ESTUDO BUSCA FAZER O AEDES AEGYPTI DEIXAR DE SE ALIMENTAR DE SANGUE
Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro avançam nos estudos para diminuir a capacidade do mosquito Aedes aegypti de transmitir doenças. Segundo os estudiosos, há 200 milhões de anos, os insetos só se alimentavam de seiva. Mas há 50 milhões de anos, eles passaram a se nutrir de sangue. De acordo com o coordenador do Instituto de Bioquímica Médica da UFRJ Mário Cardoso, o aquecimento global contribuiu para a mudança da alimentação do mosquito.
Em laboratório, os pesquisadores estudam a reação de plantas a situações de estresse e o impacto no mosquito Aedes aegypity. A doutoranda em Química Biológica da UFRJ, Ana Cristina Dutra, explica como estão sendo feitos os estudos. Segundo professora de Virologia da UFRJ, Maitê Vaslim, o foco da pesquisa está na modificação genética da planta, que pode levar o mosquito a deixar de se alimentar de sangue. Os pesquisadores esperam que no futuro plantas de jardim possam ajudar a reduzir a contaminação de dengue e de Zika.





Na exibição do Rank de Infestação de Dengue no Seridó, divulgado pela IV URSAP, esta semana, o município de Acari está de numa colocação “confortável” com apenas 5 casos registrados, enquanto as cidades vizinhas têm centenas.
1) Em 10 anos, o número de agrotóxicos que chega ao consumidor final no Brasil dobrou
Novo boletim epidemiológico divulgado hoje (17) pelo Ministério da Saúde revela que 508 casos de microcefalia e/ou alterações do sistema nervoso central de bebês relacionadas à infecção congênita foram confirmados no país entre 22 de outubro de 2015 e 13 de fevereiro de 2016.
Em meio à possibilidade de o Supremo Tribunal Federal (STF) voltar a ser palco do debate sobre a legalização do aborto no Brasil, pesquisadores ouvidos pelo jornal O GLOBO divergem sobre a viabilidade jurídica da proposta de liberação do procedimento para mulheres infectadas com o vírus zika no momento em que o país vive um surto de casos de microcefalia.
O ministro da Saúde, Marcelo Castro, disse ontem (11) que uma parceria firmada entre o Instituto Evandro Chagas, no Pará, e a Universidade do Texas, nos Estados Unidos, possibilitará que a vacina contra o vírus Zika seja desenvolvida em até 12 meses.
Com a chegada das chuvas, as moscas ressurgem e, com elas, as doenças sazonais – surto de diarreia, vômito, febre, dor de cabeça, dores musculares – que tem acometido um número crescente de pacientes. As emergências dos hospitais, de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e os postos de saúde diariamente estão lotadas de pacientes com queixas semelhantes.