TÚMULO DE PAIS DE ADOLF HITLER É TIRADO PARA EVITAR PEREGRINAÇÃO

O túmulo dos pais do nazista Adolf Hitler foi removido de um cemitério austríaco nesta semana, para evitar que se tornasse ponto de celebrações neonazistas no aniversário do ditador alemão.
A dona do túmulo na cidade de Leonding seria uma mulher não identificada, que, segundo a imprensa austríaca, seria uma parente distante de Alois, pai de Hitler.
Ela própria pediu que o túmulo fosse retirado, segundo Walter Brunner, prefeito da cidade. ”O local não era visitado constantemente, mas havia alguma coisa uma vez ou outra, a última vez foi no último outono (primavera no Brasil)”, disse, referindo-se a “ações de radicais”.
Um jornal austríaco disse, na época, que alguém decorou a tumba com símbolos nazistas. Um incidente semelhante ocorreu em 2009, no aniversário de 120 anos do nascimento de Hitler, que nasceu em 20 de abril de 1889.
Vigílias
O “Oberoesterreichische Nachrichten” disse que neonazistas alemães fizeram vigílias no túmulo do oficial de alfândega Alois Hitler, que morreu em 1903, e de sua terceira mulher, Klara, mãe de Hitler, que morreu quatro anos depois.
Vereadores da cidade de 27.500 moradores discutiram a situação com a igreja dona do cemitério e autoridades e concluíram que o túmulo deveria ser retirado, se o dono concordasse, disse o prefeito Brunner nesta sexta-feira, dia 30. ”O pastor disse que ela também não queria que o túmulo fosse usado ou abusado para isso”, disse o prefeito, que também afirmou não saber para onde a tumba foi levada.
Fonte: G1

LUTO É DOENÇA?

Quando passa de duas semanas, a tristeza causada pela perda de um ente querido deve ser tratada com remédio e terapia, segundo psiquiatras dos EUA

Condição da existência ou caso de saúde pública? A sensação de impotência, tristeza e até desespero que caracteriza o luto está prestes a ser reconhecida como uma patologia clínica, passível de tratamento com remédios e terapia. Ainda este ano, o mal-estar provocado pela perda de um ente querido passará a figurar no ISM-5, a quinta edição de uma espécie de manual que cataloga os transtornos mentais, elaborado pela Associação Ame­ricana de Psiquiatria. Também entrará no rol de doenças da Organização Mundial da Saúde (OMS), chamado de ICD, que está em sua 11.ª edição.
A medida, como tudo que envolve o conceito do que é normal na área da saúde mental, é polêmica. O comitê que organiza o ISM-5 entende que se após 14 dias a pessoa ainda estiver de luto, ela pode ser diagnosticada com transtorno mental por um psiquiatra ou psicólogo e, sendo assim, medicada, encaminhada para terapia e até internada, dependendo do caso.
Para o professor de Psicologia da Morte da Pontifícia Universi­dade Católica do Paraná (PUCPR), Cloves Amorim, essa mudança é temerária. “Aquilo que é tão comum entre nós não pode ser considerado uma patologia”, afirma. Ele explica que o luto é necessário – “um tempo para nos darmos conta da perda que sofremos e para que possamos nos reorganizar e seguir com a vida, apesar da saudade”.
Por isso, os riscos por trás da medida devem ficar claros, segundo o professor. Como quase todo ser humano costuma sofrer por mais de duas semanas pela morte de alguém querido, isso significaria que a maioria da população está doente? “Uma parte dos profissionais está com um olho na caixa registradora e outro na indústria dos medicamentos”, critica.

