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MENSAGEM DO PREFEITO LUIZ JAIRO E DO VICE-PREFEITO JUNINHO EM HOMENAGEM AO DIA DOS PAIS

Meus amigos de Upanema. Hoje é um dia muito especial. É o dia em que homenageamos um ser fundamental para todas as famílias. É o dia de saudarmos, mas do que nunca, a todos os pais.
Nesta data, quero saudar, de forma muito especial, a todos os pais de Upanema.

Em nome do meu pai, quero falar da importância deste ser dentro da família. O pai é o alicerce de toda família, é o aporte da esposa e dos filhos. Quantas famílias vemos destruídas pela falta da presença de um pai para orientar, especialmente, na formação dos filhos.

O pai tem a palavra forte nos momentos necessários, mas também os braços abertos para amparar a todos.

Na nossa gestão contamos com a participação de muitos pais, que estão contribuindo, de forma decisiva, para que os serviços públicos funcionem de acordo com o desejo da população.
Contamos especialmente com os pais que fazem o dia a dia e o crescimento da cidade, através de iniciativas empreendedoras e também das cobranças feitas ao Município.

Neste sentido, eu e o vice-prefeito Juninho desejamos a todos os pais de Upanema, hoje e em todos os dias, muita paz, saúde e prosperidade.

Parabéns e obrigado pela participação de todos na construção de uma Upanema melhor.

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MARCO FELICIANO É AGREDIDO EM VOO POR ATIVISTAS GAYS

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CRISTOVAM BUARQUE COLOCA EM DÚVIDA CASSAÇÃO DO PRIMEIRO SENADOR CONDENADO

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) afirmou nesta sexta-feira (9) que tem dúvidas sobre uma possível condenação do colega Ivo Cassol (PR-RO), o primeiro senador condenado à prisão desde a Constituição de 1988. O Supremo Tribunal Federal (STF) considerou Cassol culpado por fraude em licitações quando era prefeito, com pena de quatro anos e oito meses de cadeia. “Eu não sei se a gente vai cassar não, porque eu já tive muitas surpresas de coisas que eu esperava e não aconteceram, sobretudo em votação fechada. Agora, eu considero muito difícil um senador passar a noite preso e o dia trabalhando”, ponderou. A dúvida também passa pela forma de votação, já que apesar de o Senado discutir o voto secreto, alguns parlamentares defendem a análise secreta, como o vice-presidente da Casa, Jorge Viana (PT-AC). “Eu particularmente tenho opinião que para eleição da Mesa e perda de mandato a gente tem que fazer como fazem o Supremo e outras instituições importantes. Voto aberto pra tudo enfraquece as instituições, enfraquece, na minha opinião, o interesse público e fortalece o interesse das corporações”, disse. Não existe previsão de quando o assunto será analisado no Congresso, visto que o STF decidiu repassar a decisão de cassar o senador condenado para o parlamento. Informações da Agência Brasil.

Fonte: Blog do Zeca

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VEREADOR DO PMDB VAI RESPONDER NA JUSTIÇA POR ESTUPRO

A informação consta no Portal de Serviços do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), ao consultar processos de Primeiro Grau. Na Comarca de Florânia, jurisdição de Tenente Laurentino Cruz consta o processo Nº 0000689-03.2011.8.20.0139. A denúncia coube ao Ministério Público do Estado (MP/RN).CLIQUE AQUI e acompanhe a movimentação do caso.

Inquérito Policial Nº 003/2011 originário da Delegacia de Polícia de Tenente Laurentino Cruz. Trata-se de uma Ação Penal, “Procedimento Ordinário/Estupro” contra o vereador Francisco Cleudimar da Silva Ferreira, o Cleudimar (PMDB). O vereador tem 37 anos, casado, é agricultor e tem ensino fundamental incompleto.

Fonte: Marcos Dantas – Robson Pires

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CANDIDATA DE PARNAMIRIM É ELEITA MISS RIO GRANDE DO NORTE

A noite de ontem (08) foi de glamour, beleza e muita expectativa no Vila Hall, Via Costeira, onde todos os olhos estavam voltados para a passarela que revelou a nova Miss Rio Grande do Norte. Após passar por todas as etapas, a representante de Parnamirim, a miss Cristina Alves, de 24 anos, foi eleita a mulher mais bonita do Estado – dia 28 de setembro ela irá representar os potiguares na etapa nacional, em Belo Horizonte (MG). Cristina é advogada, tem 1,73m de altura, e desde o início do concurso arrancou as manifestações mais acaloradas vindas do público.

