Considerado a prévia do PIB (Produto Interno Bruto), o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica) do Banco Central caiu 0,7% em maio ante abril, na série com ajuste sazonal.
O Banco Central publica mensalmente os dados da atividade econômica. A autoridade monetária passou a detalhar as informações setoriais no relatório de fevereiro de 2025. A notícia é do Poder260.
O resultado negativo de maio representa a 1ª queda mensal registrada no indicador em 2025. Interrompe uma sequência de 4 meses seguidos de crescimento, segundo o Banco Central.
A queda de 0,7% em maio ante abril foi puxada pela agropecuária, que recuou 4,2% no mês. A indústria caiu 0,5% no mês. O setor de serviços registrou estabilidade (0%).
Em comparação com maio de 2024, na série sem ajuste sazonal, a economia brasileira subiu 3,2%. Segundo o Banco Central, o país cresceu 3,4% no acumulado do ano e 4,0% no acumulado de 12 meses até maio.
IBC-BR E PIB
O IBC-Br mede a evolução da atividade econômica e auxilia o Banco Central nas decisões sobre possíveis alterações na Selic, a taxa básica de juros. Considera informações sobre o nível de atividade de indústria, comércio e serviços, e agropecuária, além do volume de impostos.
Contudo, o indicador oficial sobre o desempenho da economia é o PIB (Produto Interno Bruto), calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), soma de tudo o que o país produziu em determinado período. É um dos indicadores mais importantes do desempenho de uma economia.
Nos dados oficiais do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a economia brasileira cresceu 1,4% no 1º trimestre em relação ao trimestre anterior. A taxa de expansão foi a 5ª maior no ranking global de crescimento econômico no período.
\Os agentes do mercado financeiros estimam um crescimento de 2,23% no PIB brasileiro de 2025. O Ministério da Fazenda tem uma projeção mais otimista. Espera uma alta de 2,5% na atividade econômica deste ano. O BC (Banco Central) projeta um crescimento de 2,1%.
Um homem de 24 anos foi preso, neste domingo 13, suspeito de tentar matar o próprio pai com um disparo de espingarda no loteamento Brogodó, em Ceará-Mirim, na Região Metropolitana de Natal. A prisão foi efetuada por policiais militares da 7ª Companhia Independente da PM.
Segundo a Polícia Militar, a vítima foi atingida no rosto e socorrida inicialmente para o Hospital de Ceará-Mirim. Devido à gravidade dos ferimentos, foi transferida para o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal. A tentativa de homicídio teria sido motivada por uma discussão entre pai e filho.
Durante a ação, os policiais localizaram o suspeito ainda na comunidade. Com ele, foram apreendidas duas armas de fogo artesanais — uma delas pode ter sido usada no crime — e uma tornozeleira eletrônica rompida.
O suspeito e o material apreendido foram levados para a Delegacia de Plantão da zona Norte de Natal, onde foram realizados os procedimentos legais. Até o fechamento desta matéria, não havia atualização sobre o estado de saúde da vítima.
A Procuradoria-Geral da República deve apresentar nesta segunda-feira (14) suas alegações finais no processo que apura a tentativa de golpe de Estado atribuída ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo informações da CNN, a peça será enviada ao STF (Supremo Tribunal Federal), no âmbito do chamado “núcleo 1” da ação penal, e deve pedir a condenação do ex-mandatário.
A manifestação será dirigida à Primeira Turma da Corte e representa a etapa final antes do julgamento de mérito. Segundo auxiliares, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que não solicitaria prorrogação de prazo ao relator, ministro Alexandre de Moraes, mas usaria todo o tempo disponível, que se encerra nesta segunda.
Bolsonaro é acusado de cinco crimes: tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, organização criminosa, dano qualificado ao patrimônio público e deterioração de patrimônio tombado. As penas somadas podem ultrapassar 40 anos de prisão em regime fechado, embora a dosimetria final dependa de eventuais atenuantes ou agravantes.
As alegações finais funcionam como um resumo das provas reunidas ao longo da investigação e permitem que a PGR indique as penas que considera cabíveis aos réus. Após a manifestação do Ministério Público, Moraes deverá intimar o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro e delator do caso, a apresentar seu próprio memorial em até 15 dias.
Na sequência, as defesas dos demais acusados também terão o mesmo prazo, de forma simultânea, para apresentar suas alegações finais ao STF.
