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GOVERNO DESISTE DE ADIAR HORÁRIO DE VERÃO, QUE COMEÇA EM 4 DE NOVEMBRO

Relógios deverão ser ajustados em 4 de novembro, início do horário de verão em 2018 (Foto: © Reprodução)

O governo decidiu manter para o próximo dia 4 de novembro o início do Horário de Verão, de acordo com informações da assessoria da Presidência, confirmadas nesta segunda-feira (15). Não haverá, portanto, adiamento para o dia 18 de novembro, como havia sido comunicado pelo Palácio do Planalto no início deste mês. Ele termina em 17 de fevereiro de 2019.

A mudança havia sido pedida pelo Ministério da Educação para evitar prejuízos aos estudantes, já que a primeira prova do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) está marcada justamente para o dia 4 de novembro.

No último dia 3 de outubro, o ministro da Educação, Rossieli Soares da Silva, anunciou em sua página no Facebook que os candidatos teriam “mais tranquilidade para fazer as provas” com a medida. “Caso o horário de verão iniciasse no primeiro dia de provas do Enem, como estava previsto, muito provavelmente acarretaria em prejuízos aos participantes”, escreveu.

Um decreto já havia sido publicado pelo presidente Michel Temer (MDB) fixando o início do horário de verão para o dia 4 de novembro. O governo decidiu manter a data para evitar insegurança jurídica.

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APÓS HADDAD APAGAR INFORMAÇÃO FALSA, BOLSONARO ATACA O PETISTA EM REDE SOCIAL

Procurada, a equipe do petista disse que, na verdade, Bolsonaro se absteve da votação (Foto: AFP)

Do Estadão – O candidato do PSL à presidência da República, Jair Bolsonaro, publicou neste domingo, 14, no Twitter, uma mensagem na qual ataca o seu adversário no segundo turno da eleição presidencial, Fernando Haddad (PT), em razão de uma informação falsa que foi publicada pelo petista em seu perfil e depois apagada.

“Após mentir descaradamente que votei contra os deficientes, o marmita de corrupto preso também apagou as acusações como se nada tivesse acontecido. A mentira nunca vencerá a verdade!”, escreveu Bolsonaro.

O tuíte de Haddad criticava Bolsonaro por supostamente ter votado contra o Estatuto da Pessoa com Deficiência. A publicação, depois, foi apagada. Procurada, a equipe do petista disse que, na verdade, Bolsonaro se absteve da votação, e que por isso a postagem foi excluída.

“O deputado Jair Bolsonaro votou contra o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Acredito que ele tenha votado contra por falta de conhecimento. Ele não foi educado para compreender toda a diversidade humana e sua complexidade”, era o que dizia a postagem, antes de ser apagada.

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CABO DACIOLO PEDE AO TSE ANULAÇÃO DA VOTAÇÃO DO 1º TURNO

O candidato do Patriota à Presidência da República, Cabo Daciolo, foi ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apresentar pedido de anulação da votação do 1º turno para que seja feita uma nova edição do pleito usando o método de voto em cédula, e não em urna eletrônica. Ele argumentou que houve fraude na adoção de urnas eletrônicas.

Daciolo disse que já havia apresentado um pedido de uso de voto em cédula no início de setembro. Segundo o candidato, o TSE respondeu argumentando que não havia situação de excepcionalidade que exigisse o abandono do emprego de urnas eletrônicas em favor da votação em cédula.

“Temos várias denúncias de fraudes das urnas eletrônicas. Em todo o território nacional, as pessoas iam votar e quando chegavam lá para votar para presidente não concluía. Quando tem fragilidade nas urnas eletrônicas, é necessário em caso excepcional que TSE faça votação em cédulas”, defendeu Daciolo.

Consultado pela Agência Brasil, o TSE respondeu por meio de sua assessoria que o processo encontra-se em tramitação por via administrativa e que até o momento não houve decisão.

