ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO INFANTIL
TELEFONE:____________________________________
Nota: Queremos parabenizar a direção do Maria Gorete por promover as reuniões com os pais dos alunos matriculados na instituição. Já temos observado os impactos positivos que essas reuniões tem causado. Tenho certeza de que esse é um bom começo, se as coisas caminharem assim, obteremos maiores resultados.
A diretoria da ASSOCIAÇÃO DE UNIVERSITÁRIOS DE UPANEMA convoca todos os estudantes upanemenses de nível superior, das instituições UERN, UFERSA, IFRN, UNP, FACENE, ANHANGUERA e FAIBRA, para um Assembleia Extraordinária a se realizar às 16h do dia 18 de maio, sábado, no Plenário da Câmara Municipal de Upanema.
Atenção para a pauta:
· Organização no transporte universitário;
· Atualização de carteirinhas;
· Novas filiações/adesões.
É de extrema importância a participação de todos universitários haja vista que os assuntos que foram colocados em pauta são urgentes e de interesse de todos.
Upanema, 15 de maio de 2013.
DIRETORIA DA ASSOCIAÇÃO DE UNIVERSITÁRIOS DE UPANEMA
Neste sábado, 11 de Maio, no Ginásio da escola, aconteceu um Café da manhã em homenagemas mães desta Instituição de Ensino, foi um sucesso. Vale salientar que os Patrocinadores oficiais do evento foram os Funcionários e Professores. Parabéns a todos pelo empenho!

O deputado Luiz Couto, relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 171/93, considerou a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos inconstitucional. Em relatório entregue nesta segunda-feira (13) à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) daCâmara, o petista considerou a matéria – e outras 32 a ela apensadas – incompatíveis com a Constituição Federal. O parecer não tem data para ser votado.
Caso o relatório de Luiz Couto seja aprovado pela comissão, todas as propostas serão arquivadas. No entanto, se o parecer for derrubado, um novo relator será indicado para elaborar um parecer favorável à matéria. Nessa hipótese, ela seguirá depois para uma comissão especial que analisará o mérito da proposição.
No relatório, Couto, que é padre e presidiu a Comissão de Direitos Humanos da Câmara (CDH) em 2010, afirma que diminuir a idade penal para 16 anos não resolveria de “forma alguma” o problema da impunidade. “Se a idade fosse fator positivo, os maiores de 18 anos não cometeriam crimes, quando, na verdade, são protagonistas de mais de 90% deles”, disse. Para corroborar a posição, citou opiniões do ex-ministro da Justiça Marcio Thomaz Bastos e do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello.
De acordo com o deputado, a fixação da maioridade penal de 18 anos na Constituição está “intimamente ligada” ao princípio da dignidade humana. Ele ressaltou que a Carta Magna, nesse trecho, seguiu uma tendência internacional consagrada na Convenção sobre os Direitos da Criança, ratificada pelo Brasil em 1990. Também aponta, citando especialistas, que é direito do adolescente de até 18 anos ser julgado de forma diferente de um adulto.
Para o deputado petista, a discussão da maioridade penal não pode ser feita no caso de descumprimento do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) pelo Estado. Ele entende que a solução para o envolvimento de menores de idade com crimes virá da aplicação de boas políticas públicas e sociais e não de uma eventual mudança constitucional. Também citou as medidas socioeducativas previstas no ECA, que vão da advertência a internação por até três anos.
“O Estado aplicando efetivamente essas medidas socioeducativas, qualquer menor que cometeu um delito e se internando em estabelecimento educacional, deverá ter plena recuperação para o convívio social e não cometerá tantos crimes”, disse. O relator acredita que a maioridade de 18 anos, como é hoje, “significa o comprometimento com a valorização da infância e da adolescência, por reconhecer que são fases especiais do desenvolvimento do ser humano, portanto, relacionadas à dignidade da criança e do adolescente”.
