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DILMA E LULA MANDAM REPRESENTANTE PARA TENTAR TIRAR CANDIDATURA DO PT EM MOSSORÓ.

Tércio Pereira anuncia que PT não vai retirar candidatura de Josivan Barbosa

O Secretário de Organização da Executiva Nacional do PT, Paulo Frateschi, vem ao Rio Grande do Norte para uma reunião com a direção local do partido.  

A reunião será em Natal, às 10h. 


De Mossoró o PT será representado pelo presidente do partido, Valdomiro Moraes, e mais Tércio Pereira, Crispiniano Neto, Gilberto Diógenes, Nelson Gregório e o pré-candidato a prefeito Josivan Barbosa.
Também participarão do encontro o presidente estadual do PT, Eraldo Paiva e o deputado estadual Fernando Mineiro. 
 

O anúncio foi feito pelo sindicalista Tércio Pereira, vice-presidente do PT local, no programa Política em Debate, da Rádio Difusora de Mossoró, apresentado pelos diretores da emissora, Paulo e Emerson Linhares com participação “deste que vos fala”, neste sábado, 14.

“Ele vem com a incumbência de fazer com que a gente mude de opinião”, antecipou Tércio Pereira.

Mas, o próprio Tércio, tratou de tranqüilizar os que defendem a candidatura de Josivan Barbosa, pré-candidato a prefeito do PT: “Nós não vamos retirar a candidatura do reitor”.

Tércio Pereira afirmou que “ele vem falar em nome do ex-presidente Lula e da presidente Dilma, dizendo que é importante que o PT de Mossoró mude de rota”.

Mas, conforme Tércio, já está decidido: “Vamos dizer que a nossa posição é firme e contrária a essa posição da direção nacional”.

Tércio Pereira também condenou a direção do PSB local: “Somos contra a toda essa pressão que o PSB está fazendo, e considero isso muito grave, que o PSB queira a todo custo o apoio do PT”.

Ele lembrou que “Nós fomos para uma disputa acirrada e lá o PT disse claramente que não quer aliança com o PSB, a não ser que a deputada Larissa Rosado retire sua candidatura e o PSB venha apoiar o reitor Josivan”.

Tércio Pereira lembrou também que “Eu fui um dos que mais defenderam uma aliança com o PSB em 2008, e fui o vice de Larissa; por isso mesmo sou contra hoje.”

Fonte: Carlos Skarlack
Câmara Municipal Candidatos Eleições 2012 Município Partido Política Prefeitura PSDB PT

PT SE UNE AO PSDB EM 50 MUNICÍPIOS DE MINAS

Uma coisa a política ensina: a política nada ensina. No início do ano, o diretório do PT federal reuniu-se para deliberar sobre os mandamentos do partido para as eleições de 2012. Eis o primeiro: não coligarás com com tucanos.

Pois bem. Em Minas Gerais –Estado em que nada é o que parece, sobretudo quando parece o que é— o PT vai às urnas coligado com o PSDB em 50 municípios. Em 25, há um petista na cabeça da chapa. Noutros 25, um tucano. 

Fonte: BLOG DO NOBLAT
Eleições 2012 Micarla de Sousa Natal Partido Política Prefeitura PV RN

– PREFEITA REGISTRA PEQUENA QUEDA EM SUA DESAPROVAÇÃO

Publicado por Robson Pires
 A desaprovação da prefeita Micarla de Sousa recuou para 88,8, ante 91,6 registrado no início de março. Segundo o levantamento Sinduscon/Consult, por outro lado, houve migração para o número de indecisos. Era de 3,1 e passou para 6,2. “O entrevistado migrou para a indecisão esperando por ações da administração”, analisou Paulo de Tarso, diretor da Consult. A pesquisa foi registrado em 26/03, sob protocolo RN 00009/2012 TSE-TRE. A margem de erro é de 3%.
Congresso Nacional Corrupção DEM Demóstenes Torres José Agripino Partido Política Senado Vergonha

