Author name: Edinael Castro

Assembleia de Deus Cristão Igreja Pernambuco Upanema

OBREIROS DE UPANEMA PARTICIPAM DE TREINAMENTO PARA PESQUISA SOCIAL – AD JOÃO PESSOA/PB

Cinco obreiros da Assembléia de Deus em Upanema/RN foram enviados pela igreja para participarem de um treinamento de capacitação para realização de pesquisas. São eles: Ev. Erivan Fernandes, Pb. Marcelo Tavares, Pb. Jonas Carlos, Aux. Isaías Mendonça e Ir. Elenilson Freire.

As pesquisas as quais os obreiros estão sendo treinados visam trazer informações das áreas de atuação da localidade do aluno, no caso, o  município de Upanema, e com esses dados, planejar com mais eficiência o trabalho do Senhor.

Vejam todas as fotos clicando aqui

Fonte: Blog do Erivam

Eduçação Greve Justiça Prefeitura Professores São Gonçalo

PREFEITURA DE SÃO GONÇALO PEDE ILEGALIDADE DA GREVE DOS PROFESSORES

Publicado por Robson Pires
Foto ilustrativa
A Procuradoria Geral de São Gonçalo do Amarante encaminhou na tarde de ontem (18) para a Justiça documento ajuizando o pedido de julgamento da ilegalidade da greve dos professores do município. De acordo com o procurador Polión Torres, autor da solicitação, o movimento grevista é inoportuno e vai acarretar o atraso no calendário escolar e provocar prejuízo social aos alunos.
“Queremos garantir o direito dos 15 mil estudantes da nossa rede pública de ensino de assistir aula, sem contar o fornecimento da merenda escolar. A maioria dos nossos estudantes é carente e contam com a merenda para se alimentar”, enfatizou Polión.
O procurador acredita que não há motivos para a paralisação já que esse ano os professores tiveram dois meses de férias remuneradas, receberam um terço de férias, ganharam um notebook para pesquisas e planejamento de aulas, estão recebendo os salários em dia, inclusive ganhando mais que nas escolas particulares. Para ele o município está cumprindo o plano de cargos e o piso nacional de forma proporcional a uma carga horária de 30 horas semanais.
O executivo também aprovou esse ano um reajuste de 22,22% para os professores que ganham menos e 11% para os que ganham mais. Os demais servidores de São Gonçalo, inclusive os da educação e saúde, vão receber um aumento de 8%, sendo o pagamento pago de forma escalonada, 4% no mês de maio e os outros 4% em junho.
O secretário de educação, Abel Neto, já anunciou que está fazendo o acompanhamento da folha de ponto das unidades de ensino e que vai cortar o ponto dos grevistas. Ele declarou que o pagamento dos dias descontados só será realizado após a reposição das aulas.
Câmara dos Deputados Henrique Alves Marco Maia PMDB Presidência

O GLOBO: HENRIQUE COM A CARROÇA NA FRENTE DOS BOIS

Publicado por Robson Pires
 A coluna Panorama Político, do jornal O Globo, destaca a correria do deputado federal Henrique Alves (PMDB), que deseja ansiosamente subir ao posto de presidente da Câmara Federal:
Câmara Municipal Maristela Freire Prefeitura Upanema Vereadores

PREFEITA MARISTELA FREIRE IRÁ LER MENSAGEM ANUAL NA CÂMARA AMANHÃ

Amanhã, na Câmara Municipal de Vereadores, a prefeita Maristela Freire apresentará a tradição mensagem anual, com a sucinta prestação de contas da administração referente ao ano de 2011 e ações prioritárias para o ano de 2012. A sessão está marcada para ás 10:00h e deverá contar também com a presença de todo o primeiro escalão da administração municipal.

Fonte: Sec. de Turismo e Comunicação – http://prefeituradeupanema.blogspot.com.br/
Estado Polícia RN Vergonha

SOLDADO DA POLÍCIA MILITAR APANHA NA CARA DE OFICIAL EM CURSO DA FORÇA TÁTICA EM NATAL

Durante a realização de um curso de “Força Tática” realizado pela Polícia Militar do Rio Grande do Norte. Um tenente deu uma tapa na cara de um soldado na aula inaugural.

