LAVA JATO VAI PEGAR LULA E LEVÁ-LO AO XADREZ
O que se ouve em Brasília é que a operação Lava Jato vai pegar, sim, Lula e levá-lo ao xadrez. Mas antes dele seriam presos o ex-ministro da Fazenda, Antônio Palocci, e Paulo Okamoto, este principal operador do ex-presidente e dono das finanças do Instituto Lula.
Em março, o nome de Palocci figurou na lista de 50 autoridades contra as quais o procurador-geral, Rodrigo Janot, pediu a abertura de inquéritos ao STF. O relator da Lava Jato no STF, ministro Teori Zavascki, determinou a abertura de investigações sobre Palocci, mas na primeira instância, ou seja, sob o comando do juiz Sergio Moro.



Cláudio Humberto destaca que apesar de ter declarado que “suporta a pressão”, a presidente Dilma já teria preparado uma carta-renúncia. Fontes do Palácio do Planalto garantem que a redação da carta não foi um ato solitário, como é comum nesses casos: Dilma teria contado com a ajuda de dois dos seus ministros mais próximos, Aloizio Mercadante (Casa Civil) e José Eduardo Cardozo (Justiça), apesar de ambos serem contrários à ideia.


O PSDB usará suas inserções de quinta-feira (6) e sábado (8) no rádio e na televisão para convocar a população brasileira a participar de um ato contra o governo de Dilma Rousseff (PT) previsto para o próximo dia 16 deste mês.
O governo Dilma Rousseff trabalha com dados que indicam uma nova queda da presidente nos índices de popularidade. Na última sondagem tornada pública, da CNT/MDA, só 7,7% disseram aprovar o governo – percentual mais baixo que o de Fernando Henrique Cardoso, até então campeão de impopularidade na série damesma pesquisa, informa Mônica Bergamo, hoje na sua coluna da Folha de S.Paulo.
De público, Lula oscila. Ora bate duro em Dilma e a acusa de estar no volume morto. De ter mentido na eleição passada. E de fazer um governo de surdos.
No texto, intitulado “Recessão e corrupção: a podridão crescente no Brasil”, o principal diário de economia e finanças da Grã-Bretanha diz que “incompetência, arrogância e corrupção quebraram a magia” do país, que poderá enfrentar “tempos mais difíceis”.
O governo publicou nesta terça-feira (22) no “Diário Oficial da União” o veto integral da presidente Dilma Rousseff ao projeto, aprovado pelo Congresso, que previa reajuste de até 78% nos salários