O gabinete de Moraes estima concluir a análise de todos os documentos até 15 de agosto. Antes de marcar a data do julgamento, o relator pretende conceder um mês para que os demais ministros estudem o material. A expectativa é que o caso seja levado à Primeira Turma do STF em meados de setembro. O colegiado pode convocar sessões extraordinárias para acelerar o julgamento.
Eleito com o discurso moralista de antipolítica, o capitão implacável com os bêbados ao volante, Styvenson Valentim em sete anos passou por uma metamorfose até se tornar um político vulgar.
Eleito pela Rede, passou uma temporada no lavajatista Podemos e agora é do tradicional e decadente PSDB.
Após a derrota em 2022, quando terminou num constrangedor terceiro lugar, Styvenson Valentim decidiu mudar.
Passou a agir como os outros políticos e aos poucos o nojinho dos privilégios foi passando.
O ano de 2025 se tornou um chá de revelação do novo perfil do senador.
Primeiro entrou na farra das emendas mentindo que construía hospitais. Aí veio a descoberta de que ele nunca mandou verbas para investimentos, mas recursos para custeio, que desmonta as peças de marketing.
Depois fez um auê com uma usina de asfalto cujos resultados são pífios. Para piorar a Controladoria-Geral da União (CGU) identificou suspeita de superfaturamento numa emenda do orçamento secreto assinada pelo senador no valor de R$ 26,7 milhões executada pela Codevasf.
Esta semana ganhou o mundo a notícia de que a namorada do senador Ana Luísa Canário Carlos de Andrade foi nomeada para cargo no Senado com salário de R$ 16 mil e depois para cargo na Prefeitura de Natal com salário de R$ 14 mil.
No fim a cereja do bolo, ou melhor do frango a cordon bleu. Styvenson foi pego pelo Diário do RN gastando dinheiro público com comida luxuosa.
Nem tudo citado aqui é ilegal, mas as contradições entre discurso e prática tornaram Styvenson um político vulgar.
A senadora Zenaide Maia (PSD-RN) resolveu ligar o modo ON e mostrar que trabalho feito não falta em sua trajetória. Em um vídeo espetacular que circula nas redes, Zenaide apresenta de forma clara e direta as ações e conquistas do seu mandato em benefício do Rio Grande do Norte.
Com tom firme e dados concretos, a senadora evidencia que sua atuação no Senado tem dado resultado, especialmente nas áreas da saúde, educação e infraestrutura. A peça publicitária foi bem recebida até entre aliados de outros campos políticos — sinal de que Zenaide entrou de vez no jogo de 2026.
O senador Styvenson Valentim, que tentará a reeleição em 2026, declarou recentemente que “tanto faz ganhar como perder” a disputa. A frase, dita em tom de despreocupação, contrasta com a realidade que o parlamentar conhece bem: sem mandato, a vida muda — e muito.
Styvenson é oficial da Polícia Militar e, sem estar no Senado, deve voltar à corporação, provavelmente reassumindo funções como a coordenação da Lei Seca, onde ganhou projeção. O retorno à rotina policial, com salário muito inferior ao de um senador, exigirá adaptações — sobretudo no padrão de vida atual, construído com as benesses do cargo: verba de gabinete, segurança, viagens, estrutura, assessores, visibilidade e todas as mordomias que o mandato oferece.
Além disso, o senador mantém atualmente um relacionamento com uma nova namorada, que já estaria custando caro. Ela foi empregada na Prefeitura de Natal, com salário estimado em R$ 15 mil mensais, o que gerou críticas e burburinho nos bastidores políticos.
A verdade é que Styvenson, mesmo com o discurso de independência, sabe do peso político, financeiro e social que um mandato federal carrega. E sem ele, muita coisa muda — inclusive sua influência.
Por via das dúvidas, é bom começar a rezar para ser reeleito.
Segundo o pré-candidato a governador, o RN está “quebrado” e não tem capacidade de sustentar reajustes acima da inflação
O senador Rogério Marinho (PL)afirmou nesta sexta-feira 11 que, se disputar e vencer as eleições para o Governo do Rio Grande do Norte em 2026, pretende não dar aumento real aos servidores e adotar medidas amargas para reorganizar as contas do Estado. “Eu não vou dar aumento real. Não é possível dar aumento real a servidores no Estado do Rio Grande do Norte”, disse ele, em entrevista à 98 FM.
Segundo o pré-candidato a governador, o RN está “quebrado” e não tem capacidade de sustentar reajustes acima da inflação. “O Estado está quebrado, que não tem capacidade, por exemplo, de comprar esparadrapo para quem está buscando o serviço de saúde pública”, completou.
