Política

Candidatos Dilma Rousseff Eleições 2012 Fernando Haddad Governo Federal José Serra Lula Partido Política PSDB PT São Paulo

‘NÃO É TRADIÇÃO LULA GANHAR EM SÃO PAULO’, DIZ SERRA

Salvo imprevisto, muitos acreditam que haverá um aprofundamento da polarização entre PSDB e PT nesta disputa pela Prefeitura de São Paulo. Tendo como protagonistas José Serra e Fernando Haddad, a briga não se resume a mais uma eleição municipal. O Brasil inteiro estará de olho no resultado deste pleito e tudo mais que ele possa significar.
José Serra resolveu ser candidato há menos de um mês. No início do ano, avisou que não queria mais ser prefeito. ‘Não queria, mas a necessidade de aumentar a chance de vitória foi posta pelo PSDB e por nossos aliados’, justificou em conversa com a coluna, na sua casa no bairro Alto de Pinheiros. Bastante à vontade, falou sobre tudo, até sobre seu escorregão em relação ao ‘papelzinho’. Aqui vão os principais trechos da entrevista:
Seus adversários vão explorar, na campanha, a sua saída da Prefeitura no meio do mandato. Já estão ironizando o ‘papelzinho’ que o sr. assinou. Como vai enfrentar isso?
Quando usei essa palavra eu não quis dar um tom jocoso. Mas é importante dizer que a população de São Paulo apoiou duas vezes a minha decisão. Em 2006, tive mais votos no primeiro turno para governador do que para prefeito em 2004. Em 2010, apesar de ter perdido a eleição nacional, ganhei da Dilma em São Paulo. Quem não tem nada a mostrar só pode acusar. Não funcionou duas vezes e não vai funcionar a terceira. O que nós vamos debater nesta eleição é quem pode fazer mais pela cidade de São Paulo.
O PT fará um grande esforço para entrar no Estado e na capital. O sr. vê algum perigo de uma hegemonia partidária no País, como advertiu o Sérgio Guerra?
É legítimo que o PT queira ganhar, não só a Prefeitura como o Estado. Mas é uma ambição também alimentada pelo fato de querer ser hegemônico. O PT não convive bem com a política, ele tenta controlar até os próprios aliados. O PT não ama a política no sentido de lidar com adversário e compartilhar com aliados. Não me refiro a todos, mas a estratégia petista na internet é da destruição dos adversários, não do debate.
Essa percepção da hegemonia petista foi o gatilho para sua candidatura?
Não é só isso, eu me tornei candidato também pelo gosto de poder administrar novamente a cidade. Um decisão tomada por necessidade, mas sem gosto, é uma decisão muito áspera, difícil. E tomar a decisão só por gosto, sem necessidade, é um tipo de narcisismo, que não está entre os meus defeitos.