Nas últimas semanas, após crimes cometidos por adolescentes menores de 18 anos, como o assassinato de um jovem em São Paulo em abril, o debate sobre a redução da maioridade penal retornou ao Congresso. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, por exemplo, chegou a apresentar uma proposta para aumentar o tempo de internação, de três para oito anos, nos casos mais graves, como homicídio.
O tema divide os parlamentares. “A nossa sociedade mudou nestes 23 anos”, disse o deputado Jutahy Junior (PSDB-BA), ao fazer discurso hoje no plenário da Câmara defendendo a diminuição da maioridade penal. Para ele, jovens menores de 18 anos podem “matar sem sofrer as menores consequências”. Ele propõe que o ECA seja atualizado com uma nova faixa etária, de acordo com o Estatuto da Juventude.

O número de inscritos no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2013 em pouco mais de uma hora depois da abertura das inscrições superou os 100 mil na manhã desta segunda-feira (13). O balanço do dia será divulgado ao final da tarde.
Segundo o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), órgão do MEC (Ministério da Educação) responsável pela aplicação da prova, em uma hora exata 93 mil participantes já estavam inscritos.
As inscrições para o exame que será aplicado nos dias 26 e 27 de outubro se encerram no dia 27 de maio. O período para o pagamento da GRU (Guia de Recolhimento da União) tem dois dias a mais de duração e se estende até o dia 29. É cobrada uma de R$ 35 para a inscrição, que pode ser feita no site do Inep.
A isenção do pagamento da taxa é dada automaticamente aos participantes matriculados no sistema de ensino público que concluírem o Ensino Médio neste ano.
O estudante que não tiver na condição de aluno da rede pública deve declarar carência e comprovar que é membro de família de baixa renda ou estar em situação de vulnerabilidade socioeconômica. No ato da inscrição, o candidato deve dispor de documentos comprobatórios da situação de carência.
Leia mais notícias de Educação
O edital divulgado na semana passada ressalta que é necessário prestar informações exatas e fidedignas na declaração, “sob pena de responder por crime contra a fé pública e de ser eliminado do exame” àquele que mentir ao preencher a inscrição.
O Inep fará a análise da solicitação de isenção e pode exigir, a qualquer tempo, os documentos comprobatórios da situação de carência declarada.
O edital informa que é responsabilidade do participante do exame a verificação da solicitação de isenção por meio do sistema de acompanhamento da inscrição, no site do Inep.
Os participantes que tiverem o pedido de inscrição negado devem se inscrever no período oferecido normalmente.
Confira o edital completo publicado no Diário Oficial.
Fonte: Do R7
A Secretaria de Educação promoveu neste sábado, no PA Palheiros 3, uma reavaliação do Projeto Político Pedagógico com uma equipe de professores e o Aquiflora. Esse foi o primeiro dos quatro encontros que ocorrerão neste ano.



Fonte: Blog do Professor Josiel Gondim
O Grêmio Estudantil Aldo Felinto (GEAF) informa que por motivo de força maior, resolveu adiar para este domingo, dia 12/05, o sorteio do kit em comemoração ao dia da mães. O sorteio ocorrerá na Escola Estadual José Calazans Freire a partir das 9 horas da manhã.
A diretoria, que foi recentemente empossada, informa a todos os estudantes e mães de estudantes, que quem comprou o bilhete deve comparecer no local. É importante lembrar que o sorteio não é destinado somente as mães que tem filhos matriculados na referida escola, mas para todas as mães que tem o bilhete. Quem não comprou, ainda dá tempo, compre! O bilhete está sendo vendido por 1,00 real.
Quero parabenizar a atual gestão do GEAF pela iniciativa. Como já era esperado, começaram com o pé direito!

Em média, três em cada dez contratos nas redes estaduais são temporários, de acordo com o levantamento. As outras modalidades possíveis, segundo o Censo, são: efetivo (concursado ou estável), terceirizado ou em regime de CLT. Professores com contratos temporários não têm estabilidade e possuem menos direitos que os efetivos e concursados. O alto índice de professores temporários prejudica o trabalho pedagógico desenvolvido nas escolas e o desempenho dos alunos, segundo especialistas.
