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PREFEITURA RECUPERA ESTRADAS NA ZONA RURAL ATÉ NOS FINAIS DE SEMANA

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A assistência da Prefeitura de Upanema ao homem do campo não para, nem mesmo nos finais de semana. No último sábado, 21, e domingo, 22, por exemplo, a Secretaria de Obras e Serviços Públicos realizou intenso serviço de recuperação das estradas de acesso ao Bom Lugar 1 e outras localidades próximas.

E o serviço não se limita apenas em passar uma máquina para abrir a estrada, como era feito anteriormente. Agora, a prefeitura abre e regula a estrada, através da aplicação do material que for necessário, para deixá-la nas melhores condições possíveis de tráfego. Para isso, usa caçambas, motoniveladora e retroescavadeira.

Ao longo do ano de 2013, a prefeitura já melhorou as estradas de praticamente toda a extensa zona rural da cidade, tendo realizado serviços em localidades como Baixa do Tatú, Santa Maria I, Santa Maria II, Palheiros III, Sítio Várzea da Laje, Sítio Retiro, Salgadinho, Barro Branco, Baixa Fechada, Vila Paraibana, Vila do Meio, Nova Vida, São Sebastião, São Manoel, Sabiá, Sombreiro e Mirandas, que recebeu esse tipo de ação do poder público pela primeira vez, conforme foi relatado pelos moradores.

O coordenador municipal de Transportes, Antônio Argemiro, está acompanhando o trabalho e observou que a larga extensão da zona rural de Upanema tem exigido bastante da prefeitura, “mas o prefeito Luiz Jairo determinou que todas as localidades deveriam ser atendidas, independente da localização”, destacou.

O empenho do Município está sendo reconhecido pela população. Morador do Bom lugar 1, o agricultor José Batista declarou que o serviço realizado pela prefeitura nas estradas é de grande importância. “A necessidade desse serviço nessa estrada era muito grande. Essa é uma de nossas principais vias de acesso à cidade, mas o tráfego por ela estava prejudicado por conta da grande quantidade de areia, que, em períodos de chuvas, se transformam em muitos buracos terminando em alagamentos”, relatou.

Upanema

PREFEITURA PODERÁ PERDER RECURSOS POR FALTA DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DA SECRETARIA DE TURISMO EM 2009

O povo de Upanema foi pego de surpresa nesta segunda-feira, 23, com a notícia de que o município está, mais uma vez, inadimplente. Em um ano, Upanema já entrou no CAUC (Cadastro Único de Convênios) NOVE vezes em virtude da irresponsabilidade, incompetência, falta de compromisso e respeito das gestões anteriores, sob a subserviência do PMDB. Nas ruas do município não se comentava outra coisa, o povo está indignado com tantas aberrações deixadas pela gestão passada!

Desde o início do ano que o atual prefeito tenta deixar o município com o nome limpo para que assim possa receber todas as emendas que ele conseguiu durante o ano de 2013. Mas, agora, em virtude de em 2009 a ex-prefeita não ter prestado contas dos R$ 100 mil reais que recebeu do Governo Federal para realizar, através da Secretaria Municipal de Turismo, a tal “Semana Cultural”, o município está com o NOME SUJO. Se Luiz Jairo não conseguir reverter essa situação esta semana, todos os seus esforços terão sido em vão.  Luiz Jairo conseguiu mais de 2 milhões de emendas em 2013 para Upanema, com o objetivo de trazer melhorias não só na infraestrutura, mas também para a saúde, a educação, e etc.

Essa não é a primeira, mas também não será a última. Upanema poderá entrar no CAUC pela decima vez em virtude do ex-prefeito Jorge Luiz e a ex-prefeita Maristela Freire, ambos do PMDB, não terem dado continuidade as obras do programa de reformas de casas da zona urbana. E não para por aqui. Ainda tem a obra do pró-infância, a tão sonhada creche modelo, o verdadeiro elefante branco do PMDB. A obra não teve nem 50% de sua estrutura concluída, mas os recursos foram liberados como se ela já estivesse em fase de conclusão… Esse fato poderá fazer o município entrar, pela decima primeira vez, no CAUC.