Amorim lembra que a noção de luto é variável nos EUA, no Brasil e no resto do mundo. “A ideia de que não podemos ser frágeis, ter problemas ou ser tristes é muito forte lá fora, mais do que aqui. A cultura tem uma influência muito grande na forma como percebemos o luto”, analisa.
Definição frágil
Uma das maiores especialistas em luto do país, a professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP) Maria Helena Pereira Franco faz uma série de críticas aos parâmetros que definirão o luto como uma doença. Fun­dadora do Laboratório de Estudos e Intervenções sobre o Luto (Lelu) na instituição, ela afirma que não faz sentido usar como único critério para o diagnóstico o tempo de luto.
A professora afirma que há questões muito particulares que influenciam nesse processo e que cada pessoa responde de uma forma. Um dos aspectos mais importantes é a relação entre o enlutado e a pessoa que morreu. “No caso de uma mãe que perde o filho jovem, que é um processo anti-natural, o luto é diferente do de alguém que perde um pai idoso ou um parente mais distante. É mais intenso, e ainda assim, não se pode dizer que seja patológico.”
Outros aspectos apontados por Maria Helena são a natureza da morte – por doença, violência, acidente ou suicídio, por exemplo –, se foi repentina ou não, e se houve sofrimento, além da idade da pessoa enlutada, já que crianças, adolescentes e adultos respondem de formas diferentes à perda. “Isso precisa ser levado em conta, sob o risco de causaramos um desserviço grande sobre um assunto muito complexo e que não pode ser visto de forma simples.”
Sociedade ignora e até teme o enlutado
Como tudo que envolve a morte, o luto é cercado de tabus e ainda pouco aceito socialmente, apesar de ser vivido cada vez mais publicamente por meio da mídia. Exemplos não faltam: grandes tragédias naturais; mães que perdem os filhos para a violência urbana; e personalidades públicas cuja morte cause comoção.
Estar em luto, hoje, significa escancarar a dor, numa época em que a frustração, a perda e os sentimentos negativos não são aceitáveis, quando tudo deve ser rotulado e então curado – de preferência com medicamentos. “Não há mais espaço para a tristeza. Ficar triste é sinônimo de fracasso, afeta a produtividade. Não se pode perder nunca”, avalia o psicólogo Cloves Amorim, da PUCPR.
Risco
Nesse sentido, classificar o luto, já mal compreendido, como uma doença mental, pode ser arriscado, de acordo com a psicóloga especialista em Saúde Mental Joyce Fischer. Há dois cenários possíveis, ambos perigosos, e que tendem a tornar ainda mais obscuro o assunto, ao invés de lançar-lhe luz. 
O primeiro é que, ao demonstrar sinais de luto, uma pessoa já seja considerada mentalmente doente. “Como esse processo não é bem aceito e visto como normal, a tendência é que as pessoas sejam rotuladas como doidas”, afirma. Nesse caso, estariam expostas desnecessariamente a tratamentos e medicamentos, o que poderia, en­­tão, de fato, prejudicar sua saúde.
Outra possibilidade é de que, numa tentativa de evitar a rotulação, o enlutado tente esconder sua situação, fingindo que não houve luto, adiando um processo importante para a reorganização da vida. “Isso, sim, pode gerar problemas de saúde, pois quem não vive o luto não consegue dar um tempo a si mesmo para se recompor e seguir adiante. Evita um processo natural, que não podemos negar.” 
Interatividade
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Fonte: Gazeta do Povo

SUPREMO TRIBUNAL JULGA SE ABORTO DE FETO SEM CÉREBRO É CRIME OU NÃO

O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o mês de abril o julgamento sobre a descriminalização do aborto nos casos de fetos anencéfalos (sem cérebro), um dos temas mais polêmicos em andamento na Corte. O processo tramita no Supremo desde 2004.
A previsão é de que o processo entre na pauta da Corte na primeira semana de abril, ainda sem data específica.
O voto do relator, ministro Marco Aurélio Mello, está pronto desde o dia 4 de março de 2011, aguardando apenas que a Presidência do STF inclua o processo na pauta. O Supremo vai analisar uma ação proposta, em 2004, pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS), pede que o aborto seja permitido nesses casos.
A entidade afirma que manter o rótulo de crime nesses casos seria uma ofensa à dignidade da mãe, que seria obrigada levar adiante a gravidez de um feto que não sobreviverá depois do parto.
No processo, os advogados da confederação lembram da dificuldade de se conseguir uma autorização na Justiça para fazer o aborto de fetos anecéfalos. A defesa apresentou ainda dados científicos que poderão servir de suporte para a decisão dos ministros. De acordo com os documentos, o diagnóstico do feto sem cérebro pode ser feito com 100% de certeza, inclusive pela rede pública de saúde, e oferece risco para a vida da mãe.
Para a entidade, a interrupção da gravidez deve ser entendida como parte do tratamento nesses casos. ”A interrupção da gestação neste caso deve ser tratada como antecipação terapêutica do parto e não como aborto, por inexistir potencialidade de vida. A definição jurídica do final da vida é a morte encefálica. O feto anencéfalo não tem vida encefálica”, afirma a defesa da CNTS no processo.
Diante da controvésia sobre o tema, em 2008, o Supremo promoveu uma audiência pública para ouvir os diversos pontos de vista sobre a interrupção da gravidez de fetos sem cérebro.
As opiniões dos trabalhares em saúde contrastam com o que defendem grupos religiosos e especialistas que defendem a “humanidade do feto”. Para essas pessoas, o direito da mulher de escolher o que fazer nessa situação não pode se sobrepor ao direito à vida, garantido pela Constituição ao feto, mesmo que tenha má-formação.
A interrupção da gravidez de anencéfalos é permitida na Europa continental, inclusive Portugal, Espanha e Itália, na Europa oriental, Canadá, China, Cuba, Japão, Índia, Estados Unidos, Rússia, Israel e nos países da Ásia. Desde 2003, também a Argentina permite a interrupção da gravidez em casos de fetos com malformações irreversíveis.
Fonte: G1