DEMÓSTENES TORRES PEDE DESLIGAMENTO DO DEM

Legenda quer que o Conselho de Ética investigue as denúncias de ligação de Demóstenes com o empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira
O ex-líder do DEM no Senado Demóstenes Torres acaba de pedir desligamento da legenda. O ofício foi encaminhado, nesta terça-feira (3), ao presidente do partido, José Agripino Maia. Com isso, Demóstenes permanece no Senado, só que sem partido. Assim, o processo de expulsão aberto na segunda-feira (2) no DEM deixa de existir. As informações são das assessorias de imprensa de Agripino Maia e de Demóstenes Torres.
Ele aguarda o pedido de apuração protocolado na Mesa Diretora do Senado pelo PSOL. A legenda quer que o Conselho de Ética investigue as denúncias de ligação de Demóstenes com o empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, preso por envolvimento com máquinas caça-níqueis em Goiás.
Gravações feitas pela Polícia Federal registraram solicitação de dinheiro a Cachoeira, feitas pelo senador e informações privilegiadas repassados por Demóstenes para o controlador do jogo ilegal em Goiás.
Fonte: Gazeta do Povo
Candidatos Dilma Rousseff Eleições 2012 Fernando Haddad Governo Federal José Serra Lula Partido Política PSDB PT São Paulo

‘NÃO É TRADIÇÃO LULA GANHAR EM SÃO PAULO’, DIZ SERRA

Salvo imprevisto, muitos acreditam que haverá um aprofundamento da polarização entre PSDB e PT nesta disputa pela Prefeitura de São Paulo. Tendo como protagonistas José Serra e Fernando Haddad, a briga não se resume a mais uma eleição municipal. O Brasil inteiro estará de olho no resultado deste pleito e tudo mais que ele possa significar.
José Serra resolveu ser candidato há menos de um mês. No início do ano, avisou que não queria mais ser prefeito. ‘Não queria, mas a necessidade de aumentar a chance de vitória foi posta pelo PSDB e por nossos aliados’, justificou em conversa com a coluna, na sua casa no bairro Alto de Pinheiros. Bastante à vontade, falou sobre tudo, até sobre seu escorregão em relação ao ‘papelzinho’. Aqui vão os principais trechos da entrevista:
Seus adversários vão explorar, na campanha, a sua saída da Prefeitura no meio do mandato. Já estão ironizando o ‘papelzinho’ que o sr. assinou. Como vai enfrentar isso?
Quando usei essa palavra eu não quis dar um tom jocoso. Mas é importante dizer que a população de São Paulo apoiou duas vezes a minha decisão. Em 2006, tive mais votos no primeiro turno para governador do que para prefeito em 2004. Em 2010, apesar de ter perdido a eleição nacional, ganhei da Dilma em São Paulo. Quem não tem nada a mostrar só pode acusar. Não funcionou duas vezes e não vai funcionar a terceira. O que nós vamos debater nesta eleição é quem pode fazer mais pela cidade de São Paulo.
O PT fará um grande esforço para entrar no Estado e na capital. O sr. vê algum perigo de uma hegemonia partidária no País, como advertiu o Sérgio Guerra?
É legítimo que o PT queira ganhar, não só a Prefeitura como o Estado. Mas é uma ambição também alimentada pelo fato de querer ser hegemônico. O PT não convive bem com a política, ele tenta controlar até os próprios aliados. O PT não ama a política no sentido de lidar com adversário e compartilhar com aliados. Não me refiro a todos, mas a estratégia petista na internet é da destruição dos adversários, não do debate.
Essa percepção da hegemonia petista foi o gatilho para sua candidatura?
Não é só isso, eu me tornei candidato também pelo gosto de poder administrar novamente a cidade. Um decisão tomada por necessidade, mas sem gosto, é uma decisão muito áspera, difícil. E tomar a decisão só por gosto, sem necessidade, é um tipo de narcisismo, que não está entre os meus defeitos.

