PAPA FRANCISCO DIZ QUE IGREJA CATÓLICA ESTÁ PRONTA PARA ESCOLHER UMA DATA FIXA PARA A PÁSCOA

O papa Francisco disse que a Igreja Católica está disposta a aceitar uma data fixa para a Páscoa, visto que o feriado religioso é celebrado em datas diferentes, segundo o calendário religioso usado. “A Igreja Católica está disposta a aceitar a data que todos desejarem, uma data de união”, disse Francisco, na missa que encerrou a semana de oração pela união dos cristãos, no sábado (25).
“De forma providencial, a Páscoa será celebrada neste ano no mesmo dia nos calendários gregoriano e juliano, durante este aniversário ecumênico”, destacou o papa, referindo-se ao Concílio de Niceia, que ocorreu há 1.700 anos e é considerado o primeiro concílio destinado a resolver os problemas entre as Igrejas.
“Renovo meu chamado para que essa coincidência sirva de lembrete a todos os cristãos para darem um passo decisivo rumo à união, e isso em torno de uma data comum para a Páscoa”, concluiu Francisco. A data da celebração da Páscoa é calculada, dependendo da Igreja, segundo o calendário juliano ou gregoriano, o que pode provocar uma diferença de semanas.
Jovem Pan com AFP






Em discurso no primeiro dia de mandato, o controverso presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, voltou a falar nesta quinta-feira sobre o combate à criminalidade, principal bandeira de campanha. A uma plateia de aproximadamente 500 pessoas, numa favela na capital Manila, fez ameaças a traficantes e policiais corruptos, além de exortar a população a matar dependentes de drogas.
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Creio em Deus. Sou católico, apostólico, romano. Fiz minha primeira comunhão com cinco anos de idade. Cresci respeitando meu tio José, irmão da minha mãe, arcebispo de São Luís do Maranhão e de Fortaleza. Quando lembro, ainda rezo antes de dormir.
O Papa Francisco condenou nesta quinta-feira (15) os assassinatos realizados em nome de Deus, mas insistiu que a liberdade de expressão não dá o direito de “insultar” o próximo, em referência aos ataques realizados na semana passada na França, especialmente o contra o jornal “Charlie Hebdo”, no qual 12 pessoas foram mortas.