‘TEMOS QUE NOS LIVRAR DESSA PRAGA QUE É O PT’, DIZ ALCKMIN

Um dos políticos mais moderados do PSDB, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, fez neste sábado o discurso mais inflamado do ato político que marcou a entrada do governador do Mato Grosso, Pedro Taques, no partido. “Temos que nos livrar dessa praga que é o PT. O PT do desemprego, da inflação, dos juros pornográficos e dessa praga do desvio do dinheiro público. Hoje é tempo de honestidade”, disse Alckmin, um dos tucanos cotados como pré-candidato à Presidência da República em 2018.
Os principais integrantes do PSDB se encontraram neste sábado em Cuiabá (MT) para prestigiar a entrada de Taques, ex-PDT, no partido. Além dos seis governadores tucanos, estavam presentes o senador José Serra (SP), a senadora Ana Amélia (PP-RS) e deputados tucanos de vários Estados. Eles foram recebidos com um ato político que reuniu cerca de 3.000 pessoas em um hotel fazenda de Cuiabá. Em seguida, foram almoçar em um restaurante árabe tradicional da cidade.
Pedro Taques apresentou no dia 10 de agosto o seu pedido de desfiliação do PDT, sigla pela qual se elegeu senador em 2010 e governador em 2014.
Ex-procurador da República, Taques obteve 708.440 votos na candidatura ao Senado, em 2010. Em 2014, ao disputar o governo de Mato Grosso, ele obteve outros 833.788 votos (57,25% dos votos válidos).





Nas mesas de bar, nas filas de supermercados, nos consultórios médicos, no comércio, em todos os lugares onde você chega, a sensação é uma só: ninguém confia mais no governo da presidente Dilma Rousseff.
Quase 80% das prefeituras do país estão em dívida com a Previdência Social e a pendência se agrava neste momento de crise já que muitas delas estão sofrendo cortes no Fundo de Participação de Municípios (FPM). Parcelas do saldo devedor são descontadas do repasse do governo federal, considerado a salvação de muitas cidades.
Depois de duros embates entre os ministros, o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria nesta terça-feira para dar continuidade a uma ação que pode levar à cassação do mandato da presidente Dilma Rousseff (PT) e do vice-presidente Michel Temer (PMDB) por abuso de poder político e econômico. A ministra Luciana Lóssio – ela própria uma das ex-advogadas eleitorais de Dilma – pediu vista e interrompeu o julgamento, mas quatro ministros já votaram a favor do prosseguimento da ação de impugnação do mandato da petista. Com isso, Dilma pode ser intimada a se defender.
