Author name: Edinael Castro

Blog Leitor Política

OPINIÃO DO LEITOR

COMENTÁRIO DE UM LEITOR ANÔNIMO – POSTADO NA MATÉRIA REFERENTE AO ENVIO DE JEGUES NORDESTINOS PARA A CHINA. 
Como ambientalista eu proponho que em lugar dos “jegues” e que tantos serviços prestaram no engrandecimento do Brasil, e que merecem ser preservados para gerações as futuras. Embora hoje abandonados como força de tração no trabalho e transporte diante do avanço tecnológico, não merecem ser extintos como fizeram tantas outras espécies da fauna e flora, cuja existência só se sabe através de livros e vejam e reflitam o que estão fazendo com os recursos naturais renováveis e não renováveis, provocados pela ganancia dos homens.
Sou sabedor que na china os corruptos e traficantes são sumariamente executados, e seus órgãos vitais são retirados para futuro transplantes em pessoas que necessitam dos mesmos para, sobreviverem porque em vez dos “jegues” disso não enviamos para china nossos corruptos e traficantes e assim solucionaríamos dois grandes problemas para o futuro da humanidade.
A falta de órgãos para transplantes e no Brasil as verbas liberadas pelo governo em favor da sociedade, para saúde, educação segurança e infraestrutura (estradas, habitação, energia elétrica esgotos, desfavelamento, geração de emprego e renda).
Esta é minha opinião diante dessa absurda e irracional barbárie que ora se apresenta ao mundo.
A “natureza” já está respondendo aos ataques insanos dos homens, só os cegos de raciocínio num querem enxergar.
DO BLOG: Não poderia deixar de agradecê-lo pelo comentário. A participação do leitor é de extrema importância para a construção de um pensamento que venha a contribuir para a solução dos problemas da comunidade. Obrigado!
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Congresso Nacional José Sarney Justiça Lei PMDB Senado

PRESIDENTE DO SENADO DEFENDE MAIS RIGOR NAS PENAS DE HOMICÍDIOS

Presidente José Sarney (PMDB), quer mais dureza nas penas de homicídio.

Na última quarta (07), o presidente do Senado Federal, José Sarney (PMDB-AP), realizou seu pronunciamento e também apresentou um projeto que visa endurecer mais as penas de homicídios no Brasil.

O senador disse estar amargurado e indignado com os números, que deveriam envergonhar a todo o país. Na avaliação de Sarney, matar tornou-se uma “banalidade”. Com a proposta de mudar este cenário, o senador anunciou a apresentação do Projeto de Lei do Senado 38/2012, de sua autoria, que propõe um endurecimento das leis que tratam de homicídio no país.

O segundo ponto do projeto é o aumento das penas para homicidas. O homicídio simples, que atualmente tem pena de 6 a 20 anos, passaria a ter de pena de reclusão, de 8 a 24 anos. Já a o homicídio culposo, que hoje tem pena de detenção, de 1 a 3 anos, passaria a pena de reclusão, de 2 a 5 anos. Outra mudança proposta por José Sarney trata do flagrante por crime de lesão corporal seguida de morte, homicídio ou de latrocínio. A prisão nesses casos seria convertida em preventiva, impedindo que o autor do crime possa responder ao processo em liberdade.

“A legislação brasileira não pode banalizar, como vem ocorrendo, o crime que é considerado o mais grave em todas as legislações do mundo civilizado. Acreditamos que as alterações legislativas propostas oferecem respostas proporcionais à extrema gravidade do crime de homicídio”, disse Sarney.

