ASFALTO NÃO CHEGA EM UPANEMA COM APENAS “UM ANO DE ATRASO”
Vou ajudar o blogueiro Silva Júnior a fazer uma conta que ele não soube fazer. Ele disse em seu blog que o asfalto das ruas Vereador José Fernandes da Rocha e Gilvan Elias da Fonseca, cuja aplicação foi iniciada na última quinta-feira, 21, chegou com um ano de atraso. Não, caro colega, o asfalto não chegou com um ano de atraso. Foi muito mais do que isso.
Pra lhe ajudar vou fazer a conta por partes. Primeiro pegue os quatro anos do (des) governo de Maristela, que você defendia com unhas e dentes, que já serão quatro anos de atraso.
Agora, junte a esses quatro anos, aos outros oito anos mais recentes de gestão municipal (que você também defendia), período em que também não se aplicou asfalto nas ruas de Upanema. Já seriam 12 anos de atraso, no mínimo.
Refazendo as contas para simplificar para o caro colega blogueiro: um ano de atraso seu, mais quatro anos de atraso de Maristela (que você defendia com unhas e dentes), mais oito anos das gestões mais recentes, é igual a 13. Resumindo: não é um ano de atraso, é muito mais. Ou o colega é ruim de conta ou está debilitado da memória. Afinal, acompanhou esse atraso bem de perto, de pertinho mesmo.



Desde à noite da última quinta-feira, 21, que os moradores do bairro Pêgas estão sem água nas torneiras. A CAERN mais uma vez não deu nenhuma satisfação a população.
No final da tarde do último sábado, 09, pouco antes da Tradicional Festa do Esporte 2014, a militância do Partido dos Trabalhadores – PT de Upanema tentou realizar um adesivasso em frente à Casa de Show Portal do Sol, onde se realizaria, mais tarde, o evento. Porém, a militância do partido, diga-se de passagem, formada por meia dúzia de pessoa, ficou só na vontade, por que não teve ninguém disposto a colocar os adesivos em seus carros não.



A realização de despesas que não foram comprovadas, o que acarreta a presunção de que ocorreu destinação irregular, levou o conselheiro Poti Júnior a considerar irregular a prestação de contas referente aos 1° e 2° semestres de 2001, a cargo do ex-prefeito de senador Eloy de Sousa, Adilson de Oliveira Pereira. O processo foi relatado na sessão da Segunda do Tribunal de Contas de terça-feira, 15/07, e o voto foi pelo ressarcimento ao erário da quantia de R$ 127.847,00.
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional do Rio Grande do Norte vem informar que sua atuação, através da Comissão de Meio Ambiente da Seccional RN e da Subseccional Mossoró, no contexto da polêmica envolvendo a prática de abate de jumentos (asininos) em Apodi e Felipe Guerra motivada a partir de iniciativa de promotor de justiça em atuação naquele município.