Com certeza este tenente deve ter ficado bastante entusiasmado quando assistiu o filme Tropa de Elite. E ao participar de um curso de formação quis realizar os mesmos fatos que aconteceram no filme.

Só que o mesmo não deve ter visto que a sociedade condenou os fatos mostrados no filme, fato este executado pelo tenente ao dar uma tapa na cara de um soldado.

Gostaria muito que este tenente respondesse a seguinte pergunta:

Qual aprendizagem que o soldado irá aprender ao levar uma tapa na cara?

Com certeza ele e nenhum outro irão responder. Pois este tipo de acontecimento não tem aprendizagem nenhuma.

A Polícia Militar necessita colocar nas ruas um profissional, mas ao realizar estes infelizes acontecimentos com certeza não teremos na rua um profissional em segurança pública.

Alguém pode me dizer o que iremos ter?


O repórter Jacson Damasceno manteve contato com o comando da PMRN, Coronel Araújo, e o mesmo informou que as denuncias irão de averiguadas.

Leia a seguir o depoimento do soldado:

“Se eu soubesse que iria apanhar na cara, em um curso chamado de força tática, onde não se espera que este tipo de ato aconteça, nem teria me inscrito. Sou contra este tipo de metodologia, não vejo como apanhar no rosto, ser desmoralizado, humilhado me faça um profissional de segurança pública melhor ou uma pessoa mais descente, o curso pra mim acabou naquele instante…”

Fica aqui o meu sentimento de repudio ao tenente que praticou este ato insano e covarde.

Espero que após este fato a Polícia Militar proíba estes acontecimentos em seus cursos de formações, especializações e preparo profissional. Pois os policiais são voluntários no curso para aprender técnicas policiais e não para apanhar.

Fonte: Cabo Heronides – Extraído do Blog Umarizal News
Brasil Eduçação Ensino Fundamental Escolas Estudante IBGE Jovem

MAIS DE 1 MILHÃO DE ALUNOS ESTÃO ‘EMPACADOS’ NO ENSINO FUNDAMENTAL

Cerca de um milhão de jovens brasileiros estão empacados no ensino fundamental e não conseguem avançar ao ensino médio, indica o Censo Escolar 2011. São alunos que não tem a idade correta para a série em que estudam, entre outros motivos, porque foram reprovados.
O número foi obtido pela diferença entre a população na faixa etária de 6 a 14 anos e a quantidade de matriculados no ensino fundamental. Segundo o IBGE, o País tem 29.204.148 pessoas nessa faixa etária, enquanto o Ministério da Educação registrou 30.358.640 alunos do 1.º ao 9.º ano nas escolas brasileiras.

Atualmente, o número de matrículas é 3,9% superior à população na faixa etária adequada a essa etapa de ensino. Para o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), o porcentual é “bem menor e muito melhor” do que os 20% observados há dez anos.
Quando o aluno tem uma idade diferente da esperada para os estudantes daquela série ele entra para as estatísticas da distorção idade-série. No Brasil, o fenômeno é observado em todos os anos do ensino fundamental, exceto no 1.º. Nesta etapa, a escola atende a alunos com idade média de 6,7 anos, quando são esperadas crianças com 6 anos. Na outra ponta, deveria haver somente jovens de 14 anos no 9.º ano, mas a média nacional é de alunos com 15,2 anos.
O fluxo escolar, que avalia a passagem entre um nível e outro da educação, é considerado um indicador de qualidade. Ele entra no cálculo, por exemplo, do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Para corrigir distorções, alguns Estados adotam a progressão continuada, em que os alunos só podem ser reprovados em algumas séries do ensino fundamental. É o caso de São Paulo.
O resumo técnico do censo foi divulgado pelo Inep nesta quarta-feira, 18.
Fonte: Estadão – Extraído do blog Umarizal em  Fotos
Eduçação Informe Ministro Obmep

