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CPMI PARA INVESTIGAR FRAUDES DO INSS COMEÇA OS TRABALHOS NESTA TERÇA (26)

A comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) criada para investigar as fraudes no INSS inicia os trabalhos nesta terça-feira (26). Na primeira etapa dos trabalhos, prevista para começar às 9h, os integrantes irão discutir o plano de trabalho da Comissão, que será apresentado pelo relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL). A votação do plano está marcada para quinta (28).

Na segunda parte da reunião, os parlamentares irão votar os primeiros requerimentos de convites e convocações. O relator quer que servidores de vários órgãos, como: Controladoria-Geral da União (CGU), Tribunal de Contas da União (TCU) e Receita Federal sejam liberados para auxiliar a CPMI nas investigações e pede que a Polícia Federal compartilhe informações e acesso aos inquéritos relacionados à prática de descontos fraudulentos em benefícios administrados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em especial os autos da investigação que deflagrou a Operação Sem Desconto. Além disso, requer acesso integral aos processos administrativos instaurados, desde janeiro de 2015, para apurar denúncias sobre irregularidades e responsabilidade de servidores com os descontos fraudulentos em benefícios pagos pelo INSS.

No total são 35 pedidos que estão na pauta para votação na terça (28.ago). Entre eles estão requerimentos de convocação de ex-ministros da Previdência, como: Carlos Lupi, José Carlos Oliveira e Carlos Eduardo Gabas, além de ex-presidentes do INSS que ficaram à frente dos cargos desde o governo de Dilma Rousseff. Em caso de convocação, o depoimento se torna obrigatório. Segundo o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), a prioridade é ouvir aqueles que podem trazer informações para que os parlamentares compreendam como funciona a liberação desses benefícios.

“Nós queremos entender esse mecanismo, todas as falhas dele, independentemente do momento. Então, desde o governo Dilma nós ouviremos todos os ministros da Previdência Social. Também desde o governo Dilma estaremos convidando e, se for necessário convocando, todos os presidentes e ex-presidentes do INSS”.

Requerimentos

Até este domingo, a página da CPMI contabiliza a apresentação de 857 requerimentos. Vários deles pedem a convocação de ministros do atual governo, como: o ministro-Chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias; o ministro da CGU Vinícius Marques de Carvalho e do ministro da Justiça e da Segurança Pública, Ricardo Lewandowski. Outros solicitam a quebra dos sigilos bancário e fiscal de várias associações de aposentados.

Outro nome que aparece em algumas dezenas de requerimentos é o do irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, José Ferreira da Silva, o Frei Chico. Ele é vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi-FS), uma das entidades investigadas pela Polícia Federal por supostos descontos indevidos nos contracheques dos aposentados do INSS.

SBT News

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FILHOS E NIKOLAS FERREIRA CONTRIBUÍRAM PARA PRISÃO DOMICILIAR DE BOLSONARO

Por Cleber LourençoICL Notícias

A prisão domiciliar integral de Jair Bolsonaro foi resultado direto da atuação coordenada de seus filhos — Flávio, Eduardo e Carlos Bolsonaro — e do deputado federal Nikolas Ferreira, segundo descreve a decisão de Alexandre de Moraes. O ministro afirma que todos tiveram participação ativa na estratégia para burlar as restrições impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e manter a influência política do ex-presidente.

Moraes aponta que Bolsonaro preparou “material pré-fabricado” para ser divulgado por terceiros, incluindo familiares, com conteúdo de ataque ao STF e apoio a intervenção estrangeira no Judiciário brasileiro. O ministro relaciona essa prática ao modus operandi das “milícias digitais”, proibido desde 17 de julho e reiteradamente advertido em 21 de julho.

Flávio Bolsonaro publicou nas redes sociais um vídeo do pai discursando a manifestantes em Copacabana, com a frase “pela nossa liberdade, pelo nosso futuro e pelo Brasil”, e apagou o conteúdo para ocultar a infração. Eduardo Bolsonaro reproduziu ataques ao STF, sugeriu sanções internacionais contra ministros e declarou que “em breve, nem Paris haverá mais para eles”.

Carlos Bolsonaro postou foto do pai pedindo que internautas “sigam @jairbolsonaro”, afrontando a proibição expressa de uso de redes sociais.

Nikolas Ferreira, durante ato na Avenida Paulista, exibiu Bolsonaro por videochamada e declarou: “Bolsonaro não pode falar, mas pode ver. É sua forma, mesmo estando preso dentro de casa”. Para Moraes, essa ação foi parte da mesma engrenagem para coagir o STF e obstruir a Justiça.