Fonte: Agência Senado

Congresso Nacional Justiça Lei Senado Vergonha

VERGONHA: GERAL COMISSÃO DO NOVO CÓDIGO PENAL AMPLIA REGRAS PARA ABORTO LEGAL

Publicado por Robson Pires
A comissão de juristas nomeada pelo Senado que elabora o anteprojeto de lei de um novo Código Penal aprovou nesta sexta-feira um texto que propõe o aumento das possibilidades para que uma mulher possa realizar abortos sem que a prática seja considerada crime.
O anteprojeto também contempla modificações que atingem outros crimes contra a vida e a honra, como eutanásia, estupro presumido e infrações graves de trânsito.
A principal inovação na legislação sobre aborto é que uma gestante poderá interromper a gravidez até 12 semanas de gestação, caso um médico ou psicólogo avalie que ela não tem condições “para arcar com a maternidade”.
A intenção é a de que, para autorizar o aborto, seja necessário um laudo médico ou uma avaliação psicológica dentro de normas que serão regulamentadas pelo Conselho Federal de Medicina. “A ideia não é permitir que o aborto seja feito por qualquer razão arbitrária ou egoística”, afirmou Juliana Belloque, defensora pública do Estado de São Paulo e integrante da comissão. No entanto, abre tantas possibilidades que deve virar uma batalha política no Congresso.
A comissão está preocupada em dar guarida a mulheres em situações extremas, como adolescentes e mulheres pobres com vários filhos. “A ideia não é vulgarizar a prática, é disseminá-la de maneira não criteriosa”, disse Juliana, para quem o aborto é uma questão de saúde pública – 1 milhão mulheres realizam a prática clandestinamente por ano no País.
O anteprojeto também garante às mulheres que possam interromper uma gestação até os dois meses de um anencéfalo ou de um feto que tenha graves e incuráveis anomalias para viver.
Do blog de Ricardo Noblat
Cristovam Buarque Livro PDT Política

DISCURSO PROFERIDO PELO SENADOR CRISTOVAM BUARQUE EM 09/03/2006

Eu venho defender, sim, a ocupação dos morros no Rio de Janeiro. Mas venho defender também a ocupação das palafitas lá em Recife. Venho defender, Senador Garibaldi, a ocupação daquelas áreas do semiárido nordestino. Mas venho defender essa invasão não por militares, não por policiais. Venho defender a invasão, a ocupação, por setores que evitariam que a gente agora precisasse ocupar com militares.

Eu venho defender, por exemplo, a ocupação, a invasão, Senador Paulo Paim, dos morros do Rio de Janeiro com empregos para os jovens. Se a gente invadisse com empregos para os jovens, garantindo que esses jovens tivessem bolsas para que estudassem, que fossem incorporados, inclusive, nas Forças Armadas, em vez das Forças Armadas subirem os morros, trazer os jovens para dentro do Exército, onde aprendessem um ofício, disciplina, patriotismo. Essa invasão eu defendo.

Eu defendo também a invasão para dar emprego aos adultos, aos pais desses jovens; invasão para que eles possam ter emprego, por exemplo, para reconstruir cada um a sua casa, para colocar água e esgoto nas ruas onde moram. Invasão de emprego, por intermédio do crescimento econômico, que ocuparia esses adultos.


Acho também que deveríamos fazer a invasão por professores. Se a gente invadisse com professores os morros do Rio, as palafitas de Recife, lá o semiárido do Rio Grande do Norte, do Nordeste inteiro, com professores bem remunerados, bem formados, bem preparados, acho que essa invasão, essa ocupação, evitaria as outras que vão trazer muita dor de cabeça para a gente.

Eu gostaria de defender também a invasão por equipamentos, homens carregando equipamentos para as escolas, para os postos de saúde, equipamentos como televisão, computadores, ressonância magnética etc. Vamos invadir os morros do Rio de Janeiro com equipamentos médicos, com equipamentos para que a gente possa ter as nossas crianças em boas escolas.

Eu gostaria, sim, de ver a ocupação dos morros por creches para as crianças que ali moram. Mas não só por creches, pelas quais a Senadora Heloísa Helena tanto luta, mas por profissionais que são capazes de cuidar dessas crianças. Já pensou se a gente invadisse o Brasil inteiro com creches, com profissionais que sabem cuidar das crianças? Essa invasão evitaria aquela que a gente está fazendo.

Eu gostaria de ver a ocupação com artistas que levassem shows de rock e concertos de músicas clássicas lá nos morros do Rio de Janeiro, lá nas palafitas de Recife, lá no semiárido, lá onde tivesse alguma pessoa pobre.

Eu queria ver os nossos morros invadidos por esportes, invadidos por quadras de esporte para os nossos jovens, iluminadas à noite, para que eles pudessem brincar, para que eles pudessem se distrair, para que eles pudessem fugir daquele dia-a-dia que os domina e que os corrompe também.