MEC PLANEJA CRIAR OLIMPÍADA INTERNACIONAL DO CONHECIMENTO NO BRASIL

Ministério da Educação – MEC planeja começar a organizar, em 2013, uma Olímpiada do Conhecimento para alunos de escolas públicas de todo o País. A ideia é unificar as competições já realizadas pelo órgão para testar os conhecimentos dos alunos, a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas – OBMEP e a Olimpíada da Língua Portuguesa, adicionando conteúdos de História, Geografia e Ciências.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, planeja que a competição seja um evento internacional, que reúna estudantes de diferentes países. A perspectiva é que a primeira edição ocorra em 2016, paralela à Olimpíada do Rio de Janeiro. “O melhor da herança olímpica que podemos deixar para as futuras gerações é exatamente esse espírito ligado ao conhecimento e ao esporte”, defendeu o ministro.
As competições de conhecimento têm demostrado impacto positivo na aprendizagem dos alunos, de acordo com o MEC. As incrições para a Olimpíada de Matemática terminaram no último mês com recorde de inscritos: 46 mil escolas e 19,2 milhões de alunos.
As olimpíadas, no entanto, possuem metodologias diferentes, por isso o MEC prevê organizar um grupo de trabalho para unificá-las em um evento só. O órgão planeja, ainda, uma parceira com a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC e com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação para realizar a Olimpíada de Ciências.
Com informações da Agência Brasil.
Eduçação Ensino Informe MEC Professores

METADE DOS PROFESSORES DO CAMPO NÃO TEM FORMAÇÃO ADEQUADA

Praticamente metade (49,9%) dos professores dos anos finais do ensino fundamental e do ensino médio que lecionam em regiões rurais do Brasil não tem formação em cursos superiores de licenciatura, mínino exigido pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDB. Na zona urbana, apenas 14,8% dos docentes não possui a formação adequada.
Os números são do Censo Escolar 2010 (PDF), trabalhados pela área de Estudos e Pesquisas do Todos pela Educação. Eles apontam, ainda, que os problemas da educação no campo se estendem à infraestrutura das escolas e definição de linhas pedagógicas.
Vale ressaltar que a LDB admite que, para a educação infantil e o ensino fundamental I, os professores tenham formação em nível médio, na modalidade Normal. Atualmente, 91,5% dos professores das escolas urbanas dessas etapas do ensino têm formação adequada. Na zona rural, o índice cai para 88,3%.
“O magistério deve ser mais atraente para que os jovens do campo queiram ser professores”, destaca a diretora-executiva do Todos Pela Educação, Priscila Cruz. “O campo acumula várias desigualdades educacionais do Brasil. Nele, a diferença entre os mais ricos e os mais pobres é ainda mais acentuada”.
Especialistas em educação do campo avaliam que essa modalidade de ensino foi baseada em valores urbanos, o que gera problemas em sala de aula. “A educação do campo, como um todo, foi formulada de cima para baixo, o que desrespeitou a complexidade e a diversidade da realidade rural. Ela é descontextualizada”, avalia o pesquisador em Ensino do campo, da Universidade do Planalto Catarinense – Uniplac, Geraldo Augusto Locks.
Já para o pesquisador do Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologias do Pará – IFPA (http://www.ifpa.edu.br/), Cícero Italiano Sobrinho, outro grande desafio é motivar o professor a ficar ou voltar para a zona rural. “O campo precisa de professores que sonhem os mesmos sonhos que os campesinos. Que sintam as mesmas angústias e, principalmente, que estejam dispostos a lutar por estes sonhos e pelas resoluções de seus problemas. Infelizmente, essa ainda não é a realidade vislumbrada pela educação campesina”, afirma Sobrinho.
Visando amenizar a defasagem, o Ministério da Educação – MEC lançou, no final de março, uma política específica para a zona rural, o Programa Nacional de Educação do Campo – Pronacampo.
Brasil Câmara dos Deputados Drogas Eduçação Ensino Estados Unidos Jovem Polícia

PREVENIR O USO DAS DROGAS NAS ESCOLAS É MAIS EFICIENTE E BARATO DO QUE REPRIMIR USUÁRIOS

Implantar medidas preventivas ao uso de drogas em escolas é mais eficiente e mais barato que as atuais políticas para tratar e reprimir os usuários. Essa foi a principal conclusão de uma audiência pública realizada pela Câmara dos Deputados para debater o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência – Proerd, que visa transmitir às crianças mensagens de valorização da vida e de combate às drogas.