CHICO ANYSIO MORRE AOS 80 ANOS

O humorista Chico Anysio morreu, aos 80 anos, nesta sexta-feira (23) no Rio de Janeiro. Ele estava internado no hospital Samaritano, em Botafogo, zona sul da capital fluminense, desde o dia 22 de dezembro do ano passado, quando teve uma hemorragia digestiva. Segundo a assessoria de imprensa hospital, Chico Anysio teve duas paradas cardíacas.

“E o salário, ó!”

Na quinta-feira (22), os médicos chegaram a submeter o paciente a um processo cirúrgico para uma drenagem na pleura, a membrana do pulmão, já que ele sofria de um enfizema pulmonar provocado pelo uso excessivo de cigarros. Chico Anysio estava na unidade de tratamento intensivo e respirava com a ajuda de aparelhos.
O corpo será velado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro onde deve chega ao meio-dia. O velório abre para visitação ao público às 14h. A família informou que o corpo será cremado.
Fonte: Gazeta do Povo – Continue lendo aqui.

DIPLOMACIA BRASILEIRA INTERVÉM E AUTORIDADES IRANIANAS GARANTEM QUE YOUSEF NADARKHANI ESTÁ VIVO E NÃO SERÁ CONDENADO À MORTE

Após as conversas entre a Frente Parlamentar Evangélica e o governo federal, representado pela ministra chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffman e pelo ministro das relações exteriores, Antônio Patriota, novas informações sobre o caso do pastor Yousef Nadarkhani surgiram nas últimas horas.
Segundo o deputado evangélico Carlos Bezerra Junior, a pressão diplomática exercida pelo Brasil junto às autoridades iranianas surtiu efeito: “Ótima notícia! Autoridades diplomáticas iranianas responderam ao governo brasileiro afirmando que o Pr. #Nadarkhani não será condenado à morte. A pressão diplomática brasileira tem surtido efeito no caso do Pr Nadarkhani, q envolve grave violação do Direitos Humanos. #intolerânciaNão”, publicou ele em seu perfil no Twitter.
O encontro entre os parlamentares da bancada evangélica e o ministro Antonio Patriota foi relatado pelo deputado federal e cantor Marcelo Aguiar, em entrevista à TV Record. Aguiar afirmou que os diplomatas iranianos garantiram às autoridades brasileiras que o pastor está vivo e que as perspectivas são boas: “Ficamos esperançosos e confiantes na gestão do governo brasileiro em favor desse cristão que nada mais fez do que professar sua fé em Jesus Cristo”.
Participaram da reunião com o ministro, além de Marcelo Aguiar, os deputados Marco Feliciano, João Campos, Anderson Ferreira, entre outros. Aguiar afirmou ainda que segundo o ministro Patriota, o momento é de humildade e paciência, para que a situação, que ainda é delicada, não seja agravada.
Assista abaixo a reportagem do Jornal da Record com entrevista do deputado Marcelo Aguiar:

