CIENTISTAS DESCOBREM COMO O ESTRESSE ESTIMULA O SURGIMENTO DE LESÕES ORAIS
Uma das infecções virais mais comuns, o herpes é conhecido pela eclosão das crises em períodos de estresse. O mecanismo por trás do elo entre os dois fenômenos, porém, não é completamente conhecido. Um estudo recentemente divulgado por pesquisadores dos Estados Unidos deixa esse vínculo menos obscuro. Em experimentos com ratos infectados pelo vírus HSV, o causador das formas mais comuns do herpes, eles identificaram um esquema cerebral ligado à doença e conseguiram impedir que ela se manifestasse novamente nos animais.
A aposta na análise do cérebro deu-se porque estudos anteriores apontam que o vírus do herpes se instala nos neurônios pelo fato de serem células resistentes do corpo. “Nossa colega, a doutora Anna Cliffe, interessou-se pela ideia de que o HSV pode tirar vantagem da capacidade de sobrevivência a longo prazo dos neurônios e usá-los como hospedeiros, podendo se esconder neles por muitos anos”, destacou ao Correio Mohanish Deshmukh, professor do Departamento de Biologia Celular e Fisiologia da Universidade de Carolina do Norte e um dos autores do novo trabalho.



Pesquisadores estão usando células-tronco e animais, como camundongos e macacos, para tentar entender como o vírus Zika afeta as células nervosas do cérebro humano. Os experimentos estão sendo feitos por uma rede de estudiosos, com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).
A previsão de que o País enfrentaria neste ano uma tríplice epidemia está aos poucos se confirmando. Além de um aumento expressivo (e antecipado) de casos de dengue, o Brasil registra uma expansão importante das notificações de chikungunya.
O Ministério da Saúde anunciou, nesta terça-feira (5), mudanças no Calendário Nacional de Vacinação que alteram o esquema vacinal contra HPV, pólio, meningite e pneumonia. Segundo o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Antônio Nardi, tratam-se de mudanças rotineiras motivadas pela alteração da situação epidemiológica e por atualização na indicação das vacinas.
Fumar maconha todos os dias pode danificar estruturas cerebrais, sugere grupo de pesquisadores. O uso regular da droga parece encolher a massa cinzenta do cérebro (um importante componente do sistema nervoso central), é o que mostrou vários exames realizados em usuários que fumavam em grandes quantidades.
Quem nunca sentiu aquele famoso tremor nas pálpebras? Algo tão irritante quanto impossível de ser controlado. Pior: pode durar dias, com direito a curtos intervalos. Mas por que isso é tão comum e, ao mesmo tempo, difícil de ser evitado?
O Brasil já registrou mais de 800 mortes causadas pela doença até o final de novembro. Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas