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LULA LIDERA COM FOLGA NO ALTO OESTE

O presidente Lula da Silva (PT) tem ampla vantagem sobre os adversários da direita e extrema direita na região do Alto Oeste potiguar.

Na pesquisa Sensatus realizada em 13 municípios, Lula tem 73% das intenções de votos, seguido de longe pela ex-primeira-dama Michele Bolsonaro (PL) que tem apenas 6,4%.

Confira os números:

Dados

A pesquisa Sensatus ouviu 500 eleitores em 13 cidades do Alto Oeste entre os dias 18 e 21 de julho. A a margem de erro é de 4,37 pontos percentuais para mais ou para menos com intervalo de confiança de 95%.

As cidades pesquisadas foram Pau dos Ferros, Alexandria, Almino Afonso, Antônio Martins, Doutor Severiano, Itaú, José da Penha, Luís Gomes, Marcelino Vieira, Martins, São Miguel, Severiano Melo e Tenente Ananias.

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QUASE 1 MILHÃO DE FAMÍLIAS DEIXAM O BOLSA FAMÍLIA POR SUPERAREM A POBREZA, DIZ GOVERNO

Quase 1 milhão de famílias deixaram de receber o Bolsa Família neste mês de julho, porém, o motivo é positivo: elas conseguiram aumentar sua renda e superaram a situação de pobreza. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social, 958 mil famílias saíram do programa, o equivalente a 3,5 milhões de pessoas.

O principal fator, de acordo com o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, foi o acesso a empregos estáveis ou o crescimento como empreendedores.

“Estamos falando de famílias que saíram da pobreza por conta da renda de trabalho”, afirmou o ministro.

Regra de proteção

Mais da metade das famílias (536 mil) estavam na chamada regra de proteção do programa, que permite o recebimento de 50% do benefício por até 24 meses, mesmo após o aumento da renda familiar per capita para além de R$ 218 até o limite de meio salário mínimo.

Renda com trabalho e apoio à autonomia

Wellington Dias destacou que o governo vem trabalhando em estratégias para apoiar os beneficiários na transição para a autonomia financeira. “A gente dá a mão para essas pessoas, para que possam se qualificar e estruturar um pequeno negócio”, disse.

Programas de capacitação, acesso a crédito e apoio ao empreendedorismo têm feito parte dessa estratégia.

“De janeiro até agora, 3,5 milhões de pessoas saíram da pobreza. E desde o início do atual governo, são 8,6 milhões. Quase 24 milhões de brasileiros deixaram a pobreza”, ressaltou o ministro. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (22), durante o programa Bom Dia, Ministro.

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PIX: BRASIL PODE TER INVENTADO O FUTURO DO DINHEIRO, SUGERE NOBEL

Em um artigo publicado nesta terça-feira (22), o economista americano Paul Krugman, ganhador do Prêmio Nobel de Economia, sugere que o Brasil pode ter inventado o futuro do dinheiro, com a criação do Pix. Com informações do Metrópoles.

No artigo “O Brasil inventou o futuro do dinheiro?”, o professor da Universidade da Cidade de Nova York faz uma análise sobre a invenção brasileira, na qual elogia e destaca a eficácia do sistema de pagamentos instantâneos inventado no Brasil.

O ganhador do Nobel também faz uma comparação entre o Pix e o Zelle, sistema americano similar ao brasileiro, mas afirma que a versão brasileira é “mais fácil de usar”. Ele ainda questiona: “Será que um sistema como o Pix virá para os EUA? Provavelmente, não. Porque o setor financeiro americano não permitirá que um sistema público superior concorra com ele.”

Em seu texto, o economista americano ainda faz críticas à lei aprovada pela Câmara dos Deputados dos EUA recentemente, intitulada como Lei Genius, que, segundo ele, deve “impulsionar o crescimento das ‘stablecoins’, abrindo caminho, assim, para futuros golpes e crises financeiras”.

Para Krugman, o sucesso do sistema brasileiro se dá principalmente ao fato de o Pix ter baixas taxas de transação e inclusão financeira. Ele também elogia a rapidez da invenção brasileira na realização das operações.

Krugman faz um elo com a política, afirmando que a economia política brasileira é diferente da americana, porque “lá eles realmente julgam ex-presidentes que tentam sabotar eleições. Além disso, os grupos de interesse que, ao menos por enquanto, tornam impossível uma moeda digital nos EUA parecem ter muito menos poder por lá”, diz em outro trecho do artigo.