Fonte: Gospel+

PASTOR AMEAÇA QUEIMAR ALCORÃO SE IRÃ EXECUTAR YOUSSEF NADARKHANI

Em 2010, o pastor Terry Jones já tinha planejado queimar as cópias do Alcorão para marcar o “aniversário” do 11 de setembro.
O pastor norte-americano Terry Jones afirmou que queimará exemplares do Alcorão e imagens do profeta Maomé caso o pastor Youssef Nadarkhani seja executado no Irã, onde está preso pelo crime de apostasia.
“Os cristãos não podem ficar de braços cruzados e não fazer nada”, disse o polêmico líder religioso, que já havia ameaçado queimar volumes do Alcorão em julho de 2010 em resposta aos atentados de 11 de setembro, mas foi impedido pelo governo norte-americano.
O Centro Americano de Direito e da Justiça (ACLJ, na sigla em inglês) divulgou que os tribunais iranianos já podem ter emitido uma ordem de execução para Nadarkhani.
O pastor iraniano chegou a liderar um grupo de cerca de 400 cristãos em várias igrejas no Irã. Sua prisão se deu justamente em represália à sua pública manifestação como cristão. As autoridades iranianas têm transformado seus atos em uma situação grave, com a imposição das leis islâmicas sobre apostasia, e ainda acrescentando o ‘agravante’ de ele tentar evangelizar muçulmanos.
Terry Jones, presidente da organização Stand Up America Now, descreve a queima do Alcorão planejada como uma forma de protesto que “obviamente tenta chamar a atenção do Islã”. Sua associação, de acordo com sua própria apresentação, dedica-se a questões sociais, em especial pelas minorias perseguidas em países islâmicos.
“Temos muito pouco o que podemos fazer como comunidade cristã para protestar contra as atividades desumanas do Islã”, disse Jones ao The Christian Post. E acrescentou: “É um tipo de protesto que vai mostrar ao governo que estamos totalmente em desacordo e descontentes com a sharia (lei islâmica) e suas atividades. Na verdade, com as atividades do Islã nos últimos 1.400 anos”.
Youssef Nadarkhani já havia sido condenado por apostasia a execução por enforcamento, mas, após pressão internacional sobre o sistema judicial iraniano, o veredicto foi adiado, passando o caso para o aiatolá Ali Khamenei, suprema autoridade da nação, para revisão.
Fonte: The Christian Post

AUREO VAI PEDIR A PRESIDENTA DILMA QUE INTERFIRA JUNTO AO GOVERNO NO IRÃ PELA VIDA DO PASTOR YOUCEF NADARKHANI

O deputado Aureo (PRTB/RJ) declarou hoje que vai pedir que o Governo Brasileiro interfira junto ao governo do Irã em favor do Pastor Youcef Nadarkhani, condenado à morte por ter se convertido ao cristianismo.

O pastor de 34 anos, que está detido desde 2009,  se recusou a cumprir uma ordem judicial que o obrigada a se converter novamente ao islamismo.
“Tenho certeza que terei o apoio da Bancada Evangélica na Câmara e encaminharemos um pedido formal a nossa Presidenta para que peça o cancelamento da sentença. Não é possível que o direito à liberdade religiosa seja desrespeitado, mesmo que no Irã, e um ser humano seja condenado à morte por sua crença e convicções”, declara Aureo.

ASSASSINATO DE MULHERES É ALARMANTE EM MOSSORÓ, DIZ LARISSA ROSADO

Publicado por Robson Pires
O crescente número de denúncias sobre violência contra a mulher foi o tema do pronunciamento da deputada Larissa Rosado, na sessão plenária desta quarta-feira. Na ocasião, a parlamentar falou sobre a morte de uma funcionária sua, no último domingo, em Mossoró. Cristiana Viana tinha 35 anos e foi brutalmente assassinada. O corpo foi encontrado na Estrada do Óleo, próximo ao conjunto Integração, na Zona Norte de Mossoró. “Em menos de 24 horas duas mulheres foram assassinadas em Mossoró. Precisamos que medidas urgentes sejam tomadas”, declarou a deputada.
Em seu pronunciamento, Larissa apresentou dados da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, mostrando que 336 procedimentos de investigação de violência contra mulher foram instaurados em Mossoró. “Segundo o Juizado da Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, são cerca de 40 ocorrências por mês. Esse número representa mais de uma agressão por dia. É algo alarmante”, disse Larissa.