O despacho conclui que essas condutas, deliberadas e coordenadas, representaram reincidência no descumprimento das cautelares. Essa atuação conjunta foi determinante para a decisão de impor a prisão domiciliar integral, acompanhada de novas restrições: proibição de visitas não autorizadas, uso de celular e apreensão de aparelhos, além do bloqueio de contatos com autoridades estrangeiras e investigados.

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DATAFOLHA: MAIORIA DEFENDE PRISÃO DE BOLSONARO POR TENTATIVA DE GOLPE

A possibilidade de prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ainda divide os brasileiros. Pesquisa do Instituto Datafolha divulgada na edição deste sábado (2) da Folha de S.Paulo mostra que 48% dos entrevistados são favoráveis à prisão de Bolsonaro por seu envolvimento na tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Outros 46% acreditam que ele não deveria ser preso, e 6% preferem não opinar.

Mesmo diante desse empate técnico, a maioria (51%) acredita que Bolsonaro escapará da cadeia. Apenas 40% acham que ele será condenado. A percepção pública sobre o desfecho do julgamento, marcado para setembro no Supremo Tribunal Federal (STF), pouco mudou desde abril, quando os índices eram de 52% e 41%, respectivamente.

Condenação ou absolvição?

Bolsonaro será julgado sob a acusação de ter liderado uma articulação golpista para se manter no poder, mesmo após ser derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno de 2022. Segundo a Procuradoria-Geral da República, a conspiração envolveu aliados políticos e setores das Forças Armadas, culminando nos ataques antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.

Se condenado, o ex-presidente poderá pegar de 12 a 43 anos de prisão. Ele nega todas as acusações. O julgamento pode começar no próximo mês.

Crise internacional e apoio de Trump

O julgamento ocorre em meio a uma crise diplomática com os Estados Unidos. O presidente americano Donald Trump, aliado ideológico de Bolsonaro, declarou apoio ao brasileiro e acusou o Judiciário brasileiro de perseguição política. Como retaliação, impôs tarifas mais altas sobre produtos brasileiros. A cúpula dos Três Poderes, no Brasil, reagiu.

A movimentação de Trump tem sido articulada por Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, que se mudou para os Estados Unidos para liderar uma campanha internacional por anistia. Eduardo é investigado por obstrução de Justiça. Por determinação do Supremo, Jair Bolsonaro usa uma tornozeleira eletrônica para monitorar seus passos diante da suspeita de que ele poderia fugir do país.

Traição à pátria

O caso também gerou reações contra o ministro Alexandre de Moraes, relator do processo no STF. Moraes teve seu visto americano revogado e passou a ser alvo de uma lei dos EUA que permite congelar bens de estrangeiros acusados de violar direitos humanos, uma sanção normalmente reservada a ditadores e criminosos de guerra. Em forte pronunciamento nessa sexta, Moraes acusou Eduardo, mesmo sem citar o nome do parlamentar, de “traidor da pátria”, “covarde” e “pseudo-patriota”.

A pesquisa também revela que o apoio ou rejeição à prisão de Bolsonaro segue linhas ideológicas e regionais. Defendem mais sua prisão os brasileiros de baixa renda (até dois salários mínimos), os moradores do Nordeste e os eleitores petistas. Já entre os que se opõem à prisão, predominam evangélicos, moradores da região Sul, bolsonaristas e eleitores de classe média mais baixa.

Bolsonaro é acusado de liderar uma trama golpista para impedir a posse ou destituir o presidente Lula. O plano, segundo as investigações, incluía até o assassinato do presidente eleito, do vice, Geraldo Alckmin, e do ministro Alexandre de Moraes.

A caminho do desfecho

O STF encerrou na segunda-feira (28) o interrogatório de 31 réus. Com o fim dos interrogatórios, a Corte encerra a instrução das ações penais dos núcleos 1, 2, 3 e 4 da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os acusados da tentativa de golpe do Estado no país para reverter o resultado das eleições de 2022.

“Ainda este semestre nós julgaremos todos os responsáveis. Absolvendo aqueles onde não houver prova de responsabilidade, condenando aqueles onde houver prova. Mas julgando, exercendo nossa função jurisdicional. E não nos acovardando em virtude de ameaças seja daqui ou de qualquer outro lugar”, disse Alexandre de Moraes nessa sexta-feira.

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STYVENSON DIZ QUE REELEIÇÃO “TANTO FAZ”, MAS SABE O PESO DE PERDER O MANDATO

O senador Styvenson Valentim, que tentará a reeleição em 2026, declarou recentemente que “tanto faz ganhar como perder” a disputa. A frase, dita em tom de despreocupação, contrasta com a realidade que o parlamentar conhece bem: sem mandato, a vida muda — e muito.

