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MAIS DE 16 MILHÕES DE PESSOAS SÃO FILIADAS A PARTIDOS POLÍTICOS NO BRASIL

partidos-politicos-300x184Conforme previsto na Lei dos Partidos Políticos (Lei nº 9.096/95), o prazo final para que partidos políticos comuniquem à Justiça Eleitoral o número consolidado de filiados encerrou em 14 de abril. Com as informações coletadas, que já estão disponíveis no Portal do TSE na internet, foi possível traçar um panorama do sistema político brasileiro às vésperas das eleições municipais de outubro.

Segundo os números fornecidos pelas agremiações, até 14 de abril haviam 16.487.710 brasileiros filiados a partidos políticos. Vale lembrar que esse número pode ser alterado, uma vez que novas filiações podem ocorrem a qualquer dia.

Os partidos com o maior número de filiados são PMDB, com 2.394.852 adesões,  PT, com  1.567.010 filiados e o PSDB, com 1.443.859. Dos partidos com registros mais recentes na Justiça Eleitoral, o Partido da Mulher Brasileira (PMB) alcançou 27.030 filiações, a Rede de Sustentabilidade teve  15.609 adesões e o Partido Novo, 2.394.

São Paulo é o estado com maior número de filiados a partidos políticos, com 3.170.658 pessoas. Minas Gerais vem em segundo lugar, com 1.749.082, e o Rio Grande do Sul em terceiro com 1.398.410. Em números absolutos, Roraima é o estado com o menor número de adeptos a partidos políticos, com 54.777 filiados, seguido pelo Acre, com 72.662 e o Amapá, com 88.950.

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DÁRCIO RÉGIS TAMBÉM DIVIDE OPINIÃO DE GRANDE PARTE DA OPOSIÇÃO

Diante da inelegibilidade do ex-vice-prefeito Manezinho – condenado por improbidade administrativa por danos ao erário público -, o grupo de oposição corre contra o tempo para viabilizar um nome para disputar a Prefeitura de Upanema contra o atual gestor, o prefeito Luiz Jairo (PR).

Na recusa dos vereadores e sem outras opções, a saída do grupo seria lançar o desconhecido ex-vereador Dárcio Régis, que tem trabalhado para viabilizar sua candidatura. No entanto, o nome de Dárcio tem encontrado grande rejeição não só entre as principais lideranças da oposição, como também entre os familiares, que podem não o apoiar em uma eventual campanha em outubro próximo.

Desde 2012, após sair do governo e ir para a oposição, o grupo liderado pelo PMDB encontra-se esfacelado, sem líder, onde o único objetivo é retomar o poder, ou seja, os recursos da Prefeitura de Upanema.

Nos quatro cantos da cidade a pergunta é uma só: quem é o cantor? kkk

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VEREADOR CARLINHOS GARCIA PROMOVE AÇÃO DE EMISSÃO DE RG E CPF EM UPANEMA

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Mais de 150 pessoas foram beneficiadas durante a manhã e tarde deste sábado (30) com a emissão da 1ª e 2ª via do RG e do CPF em Upanema. O trabalho é fruto da ação social promovida pelo mandato do ex-presidente da Câmara Municipal, vereador Carlinhos Garcia (PTN).

IMG-20160430-WA0084Os serviços oferecidos foram muito importantes, principalmente para as pessoas mais carentes de nossa cidade, que muitas das vezes precisam se deslocar até as cidades de Assú ou Mossoró durante a madrugada, enfrentando filas gigantescas e a precariedade das Centrais do Cidadão. Além disso, é importante destacar a eficiência dos serviços e a organização da ação social.

“Vimos a necessidade de se trazer e intensificar mais essas ações sociais, trazendo para o nosso município esses serviços que se fazem tão necessário.  Tenho certeza que todas as pessoas atendidas estão satisfeitas com o serviço que foram realizados nesta ação. É nosso dever como parlamentar trazer cidadania para a população e poder contribuir com o bem-estar de todos”, destacou Carlinhos Garcia.

Saúde e Educação

Na área da Saúde, Carlinhos também tem se destacado com a sua parceria com o deputado Antônio Jácome, que frequentemente visita o município para realizar pequenas cirurgias.

O projeto “Aulão da Cidadania” é outro projeto importante do vereador em Upanema, beneficiando dezenas de jovens com aulas gratuitas para o Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM.