“O Proerd é um programa eminentemente preventivo, estratégico, tendo como objetivo principal educar as crianças em seu meio natural, a escola, com o auxílio de policiais e professores”, explica o Cabo Juliano Rabelo, que é deputado pelo PSB-MT. “O programa dá ênfase às crianças que cursam desde a educação infantil até o sexto ano, mostrando-lhes os efeitos das drogas, ensinando as habilidades e a motivação necessárias para manterem-se longe delas”.
O coronel da Polícia Militar do Paraná, Douglas Sabatini Dabul, lembrou que a formação de crianças e adolescentes pelo programa custa apenas R$ 20 por participante. “É muito mais barato que qualquer tratamento, sem contar o transtorno de ter algum dependente na família”.
Para o deputado Carlos Alberto (PMN-RJ) “os governos não dão a importância que o Proerd deveria ter, pois a prevenção é mais importante que a repressão”. Ele lembra que no seu Estado, o Rio de Janeiro, mais da metade dos 28 mil internos no sistema penitenciário são jovens. “Precisamos lutar para valorizar mais o trabalho preventivo”.

Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência atende a aproximadamente 15 milhões de estudantes, nos 27 Estados da federação, de acordo com o coordenador da Área de Policiamento Comunitário da Secretaria Nacional de Segurança Pública, Erisson Lemos Pita. “O trabalho envolve a tríade polícia, escola e família”, explica.

A iniciativa foi inspirada em um programa dos Estados Unidos e já é implantada no Brasil há 20 anos. O primeiro Estado a receber as ações foi o Rio de Janeiro, com atividades executadas por policiais voluntários, em seus momentos de folga.  “Hoje, o programa está em mais de 50 países e o segundo maior é o brasileiro, atrás apenas dos Estados Unidos”, afirma Erisson.
Saiba mais!
Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência – Proerd: projeto pedagogicamente estruturado em lições, ministradas por policiais militares fardados e educadores sociais. Ele oferece atividades interativas com o intuito de estimular o aluno a resolver seus problemas sem o auxílio das drogas.
Com informações da Agência Câmara – Extraído do Blog Educação
Eduçação Ensino Escolas Espírito Santo Estados Unidos Goiás Professores Rio de Janeiro São Paulo

INSPIRADAS EM NOVA YORK, ESCOLAS DO RIO DE JANEIRO E DO ESPIRITO SANTO DEVEM RECEBER TUTORES

Um projeto piloto que leva para a escola um coordenador para trabalhar com os pais e alunos e tutores para auxiliar os professores em sala de aula será ampliado e chegará ao Rio de Janeiro e ao Espírito Santo. Atualmente, a iniciativa, inspirada em uma reforma educacional realizada em Nova York em 2002, é desenvolvida em São Paulo e Goiás.
Fruto de uma parceira entre a Fundação Itaú Social, prefeituras e governos, o projeto piloto vai ser adotado em 1.140 escolas e creches da rede pública. Cada uma receberá pelo menos um dos novos profissionais, que trabalharão no dia a dia da instituição. Eles representam duas das oito medidas adotadas na reforma educacional de Nova York, que está sendo adaptada para o Brasil.
São Paulo foi a primeira cidade a receber o projeto. Dez escolas da zona Leste da cidade, região de alta vulnerabilidade social, receberam por três anos os coordenadores e os tutores para professores de Língua Portuguesa e Matemática. Eles assistiam as aulas e identificavam deficiências e dificuldades dos professores, assim como boas práticas que pudessem servir de exemplo para os colegas.

