VERSÃO DO VEREADOR CARLINHOS GARCIA


Nas vias, a sinalização está controlando o tráfego e reduzindo o risco de acidentes, inclusive envolvendo pedestres. Isso está sendo possível graças à aplicação de faixas e de redutores de velocidade. O serviço contemplou as principais vias e também locais de grande movimento, como escolas e a unidade mista de saúde.
A sinalização vertical tem ajudado à população local e, especialmente, os visitantes a encontrarem diversos locais, como o Beira Rio (local bastante visitado por turistas), o estádio Freirão, a sede da prefeitura e da promotoria e, até, a barragem de Umari.
O agricultor Luiz da Silva elogiou o trabalho realizado pela prefeitura. “A sinalização do pavimento asfáltico está nos dando mais segurança, principalmente em frente às escolas. Além disso, os nossos visitantes agora estão tento uma orientação para encontrar diversos lugares em nossa cidade”, argumentou.
O prefeito Luiz Jairo destacou que a sinalização tem o objetivo de melhorar o trânsito, reduzindo, consequentemente, os acidentes, e facilitar a localização de locais comumente procurados. “Sentimos a necessidade fazermos esse tipo de intervenção, que melhora o dia a dia da população”, ressaltou.
Fonte: Prefeitura Municipal de Upanema
Na longa reunião em que comunicou a seus aliados a disposição de ingressar no PSB, Marina Silva centrou críticas no PT e no governo, dizendo haver risco de instalação no país do estilo político do presidente venezuelano Hugo Chávez, morto em março, acusado por seus críticos de perseguição contra a oposição e a imprensa.
No encontro ocorrido em sua casa, e que só terminou por volta das 5h de ontem, Marina disse que sua Rede Sustentabilidade foi vítima de “chavismo” pela tentativa de aprovação no Congresso de projeto que sufocava as novas legendas e pelo alto índice de rejeição de assinaturas de apoio em cartórios como o do ABC Paulista, reduto do PT.

Marina entra no PSB e diz que vai ‘adensar candidatura’ de Campos
“O aparelhamento do Estado e das instituições pelo PT é insuportável. O caso da Venezuela é um populismo autoritário com inspiração militarista, aqui esse fenômeno é mais sofisticado”, disse o vereador paulistano Ricardo Young (PPS), um dos presentes na reunião.
Questionada em coletiva de imprensa sobre o uso da expressão, Marina afirmou que “houve um esforço para inviabilizar” o seu partido.
“Há uma tentativa no país de tentar, de forma casuística, eliminar uma força política que legitimamente tem o direito de se constituir como um partido político. Vejo um risco de aviltamento da nossa democracia”.
No encontro com os aliados, Marina disse ainda que o PT comemorava ter “abatido ainda na pista” o “avião” da Rede. Essa reunião foi realizada logo após o encontro em que ela selou o acordo com o governador Eduardo Campos (PSB-PE).
Fonte: Folha de São Paulo

Disputas internas no PT e PSDB e a falta de renovação dos quadros políticos locais nas últimas duas décadas fizeram com que São Paulo, pela primeira vez desde as eleições presidenciais de 1950, há 63 anos, não tenha candidato competitivo ao pleito de 2014.
Na disputa após a redemocratização do país, com o fim do Estado Novo e da Segunda Guerra Mundial em 1950, o gaúcho Getúlio Vargas (PTB) venceu com 48,7% dos votos válidos. O fluminense Eduardo Gomes teve 29,7% dos votos.
Após isso, em oito eleições diretas e duas indiretas, quadros políticos de São Paulo estiveram presentes na corrida pelo Palácio do Planalto.
Com absoluta hegemonia de candidatos paulistas nas décadas de 1990 e 2000, a partir das presenças de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luís Inácio Lula da Silva (PT), que ocuparam a cena eleitoral do país no período.
Na avaliação do cientista político Bruno Wanderley Reis, professor do Departamento de Ciências Políticas da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), as disputas internas no PT e PSDB de São Paulo acabaram minando as chances de virtuais candidatos do Estado ao Palácio do Planalto.
“Não é uma tendência. É uma situação aleatória. Por causa das brigas internas dos grupos políticos dentro do PSDB e do PT, São Paulo ficou sem candidatos”, diz o professor.
“O [Geraldo] Alckmin [governador de São Paulo] tem bons motivos para não deixar de tentar a reeleição. Além de não poder abrir mão do Palácio Bandeirantes para o grupo do [José] Serra, atualmente ele é o único nome competitivo da legenda na disputa estadual para enfrentar o PT”, afirma.