Segundo o levantamento, em outras 15 redes estaduais o número de contratos temporários representa de 45% a 20% do total de contratações. Em quatro Estados, o percentual varia de 18% a 14%. O Rio de Janeiro apresenta o índice mais baixo de contratações temporárias, com 3,5%.
Segundo o promotor de Justiça, João Paulo Faustinoni e Silva, a regra constitucional geral é a de contratação de professores por concurso público. “A Constituição, todavia, admite a contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público. Como a própria norma afirma, não há número razoável para tais contratações, pois devem ser excepcionais e temporárias”, diz o promotor.
POLÍTICA PERMANENTE
Luiz Carlos Novaes, professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), avalia que sempre haverá professores temporários em qualquer rede. “Os professores se aposentam, saem para estudar, entram em licença maternidade ou licença médica. O índice é aceitável desde que seja temporário. A existência do temporário na rede deve ser transitória, mas não é. Além de ser permanente, ela ainda cresce”, diz Novaes.
Para Ocimar Alavarse, professor da Faculdade de Educação da USP (Universidade de São Paulo), os números mostram que a contratação de temporários passou a ser uma política de pessoal permanente.
Alavarse acredita que a redução desse percentual pode ser obtida com um “simples controle” da realização de concursos, por meio da previsão de aposentadorias e situações como licenças médicas e afastamentos. “Não deveria ter nenhum temporário, porque a necessidade de reposição é previsível”, afirma o professor da USP.
As redes estaduais de ensino possuem mais contratos temporários de professores do que as redes municipais. No geral, 31,3% dos contratos das redes estaduais são temporários; já nas redes municipais, o número cai para 25%.
OUTRO LADO
Questionadas pelo UOL, apenas sete das 27 secretarias estaduais de Educação comentaram os percentuais. De modo geral, elas divergem dos números do Censo ora alegando erro de informação por parte das escolas (cada escola informa os dados diretamente ao MEC) ora criticando a defasagem dos números (que foram coletados em maio de 2012). Veja,neste link, as respostas das secretarias.
Da UOL Educação – Via Blog da Ubes

A partir da edição de 2013, a prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) não tolerará deboches, como receita de miojo ou hino do Palmeiras, ou provas com nota máxima que contenham erros. As novas medidas foram anunciadas nesta quarta-feira (8) pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, que considera o aumento no rigor como “a grande mudança” do exame neste ano. O Ministério da Educação vai também aumentar o valor pago por redação a cada corretor, de R$ 2,35 para R$ 3,00.
As inscrições serão abertas na segunda-feira (13) e poderão ser feitas até o dia 27 de maio. A taxa de inscrição, de R$ 35, deve ser paga até 29 de maio para confirmar a inscrição. As provas serão realizadas nos dias 26 e 27 de outubro.
Segundo Mercadante, três mudanças devem garantir uma correção mais rigorosa neste ano: a proibição do deboche, a exigência do domínio da norma culta para receber a nota máxima e a redução da discrepância máxima nas notas dos dois corretores para que a redação seja encaminhada por uma terceira avaliação independente.
“A avaliação nossa é que [a correção das redações em 2012] foi muito positiva. No entanto, seis redações foram debatidas publicamentes, em [um universo de] mais de 4 milhões. É um nível de problema muito específico, muito localizado. Mas mesmo assim a gente aprende com essa avaliação”, disse o ministro.
Entenda abaixo o que mudou nas regras da redação do Enem:
Deboche dará nota zero
Para coibir tentativas de deboche na prova, um item será acrescentado no artigo do edital que fala sobre as razões para que uma redação receba nota zero do MEC. O item 14.9.5 do edital que deve ser publicado na quinta-feira afirma que a redação “que apresente parte do trecho deliberadamente desconectada com o tema proposto, que será considerada ‘anulada'”.