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VAI ESTUDAR, SENADORA FÁTIMA

fatima-janainaA senadora Fátima Bezerra (PT-RN) dirigiu-se à professora doutora Janaina Paschoal criticando-a por pedir o impeachment “de uma presidenta eleita” e acrescentou: “Não é uma presidente qualquer. É uma mulher que traz no corpo as marcas da tortura que sofreu por defender a democracia no Brasil”.

Prezada senadora: se Dilma foi ou não torturada, não sei. Ela diz que foi, mas ela também diz que nunca soube de corrupção na Petrobras. A senhora decide se a palavra dela merece ou não seu crédito, senadora. Agora, quanto a ter Dilma “lutado pela democracia”… Prezada senadora Fátima, veja se consegue entender: Dilma foi membro da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares), organização marxista-leninista (a senhora sabe o que é isso, certo?), que praticava assaltos, atentados e sequestros.

Tais ações tinham como finalidade (que constava dos estatutos da referida organização, a senhora pode pesquisar) implantar no Brasil uma ditadura “do proletariado”. Um regime de partido único que não permite liberdade de expressão, liberdade de associação partidária, imprensa livre, eleições, nada que vagamente se assemelhe à democracia que a senhora mencionou.

Com todo o respeito: Vai estudar senadora Fátima!

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O PT É UMA SOCIEDADE CRIMINOSA!

pt-bandeiraPara os procuradores da Lava Jato, João Santana, Mônica Moura e o PT formavam sociedade criminosa:

“A partir do esquema de corrupção implementado pelo Partido dos Trabalhadores e do trabalho de marketing exercido por João Santana e Mônica Moura em favor do partido (tanto no período eleitoral quanto fora dele), os dois grupos lucravam ilicitamente, já que a manutenção do Partido dos Trabalhadores no poder permitia que os valores espúrios auferidos com a corrupção continuassem a abastecer os cofres da agremiação partidária e dos publicitários.”

E José Eduardo Cardozo lá no Senado, dizendo que as pedaladas de Dilma Rousseff não feriram a Lei de Responsabilidade Fiscal e blá-blá-blá.

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MANEZINHO CONTINUA COM TÍTULO SUSPENSO E FORA DA DISPUTA PELA PREFEITURA DE UPANEMA

Apesar de ainda constar na lista dos possíveis pré-candidatos a prefeito de Upanema pela oposição em 2016, o ex-vice-prefeito Manezinho recebeu uma notícia que desmanchou o seu projeto político.

Através de uma sentença condenatória, já transitada em julgado, que partiu de denúncia do Ministério Público Estadual – MPE, Manezinho foi condenado por improbidade administrativa por danos ao erário público e ficou com seus direitos políticos suspenso por 3 anos, a contar de 2015.  

De acordo com a sentença, Manezinho teria usado seu cargo de Chefe de Gabinete para “escolher os beneficiários dos programas de construção de casas populares por critérios pessoais ou de afinidade político-partidário”.

Segundo fomos informados, além da suspensão do título, Manezinho e os demais réus tiveram que ressarcir os cofres públicos com os valores, monetariamente atualizados.

O processo que condenou Manezinho não cabe mais recurso, já que se encontra transitado em julgado, o que torna a situação do “pré-candidato” ainda mais complicado, já que ele dificilmente conseguirá uma limitar ou mandato de segurança para conseguir registrar sua candidatura.

Ciente disso, o grupo de oposição tenta a todo custo viabilizar o nome do ex-vereador Dárcio Regis e da professora Pequena como candidatos a prefeito e vice-prefeito, respectivamente.

Em tempo: Manezinho disputou à Prefeitura de Upanema na eleição de 2012 e foi derrotado pelo atual prefeito, Luiz Jairo (PR), com uma diferença de 1.024 votos de maioria.  

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JACÓ JÁCOME DIZ QUE PT SUBESTIMA INTELIGÊNCIA DAS PESSOAS

O deputado estadual Jacó Jácome (PSD) usou o horário da liderança, nesta terça-feira (19), na Assembleia Legislativa, para falar sobre seu posicionamento em relação à decisão da Câmara dos Deputados no processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Para ele, o impeachment é constitucional.

“Os petistas e aliados tentam colocar na mente dos brasileiros a ideia de golpe, mas não devemos subestimar a inteligência das pessoas. Quem entende, sabe que um processo de impeachment julga politicamente o presidente da República e é constitucional. No caso de Dilma se analisa a questão política e jurídica”, disse Jacó.