Quanto à candidatura presidencial de José Serra, segundo Reis, ela começou a ser desconstruída em 2010 pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG).
“Ao ter esticado ao máximo a disputa interna e insistido nas prévias em 2010, impedindo que Serra fosse consenso na legenda, Aécio fragilizou o nome do paulista para a disputa em 2014, e foi ocupando espaço dentro do partido.
Com a derrota de Serra para a prefeitura de São Paulo em 2012, o quadro desfavorável (para o paulista) completou-se e ele teve de desistir”, diz o cientista político.
“Dentro do PT paulista, a situação não foi diferente. Isso fez com que os quadros políticos de São Paulo, que durante duas décadas tiveram o virtual monopólio das eleições, ficasse de fora do pleito de 2014”, afirma o professor da UFMG.
“O Aécio conquistou espaço no PSDB com seu discurso de federalismo fiscal, que defende uma distribuição de recursos mais equilibrada entre União, estados e municípios. Sua base política é constituída por prefeitos, deputados e vereadores, assim como a do Lula é de sindicalista e trabalhadores. Isso sustentou o crescimento do seu nome na legenda”, diz Reis.
A professora do Departamento de Ciências Políticas da USP (Universidade de São Paulo) Maria do Socorro Souza Braga concorda. Estudiosa de eleições presidenciais, a professora diz que a não participação de quadros políticos de São Paulo nas eleições presidências de 2014 é “um fato totalmente inusitado”.
“Essa situação é resultado das lutas internas dos partidos em São Paulo, além da não renovação dos quadros partidários. São as mesmas pessoas, os mesmos nomes, no PT e no PSDB, há 20 anos”, afirma.
“O próprio Fernando Henrique (Cardoso) comentou que a fila anda. Tem que andar”.
“Alckmin não pode sair para não abrir espaço para o grupo do Serra. Também não pode se arriscar numa eleição presidencial e permitir que o PT possa vencer o pleito estadual.
As lideranças do PT em São Paulo, possíveis candidatos a presidente foram caindo um por um. (José) Dirceu por causa do mensalão, (Aloísio) Mercadante e Marta Suplicy, que em determinados momentos tiveram chance de substituir Lula, tiveram seus nomes queimados por essas disputas internas”, diz a especialista.
“Quando Lula teve de procurar um nome teve de fazê-lo fora de São Paulo”.
Maria do Socorro Braga diz ainda que o fato de o campo político à direita estar esvaziado nos últimos anos também explica o “fato inusitado” de São Paulo não ter candidatos às eleições presidências.
“A direita sempre teve um núcleo importante em São Paulo, mas está cada vez mais acéfala e não consegue lançar candidaturas. Os partidos que atuam nesse campo não conseguem se fortalecer e acabam optando pelas coligações, a exemplo do PSD”, afirma.
Nem na ditadura militar, quando foram realizadas cinco eleições indiretas, absolutamente controladas pelo regime instalado em 1964, os paulistas deixaram de marcar presença em eleições presidenciais.
Ulysses Guimarães, deputado federal e presidente do então MDB (Movimento Democrático Brasileiro), há quase 40 anos, enfrentou a ditadura militar por meio de uma anti-candidatura sem chances de vitória.
Ulysses apresentou seu nome ao colégio eleitoral que elegeu indiretamente o general Ernesto Geisel e o general Adalberto Pereiras dos Santos como vice, da Arena (Aliança Renovadora Nacional), presidente da República, em janeiro de 1974, com 84,04% (400) dos votos dos deputados e senadores.
O deputado federal de Itirapina (SP) (214 Km da capital) e o pernambucano candidato a vice Barbosa Lima Sobrinho tiveram 76 votos (15,96%).
Terá valido a pena essa candidatura paulista, em algum momento, na luta contra a ditadura, lembra a professora da USP. Pois, 14 anos depois da anti-candidatura paulista, em 5 de outubro de 1988, há exatos 25 anos, Ulysses apresentava ao país uma nova constituição – democrática – e declarava seu “ódio” e “nojo” ao período ditatorial, sem eleições presidenciais, que se encerrava.
Fonte: Do UOL, em Belo Horizonte
Eduardo atrai Marina e deixa Aécio zonzo, por Ricardo Noblat
Quem perdeu e quem ganhou com a filiação de Marina Silva ao PSB e a hipótese admitida por ela de ser vice de Eduardo Campos, candidato do partido a presidente da República?