Eu gostaria de ver a gente poder ter uma invasão das terras improdutivas deste País. Eu gostaria de ver este País não precisar de o MST invadir terras; que as terras improdutivas fossem invadidas, por ordem da Justiça, pelo próprio Exército, na defesa do interesse nacional. Por que precisamos ter o constrangimento de ver o MST invadindo terras, quando essas terras improdutivas deveriam ser invadidas por oficiais de justiça, pelo Exército, quando fosse preciso, para trazer essa terra improdutiva a serviço do País, para colocá-la a serviço das mãos dos homens que querem trabalhar, casando os homens sem terra com as terras em que os homens não têm o direito de entrar.

Eu gostaria de ver, Senador Paim, uma invasão – e V. Exª vai gostar disso – de microcrédito pelo Brasil afora; que pudéssemos ter uma invasão de microcrédito e de formação profissional em todos os lados do Brasil. E eu gostaria de ver a ocupação das calçadas das praias de Recife, das praias de Natal, das praias de Fortaleza. Essas calçadas invadidas para se acabar com a tragédia da prostituição infantil, que toma conta, e de um turismo sexual maldito que gera dólares e faz com que muitos fechem os olhos para isso. Se nossos soldados invadissem as calçadas de Recife e de Fortaleza para impedir a prostituição no Brasil, seria essa a invasão, Senador Mão Santa, que eu gostaria de defender.

Eu gostaria de ver a ocupação de todas as casas do Brasil em que existisse um analfabeto, a ocupação por professores de alfabetização. Como seria bonito o Brasil invadindo as casas com professores para ensinar cada brasileiro que ainda não sabe ler.
Até para conhecerem a própria bandeira, onde está escrito Ordem e Progresso, pois, se misturamos as letras ali, o analfabeto continua pensando que é a mesma bandeira. Até se mudamos as letras de Ordem e Progresso e colocamos outras, vinte milhões de brasileiros, talvez, mas doze milhões, na certa, não saberiam distinguir se na bandeira do Brasil está à inscrição Ordem e Progresso ou “desordem e atraso”.

Eu gostaria de ver este País invadido por todas essas formas pacíficas de invasão, formas justas de invasão, formas corretoras do rumo da Nação brasileira. Eu gostaria que essa invasão fosse feita sem distinção ideológica, sem distinção partidária, num grande acordo nacional, em nome da ocupação pacífica da sociedade e do território brasileiro.

Alguns vão dizer que isso é idealismo e que é impossível. Alguns vão dizer que, para isso, seriam necessários muitos bilhões de reais. E até não são poucos bilhões, são R$40 bilhões que se necessitam. Este é um valor menor que o superávit fiscal, um quarto do que pagamos de juros, mais ou menos o que a Petrobras – uma estatal – teve de lucro. Quarenta bilhões não são nada quando comparamos com R$1,7 trilhão da renda nacional ou com R$700 bilhões da receita do Estado.

Eu gostaria de ver o Brasil invadido por tudo isso. Eu só não gostaria de ver o Brasil invadido pelo que temos hoje: a paciência com que o povo espera que algum dia venha à invasão pacífica. Neste País, quando dizemos que precisamos fazer essas coisas, alguém diz que é preciso ter paciência. Mas foi preciso paciência para chegarmos a fabricar dois milhões de automóveis por ano, para fazer hidrelétricas, para fazer aeroportos. Ninguém quis submeter-se à paciência para atender à demanda da economia. Na hora de atender às necessidades do povo, começamos a cobrar paciência ao povo. 
Fonte: Livro “Pé na Porta” do Sen. Cristovan Buarque.
Brasil Corrupção Política Vergonha

QUE PAÍS É ESSE?

Que país é esse que faz do “enfinca”, do “Ai seu te pego”, do “reboletion”, do “the the the”, do “Bacanal” dentre tantos outras musicas imundas, sem cultura, sem letra e que não passa nada ao ouvinte, seu hit nacional?

Que país é esse que não valoriza seus funcionários, que os prendem por reivindicar seus direitos, enquanto paga bem a quem nada faz?

Que país é esse que as diferenças sociais são visíveis em cada região, onde o povo passa fome, onde não há segurança pública, onde os jovens tem uma perspectiva de vida muito pequena em decorrência do crime organizado?

A reposta?

Meu Brasil!