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JOSIVAN BARBOSA FOI CONVIDADO PARA SER CANDIDATO A PREFEITO DE UPANEMA PELO PMDB

Apontado como um dos nomes do prefeito Silveira Júnior (PSD) para ser candidato à Prefeitura de Mossoró, o ex-reitor da Ufersa, Josivan Barbosa, por pouco não vai disputar as eleições municipais de outubro próximo em outra cidade.

Josivan Barbosa foi convidado para ser candidato a prefeito no município de Upanema. O convite partiu do PMDB, que está sem nome para concorrer com o atual prefeito Luiz Jairo (PR).

O ex-reitor confirmou o interesse do PMDB em sua candidatura e informou que problemas de saúde em sua família não permitiram viabilizar o projeto.

Fonte: Blog do Magnos Alves

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Se encarar a votação do impeachment como final de Copa, o Brasil irá perder!

Quatro considerações para o dia seguinte à votação do impeachment de Dilma Rousseff:

1) A votação do impeachment NÃO É uma final de Copa do Mundo, apesar de parte da sociedade estar vendendo-a como tal. Pode haver torcida por um resultado, campos adversários e muito roer de unhas, mas as semelhanças devem parar por aí. Se o destino do país for visto como um jogo e os que saírem “derrotados” (sejam eles pró ou contra) forem tripudiados e não convidados a reconstruírem as pontes de diálogo derrubadas na escalada de tensão dos últimos meses, veremos um aumento no ódio e no ressentimento e a violência se instalará na ruas.

2) Independentemente do resultado, o país seguirá ingovernável por um bom tempo. Tanto a manutenção de Dilma quanto a ascensão de Temer serão questionadas por setores sociais que não enxergarão legitimidade na mandatária, no mandatário ou em um processo de impeachment/golpe conduzido por Eduardo Cunha. Não estou torcendo pelo caos, o caos já está instalado. Nesse contexto cinza e amorfo, temos que ter especial cuidado com a garantia dos direitos fundamentais, das liberdades individuais, da dignidade do ser humano. E isso se estende da violência policial a manifestantes, à criminalização de movimentos sociais, passando por uma caça às bruxas aos grupos derrotados e à revisão de direitos pelo parlamento.

3) A despeito de alguns excelentes oradores, tanto contra quanto pró impeachment, os discursos dos deputados federais (que começaram na sexta e se estenderam até hoje, domingo) foram um show de horror, mostrando o baixo nível de grande parte de nosso parlamento. Vi aberrações na TV Câmara que, infelizmente, não podem ser desvistas e me acompanharão pela eternidade. Precisamos, urgentemente, de uma reforma política decente – e não aquele apanhadão inútil aprovado no ano passado e que não vai ao encontro do que as ruas pediram em junho de 2013. O único avanço recente foi o veto ao financiamento empresarial de campanhas – e graças ao Supremo Tribunal Federal. Otimizar o sistema, trazer o cidadão para participar mais diretamente dos destino de sua própria vida e educa-lo para a coisa pública é fundamental.

4) A quantidade de boatos e de informações erradas e mal checadas que circulou nos últimos dias foi assustadora e pode influenciar o resultado. Se isso tivesse chegado apenas por redes sociais e sites anônimos, já seria ruim, uma vez que muita gente não vê diferença entre uma notícia com fontes e um meme. Mas conteúdo problemático veio, aos montes, de veículos de comunicação, tradicionais e alternativos. É fato que a vida de colegas que estão cobrindo a crise, neste momento, é um rascunho do inferno: pouca gente para muitas tarefas (a crise econômica, a crise do próprio jornalismo/publicidade e erros de gestão ceifaram postos de trabalho) e falta de recursos para produzir boas pautas – o que significa ir à reboque da agenda de governo e/ou oposição e não conduzir por si investigações que pautem o debate público. Mas pior do que errar mais do que o de costume devido aos fatores listados, são as preferências político-partidárias de alguns veículos vazarem para fora de onde deveriam ficar restritas – os editoriais e páginas de opinião – e chegarem à reportagem, transformando jornalismo em panfletagem. De ambos os lados da disputa. Quando esse rebu acabar, precisamos discutir o papel da mídia no processo. Porque não adianta atacar a democracia e pedir desculpas na próxima retrospectiva de fim de ano.

Fonte: UOL Política!

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