Styvenson é oficial da Polícia Militar e, sem estar no Senado, deve voltar à corporação, provavelmente reassumindo funções como a coordenação da Lei Seca, onde ganhou projeção. O retorno à rotina policial, com salário muito inferior ao de um senador, exigirá adaptações — sobretudo no padrão de vida atual, construído com as benesses do cargo: verba de gabinete, segurança, viagens, estrutura, assessores, visibilidade e todas as mordomias que o mandato oferece.

Além disso, o senador mantém atualmente um relacionamento com uma nova namorada, que já estaria custando caro. Ela foi empregada na Prefeitura de Natal, com salário estimado em R$ 15 mil mensais, o que gerou críticas e burburinho nos bastidores políticos.

A verdade é que Styvenson, mesmo com o discurso de independência, sabe do peso político, financeiro e social que um mandato federal carrega. E sem ele, muita coisa muda — inclusive sua influência.

Por via das dúvidas, é bom começar a rezar para ser reeleito.

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MOTTA AVISA LÍDERES DE QUE NÃO ADIANTA APROVAR A ANISTIA: STF VAI DECLARAR ‘INCONSTITUCIONAL’

O projeto que anistia os condenados pelos atos golpistas do dia 8 de janeiro voltou à discussão na reunião de líderes partidários desta terça-feira (20), após uma semana de recesso informal na Câmara. No encontro, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse aos parlamentares que não adianta aprovar uma proposta que será considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo relatos de líderes presentes, parlamentares da oposição estavam na reunião e levaram o assunto à discussão no fim do encontro.

Na reunião, de acordo com quatro líderes ouvidos pela Globonews, Motta disse que não adianta o Congresso aprovar um texto, o presidente Lula sancionar e o STF declarar inconstitucional. A sinalização foi lida pela própria oposição como um recado de que o Supremo precisa estar de acordo com o texto.

O líder do PP, Dr. Luizinho (RJ), sugeriu que alguém apresentasse um esboço de relatório alternativo ao texto que vem sendo defendido pela oposição.

A versão mais recente do relatório é ampla e perdoa atos do passado ou do futuro que tenham alguma conexão com o dia 8 de janeiro, inclusive crimes eleitorais, e garante os direitos políticos dos condenados (ou seja, a possibilidade de concorrer às eleições). A leitura é que o projeto é direcionado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

O líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), disse que se recusa a construir um texto que precise do aval do STF. E lembrou aos parlamentares que já elaborou uma proposta alternativa e mais enxuta, que dá anistia parcial aos envolvidos no dia 8 de janeiro, mantendo apenas as condenações para quem foi filmado destruindo o patrimônio público.

Mais de um líder presente interpretou a fala de Motta como uma tentativa de tirar o assunto do caminho, que tem contaminado qualquer outro assunto da pauta. Avaliam que ele se sensibiliza com penas que considera excessivas, mas que não vai se indispor com o Supremo por conta disso.

Além disso, a avaliação de um líder da base governista é que a sugestão para se criar um novo texto funciona como uma forma de encurralar os deputados do PL para que eles deixem claro que o projeto da anistia não deve valer para Bolsonaro.

G1

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CCJ DO SENADO APROVA PEC DO FIM DA REELEIÇÃO

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (21), a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da reeleição para cargos do Executivo (presidente da República, governadores e prefeitos), o aumento do mandato de políticos e a unificação das eleições.

O texto propõe mandato de cinco anos para vereador, prefeito, governador, senador e presidente. A PEC também unifica datas de eleições municipais e gerais.

Depois de diversas alterações no texto e alguns adiamentos, a PEC foi aprovada de forma simbólica. A matéria vai ao plenário do Senado e, caso seja aprovada, segue para a Câmara dos Deputados.

O texto do fim da reeleição, relatado pelo senador Marcelo Castro (MDB-PI, na foto em destaque), ganhou força no Senado ainda na gestão do ex-presidente da Casa Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Senadores de diferentes espectros apoiam a medida. O relator afirma que o Brasil precisa “corrigir um erro” que foi cometido ao autorizar a reeleição.

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ALLYSON É O MAIS CITADO EM DISPUTA PARA GOVERNO DO RN

A Pesquisa TCM/TSDois traz, nesta quarta-feira (23), a intenção de votos para o Governo do Estado do RN em Alto do Rodrigues.

Na pesquisa espontânea, 59,3% dos entrevistados não souberam ou não responderam. Allyson Bezerra aparece com 19,3%. Branco/Nulo são 10%. Styvenson Valentim surge com 6,7%, Rogério Marinho 3,1%. Outros 2,8%, Álvaro Dias e Cadu Xavier ambos com 0,7%. Outros com 0,2%.

