A pesquisa Sensatus também perguntou a respeito da avaliação do eleitorado seridoense sobre os governos da governadora Fátima Bezerra e do presidente Lula.
A administração da governadora Fátima Bezerra é aprovada por 62,6% e os que desaprovam são 35,2%. No Seridó, 24,4% dos eleitores ouvidos pela Sensatus, consideram o governo Fátima ótimo; 20% bom; 23,8% regular; 18,6% péssimo, 12,4% ruim.
O governo do presidente Lula tem aprovação de 75,8% e desaprovação de 23,2%. Governo Lula no Seridó Potiguar, região que está recebendo as águas da transposição via Bacia Hidrográfica Piranhas/Açu: Ótimo 35,0%; Bom 26,8%, Regular 17,0%; Péssimo 11,6% e Ruim 8,8%.
Realizada no período de 31 de julho a 03 de agosto, a pesquisa tem margem de erro de 4,4%. As entrevistas foram aplicadas de forma individualizadas em domicílios da zona rural e das áreas urbanas dos municípios de Acari, Caicó, Cerro Corá, Currais Novos, Florânea, Jardim de Piranhas, Jardim do Seridó, Jucurutu, Lagoa Nova, Parelhas. Em cada domicílio apenas um eleitor é selecionado para a entrevista.
A pesquisa Sensatus também avaliou o quadro para a presidência da República. No cenário estimulado com sete candidatos, Lula tem 61,6%; Michele Bolsonaro15,0%; Tarcísio de Freitas 3,4%; Pablo Marçal 1,6%; Eduardo Leite 0,8%; Ratinho Júnior 0,8% e Ronaldo Caiado também 0,8%. Não sabe/Não respondeu 10,6%; Branco/Nulo/Nenhum 5,4%.
Na pesquisa espontânea para presidente da República, Lula foi apontado como o candidato por 49,4% dos eleitores consultados, enquanto Bolsonaro foi citado por 8,8%, seguido por Michele Bolsonaro com 2,6%. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas teve 1,4% das citações e o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes, 0,6%. Não sabe/Não respondeu 32,2%; Branco/Nulo/Nenhum 3,2%.
Realizada no período de 31 de julho a 03 de agosto, a pesquisa tem margem de erro de 4,4%. As entrevistas foram aplicadas de forma individualizadas em domicílios da zona rural e das áreas urbanas dos municípios de Acari, Caicó, Cerro Corá, Currais Novos, Florânea, Jardim de Piranhas, Jardim do Seridó, Jucurutu, Lagoa Nova, Parelhas. Em cada domicílio apenas um eleitor é selecionado para a entrevista.
A prisão domiciliar integral de Jair Bolsonaro foi resultado direto da atuação coordenada de seus filhos — Flávio, Eduardo e Carlos Bolsonaro — e do deputado federal Nikolas Ferreira, segundo descreve a decisão de Alexandre de Moraes. O ministro afirma que todos tiveram participação ativa na estratégia para burlar as restrições impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e manter a influência política do ex-presidente.
Moraes aponta que Bolsonaro preparou “material pré-fabricado” para ser divulgado por terceiros, incluindo familiares, com conteúdo de ataque ao STF e apoio a intervenção estrangeira no Judiciário brasileiro. O ministro relaciona essa prática ao modus operandi das “milícias digitais”, proibido desde 17 de julho e reiteradamente advertido em 21 de julho.
Flávio Bolsonaro publicou nas redes sociais um vídeo do pai discursando a manifestantes em Copacabana, com a frase “pela nossa liberdade, pelo nosso futuro e pelo Brasil”, e apagou o conteúdo para ocultar a infração. Eduardo Bolsonaro reproduziu ataques ao STF, sugeriu sanções internacionais contra ministros e declarou que “em breve, nem Paris haverá mais para eles”.
Carlos Bolsonaro postou foto do pai pedindo que internautas “sigam @jairbolsonaro”, afrontando a proibição expressa de uso de redes sociais.
Nikolas Ferreira, durante ato na Avenida Paulista, exibiu Bolsonaro por videochamada e declarou: “Bolsonaro não pode falar, mas pode ver. É sua forma, mesmo estando preso dentro de casa”. Para Moraes, essa ação foi parte da mesma engrenagem para coagir o STF e obstruir a Justiça.
O despacho conclui que essas condutas, deliberadas e coordenadas, representaram reincidência no descumprimento das cautelares. Essa atuação conjunta foi determinante para a decisão de impor a prisão domiciliar integral, acompanhada de novas restrições: proibição de visitas não autorizadas, uso de celular e apreensão de aparelhos, além do bloqueio de contatos com autoridades estrangeiras e investigados.
O Supremo Tribunal Federal (STF) emitiu há pouco uma ordem de isolamento da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, depois que o ministro Alexandre de Moraes decretou a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, nesta segunda-feira.
