LULA ESTÁ NO “VOLUME MORTO”
Se disputasse hoje uma eleição presidencial contra o tucano Aécio Neves, Luiz Inácio Lula da Silva venceria apenas no eleitorado de menor renda e escolaridade, e em algumas das áreas geográficas que tradicionalmente votam no PT. A informação é do Estado de São Paulo. O lulismo, além de menor, está menos diverso: em quase duas décadas, este é o momento em que o apoio ao ex-presidente mais se concentra na população mais pobre.
Os dados são de pesquisa Ibope, realizada na segunda quinzena de junho, que mostra que Lula seria derrotado por 48% a 33% em um eventual 2.º turno com Aécio – em votos válidos, sem contar os indecisos e os que não optariam por nenhum dos dois, o resultado seria 59% a 41%. Se o adversário fosse o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, haveria empate técnico: 40% para o tucano e 39% para o petista – ou 51% a 49%, em votos válidos.
É como se a pesquisa desse sentido numérico à citação de Lula, feita durante encontro com líderes religiosos, no mês passado, de que ele e o governo estão no “volume morto” – uma referência à reserva técnica de água que só é consumida em situações de crise.


O Globo revelou que, por questão de economia, o Ministério da Educação (MEC) decidiu cancelar a avaliação anual dos alunos do 3º ano do ensino fundamental da rede pública do país. A Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA) tem o objetivo de avaliar o conhecimento dessas crianças, na média de 8 anos de idade, em leitura, escrita e matemática. O MEC confirmou que a razão do cancelamento foi mesmo financeira. Em 2014, cerca de 2,9 milhões de alunos se submeteram à essa avaliação, e o custo foi de R$ 150 milhões.
Vereador (1993/1996), vice-prefeito (1997/2004), prefeito (2005/2012) e agora deputado estadual, eleito em 2014. Manoel da Cunha Neto, o “Souza” (PHS), é agrônomo por formação acadêmica, voltou recentemente para os bancos da universidade para cursar Direito, mas tem na política a sua vocação.



A deputada federal Zenaide Maia (PR/RN) recebeu Moção de Congratulações dos conselheiros da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Norte por votar contra a Proposta de Emenda Constitucional da redução da maioridade penal, coincidindo com o posicionamento da OAB. Os conselheiros aprovaram a Moção, na reunião do último dia 02 de julho.