A nova regra já estava em debate pela comissão que elabora o edital do Enem, depois que candidatos que no último Enem inseriram receita do miojo e o hino do Palmeiras no texto ganharam notas 560 e 500, respectivamente. Esse tipo de teste ao Enem, agora, será punido com a nota zero.
Veja como ficam as regras do edital para a anulação da prova:
14.9 Em todos as situações expressas abaixo, será atribuída nota zero à redação:
14.9.1 que não atender a proposta solicitada ou que possua outra estrutura textual que não seja a do tipo dissertativo-argumentativo, o que configurará “Fuga ao tema/não atendimento ao tipo textual”;
14.9.2 sem texto escrito na Folha de Redação, que será considerada “Em Branco”;
14.9.3 com até 7 (sete) linhas, qualquer que seja o conteúdo, que configurará “Texto insuficiente”;
14.9.3.1 linhas com cópia dos textos motivadores apresentados no Caderno de Questões serão desconsideradas para efeito de correção e de contagem do mínimo de linhas;
14.9.4 com impropérios, desenhos e outras formas propositais de anulação, que será considerada “Anulada”.
14.9.5 que apresente parte do trecho deliberadamente desconectada com o tema proposto, que será considerada “Anulada”.
Nota mil com erro
Segundo Mercadante, a partir deste ano, o candidato terá que “ser muito mais rigoroso para tirar a nota máxima”. Ele afirmou que a primeira competência (demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita) terá o item 5, que equivale à nota mais alta da competência, alterado para aumentar a exigência.
A partir deste ano, para tirar a nota máxima nesta competência, a redação só poderá ter erros de português considerador como uma “excepcionalidade” e quando “não caracterizem reincidência”. O objetivo é evitar que redações com poucos desvios gramaticais ou convenções de escrita recebam a nota máxima na prova.
(veja as competências na tabela abaixo):
| COMPETÊNCIAS AVALIADAS NA PROVA DE REDAÇÃO DO ENEM | ||||
|---|---|---|---|---|
| Competência 1 | Competência 2** | Competência 3 | Competência 4 | Competência 5 |
| Demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita.* | Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo. | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. | Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários à construção da argumentação. | Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos. |
| Valor: 0 a 200 | Valor: 0 a 200 | Valor: 0 a 200 | Valor: 0 a 200 | Valor: 0 a 200 |
| (*) Dentro desta competência, o nível 5 foi alterado para reduzir a tolerância a desvios gramaticais (**) OBS: Caso o candidato tenha nota zero na Competência 2, ele terá a prova anulada Fonte: MEC/Inep |
||||
A nota 1.000, então, só será atingida se o candidato garantir a pontuação máxima na competência 1. “Todas as notas mil os avaliadores vão ter que justificar com rigor. Só será aceito desvio se for excepcional, portanto, eles vão ter que justificar a excepcionalidade”, disse Mercadante.
Correção feita por três avaliadores
Todas as redações do Enem são corrigidas por pelo menos duas pessoas. A necessidade de um terceiro corretor para reavaliar provas com notas discrepantes deve aumentar neste ano. Segundo o MEC, agora, todas vezes que as duas notas tiverem uma diferença de mais de 100 pontos, um terceiro avaliador corrigirá a prova para que se chegue à nota final. No ano passado, essa tolerância era de 200 pontos.
Se a nota em um das cinco competências (que vai de 0 a 200) tiver discrepância de 80 pontos, a redação também vai para o tercerio corretor.
Por causa da mudança, Mercadante afirmou que estima um aumento no número de redações que passem pela terceira correção. Em 2012, 21% das provas estiveram nessa situação. Agora, ele afirma que essa porcentagem chegue a um terço.
Para garantir uma correção mais rigorosa, Mercadante anunciou um aumento no número de corretores. Em 2012, foram contratados 5.692 corretores, 234 supervisores de avaliação, 468 auxiliares e dez subcoordenadores pedagógicos para o processo de avaliar as redações, mas mais de 300 deles foram afastados por não cumprirem os requisitos de qualidade.
Fonte: Do G1, em Brasília e em São Paulo