O sr. faz análise?
Atualmente, não.
Alguém lhe deu alta?
Não, em análise nunca se tem alta. Se não, não é boa análise. Em matéria de análise sempre fui multinacional. Fiz no Chile, nos EUA e no Brasil.
Que balanço o sr. faz da última eleição? Esta vai ser mais fácil?
Pelo meu temperamento, toda eleição é difícil. Você lida com incertezas e com o espírito das pessoas, que ninguém consegue monitorar.
O Lula está apoiando um candidato em São Paulo…
Sem dúvida. Ele apoiou o Genoino em 2002, perdeu a eleição. Apoiou a Marta em 2004, perdeu. Apoiou a Marta em 2008, perdeu. Apoiou o Mercadante em 2010, perdeu. Apoiou a Dilma em 2010 e eu ganhei em São Paulo, na Capital e no interior. A tradição do Lula é não ganhar dos nossos candidatos em São Paulo. O que não significa que ele não possa ganhar um dia. Estou dizendo, apenas, que não é a tradição até agora.
O que mudou em você da última eleição para cá?
Difícil. Essa é uma pergunta que você poderia responder melhor. Você vê que eu estou, fisicamente, mais descontraído.
Quais os riscos desta vez?
Toda eleição tem um risco. Na vida pública vive-se correndo riscos, estou acostumado. Bem jovem, enfrentei riscos imensos na política estudantil. Eu era o principal dirigente estudantil do Brasil na época do golpe de 1964, por exemplo. Paguei um preço altíssimo e depois, no Chile, com o golpe militar, fui preso. Então, eu já corri riscos na vida consideráveis. Já teve astrólogo que disse que eu vou viver assim toda a minha vida. Não estou dizendo que acredito, mas não acho que se faça tudo pela razão, muita coisa eu faço pela intuição.
Perguntado sobre o mensalão, o Haddad comentou que nunca ninguém tinha perguntado ao senhor se o livro Privataria Tucana teria impacto na campanha (ver ao lado).
Vou repetir o que já disse. O livro é um lixo. Na última campanha, o PT se especializou em atacar a minha família.
O que achou da experiência da prévia?
É um exercício democrático. Os EUA têm uma tradição longa, aqui não há nenhuma. Lá tem eleição a cada dois anos para deputado, fora eleição para prefeito, governador e presidente. Os partidos são mais enraizados na sociedade. Aqui, tenho a impressão de que foi a primeira vez que se fez uma prévia de maior alcance. Acho positiva, aquece a militância para a campanha. Eu fui talvez o principal proponente de prévia no PSDB, ano passado, muito antes de pensar em ser candidato.
Por que no Brasil nunca houve essa tradição?
Fazer prévia não é fácil. Há o risco de aprofundamento das diferenças. Se não houver uma estrutura adequada, acaba sendo um tiro no pé.
A gestão Serra-Kassab foi um período único?
Acho que houve dois períodos. Quando o Kassab era meu vice, seguiu estritamente o nosso programa de governo. Até onde pôde, foi com a mesma equipe – porque alguns vieram comigo para o Estado, como o Mauro Ricardo, nas Finanças. Reeleito, Kassab montou sua administração, harmoniosa com as parcerias com o Estado.
Faria algo diferente dele?
Não sou de descartar programa de antecessores. Se eu atuasse descartando, não teria feito mais telecentros que a Marta ou dado continuidade aos CEUs. E não teria ampliado o Bilhete Único. Veja que nesses três casos não mudamos o nome, prática usual na política. Nós não fazemos isso.
O senhor é um realizador, mas também tem fama de desagregador. Como explica isso?
Creio que capacidade de realizar e de agregar andam juntas. No governo Montoro, na Prefeitura, no Ministério da Saúde, sempre formei equipes que podem ser consideradas as melhores em cada época, sem qualquer desarmonia interna. Sempre parti de uma base técnica bastante ampla. Já era economista e especialista em algumas questões de gestão pública mesmo antes de ocupar cargo.
Quando percebeu que a política era o seu caminho?
Desde criança. Lia jornais a partir dos sete anos e meus parentes dizem que eu já discutia política, ainda criança. Eu não me lembro. Aos 10 anos já era bastante informado. Quando chegou a TV, não tínhamos dinheiro para comprá-la, então eu lia jornal. Só fui ver TV quando tinha 14 anos.
A sua mãe o incentivou?
Não. Nunca ninguém incentivou. Minha família era muito modesta e despolitizada.
E a fama de hipocondríaco…