Ainda tem gente querendo ter moral – mas não tem – pra cobrar a prestação de contas da Prefeitura e da Câmara Municipal. Vergonha!!!

Agora, algumas perguntas eu gostaria de fazer: Será que esse dinheiro foi realmente gasto nessa tal “Semana Cultural”? Acho o valor muito alto para um evento de dimensão “nanica”! Se ele foi bem gerido, por que não prestaram contas?  

Brasil

EM PASSA E FICA/RN, DURANTE AS CHUVAS, CAIU DO CÉU UMA PEDRA DE GELO DE 1 Kg

Isso mesmo, uma pedra de gelo com aproximadamente um quilo caiu do céu entre Passa e Fica e Lagoa Dantas e por pouco não atingiu agricultores que estavam trabalhando.

O fato aconteceu na tarde de ontem no Arisco, e Seu Duca, sua Esposa, filhos e Bizorinho fizeram questão de registrar o fato inédito da natureza nessa região.

Explicação:

Granizo (ou saraiva) é a forma de precipitação que consiste na queda de pedaços irregulares de gelo, comumente chamados de pedras de granizo.

Essas pedras, na Terra, são compostas por água no estado sólido e medem entre 5 e 200 mm de diâmetro, sendo as pedras maiores provenientes de tempestades mais severas. A queda de glóbulos ou pedaços de gelo que têm entre 5 e 50 mm ou mais de diâmetro é denominada saraiva,1 sendo que este termo também é utilizado por muitos institutos meteorológicos para se referir a qualquer tempestade com queda de gelo.

com informações do Regional Online

Upanema

VEJA O VÍDEO DA PEÇA TEATRAL “UM AUTO DE NATAL”

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[youtube]http://youtu.be/1dqpIe4z-Do[/youtube]

Brasil

NO RECIFE, REI DO BREGA FOI MAIOR QUE REI ROBERTO

Reginaldo Rossi

O Recife acordou de luto neste sábado, pois perdeu seu “rei”. Para os pernambucanos, não adianta a TV Globo fazer um especial todo fim de ano chamando Roberto Carlos de rei. Roberto Carlos pode ter sua relevância histórica nacional, pode escapar do rótulo de brega (apesar de muitas vezes o ser) e pode ser protegido pela crítica carioca e paulista, mas em Pernambuco, o rei é outro. Seu nome éReginaldo Rossi.

E não apenas o “rei o brega”, como Rossi é tradicionalmente chamado em referências nacionais, que diminuem sua importância. Simplesmente “o rei”, um dos nomes mais marcantes da vida cultural de todos os pernambucanos. Não importa a faixa de renda, não importa o nível cultural, não importa nem mesmo o gosto musical – no Recife, Rossi era rei do povão, da elite, dos acadêmicos, dos analfabetos, dos fãs de brega, mas também dos mangueboys, dos roqueiros e dos metaleiros. Sua importância para a cultura local não tem medida.

Nos últimos anos, é verdade que o próprio Rossi permitiu ser transformado em uma caricatura de si mesmo. Uma de suas últimas grandes aparições foi no quadro Dança dos Famosos, em 2009. Ali, e em muitas outras vezes em que o cantor ganhou espaço na mídia nacional, sua presença se resumia à de um coroa tarado e engraçado, com um sotaque estranho que misturava o “pernambuquês” com puxada carioca, que falava de cornos e cantava uma única música brega: “Garçom“.

Esqueça “Garçom” por alguns minutos. Reginaldo Rossi é muito maior de que “Garçom”. Rossi era um músico excelente, versátil, e suas primeiras composições, na época da Jovem Guarda, são surpreendentes pela qualidade. Muito além de “Garçom” e do rótulo “brega”, Rossi compôs belas canções românticas, criou refrães marcantes. “Mon Amour, Meu Bem, Ma Femme“, “A raposa e as uvas“, “O pão“, “As Quatro Estações“, “Tão Sofrido“, “Pedaço de Mau Caminho“, todas canções que, só de pensar, colocam um sorriso alegre no rosto de quem as conhece.