Na pesquisa estimulada foram apresentados três cenários. No primeiro cenário, Allyson Bezerra lidera com 54%, não sabem ou não responderam 21,6%, Branco/Nulo são 16,4%. Álvaro Dias tem 5,6% e Cadu Xavier tem 2,4%.

No Cenário 2, Allyson Bezerra tem 52,2% da preferência dos entrevistados de Alto do Rodrigues. Não souberam ou não responderam 19,6%. Branco/Nulo são 15,1%. Rogério Marinho tem 10,7% e Cadu Xavier 2,4%.

No Cenário 3, Allyson Bezerra aparece com 50,9%, Styvenson Valentim 17,3, Branco/Nulo são 14,7%, não sabem ou não responderam são 14,4% e Cadu Xavier tem 2,7% da intenção de votos para o governo do Estado do RN nas eleições de 2026.

Rejeição

No quesito rejeição, 30,4% dos entrevistados não souberam ou não responderam. Votaria em qualquer um 21,3% do eleitorado de Alto do Rodrigues. Rogério Marinho tem a rejeição de 14,9% e Cadu Xavier 13,6%. Não votaria em nenhum 13,1%. Álvaro Dias tem 9,6% de rejeição, Allyson Bezerra 5,6% e Styvenson Valentim 5,1%.

Sobre a pesquisa

Foram entrevistados 450 eleitores de Alto do Rodrigues, no dia 19 de abril de 2025.

O nível de confiança utilizado é de 95%. A margem de erro é de 4,5 pontos percentuais para mais ou para menos.

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JUSTIÇA ELEITORAL EXTINGUE AÇÃO MOVIDA PELO MDB CONTRA PREFEITO DE UPANEMA

O Juiz da 49ª Zona Eleitoral, Pedro Cordeiro Júnior, decidiu pela extinção da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) ajuizada pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) de Upanema contra o atual prefeito do município, Renan (PP). A decisão também beneficia os vereadores Matheus Farias (presidente da Câmara), Ibamar Costa, ambos do Progressistas, e o ex-prefeito Luiz Jairo, presidente do diretório municipal do partido.

A ação alegava suposto uso indevido de bens públicos durante evento realizado na residência do ex-prefeito Luiz Jairo, incluindo a entrega de banheiros químicos e insumos para consumo de eleitores, além de suposta compra de votos. Também foram citados na denúncia a Lotérica, Eva Cristina, Glauco Victor, Jerbeson Alison, João Paulo, Lucivan Galdino e Matheus Henrique.

No entanto, a Justiça Eleitoral acolheu o parecer do Ministério Público Eleitoral, que opinou pela extinção do processo com base na ilegitimidade da comissão provisória do MDB para propor a AIJE. De acordo com o juiz, a parte autora “não comprovou a regularidade de sua representação, notadamente a vigência do mandato da Comissão Provisória e a observação dos prazos, o que acarreta a sua ilegitimidade ativa”.

Com a decisão, a ação é extinta sem resolução de mérito, afastando qualquer sanção eleitoral aos investigados.

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MORAES REJEITA POSSIBILIDADE DE BOLSONARO CONCORRER EM 2026, MESMO SENDO ABSOLVIDO

Em entrevista à revista The New Yorker, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afastou a possibilidade de Jair Bolsonaro (PL) reverter sua inelegibilidade para concorrer na próxima eleição presidencial, já que ele tem duas condenações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O magistrado, no entanto, admite que o ex-presidente pode apoiar a candidatura presidencial de sua mulher, Michelle, ou de um de seus filhos.

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Allyson Bezerra tem caminho livre para 2026 e conta com apoio de Agripino

O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, depende apenas de sua própria decisão para ser candidato ao governo do Rio Grande do Norte em 2026. Seu partido, o União Brasil, é comandado no estado pelo ex-senador José Agripino Maia, que articula sua candidatura. No entanto, caso enfrente resistência interna, Allyson já tem uma alternativa viável: o PSD, oferecido pela senadora Zenaide Maia.

Uma das peças-chave dessa articulação é o prefeito de Natal, Paulinho Freire, que foi eleito pelo União Brasil, mas tem relutado em apoiar Allyson. Apesar disso, Paulinho participou recentemente de um encontro com o prefeito de Mossoró, o que levantou suspeitas sobre uma possível mudança de posicionamento. O movimento, que tem a marca de José Agripino, mantém o cenário político ainda mais indefinido e com articulações em andamento.

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