O sr. faz análise?
Atualmente, não.
Alguém lhe deu alta?
Não, em análise nunca se tem alta. Se não, não é boa análise. Em matéria de análise sempre fui multinacional. Fiz no Chile, nos EUA e no Brasil.
Que balanço o sr. faz da última eleição? Esta vai ser mais fácil?
Pelo meu temperamento, toda eleição é difícil. Você lida com incertezas e com o espírito das pessoas, que ninguém consegue monitorar.
O Lula está apoiando um candidato em São Paulo…
Sem dúvida. Ele apoiou o Genoino em 2002, perdeu a eleição. Apoiou a Marta em 2004, perdeu. Apoiou a Marta em 2008, perdeu. Apoiou o Mercadante em 2010, perdeu. Apoiou a Dilma em 2010 e eu ganhei em São Paulo, na Capital e no interior. A tradição do Lula é não ganhar dos nossos candidatos em São Paulo. O que não significa que ele não possa ganhar um dia. Estou dizendo, apenas, que não é a tradição até agora.
O que mudou em você da última eleição para cá?
Difícil. Essa é uma pergunta que você poderia responder melhor. Você vê que eu estou, fisicamente, mais descontraído.
Quais os riscos desta vez?
Toda eleição tem um risco. Na vida pública vive-se correndo riscos, estou acostumado. Bem jovem, enfrentei riscos imensos na política estudantil. Eu era o principal dirigente estudantil do Brasil na época do golpe de 1964, por exemplo. Paguei um preço altíssimo e depois, no Chile, com o golpe militar, fui preso. Então, eu já corri riscos na vida consideráveis. Já teve astrólogo que disse que eu vou viver assim toda a minha vida. Não estou dizendo que acredito, mas não acho que se faça tudo pela razão, muita coisa eu faço pela intuição.
Perguntado sobre o mensalão, o Haddad comentou que nunca ninguém tinha perguntado ao senhor se o livro Privataria Tucana teria impacto na campanha (ver ao lado).
Vou repetir o que já disse. O livro é um lixo. Na última campanha, o PT se especializou em atacar a minha família.
O que achou da experiência da prévia?
É um exercício democrático. Os EUA têm uma tradição longa, aqui não há nenhuma. Lá tem eleição a cada dois anos para deputado, fora eleição para prefeito, governador e presidente. Os partidos são mais enraizados na sociedade. Aqui, tenho a impressão de que foi a primeira vez que se fez uma prévia de maior alcance. Acho positiva, aquece a militância para a campanha. Eu fui talvez o principal proponente de prévia no PSDB, ano passado, muito antes de pensar em ser candidato.
Por que no Brasil nunca houve essa tradição?
Fazer prévia não é fácil. Há o risco de aprofundamento das diferenças. Se não houver uma estrutura adequada, acaba sendo um tiro no pé.
A gestão Serra-Kassab foi um período único?
Acho que houve dois períodos. Quando o Kassab era meu vice, seguiu estritamente o nosso programa de governo. Até onde pôde, foi com a mesma equipe – porque alguns vieram comigo para o Estado, como o Mauro Ricardo, nas Finanças. Reeleito, Kassab montou sua administração, harmoniosa com as parcerias com o Estado.
Faria algo diferente dele?
Não sou de descartar programa de antecessores. Se eu atuasse descartando, não teria feito mais telecentros que a Marta ou dado continuidade aos CEUs. E não teria ampliado o Bilhete Único. Veja que nesses três casos não mudamos o nome, prática usual na política. Nós não fazemos isso.
O senhor é um realizador, mas também tem fama de desagregador. Como explica isso?
Creio que capacidade de realizar e de agregar andam juntas. No governo Montoro, na Prefeitura, no Ministério da Saúde, sempre formei equipes que podem ser consideradas as melhores em cada época, sem qualquer desarmonia interna. Sempre parti de uma base técnica bastante ampla. Já era economista e especialista em algumas questões de gestão pública mesmo antes de ocupar cargo.
Quando percebeu que a política era o seu caminho?
Desde criança. Lia jornais a partir dos sete anos e meus parentes dizem que eu já discutia política, ainda criança. Eu não me lembro. Aos 10 anos já era bastante informado. Quando chegou a TV, não tínhamos dinheiro para comprá-la, então eu lia jornal. Só fui ver TV quando tinha 14 anos.
A sua mãe o incentivou?
Não. Nunca ninguém incentivou. Minha família era muito modesta e despolitizada.
E a fama de hipocondríaco…