Nobel da Economia

Paul Krugman é um economista norte-americano e professor titular da Universidade da Cidade de Nova York. Krugman é conhecido tanto pela carreira acadêmica quanto pela divulgação de estudos e artigos relevantes. Em 2008, ele ganhou o Prêmio Nobel de Economia, por suas contribuições à teoria do comércio internacional e à geografia econômica.

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BOLSONARO NÃO PODE CHEGAR PERTO DE EMBAIXADAS NEM USAR REDES SOCIAIS

Além de ser obrigado a usar tornozeleira eletrônica, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não poderá usar redes sociais, comunicar-se com embaixadores e diplomatas estrangeiros e nem pode se aproximar de embaixadas.

Bolsonaro foi alvo de operação da PF na manhã desta sexta-feira (18/7), por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Moraes determinou também a Bolsonaro recolhimento domiciliar das 19h às 7h e nos finais de semana.

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LULA LIDERA TODOS OS CENÁRIOS E DERROTARIA BOLSONARISMO, APONTA NOVA PESQUISA QUAEST.

Por Cleber Lourenço

ICL Notícias 

A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (17) confirma a liderança do presidente Lula em todos os cenários testados para o primeiro turno da eleição presidencial de 2026. O levantamento também aponta vantagem do petista em todos os cenários simulados de segundo turno, embora o governador paulista Tarcísio de Freitas apareça tecnicamente empatado com ele no limite da margem de erro.

No primeiro turno estimulado, Lula registra 32% das intenções de voto contra 26% de Jair Bolsonaro, 30% contra 19% de Michelle Bolsonaro, 32% contra 15% de Tarcísio e 31% contra 15% de Eduardo Bolsonaro. Na espontânea, o petista subiu para 15%, ante 11% em maio, enquanto a taxa de indecisos recuou de 75% para 68%.

Nos oito cenários testados de segundo turno, Lula mantém vantagem. Ele venceria Bolsonaro por seis pontos percentuais (43% a 37%), Michelle por sete (43% a 36%), Ratinho Jr. e Eduardo Leite por cinco (41% a 36% cada), Zema e Caiado por nove e Eduardo Bolsonaro por dez pontos. Contra Tarcísio, a diferença é de quatro pontos (41% a 37%), configurando empate técnico.

Rejeição de Lula diminuiu

A rejeição à candidatura de Lula caiu para 58% — em maio era de 66% — e 38% agora defendem que ele concorra à reeleição, ante 32% na rodada anterior. Já para Bolsonaro, inelegível, 62% avaliam que ele deveria apoiar outro nome, enquanto 28% acham que ele deve insistir.

Entre os nomes da direita para um cenário sem Bolsonaro, Tarcísio é citado por 15% (queda de dois pontos) e Michelle, por 16% (alta de três pontos), empatados tecnicamente. Ratinho Jr. aparece com 9%. Para 19% dos entrevistados, nenhum desses nomes deveria ser o candidato da direita, e 17% não souberam responder.

Os eleitores continuam polarizados também quanto a temores: 44% apontam a volta de Bolsonaro como seu maior medo e 41% indicam a reeleição de Lula como motivo de receio. Outros 7% dizem ter medo de ambos.

O levantamento ouviu 2.004 pessoas entre os dias 10 e 14 de julho, por meio de entrevistas presenciais, e marca o início de uma série mensal da Quaest sobre a disputa presidencial de 2026.

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COMISSÃO DA CÂMARA APROVA ISENÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA PARA QUEM GANHA ATÉ R$ 5 MIL; PROJETO SEGUE PARA O PLENÁRIO

Uma comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (16) o projeto que aumenta a faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para R$ 5 mil.

A partir deste valor, inicia-se uma transição com descontos no imposto para quem ganha até R$ 7.350.

Atualmente, estão isentos do pagamento de IR quem ganha até dois salários mínimos deste ano, o equivalente a R$ 3.036.

O texto foi aprovado em votação simbólica na comissão especial, criada sobre o tema. Agora, a proposta segue para análise do plenário da Câmara. O que deve ocorrer após o recesso parlamentar, em agosto.

Para compensar o aumento das isenções e descontos, será aplicada uma alíquota extra progressiva de até 10% para quem ganha acima de R$ 600 mil por ano, ou R$ 50 mil por mês.