Para quem duvida, para quem não conhece, ou para quem tem preconceito, vale lembrar que suas canções viraram um belíssimo tributo em 1999, com regravações de algumas dessas canções por nomes “mais respeitados” da música nacional, como LenineZé Ramalho,Otto e Geraldo Azevedo. Todos com pelo menos um pé no Recife, o suficiente para conhecer e respeitar a obra do rei. “Reiginaldo Rossi – Um tributo” permite conhecer as letras e as melodias fora dos arranjos simples, mais associados à música brega.

Ao contrário do que pode parecer para quem vê de fora, não existe ironia quando Reginaldo Rossi é chamado de rei no Recife. Ele realmente fez parte da formação de todos os pernambucanos, e foi muito mais do que um cancioneiro popular. Em um país do tamanho do Brasil, a importância regional dele era muito maior do que a de qualquer de qualquer nome da MPB, da bossa nova, samba ou qualquer outro estilo que se pretenda nacional.

A relação dele com o Recife dos anos 1960 em diante poderia ser comparada com a relação da bossa nova com o Rio de Janeiro – tanto que ele cantou a capital pernambucana em “Recife, minha cidade”. O “problema” é que sua popularidade e sua influência se concentraram em uma única região mais “periférica” do país, e ele passou a ser visto de fora apenas como “brega”.

O rei era um psicólogo que ajudou gerações de pernambucanos a lidar com paixões e frustrações amorosas. Ele era um showman, que subia em qualquer palco da cidade e sabia conquistar o público com monólogos geniais. Mas o mais importante é que ele sabia da importância do entretenimento, e por isso não se levava excessivamente a sério. A autoironia dele ao abraçar o rótulo de “rei do brega”, ao abraçar as brincadeiras de corno, ao repetir milhares de vezes “Garçom” fazem parte deste trabalho, e isso ajudou a popularizar seu nome. Mas a verdade é que mesmo que houvesse ironia, suas músicas realmente passaram a fazer parte da vida do Recife.

Parafraseando o rei, lembro com muita saudade das primeiras idas ao Boteco do Mauro, as primeiras cervejas em um pequeno pé-sujo de calçada no Recife, no final dos anos 1990. Toda semana, depois de horas de acirrados debates musicais em que cada membro da “galera do mauro” defendia sua banda de rock preferida (Metallica x U2 era um duelo frequente), a noite acabava com todos cantando juntos alguma canção de Reginaldo Rossi. Depois de algumas cervejas, todo mundo se torna um pouco brega, e o hábito de “tomar uma ouvindo o rei” era comum por toda a cidade – podia haver um tom de brincadeira, mas aquilo fazia parte da vida no Recife, e marcou a todos os pernambucanos.

O Recife perdeu seu rei, mas fica a lembrança de todos os shows, todas as canções, todas as brincadeiras que marcaram a cultura local. O rei merece todas as homenagens. Parafraseando mais uma vez, agora com o lugar-comum da sua música mais famosa: pra matar a tristeza, só mesa de bar.

Daniel Buarque é jornalista pernambucano com passagens pela Folha de S.Paulo, G1 e Terra. É autor do livro “Brazil, um país do presente” (Alameda editorial) e atualmente vive em Londres onde estuda Brasil em Perspectiva Global no King’s College.

Upanema

FRUTICULTURA

A criação do projeto de irrigação do Baixo-Açu fez brotar a fruticultura irrigada, que, a partir do final dos anos 80 expandiu para os vales dos rios Apodi-Mossoró e Upanema. No ano 2000 as exportações de frutas tropicais representavam, mais de 40 milhões de dólares de divisas para o Estado. Empresas pioneiras como a Maisa, Frunorte e outras entraram em crise na última década. A produção de frutas em áreas irrigadas, no entanto, continua sendo um dos maiores responsáveis pela arrecadação de divisas e tendo papel de destaque na pauta de exportações.