REVERENDO ROBINSON CAVALCANTI E ESPOSA SÃO ASSASSINADOS A FACADAS.

O reverendo Robinson Cavalcanti e sua esposa Mirian Nunes Machado Cotias Cavalcanti, foram assassinados a facadas no último Domingo, 26/02. Segundo informações colhidas pela polícia, o principal suspeito é o filho adotivo do casal, que era dependente de drogas e estava na cidade de Olinda há aproximadamente quinze dias.
Conhecido nacionalmente, Edward Robinson de Barros Cavalcanti, 68, era um dos mais proeminentes líderes da Igreja Anglicana no Brasil. O filho adotivo, Eduardo Olímpio Cotias Cavalcanti, 29, morava na Flórida, nos Estados Unidos, onde teve passagens na cadeia por posse de drogas.

Segundo o delegado responsável pelo caso, testemunhas afirmaram terem visto o acusado do crime amolando uma faca no quintal da residência do reverendo, antes de cometer os crimes: “Ele morava na Flórida e estava na cidade de passagem. Ontem [domingo], ele foi até à igreja onde o pai trabalhava. Depois, foi para casa e testemunhas o ouviram amolando a faca no jardim. Ele era usuário de drogas e já tinha sido preso por isso. Acredito que antes do crime houve discussão com os pais, mas os motivos ainda serão investigados”, relatou Josedith Ferreira à reportagem do G1.
Eduardo tentou o suicídio tomando veneno e desferindo facadas contra si mesmo, porém foi socorrido e não corre risco de morte. Ele permanece internado no Hospital da Restauração, sob escolta de policiais. Após a alta, será levado para o Centro de Triagem de Abreu e Lima, na Grande Recife, onde a polícia tomará seu depoimento para esclarecer os motivos do crime.
Em seu último texto publicado horas antes de sua morte no site Pavablog, onde Robinson Cavalcanti tinha um espaço semanal, o reverendo falou sobre fatos históricos ligados ao estabelecimento do protestantismo no Brasil. O velório do casal foi marcado para esta Terça-Feira, na Paróquia Emanuel, na Praça Dantas Barreto, em Olinda.
A Diocese de Recife da Igreja Anglicana divulgou nota de pesar pelo falecimento do reverendo Robinson Cavalcanti. Confira abaixo:

É com grande pesar que a Igreja Anglicana – Diocese do Recife, comunica o trágico falecimento do Reverendíssimo Bispo Diocesano, Dom Edward Robinson de Barros Cavalcanti, e de sua esposa Miriam Cavalcanti, ocorrido neste domingo 26/02/2012 por volta das 22h na cidade de Olinda-PE.

A família diocesana agradece a Deus pela vida e devotado ministério do seu Pai em Deus, pastor, mestre e amigo, um verdadeiro profeta e mártir do nosso tempo, que lutou pela causa do evangelho de Cristo, por Sua igreja, bem como pela Comunhão Anglicana, e que contou sempre com sua esposa que, como fiel ajudadora, o apoiou em todos os anos de seu ministério.
Partiu para a Eternidade deixando um legado de serviço, amor e firmeza doutrinária, pelos quais essa Diocese continuará.

Oportunamente estaremos divulgando dia, horário e local do seu sepultamento.
Revmº Bispo Evilásio Tenório – Bispo Sufragâneo Eleito
Revmº Bispo Flávio Adair – Bispo Sufragâneo Eleito
Rev. Márcio Simões – Presidente do Conselho Diocesano

BORIS CASOY RESPONSABILIZA LULA PELA MORTE DE ELIANA TRANCHESI

O âncora da Rede Bandeirante, Boris Casoy, comenta a morte da ex-dona da Daslu, Eliana Tranchesi, e afirma que o episódio da prisão da milionária serviu como escape para que o governo de Lula escondesse o mensalão. Casoy afirma ainda que a pirotecnia que governo propôs, ao utilizar diversos elementos, inclusive expor a Polícia Federal, serviram para execrar Tranchesi, o que indubitavelmente contribuiu para o câncer e morte da empresária. 
Fonte: POLÍTICA HOJE