Não sou, mas tenho fama. Do ponto de vista político, não é ruim, não. Toda a população achava divertido ter um ministro da Saúde hipocondríaco. Não sei de onde vem essa fama. Sou cuidadoso, mas não gosto de ficar tomando remédio.
Não gosta de hospital?
Não. Eu visitei muito hospital, unidades novas de saúde, lidei com questões importantes de saúde pública no Brasil, mas se ver alguém aplicar uma injeção me dá tontura. Quando fui tirar sangue, jamais fui capaz de olhar.
O que gosta de fazer quando não está trabalhando?
Ficar com meus netos e ir ao cinema. E quando posso, viajar. O que é dificílimo. Ir pro exterior para trabalhar é fácil, mas lazer puro é difícil.
No cinema tem um gênero preferido? Viu Tudo pelo Poder?
Achei regular. O filme é meio simplista, mas gostei. Gosto de filme papo-cabeça, de faroeste, de comédia, enfim, de todo tipo de filme desde que seja um bom espetáculo.
E música?
Gosto de música clássica, mas também de MPB. Lembra do (senador do PSDB) Artur da Távola? Uma vez nós passamos uma tarde, em que o plenário não conseguia se reunir, na minha sala vendo quem sabia mais letras de músicas do Orlando Silva. Empatou. O Artur era um musicólogo. Mas eu também conheço muito de música popular antiga.
O senhor é filho único. Isso teve alguma influência na sua personalidade?
Deve ter tido. É muito difícil sentir isso. Dizem que filho único é autocentrado porque não tem concorrente. Eu vi porque tenho dois filhos. Embora sejam dois filhos únicos, porque meu filho nasceu quatro anos depois da minha filha.
De menino, que tipo de aluno o senhor era?
Embora fosse tímido, era muito falador e não era um modelo de disciplina. Tinha boas notas em aplicação e más notas em comportamento. Mas eram coisas muito ingênuas, se você comparar com certas coisas de agora.
Se fosse dar notas a si mesmo, hoje, daria quanto de aplicação e de comportamento?
De aplicação daria nota 10. Quando tenho algo a cumprir, me dedico totalmente. E de comportamento prefiro não me dar uma nota (risos). Uma vez fui para a aula com uma dor tremenda no pé, pois tinha cortado a unha na noite anterior e cortei um pedaço da carne. Passei a noite com o dedo inflamado. Aí o professor me escolheu para declinar verbos em latim e eu disse: ‘Professor, eu não estou em condições de declinar esse verbo’. E ele: ‘Mas o que o você tem?’. Aí eu expliquei que estava com dor no dedo do pé e a sala inteira caiu na gargalhada.
Há uma crise internacional preocupando todo mundo. Como você vê o panorama?
Acho que a economia brasileira vive, há muitos anos, um processo de empurrar com a barriga a solução de seus problemas. Temos um modelo que está consumindo os preços altos das commodities. A economia está se desindustrialização, mas a população está consumindo bastante porque temos preços de commodities em alta. Só que o modelo primário exportador não é capaz de levar o Brasil, a médio e longo prazo, a um processo de desenvolvimento sustentável. Nosso desafio seria ter em 2030 uma renda por habitante semelhante, hoje, à renda dos países considerados desenvolvidos. Não será pelo caminho da economia primária exportadora que chegaremos lá.
Há pelo menos vinte anos que se bate nesta tecla.
Eu sou o que mais bateu na tecla.
Mas, e o cenário lá fora?
Não acho nada catastrófico, você pode ter surpresas. O Pedro Malan disse outro dia que em economia é difícil até prever o passado. Imagine o futuro! Estou preocupado porque a fase de bonança que vive o Brasil é transitória. Mas, do ponto de vista da economia mundial, depende muito da Europa. E qual é o nó da Europa? É que não é uma crise estritamente econômica. Se a Europa fosse um país federativo, como os EUA ou o Brasil, provavelmente não haveria esse problema. Só que eles criaram uma moeda única numa confederação. Então, o orçamento da União no Brasil é 20% do PIB, nos EUA é outro tanto, na Europa é 1% do PIB. Você não tem mecanismos de compensação. A Europa não é integrada nem no mercado de trabalho, muito menos do ponto de vista fiscal./ SONIA RACY E PAULA BONELLI
Fonte: Estadão
Eleições Eleições 2012 Jorge Luiz Luiz jairo Maristela Freire Partido PMDB Política PR Upanema