Fonte: Tribuna do Norte

Upanema

EMPARN PREVÊ CHUVAS ATÉ O DIA 25 EM TODO O ESTADO. UPANEMA REGISTROU 22,3 MILÍMETROS.

O serviço de meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) prevê a continuidade das chuvas em todas as regiões do estado até o dia 25, inclusive em Natal, devido à influência de um vórtice ciclônico de ar superior que está atuando no Oceano Atlântico.

Permanece chovendo nesta sexta-feira em alguns municípios do semiárido potiguar. A Emparn registrou chuvas em 37 municípios entre a manhã de ontem e as 7h desta sexta-feira (20). Boa parte dos municípios com incidência de chuvas está na região Oeste potiguar, onde também ocorreram as maiores precipitações.

O açude Boqueirão, no município de Parelhas, teve um aumento de 30 cm com as chuvas

As maiores chuvas registradas foram em São Francisco do Oeste (136mm), Frutuoso Gomes (110mm), Serrinha dos Pintos (85mm) e Portalegre (72,5mm), todos na mesorregião Oeste. Na região Central, os maiores registros foram em Florânia e em Fernando Pedroza, onde choveu 69mm e 68 mm respectivamente.

As chuvas das últimas horas não têm relação com a estação chuvosa para o semiárido, de acordo com o serviço de meteorologia da Emparn. Em reunião dos meteorologistas realizada ontem (19) em Capina Grande, na Paraíba, os especialistas fizeram a primeira discussão conjunta dos dados disponíveis, de uma série de outras reuniões até o primeiro bimestre de 2014, e antecipam que há indicadores favoráveis à uma boa estação chuvosa no semiárido nordestino em 2014.

O consenso é preliminar, mas já é visto com boa expectativa pelos técnicos. O chefe do serviço de meteorologia da Emparn, Gilmar Bristot, afirma que ainda há muitas dúvidas, mas já é possível observar que os próximos três meses terão condições próximas à normalidade.

Bristot pondera que só haverá uma reposta exata quando forem fechados e analisados os dados de referência de dezembro. “Observo que 2014 será diferente de 2012 e 2013. A situação será melhor. O grupo de pesquisadores ficou bastante animado com relação à temperatura dos oceanos, bem melhor do que em 2012 e 2013. O vento do sudeste está mais fraco e é fator fundamental para boas chuvas”, analisou Gilmar Bristot, em entrevista nessa quinta-feira.

Mesmo diante das boas expectativas, o serviço de meteorologia avalia como necessária mais uma prorrogação no estado de emergência em função da seca, por parte do Governo do Estado.

“Se puder, a prorrogação deve ser feita, porque as chuvas não vão resolver o problema da falta de água e alimentação para o gado de uma hora para outra. Não é indicado parar a situação de emergência”, enfatiza o meteorologista. Especialmente porque o quadro atual indica um cenário otimista, mas ainda não dá para saber se será um ano de chuvas. As próximas reuniões estão previstas para janeiro, em Fortaleza e fevereiro, em Natal.

MESORREGIÃO OESTE POTIGUAR (chuva em milímetros):
São Francisco Do Oeste – 136
Frutuoso Gomes – 110
Serrinha Dos Pintos – 85
Portalegre – 72,5
Lucrécia – 68,7
Martins – 68
Assu – 66
Felipe Guerra – 58
Viçosa – 45
Riacho De Santana – 44
Francisco Dantas – 38
Pilões – 35
Tenente Ananias – 35
Água Nova – 32,5
Tabuleiro Grande – 32
Pau Dos Ferros – 30
Alexandria – 25
Luis Gomes – 24
Upanema – 22,3
Itau – 18
Janduis – 13,4
Ipanguaçu I – 13
Ipanguaçu II – 12,5
Umarizal – 12
Campo Grande – 11,3
Severiano Melo – 10
Gov. Dix-sept Rosado – 4
Dr. Severiano – 3