Para quem aspirava ser candidata a presidente, Marina perdeu. Não conseguiu montar seu partido, o Rede, no tempo fixado pela lei. O sonho de alcançar a presidência ficou distante.
Depois de Marina, Aécio Neves, candidato do PSDB à vaga de Dilma, foi quem mais perdeu. Marina deve transferir parte dos seus votos para Eduardo. Os dois têm um perfil semelhante.
Em um eventual segundo turno contra Dilma, o PSDB não terá dificuldade de apoiar Eduardo. O ex-presidente Fernando Henrique já o disse.
A recíproca não é verdadeira. O PSB foi aliado do PT. Apoiar Aécio seria uma guinada à direita que o partido não está inclinado a dar.
Dilma perdeu mais do que ganhou com a aliança Eduardo e Marina. É verdade que antes seria obrigada a enfrentar dois adversários, além de Aécio. E que agora enfrentará apenas dois, contando com Aécio.
Mas num segundo turno contra Marina ela atrairia os votos do PSB e até mesmo parte dos votos do PSDB. Contra Eduardo, não.
Ganhou Eduardo, um candidato até aqui desconhecido pela esmagadora maioria dos brasileiros, e que recebe o aval da vice-campeã nacional das pesquisas de intenção de voto.
Que candidato é esse?
Por desconhecido, a rejeição a Eduardo é mínima. O que antes sustentava sua pretensão era o fato de ser o governador mais bem avaliado do país – 87%. Marina se oferece para avalizá-lo. Não pode mais ser subestimado.
Votaria em Marina quem a vê à esquerda do PT. E também os eleitores cansados da polarização PT e PSDB. Eduardo passará a ser observado com interesse por essa gente que não o enxergava.
A oposição ao PT pretendia empurrar a próxima eleição presidencial para o segundo turno com a ajuda de três candidatos – Marina, Eduardo e Aécio. Terá fôlego para empurrá-la apenas com dois – Eduardo e Aécio?
Se a resposta for sim, esquentarão as chances de Lula concorrer de novo à presidência. O PT não topa correr o risco de ser derrotado. E Lula ainda se mantém nas pesquisas como o candidato mais forte.
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Fonte: Noblat – Facebook
“Nós da categoria da saúde agradecemos aos vereadores que votaram em nosso favor e ao prefeito Luiz Jairo, além do seu vice-prefeito Anísio Júnior e lamentamos a fraqueza do vereador Valério Augusto”, disse.
“Essa posição do vereador Valério Augusto (PMDB) foi, sem dúvidas, horrível. Ele está na Câmara Municipal para representar o povo e não pra fazer esse tipo de coisa. O que pretendíamos fazer hoje não era nada demais, apenas comemorar por uma conquista de uma luta de todas nós que há 4 anos esperávamos por isso. Nós só temos a agradecer aos vereadores que votaram favorável ao projeto e, principalmente, ao prefeito que sancionou a lei”, disse.
A técnica de enfermagem, Conceição Medeiros, também demonstrou estar revoltada pela ação vergonhosa do vereador do PMDB. “Nós tivemos um encontro com todas as profissionais e, após isso, passamos a arrecadar uma determinada quantia em dinheiro para comprar dois bolos especiais, refrigerantes e frutas para comemorarmos por essa conquista que todas nós tivemos. Nós acreditamos que tudo isso que ocorreu aqui hoje foi um descaso, uma atitude de vandalismo por parte de um representante do povo, chegar e bagunçar por três vezes consecutivas”, destacou.
Patrícia Santos, uma das técnica de enfermagem que organizaram a comemoração que aconteceria ontem na Câmara Municipal de Upanema, estava completamente revoltada pela atitude do vereador Valério Augusto (PMDB). “Nós nos reunimos hoje aqui na Câmara Municipal para realizar uma comemoração pela conquista que há quatros anos nós estávamos lutando. Só que chegou o vereador Valério Augusto que desde o começo foi totalmente contra nós, votou contra nosso projeto, e agora chegou ao ponto de virar tudo. Eu estou indignada com tudo isso que aconteceu, pois ele virou a mesa com nosso alimento três vezes com ignorância, portando-se como um vândalo na casa que, de fato, é do povo, e acabou com a nossa comemoração. Agora, o que nós realmente queremos é que seja feito alguma coisa, por que isso é uma abominação”, disse