A ordem foi expedida porque entusiastas do ex-presidente começaram a se reunir nas cercanias da Esplanada em manifestação contrária à prisão de Bolsonaro.
Além do isolamento da Esplanada, o STF determinou reforço na segurança de autoridades, e pediu a contribuição da Polícia Militar para garantir a segurança do local.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) compartilhou em seu perfil no X na sexta-feira (1º) o “placar atualizado” de votos no Senado favoráveis e contrários ao pedido de impeachment do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, alvo de sanções do governo dos Estados Unidos.
Os dados, do site “votossenadores.com.br”, mostram que 34 senadores são a favor do impeachment e 19 são contra. Há ainda outros 28 indefinidos. Cabe ao presidente do Senado decidir se dá seguimento ou não a um pedido de impeachment de um ministro do Supremo. São necessários 54 votos, ou 2/3 do plenário, para confirmar a destituição.
Dos 34 apontados como favoráveis ao impeachment de Moraes, 15 são de partidos que integram a Esplanada de Lula. O presidente ligou para o magistrado depois do anúncio do governo dos EUA, convidou os ministros do STF para um jantar e planeja um pronunciamento em que provavelmente vai criticar a medida dos norte-americanos.
Leia abaixo quantos senadores são a favor do impeachment:
A possibilidade de prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ainda divide os brasileiros. Pesquisa do Instituto Datafolha divulgada na edição deste sábado (2) da Folha de S.Paulo mostra que 48% dos entrevistados são favoráveis à prisão de Bolsonaro por seu envolvimento na tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Outros 46% acreditam que ele não deveria ser preso, e 6% preferem não opinar.
Mesmo diante desse empate técnico, a maioria (51%) acredita que Bolsonaro escapará da cadeia. Apenas 40% acham que ele será condenado. A percepção pública sobre o desfecho do julgamento, marcado para setembro no Supremo Tribunal Federal (STF), pouco mudou desde abril, quando os índices eram de 52% e 41%, respectivamente.
Condenação ou absolvição?
Bolsonaro será julgado sob a acusação de ter liderado uma articulação golpista para se manter no poder, mesmo após ser derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno de 2022. Segundo a Procuradoria-Geral da República, a conspiração envolveu aliados políticos e setores das Forças Armadas, culminando nos ataques antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.
Se condenado, o ex-presidente poderá pegar de 12 a 43 anos de prisão. Ele nega todas as acusações. O julgamento pode começar no próximo mês.
Crise internacional e apoio de Trump
O julgamento ocorre em meio a uma crise diplomática com os Estados Unidos. O presidente americano Donald Trump, aliado ideológico de Bolsonaro, declarou apoio ao brasileiro e acusou o Judiciário brasileiro de perseguição política. Como retaliação, impôs tarifas mais altas sobre produtos brasileiros. A cúpula dos Três Poderes, no Brasil, reagiu.
A movimentação de Trump tem sido articulada por Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, que se mudou para os Estados Unidos para liderar uma campanha internacional por anistia. Eduardo é investigado por obstrução de Justiça. Por determinação do Supremo, Jair Bolsonaro usa uma tornozeleira eletrônica para monitorar seus passos diante da suspeita de que ele poderia fugir do país.
Traição à pátria
O caso também gerou reações contra o ministro Alexandre de Moraes, relator do processo no STF. Moraes teve seu visto americano revogado e passou a ser alvo de uma lei dos EUA que permite congelar bens de estrangeiros acusados de violar direitos humanos, uma sanção normalmente reservada a ditadores e criminosos de guerra. Em forte pronunciamento nessa sexta, Moraes acusou Eduardo, mesmo sem citar o nome do parlamentar, de “traidor da pátria”, “covarde” e “pseudo-patriota”.
A pesquisa também revela que o apoio ou rejeição à prisão de Bolsonaro segue linhas ideológicas e regionais. Defendem mais sua prisão os brasileiros de baixa renda (até dois salários mínimos), os moradores do Nordeste e os eleitores petistas. Já entre os que se opõem à prisão, predominam evangélicos, moradores da região Sul, bolsonaristas e eleitores de classe média mais baixa.
Bolsonaro é acusado de liderar uma trama golpista para impedir a posse ou destituir o presidente Lula. O plano, segundo as investigações, incluía até o assassinato do presidente eleito, do vice, Geraldo Alckmin, e do ministro Alexandre de Moraes.
A caminho do desfecho
O STF encerrou na segunda-feira (28) o interrogatório de 31 réus. Com o fim dos interrogatórios, a Corte encerra a instrução das ações penais dos núcleos 1, 2, 3 e 4 da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os acusados da tentativa de golpe do Estado no país para reverter o resultado das eleições de 2022.
“Ainda este semestre nós julgaremos todos os responsáveis. Absolvendo aqueles onde não houver prova de responsabilidade, condenando aqueles onde houver prova. Mas julgando, exercendo nossa função jurisdicional. E não nos acovardando em virtude de ameaças seja daqui ou de qualquer outro lugar”, disse Alexandre de Moraes nessa sexta-feira.