Não sou, mas tenho fama. Do ponto de vista político, não é ruim, não. Toda a população achava divertido ter um ministro da Saúde hipocondríaco. Não sei de onde vem essa fama. Sou cuidadoso, mas não gosto de ficar tomando remédio.
Não gosta de hospital?
Não. Eu visitei muito hospital, unidades novas de saúde, lidei com questões importantes de saúde pública no Brasil, mas se ver alguém aplicar uma injeção me dá tontura. Quando fui tirar sangue, jamais fui capaz de olhar.
O que gosta de fazer quando não está trabalhando?
Ficar com meus netos e ir ao cinema. E quando posso, viajar. O que é dificílimo. Ir pro exterior para trabalhar é fácil, mas lazer puro é difícil.
No cinema tem um gênero preferido? Viu Tudo pelo Poder?
Achei regular. O filme é meio simplista, mas gostei. Gosto de filme papo-cabeça, de faroeste, de comédia, enfim, de todo tipo de filme desde que seja um bom espetáculo.
E música?
Gosto de música clássica, mas também de MPB. Lembra do (senador do PSDB) Artur da Távola? Uma vez nós passamos uma tarde, em que o plenário não conseguia se reunir, na minha sala vendo quem sabia mais letras de músicas do Orlando Silva. Empatou. O Artur era um musicólogo. Mas eu também conheço muito de música popular antiga.
O senhor é filho único. Isso teve alguma influência na sua personalidade?
Deve ter tido. É muito difícil sentir isso. Dizem que filho único é autocentrado porque não tem concorrente. Eu vi porque tenho dois filhos. Embora sejam dois filhos únicos, porque meu filho nasceu quatro anos depois da minha filha.
De menino, que tipo de aluno o senhor era?
Embora fosse tímido, era muito falador e não era um modelo de disciplina. Tinha boas notas em aplicação e más notas em comportamento. Mas eram coisas muito ingênuas, se você comparar com certas coisas de agora.
Se fosse dar notas a si mesmo, hoje, daria quanto de aplicação e de comportamento?
De aplicação daria nota 10. Quando tenho algo a cumprir, me dedico totalmente. E de comportamento prefiro não me dar uma nota (risos). Uma vez fui para a aula com uma dor tremenda no pé, pois tinha cortado a unha na noite anterior e cortei um pedaço da carne. Passei a noite com o dedo inflamado. Aí o professor me escolheu para declinar verbos em latim e eu disse: ‘Professor, eu não estou em condições de declinar esse verbo’. E ele: ‘Mas o que o você tem?’. Aí eu expliquei que estava com dor no dedo do pé e a sala inteira caiu na gargalhada.
Há uma crise internacional preocupando todo mundo. Como você vê o panorama?
Acho que a economia brasileira vive, há muitos anos, um processo de empurrar com a barriga a solução de seus problemas. Temos um modelo que está consumindo os preços altos das commodities. A economia está se desindustrialização, mas a população está consumindo bastante porque temos preços de commodities em alta. Só que o modelo primário exportador não é capaz de levar o Brasil, a médio e longo prazo, a um processo de desenvolvimento sustentável. Nosso desafio seria ter em 2030 uma renda por habitante semelhante, hoje, à renda dos países considerados desenvolvidos. Não será pelo caminho da economia primária exportadora que chegaremos lá.
Há pelo menos vinte anos que se bate nesta tecla.
Eu sou o que mais bateu na tecla.
Mas, e o cenário lá fora?
Não acho nada catastrófico, você pode ter surpresas. O Pedro Malan disse outro dia que em economia é difícil até prever o passado. Imagine o futuro! Estou preocupado porque a fase de bonança que vive o Brasil é transitória. Mas, do ponto de vista da economia mundial, depende muito da Europa. E qual é o nó da Europa? É que não é uma crise estritamente econômica. Se a Europa fosse um país federativo, como os EUA ou o Brasil, provavelmente não haveria esse problema. Só que eles criaram uma moeda única numa confederação. Então, o orçamento da União no Brasil é 20% do PIB, nos EUA é outro tanto, na Europa é 1% do PIB. Você não tem mecanismos de compensação. A Europa não é integrada nem no mercado de trabalho, muito menos do ponto de vista fiscal./ SONIA RACY E PAULA BONELLI
Fonte: Estadão
Eleições Eleições 2012 Jorge Luiz Luiz jairo Maristela Freire Partido PMDB Política PR Upanema