Esta alíquota máxima de 10% incidirá para quem recebe anualmente partir de R$ 1,2 milhão (R$ 100 mil por mês).

Mudança proposta por Lira

O projeto foi enviado ao Congresso pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No texto original, a faixa de desconto iria até R$ 7 mil.

Na semana passada, o relator, Arthur Lira (PP-AL), disse que aumentou este limite para manter a neutralidade da proposta, uma vez que, nos moldes enviados pela Fazenda, o projeto teria R$ 29 bilhões de sobra de arrecadação.

Lira cogitou reduzir o imposto previsto para os mais ricos no projeto original de 10% para 8% ou 9%.

Mas disse que “a dureza com que foi tratado” durante a tramitação da pauta o fez optar por “privilegiar o andar de baixo”.

A ampliação da faixa de desconto de R$ 7 mil para R$ 7.350 deve beneficiar 500 mil pessoas, segundo o relator.

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 LULA DECIDE VETAR PROJETO QUE AUMENTA NÚMERO DE DEPUTADOS

O presidente Lula decidiu, nesta quarta-feira (16/7), vetar o projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional que aumentava o número de deputados federais dos atuais 513 para 531.

A decisão foi tomada pelo petista durante uma reunião com auxiliares no Palácio da Alvorada, na tarde da quarta-feira, último dia do prazo para o presidente sancionar ou vetar a proposta.

Participaram do encontro com Lula no Alvorada, segundo apurou a coluna, os ministros Rui Costa (Casa Civil), Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), Sidônio Palmeira (Secom) e Jorge Messias (AGU).

Inicialmente, Lula foi aconselhado por auxiliares a não sancionar nem vetar o projeto no prazo, o que transferiria a decisão para o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP).

No entanto, após o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), patrocinar a derrubada do decreto do governo do IOF, ministros aconselharam Lula a vetar a proposta.

Além do recado ao Legislativo, pesou uma preocupação no governo de que uma eventual omissão do presidente pudesse ser mal interpretada pela opinião pública, majoritariamente contrária à proposta.

Em entrevista à coluna antes da decisão de Lula, o ministro-chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, afirmou que Lula levaria em conta o “sentimento do povo”.

“Essa é uma decisão que cabe ao presidente Lula. Eu tenho uma reunião com o presidente Lula hoje sobre esse tema. Nós vamos conversar e, a partir da nossa conversa, ele vai tomar uma decisão. Ele vai ouvir os outros ministros, como sempre faz no processo de sanção ou veto. O presidente Lula, obviamente, tem muita preocupação com o sentimento do povo em relação ao tema”, disse o ministro.

Gleisi foi voto vencido

À frente da articulação política do governo, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, foi uma das poucas vozes no Palácio do Planalto a defender que Lula não vetasse a matéria.

Ao decidir vetar o projeto, Lula azedou ainda mais a relação do governo com Motta e outros líderes da Câmara, principais interessados no aumento do número de deputados federais.

A Câmara votou o aumento de seus integrantes após o STF fixar um prazo até 30 de junho de 2025 para a Casa redistribuir suas cadeiras entre as bancadas estaduais.

Sem consenso para uma redistribuição, sobretudo diante da resistência dos estados que perderiam deputados, Motta articulou uma saída prevendo aumentar o número de deputados.

Metrópoles

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LULA DEVE VETAR PROJETO QUE AUMENTA NÚMERO DE DEPUTADOS NO CONGRESSO

O presidente Lula (PT) demonstrou a aliados a intenção de vetar o projeto de lei que aumenta o número de deputados federais na Câmara. O prazo para sanção da medida encerra nesta quarta-feira, 16.

Há outra alternativa além do veto, conforme informações do jornal Folha de S.Paulo, ou sanção, que é a chamada aprovação tácita.

Nesse caso, Lula não se manifestaria, deixando ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), o ônus da promulgação.

A proposta, aprovada no fim de junho no Congresso Nacional, eleva o número para 531 parlamentares. Atualmente, a Câmara tem 513 deputados.  

Caso a mudança seja aprovada, nove estados devem aumentar a sua participação no Casa Legislativa, entre eles estão:

  • Pará: 4 cadeiras;
  • Santa Catarina: 4 cadeiras;  
  • Amazonas: 2 cadeiras; 
  • Mato Grosso: 2 cadeiras; 
  • Rio Grande do Norte: 2 cadeiras; 
  • Goiás: 1 cadeira; 
  • Ceará: 1 cadeira; 
  • Paraná: 1 cadeira; 
  • Minas Gerais: 1 cadeira. 