MARISTELA SEPULTA DEFINITIVAMENTE A POSSIBILIDADE DE SUA REELEIÇÃO

Quando fui eleito presidente do Grêmio Estudantil Aldo Felinto (GEAF) da Escola Estadual José Calazans Freire, em 2008, tive a oportunidade de administrar aquela entidade com o total apoio do então prefeito Jorge Luiz, no seu último ano de mandato. Ao ser procurado, de imediato o mesmo sensibilizou-se e colocou-se à nossa disposição para a realização dos projetos que tínhamos para serem colocados em prática.

Não é à toa que ele hoje é considerado por toda população o maior líder político de nossa cidade. Jorge administrou nossa cidade tão bem, que o resultado pode ser visto por todos os lados, nos quatro cantos de Upanema. É claro que ninguém ou nada é perfeito, ele teve seus erros, que por sinal, puderam ser compensados/superados com as conquistas que trouxe para nosso município.
No ano seguinte, agora, já na atual gestão, tivemos o privilegio de conhecer a prefeita Maristela Freire, que se demonstrou também sensível aos nossos apelos – quanto Grêmio Estudantil – e se dispôs a ajudar no que fosse necessário. Com relação a isso, não tenho exatamente nada a declarar contra a atual gestora. Da forma que ela nos prometeu, ela cumpriu! Todos os projetos realizados pelo GEAF em meu mandato teve total apoio da prefeitura. Maristela não só contribuiu como também participou de nossos eventos, o que muito nos honrou. Tivemos apoio de muita gente, é claro! E para não ser injusto, prefiro não citar os nomes das muitas pessoas que também contribuíram com nosso mandato, pois poderei esquecer nomes que foram fundamentais nesse processo.
ACHO QUE ISSO JÁ É O SUFICIENTE PARA TE RESPONDER, NÃO É “ANÔNIMO”?
O primeiro erro da prefeita Maristela foi cometido no dia em que ela nomeou seus secretários e as pessoas que ocupariam os principais cargos comissionados de sua confiança. Maristela foi lamentavelmente mal assessorada. Um mandato que tinha tudo pra ser promissor e duradouro encerrou-se de forma terrível para alguém que tão cedo e de forma espetacular iniciou sua vida política.
Maristela poderia muito bem hoje planejar sua reeleição (que é de direito) sem nenhuma dificuldade. Porém, hoje, mesmo que não participe do pleito que se aproxima, a população de Upanema retribuiu esses quatro anos que passamos a mercê à própria prefeita e com a própria “moeda”, derrotando-a, tirando-lhe até a oportunidade que ela tinha buscar sua reeleição. E se isso não tivesse acontecido, as urnas teriam feito de forma esmagadora e constrangedora, porque teríamos a maior derrota política da história política de nossa cidade.
Hoje, a prefeitura encontrasse desrespeitando a lei. A prefeita simplesmente mantém dois de seus irmãos como secretários do município, levando em consideração que a lei não permite a contratação de familiares, o que podemos definir como nepotismo.  Por isso, é de estrema importância que o ministério público tome ad devidas providencia.

A oposição hoje com folga venceria as eleições. Mesmo que Manoel Carlos seja o candidato da situação, a falta de carisma que ele tem com o eleitorado upanemense e o desgaste que seu nome teve no episódio dramático na escolha do candidato do PMDB poderá sem dúvidas ser levado em conta. 15 dias de gestão não ´e8 ou 15 anos. Manoel Carlos não tem pulso político pra ser prefeito.
Essa novela terá novos capítulos – Continua.
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PODENDO PEGAR 111 ANOS DE PRISÃO, JOSÉ DIRCEU REPELE RECORRER À OEA.

Da coluna de Mônica Bergamo, na Folha:
 
O ex-ministro José Dirceu (PT-SP) pode recorrer a organismos internacionais, como a OEA (Organização dos Estados Americanos), caso seja condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) no caso do mensalão. 
 
Ele falou sobre a possibilidade em mais de um encontro que tem tido com personalidades para conversar sobre o processo. Dois interlocutores recentes de Dirceu relataram a ideia à coluna, ressalvando que o petista sempre diz ter certeza de que será absolvido. 
 