O presidente Lula da Silva (PT) tem ampla vantagem sobre os adversários da direita e extrema direita na região do Alto Oeste potiguar.
Na pesquisa Sensatus realizada em 13 municípios, Lula tem 73% das intenções de votos, seguido de longe pela ex-primeira-dama Michele Bolsonaro (PL) que tem apenas 6,4%.
Confira os números:
Dados
A pesquisa Sensatus ouviu 500 eleitores em 13 cidades do Alto Oeste entre os dias 18 e 21 de julho. A a margem de erro é de 4,37 pontos percentuais para mais ou para menos com intervalo de confiança de 95%.
As cidades pesquisadas foram Pau dos Ferros, Alexandria, Almino Afonso, Antônio Martins, Doutor Severiano, Itaú, José da Penha, Luís Gomes, Marcelino Vieira, Martins, São Miguel, Severiano Melo e Tenente Ananias.
Quase 1 milhão de famílias deixaram de receber o Bolsa Família neste mês de julho, porém, o motivo é positivo: elas conseguiram aumentar sua renda e superaram a situação de pobreza. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social, 958 mil famílias saíram do programa, o equivalente a 3,5 milhões de pessoas.
O principal fator, de acordo com o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, foi o acesso a empregos estáveis ou o crescimento como empreendedores.
“Estamos falando de famílias que saíram da pobreza por conta da renda de trabalho”, afirmou o ministro.
Regra de proteção
Mais da metade das famílias (536 mil) estavam na chamada regra de proteção do programa, que permite o recebimento de 50% do benefício por até 24 meses, mesmo após o aumento da renda familiar per capita para além de R$ 218 até o limite de meio salário mínimo.
Renda com trabalho e apoio à autonomia
Wellington Dias destacou que o governo vem trabalhando em estratégias para apoiar os beneficiários na transição para a autonomia financeira. “A gente dá a mão para essas pessoas, para que possam se qualificar e estruturar um pequeno negócio”, disse.
Programas de capacitação, acesso a crédito e apoio ao empreendedorismo têm feito parte dessa estratégia.
“De janeiro até agora, 3,5 milhões de pessoas saíram da pobreza. E desde o início do atual governo, são 8,6 milhões. Quase 24 milhões de brasileiros deixaram a pobreza”, ressaltou o ministro. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (22), durante o programa Bom Dia, Ministro.
Em um artigo publicado nesta terça-feira (22), o economista americano Paul Krugman, ganhador do Prêmio Nobel de Economia, sugere que o Brasil pode ter inventado o futuro do dinheiro, com a criação do Pix. Com informações do Metrópoles.
No artigo “O Brasil inventou o futuro do dinheiro?”, o professor da Universidade da Cidade de Nova York faz uma análise sobre a invenção brasileira, na qual elogia e destaca a eficácia do sistema de pagamentos instantâneos inventado no Brasil.
O ganhador do Nobel também faz uma comparação entre o Pix e o Zelle, sistema americano similar ao brasileiro, mas afirma que a versão brasileira é “mais fácil de usar”. Ele ainda questiona: “Será que um sistema como o Pix virá para os EUA? Provavelmente, não. Porque o setor financeiro americano não permitirá que um sistema público superior concorra com ele.”
Em seu texto, o economista americano ainda faz críticas à lei aprovada pela Câmara dos Deputados dos EUA recentemente, intitulada como Lei Genius, que, segundo ele, deve “impulsionar o crescimento das ‘stablecoins’, abrindo caminho, assim, para futuros golpes e crises financeiras”.
Para Krugman, o sucesso do sistema brasileiro se dá principalmente ao fato de o Pix ter baixas taxas de transação e inclusão financeira. Ele também elogia a rapidez da invenção brasileira na realização das operações.
Krugman faz um elo com a política, afirmando que a economia política brasileira é diferente da americana, porque “lá eles realmente julgam ex-presidentes que tentam sabotar eleições. Além disso, os grupos de interesse que, ao menos por enquanto, tornam impossível uma moeda digital nos EUA parecem ter muito menos poder por lá”, diz em outro trecho do artigo.
Nobel da Economia
Paul Krugman é um economista norte-americano e professor titular da Universidade da Cidade de Nova York. Krugman é conhecido tanto pela carreira acadêmica quanto pela divulgação de estudos e artigos relevantes. Em 2008, ele ganhou o Prêmio Nobel de Economia, por suas contribuições à teoria do comércio internacional e à geografia econômica.
Além de ser obrigado a usar tornozeleira eletrônica, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não poderá usar redes sociais, comunicar-se com embaixadores e diplomatas estrangeiros e nem pode se aproximar de embaixadas.
Bolsonaro foi alvo de operação da PF na manhã desta sexta-feira (18/7), por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Moraes determinou também a Bolsonaro recolhimento domiciliar das 19h às 7h e nos finais de semana.