ASFALTO NÃO CHEGA EM UPANEMA COM APENAS “UM ANO DE ATRASO”
Vou ajudar o blogueiro Silva Júnior a fazer uma conta que ele não soube fazer. Ele disse em seu blog que o asfalto das ruas Vereador José Fernandes da Rocha e Gilvan Elias da Fonseca, cuja aplicação foi iniciada na última quinta-feira, 21, chegou com um ano de atraso. Não, caro colega, o asfalto não chegou com um ano de atraso. Foi muito mais do que isso.
Pra lhe ajudar vou fazer a conta por partes. Primeiro pegue os quatro anos do (des) governo de Maristela, que você defendia com unhas e dentes, que já serão quatro anos de atraso.
Agora, junte a esses quatro anos, aos outros oito anos mais recentes de gestão municipal (que você também defendia), período em que também não se aplicou asfalto nas ruas de Upanema. Já seriam 12 anos de atraso, no mínimo.
Refazendo as contas para simplificar para o caro colega blogueiro: um ano de atraso seu, mais quatro anos de atraso de Maristela (que você defendia com unhas e dentes), mais oito anos das gestões mais recentes, é igual a 13. Resumindo: não é um ano de atraso, é muito mais. Ou o colega é ruim de conta ou está debilitado da memória. Afinal, acompanhou esse atraso bem de perto, de pertinho mesmo.








Todos os upanemenses são testemunhas das lutas enfrentadas pelos professores ao longo de sua carreira profissional e especialmente depois da aprovação da Lei do piso, nº 11.738, de 16 de julho de 2008, que regulamenta e cria o Piso do Magistério para profissionais da educação. Quem não lembra das frequentes greves e dos embates entre professores e prefeito? Hoje isso é coisa do passado. O prefeito Luiz Jairo manteve desde o início de seu governo um diálogo com a categoria e negocio até chegar a um consenso.
Não dá pra comparar com o tempo em que foi preciso muita luta (brigas, reuniões na Câmara de vereadores) para se construir um simples banheiro na Escola Maria Gorete.

