DESCONFIE DE MÉDICO QUE MAL TE OLHA E JÁ PEDE EXAMES

Médicos e hospitais ainda não se sentem confortáveis quando o paciente assume o protagonismo do seu problema de saúde e os enchem de perguntas ou questionamentos. Passei por essa experiência no último sábado, após sofrer uma queda e, em seguida, um desmaio em Recife (PE).
Por precaução, fui levada a uma emergência de um hospital privado. O plantonista, um cirurgião plástico, não me examinou, mal me olhou e já pediu um raio-X do joelho direito (que ficou todo ralado com a queda) e uma tomografia de crânio, mesmo após eu e meu acompanhante garantirmos que não havia batido a cabeça (já estava sentada e amparada por um amigo quando apaguei).
Questionei o motivo da indicação da tomografia e se os riscos (radiação acumulada aumenta a chance de câncer) não seriam maiores do que os benefícios (já que o médico mesmo reconhecia que muito provavelmente o exame daria normal porque não havia batido a cabeça). Ele insistiu com os exames e indicou medicação endovenosa para dor e para minha queixa de enjoo.
Folha de São Paulo



Uma das muitas coisas boas feitas pelo prefeito Luiz Jairo (PR) foi ter propiciado a Upanema se livrar do médico da injeção.
07 dos 09 vereadores participaram da sessão desta sexta-feira, 07, após as eleições municipais, onde 03 vereadores não conseguiram sua reeleição.
A oposição agora está inventando que Luiz Jairo está fazendo uma campanha rica, enquanto o candidato de lá seria um pobretão. Vamos comparar e analisar bem quem realmente tem dinheiro para gastar na campanha.
Pela terceira vez a Lei da Ficha Limpa é usada em uma eleição. E, dessa vez, ela deixou de fora mais de mil pessoas que tentaram se candidatar em todo o país a prefeito ou vereador.
Na política, alguns sinais evidenciam quando um candidato está derrotado. Esses sinais vão aparecendo aos poucos e se intensificam ao passo que o dia da votação se aproxima.

O comentário que se ouvia, após a movimentação do candidato Onildo Bezerra (PP), da oposição em Upanema era de se impressionar. O povo voltava para suas casas, cabisbaixos e se perguntando o que aconteceu para não dar certo esse “arrastão”, como diziam eles, previsto para ontem (14) à noite.