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PRESO NA LAVA JATO É DONO DO BANCO QUE DOOU PARA CAMPANHA DE FÁTIMA

De acordo com o portal No Ar, o banco BTG Pactual foi um dos financiadores da campanha da senadora Fátima Bezerra. Nesta quarta-feira (25), André Esteves, dono do banco, foi preso por suspeita usar sua estrutura financeira para destruir provas na Lava Jato.

A doação do BTG à campanha da senadora foi legal e está registrada no site da Justiça Eleitoral. Ela foi realizada em 21 de outubro do ano passado, no valor de R$ 250 mil.

O BTG é a quarta empresa implicada na Lava Jato que aparece na lista de doações à campanha de Fátima. Antes dele, apareceram a Engevix, Andrade Gutierrez e JBS.

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PR GRAVA PROGRAMA PARTIDÁRIO DANDO VEZ E VOZ AO INTERIOR DO RN

PR-UpanemaEquipe do PR com o prefeito Luiz Jairo durante gravação em Upanema

O presidente estadual do Partido da República – PR, João Maia, resolveu usar o espaço da propaganda partidária na TV e rádio, que vai ao ar no próximo mês de dezembro, para dar vez e voz aos municípios.

Todas as regiões do estado do Rio Grande do Norte terão participações, tendo como protagonistas lideranças locais. Os líderes aparecerão apresentando projetos e obras realizadas, com o apoio do partido em seus municípios. Os vídeos tem direção do jornalista Mauricio Pandolphi. 

Algumas gravações foram feitas na BR 110, que liga Mossoró a Upanema e Campo Grande, no anel viário de Caicó, na adutora de Maxaranguape para São Gonçalo do Amarante e na fábrica de cimento de Baraúna. Imagens aéreas foram captadas com a utilização de um drone.

O programa deve também mostrar, em outras versões, lideranças discutindo novas conquistas para os municípios e mulheres do PR falando sobre suas ações solidárias. 

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PMDB É A MAIOR ORGANIZAÇÃO DE SALTEADORES DA REPÚBLICA, DIZ JORNALISTA

O jornalista Ricardo Boechat, comentarista da rádio Band News, lembrou que o PMDB integrou “rigorosamente” todos os governos desde o fim da ditadura e que assumiu fatias importantes de poder nos governos Lula e Dilma.

“Nossa inflação está sendo pressionada sucessivamente por conta dos aumentos na tarifa de energia elétrica e isso é obra do Ministério de Minas e Energia, que esteve nas mãos do PMDB durante os últimos muitos anos”, afirmou.

“Essa reunião de hoje é um movimento de traição mais vil que possa acontecer. Vocês são o maior aglomerado de salteadores que a República brasileira já viu”, criticou.

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EM MINAS GERAIS, 59,6% QUEREM IMPEACHMENT DE DILMA

Pesquisa realizada entre os dias 7 e 11 deste mês em Minas Gerais, onde nasceu a presidente Dilma, revela que 59,6% dos entrevistados querem seu impeachment. O levantamento do Instituto Paraná, um dos mais acreditados do país, entrevistou 1.583 eleitores em 84 municípios mineiros. Apenas 30,7% dos conterrâneos são contra o impeachment, 8,1% não são a favor, nem contra, e 1,6% não sabe ou não opinou.

A pesquisa em Minas mostrou também que 84,2% dos eleitores desaprovam a administração de Dilma. Apenas 12,7% a aprovam. Em pesquisa estimulada, 43,5% votariam hoje em Aécio Neves (PSDB) para presidente, contra 17,2% de Lula (PT) e 14,3% de Marina (Rede). Se o candidato do PSDB fosse Geraldo Alckmin, 25,4% votariam nele para presidente em Minas. Marina subiria para 22,8% e Lula 18,4%.

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SER CANDIDATO PELO PT EM 2016 É DERROTA NA CERTA

Com a forte rejeição ao nome e ao partido, divulgada por recente pesquisa, o lulismo caminha trôpego para o colapso final. O símbolo da sigla partidária, representada pela estrela vermelha solitária, numa referência a seu único nome de peso, amarga um final melancólico. Muitas pessoas que estão filiadas a legenda sentem até vergonha.

Para o pleito do próximo ano o candidato estar filiado ao PT é sinal evidente de derrota. Foi assim na eleição de domingo passado no município de Passagem. O eleitor deu a resposta. PT nunca mais. O candidato petista amargou uma derrote redonda.

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O PT NÃO É UM PARTIDO. É UMA ANOMALIA!

O PT é uma metástase e a presidência é apenas um tumor. O PT é uma anomalia. Um partido sacana! Já devia ter sido dizimado. O traço mais característico desta praga é não enxergar um palmo a frete do seu nariz.