MARISTELA SEPULTA DEFINITIVAMENTE A POSSIBILIDADE DE SUA REELEIÇÃO

Quando fui eleito presidente do Grêmio Estudantil Aldo Felinto (GEAF) da Escola Estadual José Calazans Freire, em 2008, tive a oportunidade de administrar aquela entidade com o total apoio do então prefeito Jorge Luiz, no seu último ano de mandato. Ao ser procurado, de imediato o mesmo sensibilizou-se e colocou-se à nossa disposição para a realização dos projetos que tínhamos para serem colocados em prática.

Não é à toa que ele hoje é considerado por toda população o maior líder político de nossa cidade. Jorge administrou nossa cidade tão bem, que o resultado pode ser visto por todos os lados, nos quatro cantos de Upanema. É claro que ninguém ou nada é perfeito, ele teve seus erros, que por sinal, puderam ser compensados/superados com as conquistas que trouxe para nosso município.
No ano seguinte, agora, já na atual gestão, tivemos o privilegio de conhecer a prefeita Maristela Freire, que se demonstrou também sensível aos nossos apelos – quanto Grêmio Estudantil – e se dispôs a ajudar no que fosse necessário. Com relação a isso, não tenho exatamente nada a declarar contra a atual gestora. Da forma que ela nos prometeu, ela cumpriu! Todos os projetos realizados pelo GEAF em meu mandato teve total apoio da prefeitura. Maristela não só contribuiu como também participou de nossos eventos, o que muito nos honrou. Tivemos apoio de muita gente, é claro! E para não ser injusto, prefiro não citar os nomes das muitas pessoas que também contribuíram com nosso mandato, pois poderei esquecer nomes que foram fundamentais nesse processo.
ACHO QUE ISSO JÁ É O SUFICIENTE PARA TE RESPONDER, NÃO É “ANÔNIMO”?
O primeiro erro da prefeita Maristela foi cometido no dia em que ela nomeou seus secretários e as pessoas que ocupariam os principais cargos comissionados de sua confiança. Maristela foi lamentavelmente mal assessorada. Um mandato que tinha tudo pra ser promissor e duradouro encerrou-se de forma terrível para alguém que tão cedo e de forma espetacular iniciou sua vida política.
Maristela poderia muito bem hoje planejar sua reeleição (que é de direito) sem nenhuma dificuldade. Porém, hoje, mesmo que não participe do pleito que se aproxima, a população de Upanema retribuiu esses quatro anos que passamos a mercê à própria prefeita e com a própria “moeda”, derrotando-a, tirando-lhe até a oportunidade que ela tinha buscar sua reeleição. E se isso não tivesse acontecido, as urnas teriam feito de forma esmagadora e constrangedora, porque teríamos a maior derrota política da história política de nossa cidade.
Hoje, a prefeitura encontrasse desrespeitando a lei. A prefeita simplesmente mantém dois de seus irmãos como secretários do município, levando em consideração que a lei não permite a contratação de familiares, o que podemos definir como nepotismo.  Por isso, é de estrema importância que o ministério público tome ad devidas providencia.

A oposição hoje com folga venceria as eleições. Mesmo que Manoel Carlos seja o candidato da situação, a falta de carisma que ele tem com o eleitorado upanemense e o desgaste que seu nome teve no episódio dramático na escolha do candidato do PMDB poderá sem dúvidas ser levado em conta. 15 dias de gestão não ´e8 ou 15 anos. Manoel Carlos não tem pulso político pra ser prefeito.
Essa novela terá novos capítulos – Continua.
Candidatos Eleições 2012 Manezinho Maristela Freire Política Prefeitura Upanema

PREFEITA DE UPANEMA ABDICA DO DIREITO À REELEIÇÃO E INDICA SEU VICE, MANEZINHO, COMO PRÉ-CANDIDATO.