O segundo lugar ficou com a arquiteta Bárbara Elali, 24, representante de Natal, e o terceiro foi para a miss Monte Alegre, Erika Fontes de 19 anos. Isabelly Brasil, 21, candidata de Ceará-Mirim, terminou em quarto lugar e eleita a Miss Elegância; já a representante de Jucurutu, Ana Eulália Fernandes, levou o prêmio de Miss Simpatia.
Tenho o maior prazer em organizar o concurso, me apaixonei pelo mundo Miss e espero que no próximo ano possamos sediar o Miss Brasil”, disse o produtor de moda e coordenador do Miss RN, George Azevedo. “Temos uma responsabilidade e plenas condições de trazer a coroa de volta. As meninas daqui do RN são sempre bastante aguardadas na etapa nacional, está aí Larissa Costa (Miss Brasil 2009) e Kelly Fonseca (segundo lugar no Miss Brasil 2012) para comprovar isso”, acrescentou.
O concurso Miss RN 2013 reuniu 25 candidatas e os desfiles começaram com atraso às 21h25. Na primeira entrada, as concorrentes vestiram looks casuais e, como não poderia deixar de ser, houve escorregão de uma miss na saída da passarela e muito sangue frio de algumas candidatas para manter a pose com as faixas que insistiam em escorregar pelo ombro.
Fonte: Blog do Erinilson Cunha
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“UMA POLÍCIA ANACRÔNICA”. POR MARIO CONFORTI

Muito antes do início dos recentes protestos por todo o Brasil, a conduta da Polícia Militar vinha sendo questionada pela sociedade. As principais vítimas do despreparo policial são os cidadãos mais pobres, marginalizados. No entanto, parte da classe média urbana — e uma diminuta fração das elites — sofreu com os indesculpáveis excessos cometidos pela polícia durante as manifestações, o que acabou por repercutir ainda mais negativamente para as corporações militares estaduais.

Na esteira dessa repercussão, o então comandante-geral da PM do Rio de Janeiro, em entrevista ao GLOBO (17/7), deixa transparecer a origem dessa violência policial — nem sempre clara. As respostas dadas por aquele que está no comando da corporação e, supostamente, deve liderar as ações dos subordinados são inacreditáveis.

Por exemplo, policiais, em geral, sem treinamento na contenção de distúrbios há cinco anos. Por sua vez, as ditas revisões de conduta chegam a ser cômicas. Ora, não é preciso ser especialista em armas não letais para saber que não se deve utilizar gás lacrimogêneo em áreas residenciais, principalmente perto de clínicas e hospitais.

Poucos sabem que a Polícia Militar foi fundada no Rio de Janeiro, em 1809. Desde então, a PM atuou em repressões violentas a toda a sorte de revoltas e rebeliões. Participou de batalhas na Guerra do Paraguai. Chegou, inclusive, a enviar praças para a Força Expedicionária Brasileira, na Segunda Guerra Mundial.

Com o golpe, em 1964, a PM foi importante instrumento de repressão e tortura aos opositores do regime. Percebe-se que o emprego do adjetivo militar no nome da corporação não é por acaso.

Considerando todo o passado beligerante da PM, desde o seu nascedouro, pergunta-se: faz sentido, em pleno século XXI, que militares de coturno patrulhem as ruas? Soldados treinados sob a rígida hierarquia militar — e seus peculiares princípios — são os mais indicados para o trato com a população civil? A experiência trágica ao longo dos anos mostra que não.

Leia a íntegra no blog: http://goo.gl/WQ1m0g

Fonte: Noblat

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RELIGIOSOS REAGEM COM NOVOS PROJETOS À LEI QUE DÁ GARANTIAS PARA VÍTIMA DE ESTUPRO

A bancada religiosa da Câmara dos Deputados reagiu à sanção da lei que estabelece garantias às vítimas de violência sexual com a apresentação de três projetos que querem derrubar integralmente a lei ou pelo menos minimizar sua importância.

Na semana passada, mesmo após muita pressão de evangélicos e católicos, a presidente Dilma Rousseff sancionou integralmente a lei que torna obrigatórias políticas já adotadas pelo Ministério da Saúde e pelos serviços de atendimento às vítimas de violência sexual. Como, por exemplo, a oferta de imediato da pílula de emergência e de informações sobre os direitos da vítima – como o aborto, nos casos de gravidez decorrente de estupro.

Apesar de ter mantido a lei, o governo enviou ao Congresso um projeto de lei para “corrigir” imprecisões técnicas do texto. Uma das mudanças seria a substituição do termo “profilaxia da gravidez” na lei sancionada por oferta da “medicação com eficiência precoce para prevenir gravidez resultante de estupro”. Tratou-se mais de um gesto político para tentar minimizar a reação dos religiosos do que uma mudança na prática.

Os deputados evangélicos Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e pastor Eurico (PSB-PE) apresentaram, na terça (6) e quarta-feira (7) respectivamente, propostas que pedem a revogação integral da lei.

Na justificativa, o deputado pastor Eurico afirma que “a Lei 12.845, de 1º de agosto de 2013, tem manifestamente como principal objetivo preparar o cenário político e jurídico para a completa legalização do aborto no Brasil”.

Nesse texto, o pastor afirma que há um “compromisso” do governo Dilma com a legalização do aborto.

Nesta quinta (8), um terceiro projeto contra a lei foi apresentado pelos deputados Salvador Zimbaldi (PDT-SP), Hugo Leal (PSC-RJ) e Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

A proposta quer suprimir da lei a referência à entrega da pílula de emergência –“profilaxia da gravidez”– e à oferta das informações à mulher vítima da violência, entre outras alterações pretendidas.