Não estou falando de pessoas. Estou falando de partido. Se existem pessoas boas no PT? Claro! Mas já deviam ter saído. Continuar é se igualar. O PT propôs o Impeachment do então presidente FHC. Não aceita que peçam o de Dilma. Pediu o de Collor. Não aceita que peçam o de Dilma. É uma desgraça.

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Nem o PSDB quer mais saber de Eduardo Cunha (PMDB)

O PSBD e sua bancada na câmara dos Deputados deu sua sentença nesta quarta-feira, classificando como um “desastre” a defesa de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) em relação às grandes acusações que estão sendo feitas a ele, referente a envolvimento em corrupção. Além do mais, os tucanos pedem o afastamento do Presidente da casa, justificando que a bancada não irá “transgredir com a ética.”.

Cunha foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República ao Supremo Tribunal Federal (STF), acusado de receber pelo menos 5 milhões de dólares em propina do esquema de corrupção da Petrobras.

Ele é também alvo de um inquérito no Supremo por causa de contas bancárias em seu nome e de sua mulher na Suíça e há uma representação no Conselho de Ética da Câmara que pede sua cassação por quebra de decoro por ter supostamente mentido ao negar ter contas no exterior em depoimento à CPI da Petrobras.

Mesmo com todas essas acusações sendo feitas, protocoladas e com provas suficientes,  o PMDBista e Presidente da Câmara dos Deputados alega não saber de nada e que é inocente de todas as denúncias.

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REJEIÇÃO DA POPULAÇÃO AO GOVERNO DILMA CHEGA A 86,5%

Pesquisa nacional realizada pelo Instituto Paraná revelou que a desaprovação da presidente Dilma Rousseff atingiu 86,5%. Apenas 11,1% aprovam a condução do País e 2,4% não souberam o que dizer. A informação é do Diário do Poder. A desaprovação atinge o seu máximo, 90,1%, entre as pessoas de 25 a 34 anos, justamente quem está tentando se consolidar no mercado de trabalho.

Se as eleições presidenciais fossem hoje, Aécio Neves (PSDB) apareceria em primeiro com 34,2% das intenções de voto e disputaria o segundo turno com Marina Silva (Rede) que aparece em segundo com 19,7%. O ex-presidente Lula ficaria em terceiro com 17,1%, seguido por Jair Bolsonaro (PTB) com 5,3% e Ciro Gomes (PDT) com 5,2%. Michel Temer (PMDB) e Ronaldo Caiado (DEM) tiveram apenas 1,5% e 1%, respectivamente. Cerca de 8,5% dos eleitores disseram que não votariam em nenhum dos candidatos e 7,5% não souberam responder.

Caso Geraldo Alckmin fosse o representante do PSDB, Marina Silva lideraria com 24,3% contra 22,6% do tucano. Lula continuaria em terceiro com 18,2%, seguido por Ciro Gomes (6,1%) e Jair Bolsonaro (5,7%). Temer e Caiado teriam 1,6% e 1,4%, respectivamente. Nesse cenário, 10,7% dos eleitores não votariam em nenhum dos candidatos citados e o número de indecisos subiria para 9,4%.

Se o candidato do PSDB fosse José Serra, ele apareceria em primeiro com 25,5% dos votos contra 23,8% de Marina Silva. Lula ficaria em terceiro com 17,7%, seguido por Ciro Gomes (6%) e Bolsonaro (5,8%). Temer e Caiado apareceriam com 2% e 1,4%, respectivamente. Outros 9,8% não votariam em nenhum deles e 8% não souberam dizer em quem votariam.

O Instituto Paraná ouviu 2.085 eleitores em 170 municípios de 23 estados entre os dias 28 de outubro e 2 de novembro. Houve checagem simultânea de 19,95% das entrevistas e o grau de confiança do resultado é de 95%. A margem de erro é de 2% para mais ou menos.

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“GANHAMOS A ELEIÇÃO COM UM DISCURSO E DEPOIS TIVEMOS QUE MUDAR”, ADMITE LULA

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva reconheceu nesta quinta-feira, 29, que o partido e o governo Dilma Rousseff adotaram uma postura diferente da defendida na campanha eleitoral do ano passado. “Tivemos um problema político sério, porque ganhamos a eleição com um discurso e depois das eleições tivemos que mudar o nosso discurso e fazer aquilo que a gente dizia que não ia fazer”, afirmou Lula durante um discurso de mais de uma hora na reunião do Diretório Nacional do PT, em Brasília.

Segundo ele, a construção de uma coalização ampla com vários partidos que, no espectro ideológico são considerados conservadores ou de direita, também contribuiu para prolongar a crise. “É com essa gente que temos que governar. E são esses companheiros que têm que participar do governo para a gente construir não só a nossa governança, mas a nossa maioria dentro do Congresso”, afirmou o ex-presidente, reconhecendo que o “ponto ideal” seria ter ganhado as eleições apenas com partidos de esquerda, “só com companheiros que pensam igual a gente”, disse ao jornal O Estado de São Paulo.

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