PRESIDENTE DO IBOPE: SOMENTE UM “TSUNAMI” PODE FAZER COM QUE JAIR BOLSONARO (PSL) NÃO SEJA ELEITO PRESIDENTE.
O Datafolha divulgou, nesta quinta-feira (25/10), uma nova rodada de pesquisa de intenções de voto para o segundo turno da disputa pela Presidência da República. De acordo com o levantamento, Jair Bolsonaro(PSL) segue na liderança, com 56% das intenções de votos válidos, quando brancos, nulos e indecisos são desconsiderados. O candidato do PT, Fernando Haddad, registra 44%. Em relação à pesquisa anterior, presidenciável do PSL caiu três pontos percentuais.
RETA FINAL
Nesta terça-feira (28), o presidente do Ibope, Carlos Augusto Montenegro, disse que somente um “tsunami” pode fazer com que Jair Bolsonaro (PSL) não seja eleito presidente. Para ele, o cenário eleitoral aponta hoje para a vitória do candidato do PSL na disputa contra Fernando Haddad (PT) nas eleições 2018.
NORDESTE
O Nordeste, região que declara mais simpatia por Fernando Haddad, pode registrar uma abstenção maior no segundo turno, diz Montenegro. Como a eleição foi decidida logo na primeira etapa em sete estados nordestinos, parte do eleitorado pode ficar desmotivada à ir às urnas por não haver um candidato ao governo estadual que puxe votos, argumenta o presidente do Ibope.
A convicção de votos tanto do eleitorado de Bolsonaro quanto do eleitor de Haddad dificulta um cenário de reversão no cenário, diz o dirigente do instituto. “A certeza de votos dos dois candidatos é muito grande, e eles são antagonistas. Só um tsunami poderia fazer um eleitor do Haddad votar em Bolsonaro e vice-versa. Há uma guerra desde o início entre o anti-PT versus o PT.”








Beneficiados por prática ilegal foram multados pela Justiça Eleitoral (Foto: © Arquivo/Reprodução/Internet)
A Justiça Eleitoral considera cada turno de votação como uma eleição independente (Foto: © Reprodução)

O deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) disputam o segundo turno da eleição para a Presidência
“Votarei nulo, contra o PSL e contra o PT”, disse Eduardo Jorge, vice de Marina