A bancada estuda pedir o apensamento de todos esses projetos, incluindo o do Executivo, a uma proposta que já tramita na Casa e quer proibir a distribuição da pílula de emergência.

Católicos estão preparando, para o dia 16, 12 horas de vigília em frente ao Palácio do Planalto contra a lei sancionada por Dilma. Organizado pelo movimento nacional Pró-Vida e Pró-Família, o ato promete cantorias e orações durante toda a noite.

Fonte: Folha de São Paulo

Upanema

NO BLOG DE JOSIEL GONDIM: COMENTÁRIO DE DEDÉ GARI

Parabenizar ao coordenador Jó, mostra que ele está atento a estas pequenas situações, mais que trazem um pouco de conforto a nós garis, que por incrível que pareça antigamente nós tínhamos dificuldades até mesmo de abrir a própria porta do prédio, e o coordenador resolveu este problema tão simples, e com a iluminação mostra mais ainda a sua competência, continue assim.

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CÁRMEN LÚCIA ANULA CONVÊNIO EM QUE TSE FORNECERIA DADOS DE ELEITORES

POR MEIO DO CONVÊNIO, SERASA DARIA AO TRIBUNAL MIL CERTIFICADOS DIGITAIS.
ACORDO GERARIA ‘INTRANQUILIDADE DOS ELEITORES’, DISSE PRESIDENTE DO TSE.

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, decidiu nesta sexta-feira (9) anular o convênio com a Serasa e que previa repasse de dados cadastrais de 141 milhões de eleitores brasileiros para a empresa. Em troca, a Serasa forneceria mil certificados digitais ao tribunal.

A Serada é uma empresa privada que gerencia um banco de dados com informações, relativas a consumidores e empresas, sobre dividas vencidas e não pagas, cheques sem fundo e registro de protesto de títulos. Os certificados digitais seriam usados pelos servidores do tribunal. São instrumentos que permitem a consulta do teor de processos judiciais por pessoas cadastradas.

Na quinta, a Corregedoria Eleitoral já havia determinado a suspensão do acordo, pelo qual o TSE repassaria à Serasa nome do eleitor, número do título e situação da inscrição eleitoral, que permitiria à empresa verificar eventuais óbitos. Além disso, o convênio previa a validação do nome da mãe e data de nascimento, ou seja, a Serasa enviaria os dados e o tribunal apenas confirmaria as informações.

“A nulidade do ato em questão – Acordo de Cooperação Técnica – deve-se à ausência de fundamento jurídico válido, porque a Empresa Partícipe não dispunha das condições legais para ser autorizada por este Tribunal Superior Eleitoral, a despeito das opiniões contrárias e bem fundamentadas, que foram exaradas nos autos e que conduziram à sua assinatura”, afirma Cármen Lúcia, que entendeu que apenas entidades públicas poderiam acessar os dados.

“Assim, os vícios que maculam aquele Acordo levam-me a declarar a sua nulidade, porque eivado de antijuridicidade, que, no caso, conduz à intranquilidade dos eleitores quanto aos dados por eles entregues à guarda e utilização legal da Justiça Eleitoral, que não é senhor das informações nem de seu acesso”, completou.

Na quarta-feira, o tribunal explicou que, apesar de o convênio ter sido publicado no “Diário Oficial da União”, nenhuma informação foi repassada à Serasa porque o acordo ainda não tinha sido efetivado.

Para a ministra, “não poderiam os órgãos deste Tribunal Superior ter autorizado, menos ainda assinado o Acordo de Cooperação Técnico, por ausência de fundamento legal válido”.

O acordo com a Serasa foi assinado pelo diretor-geral do tribunal, Anderson Vidal, e baseado em resolução de 2003 que prevê convênios para compartilhamento de informações. Na decisão desta sexta-feira, a presidente do TSE afirmou que não é possível firmar acordos desse tipo com empresas privadas.

“Não seria imaginável como possível que entidades particulares, com finalidades privadas, pudessem ou pretendessem ser autorizadas, legitimamente, pela Justiça Eleitoral a acessar os dados cadastrais, que os cidadãos brasileiros entregam aos órgãos do Judiciário com a certeza da confiança de manutenção do seu sigilo e de sua utilização restrita aos fins daqueles órgãos. Assim, entidades autorizadas somente podem ser públicas ou de interesse público, o que não é o caso da Partícipe particular do Acordo firmado.”

Cármen Lúcia determinou ainda que seja constituído um grupo de trabalho para análise de acordos vigentes sobre o cadastro de eleitores.

Ela alterou ainda o artigo do regulamento interno que prevê assinatura de acordos por parte da diretoria-geral. Cármen Lúcia estipulou que os contratos só podem ser assinados “quando houver delegação da Presidência”.

A ministra explica, no despacho, que “avocou” o caso, ou seja, chamou o processo para si, “em razão da gravidade da matéria neles cuidada”.

“O cadastro eleitoral é patrimônio dos cidadãos brasileiros. Em especial, patrimônio dos eleitores nacionais. E o seu fundamento é a confiança na Justiça Eleitoral e na inexpugnabilidade dos dados a ela confiados.”

Fonte: Do G1, em Brasília

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