Todo poder emana do povo, e por ele será exercido através de seus representantes. Mas cadê eles?
Dilma Rousseff Governo Federal Ministro PT

DILMA ANUNCIA TROCA NO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO

A Secretaria de Imprensa da Presidência da República divulgou na noite desta sexta-feira (9) nota anunciando uma troca no Ministério do Desenvolvimento Agrário. Segundo o Palácio do Planalto, o ministro Afonso Florence deixa o cargo para cuidar de “projetos pessoais”. Para assumir a pasta, a presidente Dilma Rousseff nomeou o deputado Pepe Vargas (PT-RS).
Pepe Vargas é médico, e construiu sua carreira política no Rio Grande do Sul. Filiado ao PT desde 1981, já foi vereador, deputado estadual e prefeito de Caxias do Sul. No Congresso, é presidente Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa.
“A presidenta deseja boa sorte ao deputado Pepe Vargas, certa de que ele exercerá as novas funções com o mesmo empenho e compromisso que têm caracterizado sua vida pública”, diz a nota.
O Ministério do Desenvolvimento Agrário é a pasta responsável pelos programas de reforma agrária do governo federal, pelas políticas em prol da agricultura familiar, e pela interlocução com movimentos sociais no campo. O ministério também controla o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). 

Confira abaixo a nota oficial da Presidência da República.

Nota à Imprensa
O ministro do Desenvolvimento Agrário, deputado Afonso Florence, está deixando o cargo depois de dar importante colaboração ao governo e ao país. Na pasta, conduziu com dedicação e eficiência ações que fortaleceram a agricultura familiar e contribuíram para a redução da pobreza no campo e para a promoção da inclusão social. Assumirá o Ministério o deputado Pepe Vargas.
A presidenta Dilma Rousseff agradece os inestimáveis serviços prestados pelo ministro Afonso Florence, que continuará contando com sua estima e total confiança na volta à Câmara dos Deputados e em outras funções que venha a desempenhar. A presidenta deseja boa sorte ao deputado Pepe Vargas, certa de que ele exercerá as novas funções com o mesmo empenho e compromisso que têm caracterizado sua vida pública. 
Secretaria de Impresa
Bahia Dilma Rousseff Fernando Collor Fernando H. Cardoso Gays Governo Federal Lula STF Vergonha

GRUPO GAY DÁ TROFÉU DE INIMIGO DA CAUSA A DILMA ROUSSEFF

Publicado por Robson Pires
O GGB (Grupo Gay da Bahia) declarou a presidente Dilma Rousseff inimiga dos gays e premiou-a com o “Troféu Pau de Sebo”, concedido anualmente a personalidades cujas ações são consideradas contrárias à causa pela entidade.
O motivo da crítica à presidente foi o veto dela, no ano passado, ao kit anti-homofobia produzido pelo Ministério da Educação. O material era composto de vídeos e cartilhas sobre a questão da homossexualidade. Dilma proibiu sua distribuição após pressão de parlamentares evangélicos.
“Infelizmente, Dilma se tornou merecedora do prêmio como a principal inimiga dos homossexuais em 2011 por deixar de capacitar mais de seis milhões de estudantes contra o bullying homofóbico”, afirmou Luiz Mott, fundador do GGB. O ministro Alexandre Padilha (Saúde) também recebeu o troféu, por vetar filme de prevenção à Aids para gays no Carnaval.
Segundo Luiz Mott, os ex-presidentes Lula, FHC e Collor foram agraciados no passado com o prêmio “Triângulo Rosa”, concedido a pessoas que tomaram iniciativas favoráveis aos homossexuais. Neste ano, os ministros do STJ (Superior Tribunal de Justiça) e do STF (Supremo Tribunal Federal) receberam a condecoração por terem reconhecido juridicamente a união homoafetiva. Essa é a 22ª edição da premiação, batizada de Oscar Gay.
Estado Governadora Informe RN Rosalba Ciarlini

CARTEIRAS DE HABILITAÇÃO GRATUITAS DEVERÃO COMEÇAR A SER EMITIDAS EM JUNHO

O Departamento Estadual de Trânsito (Detran) aguarda a regulamentação do Programa Público CNH Popular para começar a emitir gratuitamente a primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para pessoas de baixo poder aquisitivo.

O programa foi lançado no dia 26 de dezembro do ano passado, por meio de lei sancionada pela governadora Rosalba Ciarlini (DEM). A lei estabelece que o Rio Grande do Norte terá 180 dias para apresentar essa regulamentação com relação ao cadastro. Com isso, o governo deve explicar como ele será feito, como as pessoas terão acesso e quanto o Estado poderá bancar de gratuidade a cada ano. O governo promete estruturar as regras do programa até o mês de junho.
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