 Manezinho e Maristela
Foi realizada agora há tarde na residência da prefeita Maristela Freire, uma reunião com pré-candidatos a veredor do PMDB nas próximas eleições. Além de alertar aos pré-candidatos que o partido só permite ser candidato aqueles que participarem ou participaram de um curso promovido pelo partido, a prefeita Maristela fez uma grande revelação: não será candidata a reeleição! 


Maristela disse que problemas de saúde têm impedido que ela desempenhe algumas atividades que exigem esforço físico, por isso, não deverá enfrentar uma campanha eleitoral que notoriamente exige muito de um candidato. 

Outro importante anúncio feito pela prefeita foi que na opinião dela, o candidato do partido deveria ser seu vice-prefeito, Manezinho. Maristela fez questão de dizer que era a opinião particular dela, em virtude da amizade, lealdade e competência de Manezinho, mas que o partido estava a vontade para indicar outro se os membros quisessem. O presidente do diretório municipal do PMDB, Dorian Freire endossou a indicação da prefeita e disse que sem dúvida, Manezinho é o melhor nome para disputar as eleições desse ano. Citou o trabalho de Manezinho ao longo de vários anos no partido e afirmou que ele terá total apoio do partido para trabalhar sua candidatura. Depois dos discursos de apoio ao nome de Manezinho por parte de vários membros do partido, o vice-prefeito Manezinho usou da palavra para agradecer a todos pela confiança em seu nome. Disse que pessoalmente, estava disposto a aceitar a indicação, mas antes precisava conversar com sua família,amigos e correligionários, para depois dar uma resposta definitiva. “Agradeço o apoio de todos, mas jamais sairia daqui afirmando que serei candidato sem ouvir o povo e minha família. Quero ser o candidato de todos, quero unir o grupo em torno de um objetivo, que é fazer o melhor por nossa cidade. Espero contar com o apoio de todos”, afirmou o vice-prefeito.

O blog do Anax conversou com o vice-prefeito logo após a reunião e ele foi enfático ao afirmar que as conversas com a família e correligionários deverão acontecer já, a partir de amanhã.
Fonte: Blog do Anax
Corrupção Justiça Ministro Partido Política PT STF Vergonha

PODENDO PEGAR 111 ANOS DE PRISÃO, JOSÉ DIRCEU REPELE RECORRER À OEA.

Da coluna de Mônica Bergamo, na Folha:
 
O ex-ministro José Dirceu (PT-SP) pode recorrer a organismos internacionais, como a OEA (Organização dos Estados Americanos), caso seja condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) no caso do mensalão. 
 
Ele falou sobre a possibilidade em mais de um encontro que tem tido com personalidades para conversar sobre o processo. Dois interlocutores recentes de Dirceu relataram a ideia à coluna, ressalvando que o petista sempre diz ter certeza de que será absolvido. 
 
Dirceu nega com veemência. “Isso são advogados que propõem. Tenho convicção de que vou ser absolvido. Como vou falar uma coisa dessas?”, afirma. “Sempre falei que sou inocente e confio no Supremo. E agora vou recorrer a órgãos internacionais?” O ex-ministro diz ainda que gostaria que o caso fosse logo apreciado. “Nunca atrasei o processo, abri mão de testemunhas no exterior, não quero prescrição do caso. Insisto em ser julgado.”
Corrupção DEM Demóstenes Torres Partido Política PT São Paulo Vergonha

PRESIDENTE DO PT DEFENDE CASSAÇÃO DO MANDATO DE DEMÓSTENES

SÃO PAULO – O presidente nacional do PT, deputado estadual Rui Falcão (SP), defendeu nesta sexta-feira, 30, a cassação do mandato do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), acusado de suspeita de envolvimento com o empresário do ramo de jogos de azar Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. ‘Se a Comissão de Ética chegar à conclusão de falta de decoro e, no meu entendimento, está havendo, a medida para a punição é a cassação do mandato’, frisou o petista, seminário ‘Governança Metropolitana – Desafios, Tendências e Perspectivas’, promovido em um hotel da capital paulista pelo Instituto Lula e pela Fundação Perseu Abramo.

