MANDATO DE FÁTIMA BEZERRA É UMA GRANDE DECEPÇÃO, DIZ VEREADOR
Em seus discursos na Câmara Municipal de Caicó, o vereador Leleu Fontes (PROS) não tem poupado o couro do PT e o “modelo de corrupção criado” pela legenda “querendo controlar as Instituições, os meios de comunicação, corrompendo o congresso nacional e aplicando nas escolas e universidade conteúdos programáticos, visando a dominação de massa, são algumas das estratégias que esse Governo imperialista está fazendo com a nossa nação”.
Para piorar, Leleu citou que o governo federal não corresponde com os anseios da população, como a barragem de Oiticica cuja “política de contingenciamento dos recursos vai, mais uma vez, adiar o projeto de conclusão da obra. Outra situação humilhante para os produtores do Seridó, especialmente de Caicó, é o milho da CONAB que o governo insiste em atrasar a entrega e não consegue manter uma regularidade na distribuição das sementes”, completou ele.
Na tribuna da Câmara, Leleu revelou que sua maior inquietude é ter ajudado na eleição vitoriosa da senadora Fátima Bezerra, acreditando que ela “seria uma voz em defesa das causas mais nobres do povo. Infelizmente isso não vêm acontecendo. O mandato dela, do ponto de vista político, uma grande decepção, e sua ação parlamentar é tímida e improdutiva”.






O Brasil pode se igualar aos demais países da América do Sul que descriminalizaram o porte de drogas hoje ilícitas e passar a ser tolerante com o consumo e com o cultivo para uso próprio. A medida depende do Supremo Tribunal Federal (STF) que deve julgar, neste mês, ação questionando a inconstitucionalidade da proibição. A Defensoria Pública do Estado de São Paulo recorreu à Corte, alegando que o porte de drogas, tipificado no Artigo 28 da Lei 11.343, de 2006, não pode ser considerado crime, por não prejudicar terceiros. O relator é o ministro Gilmar Mendes, que finalizou o voto e deve colocar o tema em votação ainda este mês.
O que se ouve em Brasília é que a operação Lava Jato vai pegar, sim, Lula e levá-lo ao xadrez. Mas antes dele seriam presos o ex-ministro da Fazenda, Antônio Palocci, e Paulo Okamoto, este principal operador do ex-presidente e dono das finanças do Instituto Lula.
Cláudio Humberto destaca que apesar de ter declarado que “suporta a pressão”, a presidente Dilma já teria preparado uma carta-renúncia. Fontes do Palácio do Planalto garantem que a redação da carta não foi um ato solitário, como é comum nesses casos: Dilma teria contado com a ajuda de dois dos seus ministros mais próximos, Aloizio Mercadante (Casa Civil) e José Eduardo Cardozo (Justiça), apesar de ambos serem contrários à ideia.
