTADO QUE ESTÃO ADIMPLENTES

A Prefeitura de Upanema está numa lista seleta de municípios do Rio Grande do Norte que está adimplente junto aos órgãos de controle de aplicação dos recursos públicos.

Segundo o Assessor Jurídico municipal, Gilberto Carvalho, apenas 69, dos 167 municípios do Estado, estão com as prestações de contas em dia e aptos a celebrarem parcerias para recebimento de recursos de outros entes federativos, seja o Estado ou a União. “A administração do prefeito Luiz Jairo está de parabéns pelo rebuscado trabalho que vem desenvolvendo junta a Prefeitura de Upanema. O zelo pela coisa pública e a organização das finanças são marcos fortes desta administração”, destacou o Assessor.

Gilberto acrescentou que os resultados positivos são frutos do esforço do prefeito e de sua equipe. “Estar adimplente representa mais benefício para o povo, acesso aos recursos federais e aumento de qualidade de vida dos cidadãos upanemenses”, concluiu.

Ao iniciar a gestão em 1° de janeiro, Luiz Jairo encontrou o Município com irregularidades em vários órgãos de controle e impedido de celebrar convênios e receber recursos. “Nesse primeiro ano de gestão, tivemos que correr bastante para sanar irregularidades do governo passado que nos impedia de receber recursos, inclusive através de emendas parlamentares. Tivemos que negociar com empresas, Caixa, vários órgãos e pagar algumas dívidas para tirar o nome do Município do Cauc (Cadastro Único de Convênios). Graças a esse trabalho, estamos recebendo emendas de deputados e senadores e celebrando novos convênios”, ressaltou o prefeito Luiz Jairo.

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