Dirceu nega com veemência. “Isso são advogados que propõem. Tenho convicção de que vou ser absolvido. Como vou falar uma coisa dessas?”, afirma. “Sempre falei que sou inocente e confio no Supremo. E agora vou recorrer a órgãos internacionais?” O ex-ministro diz ainda que gostaria que o caso fosse logo apreciado. “Nunca atrasei o processo, abri mão de testemunhas no exterior, não quero prescrição do caso. Insisto em ser julgado.”
Corrupção DEM Demóstenes Torres Partido Política PT São Paulo Vergonha

PRESIDENTE DO PT DEFENDE CASSAÇÃO DO MANDATO DE DEMÓSTENES

SÃO PAULO – O presidente nacional do PT, deputado estadual Rui Falcão (SP), defendeu nesta sexta-feira, 30, a cassação do mandato do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), acusado de suspeita de envolvimento com o empresário do ramo de jogos de azar Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. ‘Se a Comissão de Ética chegar à conclusão de falta de decoro e, no meu entendimento, está havendo, a medida para a punição é a cassação do mandato’, frisou o petista, seminário ‘Governança Metropolitana – Desafios, Tendências e Perspectivas’, promovido em um hotel da capital paulista pelo Instituto Lula e pela Fundação Perseu Abramo.

Falcão acredita que tudo indica, pelos depoimentos e gravações colhidos até agora, que existe ‘uma relação muito estreita’ entre o senador e Cachoeira. ‘Se os fatos todos se comprovarem, é preciso que haja medidas legais cabíveis’, acrescentou.

Golpe. O dirigente do PT disse que é preciso respeitar o direito de manifestação dos jovens que têm utilizado o golpe de 64 para protestar contra os militares que se opõem à instalação da Comissão da Verdade. ‘A liberdade de expressão é um direito garantido pela Constituição, acho que as manifestações de jovens não deveriam ser reprimidas, deveriam ser asseguradas’, afirmou.

Falcão disse que o PT nacional divulgará nota defendendo a criação da Comissão da Verdade e solidarizando-se com as manifestações daqueles ‘que querem ver o País passado a limpo’. E ironizou: ‘Aniversário do golpe para nós é depois de amanhã (1º de abril), que é o dia da mentira.’

Fonte:  Estadão

Carlos Eduardo Eleições 2012 Natal Partido PDT Política Prefeitura

DECLARAÇÕES DE CARLOS EDUARDO REPERCUTEM MAL ENTRE NATALENSES

Publicado por Robson Pires
Líder de todas as pesquisas de opinião para o pleito de 2012 em Natal, o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) tem dado entrevistas polêmicas, que repercutem mal entre os eleitores.
Primeiro, numa emissora de rádio de Natal, o ex-prefeito supostamente indicou quem seriam os primeiros nomes de um possível futuro secretariado, em caso de vitória nas urnas neste ano. Soou como arrogância. 
A segunda foi quando, em entrevista a uma revista, o pedetista disse que carisma é “veadagem”. Essa provocou revolta dos movimentos sociais ligados à defesa das minorias. 
Carlos Eduardo se coloca como um candidato de esquerda. O termo preconceituoso atingiu diretamente uma das parcelas do eleitorado mais ligadas à sua tendência política: a dos homossexuais. 
As declarações polêmicas de Carlos Eduardo podem custar caro durante o processo eleitoral, que promete ser bastante acirrado.
Brasil Partido Política

PPB CHEGA AO BRASIL, PREGANDO “ARTE DE SERVIR”

Um novo partido chega ao cenário político brasileiro, o PPB (Partido Pacifista Brasileiro), devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em 16 Estados da federação. O criador e presidente do PPB, Raimundo Araruna, de Pernambuco, e o secretário-geral, Edvaldo Caiçara, de Campina Grande, Paraíba, estiveram na Bahia para formalizar a comissão estadual, que tem à frente a presidente Mariana Nogueira e como secretário, Eduardo Suzart. O novo partido está em fase de elaboração da lista de apoio com 491 assinaturas em todo país e tem como filosofia o pacifismo, a paz, a harmonia e o fim da violência, pregando “a arte de servir, e não a de se servir”. 
Fonte: Blog do Zeca
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