Falcão acredita que tudo indica, pelos depoimentos e gravações colhidos até agora, que existe ‘uma relação muito estreita’ entre o senador e Cachoeira. ‘Se os fatos todos se comprovarem, é preciso que haja medidas legais cabíveis’, acrescentou.

Golpe. O dirigente do PT disse que é preciso respeitar o direito de manifestação dos jovens que têm utilizado o golpe de 64 para protestar contra os militares que se opõem à instalação da Comissão da Verdade. ‘A liberdade de expressão é um direito garantido pela Constituição, acho que as manifestações de jovens não deveriam ser reprimidas, deveriam ser asseguradas’, afirmou.

Falcão disse que o PT nacional divulgará nota defendendo a criação da Comissão da Verdade e solidarizando-se com as manifestações daqueles ‘que querem ver o País passado a limpo’. E ironizou: ‘Aniversário do golpe para nós é depois de amanhã (1º de abril), que é o dia da mentira.’

Fonte:  Estadão

Carlos Eduardo Eleições 2012 Natal Partido PDT Política Prefeitura

DECLARAÇÕES DE CARLOS EDUARDO REPERCUTEM MAL ENTRE NATALENSES

Publicado por Robson Pires
Líder de todas as pesquisas de opinião para o pleito de 2012 em Natal, o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) tem dado entrevistas polêmicas, que repercutem mal entre os eleitores.
Primeiro, numa emissora de rádio de Natal, o ex-prefeito supostamente indicou quem seriam os primeiros nomes de um possível futuro secretariado, em caso de vitória nas urnas neste ano. Soou como arrogância. 
A segunda foi quando, em entrevista a uma revista, o pedetista disse que carisma é “veadagem”. Essa provocou revolta dos movimentos sociais ligados à defesa das minorias. 
Carlos Eduardo se coloca como um candidato de esquerda. O termo preconceituoso atingiu diretamente uma das parcelas do eleitorado mais ligadas à sua tendência política: a dos homossexuais. 
As declarações polêmicas de Carlos Eduardo podem custar caro durante o processo eleitoral, que promete ser bastante acirrado.
Brasil Partido Política

PPB CHEGA AO BRASIL, PREGANDO “ARTE DE SERVIR”

Um novo partido chega ao cenário político brasileiro, o PPB (Partido Pacifista Brasileiro), devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em 16 Estados da federação. O criador e presidente do PPB, Raimundo Araruna, de Pernambuco, e o secretário-geral, Edvaldo Caiçara, de Campina Grande, Paraíba, estiveram na Bahia para formalizar a comissão estadual, que tem à frente a presidente Mariana Nogueira e como secretário, Eduardo Suzart. O novo partido está em fase de elaboração da lista de apoio com 491 assinaturas em todo país e tem como filosofia o pacifismo, a paz, a harmonia e o fim da violência, pregando “a arte de servir, e não a de se servir”. 
Fonte: Blog do Zeca
Corrupção DEM Demóstenes Torres Globo José Agripino Partido Polícia Política Senado