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Brasil Partido Política

HADDAD RECEBE CARTA DE “APOIO E APREÇO” DE INTEGRANTES DO PSDB

O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, recebeu uma carta de “apoio e apreço” de integrantes do PSDB, durante um almoço, nesta quarta-feira (10), em São Paulo. Ele confirmou que pretende conversar com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
O presidenciável disse que não está autorizado a divulgar os nomes do PSDB que participaram do almoço, mas afirmou que todos estão empenhados em garantir a tranquilidade do país e, em especial, do processo eleitoral neste segundo turno. “[Estamos] conversando com todas as forças que queiram conter a barbárie, essa escalada [de violência] no país”, disse. “Vamos prosseguir no sentido de estabelecer protocolos de civilidade em proveito do futuro do Brasil.”
O candidato deve viajar hoje para Brasília para uma série de encontros políticos amanhã, incluindo representantes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o presidente nacional do PSB, João Carlos Siqueira.
“Nós estamos paulatinamente recebendo apoios. Eu não estou autorizado ainda a divulgar [quem participou], mas já entregaram uma carta de apoio importante, querendo propor uma mediação para conter escalada da violência no nosso país”, frisou o candidato. “Parte significativa do PSDB está muito preocupada com o que está acontecendo”, acrescentou.
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PODEMOS, PPS, DEM E PR LIBERAM INTEGRANTES PARA APOIO NO 2º TURNO

A Executiva Nacional do Podemos informou, em nota divulgada nesta quarta-feira (10), que vai se manter neutro no segundo turno da eleição presidencial. De acordo com a nota, militantes, líderes e representantes estão liberados para apoiar um dos presidenciáveis – Jair Bolsonaro (PSL) ou Fernando Haddad (PT).

No primeiro turno, o Podemos disputou a eleição presidencial com Alvaro Dias, que foi derrotado.

A Comissão Executiva Nacional do PPS também decidiu, nesta quarta-feira (10), em Brasília, manter a neutralidade no segundo turno da eleição presidencial. Para o partido, as candidaturas de Jair Bolsonaro (PSL) e de Fernando Haddad (PT) “trazem a marca de uma conflagração que alimenta radicalismos políticos sob a insígnia do ‘nós contra eles’, que ameaçam o próprio processo democrático”, diz o documento aprovado pelos dirigentes do PPS.

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Partido Política

PESQUISA XP/IPESPE: BOLSONARO TEM 59% CONTRA HADDAD (41%)

A primeira pesquisa da XP Investimentos encomendada ao Ipespe mostra que Jair Bolsonaro (PSL) lidera a disputa presidencial em segundo turno com 59% das intenções de voto entre os eleitores. Fernando Haddad (PT), por sua vez, tem 41%.

A diferença entre os dois candidatos cresceu para 18 pontos desde o último levantamento, quando as pesquisas já indicavam essa tendência de cenário em disputa de segundo turno. Considerando todos os votos, Bolsonaro tem 51% e Haddad tem 36%.

Os resultados da pesquisa também mostram que os eleitores de Ciro Gomes são os que mais migram para a candidatura do petista.

De acordo com o levantamento, 63% dos que votaram no pedetista gostariam que ele apoiasse Haddad.

Já a maioria dos eleitores de Geraldo Alckmin (54%), do PSDB, e de João Amoêdo (64%), do Novo, preferem Bolsonaro.

*Via Metrópoles / Imagens: Reprodução

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HADDAD SE LIVRA DE LULA E TENTA SUAVIZAR ANTIPETISMO

Estratégia do marketing presidencial repete tática adotada pelo PT nas eleições municipais de 2016

O candidato do PT, Fernando Haddad, começou o segundo turno eleitoral em larga desvantagem em termos de intenções de voto (veja AQUI). Um pouco antes disso, já apresentou mudança radical na identidade visual de sua campanha e profundos ajustes no discurso.

As estratégias procuram retomar ritmo de crescimento que estacou perto do final do primeiro turno, para atropelar o contendor Jair Bolsonaro (PSL), que surfa na dianteira.