A professora de Português Cintia Dias Marei, da Escola Estadual Aquilino Ribeiro, em São Paulo, foi uma das que contou com o apoio dos tutores: ela enfrentava dificuldades com a indisciplina e com a necessidade de alfabetizar 15 alunos da 6ª série. “Os tutores deram ideias de leituras e de formação de grupos de trabalho na sala de aula para atrair o interesse dos alunos. Eles também me ajudaram a criar questões de provas e a sistematizar os resultados”, explica.

O também professor de Português da Escola Estadual Aquilino Ribeiro, Cícero Leonardo do Nascimento, avalia que os tutores ajudaram a encontrar novas formas de trabalhar leitura e produção de textos. “Passei a trabalhar contos de suspense, usando histórias em quadrinhos para atrair os alunos, por exemplo. E, na sala de aula, antes eu falava, e os alunos ouviam. Hoje, eles participam mais e eu sou apenas o mediador”, conta.

Além dos professores, os coordenadores escolares também receberam ajuda dos tutores. “O coordenador, às vezes, é desviado da função dele e acaba tendo que cuidar da merenda, de fechar portão, de funções burocráticas. A proposta da tutoria é ajudar esse profissional a priorizar a rotina pedagógica, a fazer um diagnóstico da escola e o planejamento do ano”, afirma a especialista em Gestão Educacional da Fundação Itaú Social, Maria Carolina Nogueira Dias.
Fundação Itaú Social ainda está avaliando os resultados do projeto em São Paulo, encerrado este ano. A ideia é que a Secretaria de Educação continue e estenda a tutoria, independente da Fundação.
Goiás também adotou a presença de tutores nas escolas, porém em escala maior que São Paulo: cerca de 1.100 escolas participam do projeto piloto. Além dos tutores, os colégios contam com ajuda dos coordenadores de pais, pessoas que conhecem a comunidade e que não necessariamente tinham algum vínculo com a escola.
Entre as tarefas dos coordenadores estão: receber os estudantes na porta; conversar com os pais; procurar convencê-los a participar das reuniões periódicas; e visitar a casa da família quando notam algum problema com o aluno. “Queremos que esse profissional trate com alunos que estão propensos à evasão ou que têm baixo rendimento escolar”, disse o secretário de Educação do Espírito Santo, Klinger Barbosa Alves.
A perspectiva é que, ainda no primeiro semestre deste ano, os coordenadores passem a atuar em 15 escolas estaduais de ensino fundamental e médio de cinco cidades da Região Metropolitana de Vitória (ES).
“Hoje, 95% dos pais comparecem às reuniões na escola. Antigamente, só se falava da indisciplina dos alunos nestes encontros e, agora, fala-se mais das notas, e os pais ficam informados sobre o aprendizado dos filhos”, relata a coordenadora de pais Maria Aparecida Alexandre Custódio.
Cidineia Carvalho Oliveira, mãe do estudante Willian Carvalho de Souza Lima, de 11 anos, conta que a coordenadora de pais auxiliou o filho quando ele recebeu ameaças e foi agredido por um colega.  “O contato agora é maior. Na reunião de pais, não dá tempo de falar tudo e, às vezes, você quer falar em particular com alguém da escola”, conta a mãe.
No projeto piloto do Rio de Janeiro, no entanto, os coordenadores de pais terão uma função diferente: atender famílias cujos filhos frequentam creches municipais apenas uma vez por semana.
Nova York
Liderada pelo então prefeito de Nova ,York Michael Bloomberg, a reforma educacional da cidade, iniciada há dez anos, tinha como foco melhorar a aprendizagem dos alunos. Além dos coordenadores e tutores, ele propôs o afastamento de professores por baixo rendimento, o fechamento de escolas mal avaliadas, o pagamento de bônus para docentes e um sistema de gestão que desse mais autonomia aos diretores.
Algumas dessas políticas, como o afastamento de professores e a política de bonificação por desempenho, foram revistas e extintas, pois não demonstraram ter impacto no desenpenho dos alunos. Ainda assim, a média dos estudantes aumentou nas avaliações oficiais.
Com informações de O Globo – Extraído do blog Educação
Rolar para cima