DEM COBRA APRESENTAÇÃO DAS FITAS CONTRA DEMÓSTENES PARA DECIDIR SOBRE SUA EXPULSÃO

Publicado por Robson Pires
A revista “Veja” deste final de semana e o jornal “O Globo” de sexta-feira vieram com mais denúncias de envolvimento do senador Demóstenes Torres (DEM-GO) com o banqueiro do jogo do bicho Carlinhos Cachoeira.
Incluem novos trechos de conversas telefônicas que teriam sido gravadas pela Polícia Federal durante a Operação Monte Carlo, que investigou um esquema de exploração ilegal de jogos.
Dessa vez, o assunto não é mais a tal cozinha importada que Cachoeira teria dado de presente ao senador. Mas o pagamento pelo uso de um jatinho, compra de um tablet novo para o senador e outros detalhes, sugerindo uma intimidade muito maior do que a admitida por Demóstenes em seu discurso em plenário, no último dia 6,  quando tratou das primeiras denúncias.
Poder Online procurou o presidente nacional do DEM, senador José Agripíno Maia (RN). Ele admitiu que as denúncias desgastam o partido e que, se as fitas aparecerem, Demóstenes terá o mesmo destino que o ex-governador de Brasília José Roberto Arruda.
Câmara Municipal Candidatos Eleições 2012 Justiça Lei Partido Política Prefeitura TSE Vereadores

RESOLUÇÃO DO TSE AUTORIZA REALIZAÇÃO DE CONVENÇÕES PARTIDÁRIAS DE 10 A 30 DE JUNHO

Publicado por Robson Pires
A resolução nº 23.341, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determina o dia 10 de junho como data a partir da qual é permitida a realização de convenções destinadas a deliberar sobre coligações e escolher candidatos a prefeito, a vice-prefeito e a vereador.
O documento determina, ainda, que o prazo se encerra no dia 30 de junho. A partir do dia 1º de julho fica vedado às emissoras de rádio e de televisão, em programação normal e em noticiário, tratamento privilegiado a candidato, partido político ou coligação.
Candidatos Eleições 2012 José Serra PDT Política PP Prefeitura PSD PSDB São Paulo

SERRA VENCE PRÉVIA E SERÁ CANDIDATO DO PSDB EM SÃO PAULO

É a quarta vez que o tucano disputa o cargo. Das outras, venceu uma (2004) e perdeu duas (1988 e 1996).
Com 52,1% dos votos, o ex-governador José Serra venceu neste domingo (25) a prévia do PSDB para a escolha do candidato do partido à prefeitura de São Paulo. É a quarta vez que o tucano disputa o cargo. Das outras, venceu uma (2004) e perdeu duas (1988 e 1996).
Participaram da votação 6.229 dos cerca de 20 mil filiados ao partido na cidade. O secretário estadual José Aníbal ficou em segundo na prévia, com 31,2 % dos votos. O deputado federal Ricardo Tripoli foi o terceiro, com 15,7 %.
Os aliados de Serra ficaram decepcionados com a votação. Eles queriam que o ex-governador tivesse mais de 80% dos votos para não passar a impressão de que o partido entra dividido na corrida eleitoral.
Serra deve se dedicar a partir de agora à busca por alianças. Os apoios do PSD e do PP já estão garantido. O objetivo é buscar também a aliança com o DEM, mas o partido tem exigido que, como contrapartida, os tucanos apóiem a candidatura do deputado federal ACM Neto à prefeitura de Salvador. O PV é outro alvo. O PSDB também sonha com alianças com PDT, PPS e PR.
A escolha do vice de Serra depende dessas costuras políticas. O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, sugeriu os nomes de seus secretários municipais Alexandre Schneider (PSD) e Eduardo Jorge (PV) e da atual vice-prefeita da cidade, Alda Marco Antonio (PSD).
Serra só anunciou a sua intenção de disputar a prévia do PSDB no dia 27 de fevereiro, quando faltavam apenas seis dias para a realização da eleição interna do partido. Assim que o ex-governador aceitou entrar na disputa, dois dos pré-candidatos, os secretários estaduais Andrea Matarazzo e Bruno Covas, desistiram de concorrer para apoiá-lo. Aníbal e Tripoli mantiveram as suas pré-candidaturas. Por pressão dos aliados de Serra, a prévia foi adiada por três semanas para que o ex-governador pudesse fazer campanha junto aos filiados tucanos.
Fonte: Gazeta do Povo
Informe: Edcm News
Rolar para cima