No primeiro turno, Haddad tinha a companhia de Lula da Silva (PT) como principal peça de alavancagem, o que provocou diversos problemas com a Justiça Eleitoral em todo o país. Além disso, o vermelho padrão do partido era realçado de forma intensa. Agora, não.

Lula é descartado e escondido nessa fase e as cores da bandeira nacional aparecem de forma proeminente, como se o vermelho nunca tivesse existido. Paralelamente, em suas entrevistas pós-primeiro turno, o candidato descredenciou o ex-chefe da Casa Civil do Governo Lula José Dirceu.

Em depoimentos à imprensa no primeiro turno, Dirceu prometeu radicalizar em relação à imprensa e amputar poderes do Ministério Público, por exemplo. Previu que o PT iria “tomar o poder”. A ordem é também escondê-lo.

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Brasil Partido Política

BOLSONARO DIZ QUE DISPENSA VOTO DE QUEM PRATICA VIOLÊNCIA

O presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro: dispensa voto de quem pratica violência (Valeria Goncalvez/Estadão Conteúdo)

Pelas redes sociais, presidenciável afirmou também que há um ‘movimento orquestrado forjando agressões para prejudicar’ campanha e que repudia nazismo

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, adotou uma postura mais incisiva contra atos de violência praticados por seus apoiadores.

“Dispensamos voto e qualquer aproximação de quem pratica violência contra eleitores que não votam em mim. A este tipo de gente peço que vote nulo ou na oposição por coerência, e que as autoridades tomem as medidas cabíveis, assim como contra caluniadores que tentam nos prejudicar”, disse ele pelo Twitter.

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BOLSONARO PROMETE 13º SALÁRIO A QUEM GANHA BOLSA FAMÍLIA

Atualmente, 13,7 milhões de famílias recebem um benefício médio de 178 reais do Bolsa Família. O programa custa cerca de 2,4 bilhões de reais por mês aos cofres federais (Anderson Schneider/VEJA)

O pagamento do adicional aumentaria o custo anual do programa em cerca de 2,5 bilhões de reais

Na disputa com Fernando Haddad (PT) pelos votos do eleitorado de menor poder aquisitivo, a campanha do candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, incluiu a proposta de um 13º salário para os beneficiários do Bolsa Família, principal programa de transferência de renda dos governos petistas. Segundo ele, a verba para o adicional viria do dinheiro arrecadado com o fim da “roubalheira” no programa – isto é, fraudes no pagamento do benefício.

A promessa tenta minimizar o impacto de declarações recentes do general Hamilton Mourão, candidato a vice na sua chapa, especialmente entre os eleitorados nordestino e feminino. Antes do primeiro turno, o general da reserva criticou os pagamentos do 13º salário e do abono de férias. Também declarou que filhos criados por mulheres estão mais propensos a serem cooptados pelo tráfico.

 

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SENADOR ELEITO NÃO APOIARÁ NINGUÉM E DEVE DEIXAR PARTIDO

Do Blog Marcos Dantas

Em entrevista ao Jornal Regional (rede de rádios na região Seridó) desta quinta-feira (11), o Capitão Styvenson Valentim (REDE), eleito como o mais votado para o Senado, nas eleições de domingo (07) no RN, não descartou a possibilidade de deixar o REDE Sustentabilidade.

“Isso é uma questão de repensar. Eu conversei com Marina Silva (candidata à presidência da República), agradeci por ela ter disponibilizado a candidatura cidadã. Isso foi muito bom porque era o momento que eu precisava. É uma pena pois não sei se o partido vai continuar ou vai se fundir. Eu sempre disse que não tenho partidos e nem ideologias…”, explicou.

Na mesma entrevista, Styvenson também descartou qualquer possibilidade de declarar, oficialmente neste segundo turno um apoio a qualquer candidato que esteja na disputa. Isso deve valer tanto para o Governo como para a Presidência.

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