Nos bastidores, o chefe do Executivo já se posicionou contra ao aumento e defende a redistribuição de cadeiras de acordo com as mudanças populacionais pelos estados, segundo informações com o periódico.

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BENEFICIÁRIOS TÊM ATÉ 21 DE JULHO PARA ADERIR AO PLANO DE DEVOLUÇÃO DE DESCONTOS DO INSS

Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que sofreram descontos indevidos por parte de entidades associativas têm até o próximo domingo (21) para aderir ao plano de devolução de recursos criado pelo governo federal. A medida é voltada para beneficiários que tiveram valores descontados entre março de 2020 e março de 2025.

Segundo o Ministério da Previdência Social, quem formalizar a adesão até essa data receberá o ressarcimento na semana do dia 24 de julho. A proposta evita a necessidade de ação judicial e pode ser acessada gratuitamente pelo aplicativo Meu INSS ou em agências dos Correios, sem exigência de envio de documentos.

O plano contempla aposentados e pensionistas que já contestaram os descontos e não obtiveram resposta das associações em até 15 dias úteis. Cerca de 3,8 milhões de contestações foram registradas até agora, sendo três milhões sem retorno por parte das entidades.

Os valores serão pagos diretamente na mesma conta bancária onde o beneficiário já recebe o pagamento mensal do INSS. Os repasses ocorrerão em lotes diários, a partir do dia 24, até que todos os prejudicados sejam atendidos.

Quem ainda não realizou a contestação pode fazê-lo até o dia 14 de novembro pelo aplicativo Meu INSS, pelo telefone 135 ou presencialmente nos Correios.

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INDÚSTRIA PEDE PARA GOVERNO NÃO RETALIAR TARIFAS DE TRUMP EM REUNIÃO

Representantes da indústria que se reúnem na manhã desta terça-feira (15) com ministros do governo pediram para gestão federal não retaliar as tarifas de 50% que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaça impor aos produtos brasileiros, disseram fontes presentes no encontro à CNN Brasil.

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, por exemplo, disse aos ministros que “não é prudente” haver retaliação comercial em uma relação complementar como a Brasil-EUA. O executivo pediu que o governo não deixe aspectos políticos “contaminarem” o debate.

Os segmentos industriais defenderam que o governo seja “objetivo” e “pragmático” ao lidar com a questão. Os pedidos acontecem horas após a gestão federal regulamentar a Lei da Reciprocidade, que abre portas para que a retaliação aconteça.

Além disso, como adiantou a CNN, o setor defendeu que o governo faça uma ofensiva pelo adiamento das tarifas em 90 dias. Para os industriais, não é possível que seja desenvolvida uma discussão técnica em apenas 15 dias. As taxas estão previstas para 1º de agosto.

Segundo os executivos, a indústria não encontrará no médio prazo alternativas para substituir o mercado dos Estados Unidos em suas exportações. A CNI estimou na reunião que as tarifas podem acarretar a perda de 110 mil postos de trabalho e impactar negativamente o PIB.

Estiveram presentes na reunião, além de ministros e técnicos do governo, 18 representantes da indústria. Veja lista:

  1. Francisco Gomes Neto, Presidente da EMBRAER;
  2. Ricardo Alban, Presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI);
  3. Josué Gomes da Silva, Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp);
  4. José Velloso, Presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq);
  5. Haroldo Ferreira, Presidente-Executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados);
  6. Janaína Donas, Presidente-Executiva da Associação Brasileira do Alumínio (Abal);
  7. Fernando Pimentel, Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit);
  8. Paulo Roberto Pupo, Superintendente da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci);
  9. Paulo Hartung, Presidente Executivo da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá);
  10. Armando José Giacomet, Vice-Presidente da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci);
  11. Rafael Lucchesi, CEO da Tupy;
  12. Giovanni Francischetto, Superintendente da Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas);
  13. Edison da Matta, Diretor Jurídico e de Comércio Exterior do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças);
  14. Cristina Yuan, Diretora de Relações Institucionais do Instituto Aço Brasil;
  15. Daniel Godinho, Diretor de Sustentabilidade e Relações Institucionais da WEG;
  16. Fausto Varela, Presidente da Sindifer;
  17. Bruno Santos, Diretor Executivo da Abrafe;
  18. Alexandre Almeida, Diretor RIMA
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