MESORREGIÃO CENTRAL POTIGUAR
Florânia (Inemet) – 69
Fernando Pedroza (Emater) – 68,0
Angicos (Prefeitura) – 42,0
Santana Do Matos (Emater) – 28,0
Caicó (Emater) – 23,0
Caicó (Açude Mundo Novo-Emparn) – 20,0
Caicó (Açude Itans) – 20,0
São José Do Seridó (Associação Usuários Água) – 20,0
Santana Do Seridó (Emater) – 14,5
São José Do Seridó (Fz Caatinga Grande) – 11,7
Florânia (Sitio Jucuri) – 11,0
Parelhas (Emater) – 10,2
Acari (Particular) – 10,0
Caiçara Do Rio Dos Ventos (Particular) – 1,8

Atualizada às 11h36 para acréscimo de informações – Fonte: Tribuna do Norte

Upanema

LUIZ JAIRO RECEBE A CHAVE DE UMA PÁ-CARREGADEIRA EM CURRAIS NOVOS

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A Prefeitura de Upanema vai receber mais uma máquina para ampliar a sua frota. O prefeito Luiz Jairo e o secretário (Agricultura e Meio Ambiente) Hermes Freire participaram na manhã desta sexta-feira, 20, da solenidade de doação de 204 equipamentos a 145 municípios potiguares pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), realizada em Currais Novos. Na oportunidade, o prefeito recebeu a chave simbólica de uma pá-carregadeira.

Luiz Jairo informou que máquina será entregue ao Município no próximo dia 27 de dezembro. A pá-carregadeira vai se somar às demais máquinas conquistadas pela Prefeitura de Upanema ao longo do ano, entre elas, uma motoniveladora e uma caçamba. “Todas essas máquinas estão sendo usadas a serviço do povo de Upanema, especialmente as famílias que vivem na zona rural”, ressaltou o prefeito.

O secretário Nacional de Reordenamento Agrário (SRA/MDA), Adhemar Almeida – que representou o ministro Pepe Vargas na cerimônia de entrega – falou sobre as políticas do MDA para a agricultura, principalmente aquelas voltadas para convivência com o Semiárido. “Desde o inicio do PAC 2, no Rio Grande do Norte, já foram doados 700 equipamentos. Foram entregues num novo Brasil. Um país que vem conseguindo articular um conjunto de políticas de desenvolvimento e inclusão que visam a melhoria da qualidade de vida e a erradicação da pobreza, principalmente no campo”, destacou.

O ministro da Previdência Social (MPAS), Garibaldi Alves, chamou a atenção dos prefeitos para a ajuda proporcionada pelos equipamentos. “Sabemos que, destes 145 municípios, muitos não teriam condição de comprá-los, o que agravaria ainda mais a situação dos agricultores que vivem no rural potiguar. Daí a importância dessa ação do Governo Federal e da responsabilidade de vocês”, disse o ministro.

As máquinas entregues nessa etapa do PAC 2 tem por objetivo auxiliar as prefeituras de nove Territórios da Cidadania, no abastecimento de água, na manutenção das estradas vicinais e no escoamento da produção. A iniciativa busca minimizar os impactos causados nas zonas rurais destes municípios pelo longo período de estiagem.
Segundo o delegado federal do MDA no Rio Grande do Norte, Raimundo Costa, dos 167 municípios do estado, 163 vão receber equipamentos do PAC 2. Destes, 150 estão localizados no Semiárido do estado e vão receberão o conjunto com os cinco equipamentos – retroescavadeira, motoniveladora, caminhão-caçamba, caminhão pipa e pá-carregadeira.

Também estiveram presentes na solenidade a deputada federal (PR/RN), Fátima Bezerra; o secretário de Reforma Agrária do RN, Rodrigo Fernandes; o secretario de Agricultura e Pesca do RN, Eduardo Melo; o prefeito de Currais Novos, Vilton Cunha; além do presidente da Associação do Prefeitos do RN e prefeito de Lajes, Benes Leocádio; e de prefeitos dos 145 municípios contemplados, entre outros convidados.

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