Rogério afirmou que será preciso coragem para tomar medidas impopulares, se necessário. “O diagnóstico é muito ruim do Estado do Rio Grande do Norte. E a forma de se reverter, me parece que haverá a necessidade de tomar medidas inclusive impopulares”, declarou. Ele apontou que o governo precisa ter responsabilidade com o conjunto da população. “Ou você tem responsabilidade com o Estado, ou você vai ser mais do mesmo.”
Além do congelamento dos salários, Rogério voltou a defender a privatização da Companhia de Águas e Esgotos do RN (Caern), alegando que a estatal é ineficiente e incapaz de reduzir as perdas no abastecimento. “Quando eu falo da venda da Caern, não é porque eu quero vender um ativo do Estado para colocar recursos no cofre. É porque a Caern é ineficiente”, afirmou, lembrando que metade da água captada não chega ao consumidor.
O senador também disse que, caso eleito, deve focar a gestão no que considera essencial. “O Rio Grande do Norte precisa focar no que é essencial. O Estado precisa ser um Estado eficiente, que serve à população. Não se serve da população.”
Rogério criticou a governadora Fátima Bezerra (PT), afirmando que a gestão petista “fez muito mal ao Rio Grande do Norte” e deixou o Estado em último lugar em diversos indicadores. Para ele, só medidas duras podem tirar o RN da situação atual.
Rodada dupla realizada na noite dessa quarta-feira (09), na Areninha do Complexo Esportivo Erivlandio Garcia Bezerra, definiu os confrontos das semifinais do Campeonato das Torcidas Fut7 2025.
No primeiro jogo da noite, o São Paulo venceu o Palmeiras por 2 a 1 e garantiu a primeira colocação da primeira fase com 12 pontos e 100% de aproveitamento. Mesmo com a derrota, o Alviverde ficou em segundo lugar com 6 pontos.
No segundo confronto estava em jogo a última vaga nas semifinais. Vasco e Corinthians empataram por 1 a 1, resultado que favoreceu o Cruzmaltino, que se classificou na quarta posição com 2 pontos e saldo negativo de 2. O Timão também somou 2 pontos, mas se despediu da competição em razão do saldo negativo de 3.
O Flamengo, que folgou na rodada, já havia garantido a terceira colocação com 5 pontos.
Nas semifinais, programadas para a próxima quarta-feira (16), a partir das 19h, o Palmeiras enfrenta o Flamengo, e o São Paulo encara o Vasco.
A Copa das Torcidas é uma realização da Prefeitura de Upanema.
Em pronunciamento na sessão plenária desta quinta-feira (10), na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN), a deputada estadual Isolda Dantas (PT) manifestou repúdio à medida do governo dos Estados Unidos que prevê a taxação de 50% sobre produtos brasileiros, especialmente os exportados pela fruticultura irrigada do Rio Grande do Norte.
Durante o pronunciamento, a deputa estava usando um chapéu com a frase “O Brasil é dos brasileiros”, e destacou o impacto direto da decisão norte-americana na economia do estado. “Isso tem muito a ver com o nosso Rio Grande do Norte, com a nossa fruticultura irrigada que exporta para a Europa e para os Estados Unidos. Não é possível que todo o Brasil não se levante contra essa medida”, afirmou Isolda.
A deputada cobrou posicionamento firme de autoridades e da sociedade diante da política adotada pelo governo norte-americano. “Quem realmente se diz patriota, quem realmente defende a bandeira do Brasil, tem que se manifestar contra essa taxação absurda. O Brasil é soberano. Temos que tomar nossa bandeira de volta”, declarou, em tom crítico ao que classificou como uma ameaça à soberania e à economia nacional.
O discurso moralista contra o uso de dinheiro público para fins pessoais parece ter ficado no passado para o senador Styvenson Valentim (PSDB). Quem antes fazia questão de abominar práticas comuns da velha política, hoje eleva os gastos, especialmente em ano eleitoral.
Em meio às andanças do parlamentar pelo interior do RN, um episódio chama a atenção: um almoço em Currais Novos, no último dia 10 de maio, onde o senador saboreou camarão internacional – feito no Seridó – um frango a cordon bleu e uma carne de sol Seridó. A fartura foi tão grande que o senador comprou duas quentinhas para embalar o que não conseguiu comer no almoço. Tudo pago com recursos públicos; e pelo parlamentar que criticava o uso desmedido da verba. Um luxo incompatível com o personagem que se dizia guardião da austeridade. O homem que se vendia como fiscal dos abusos agora parece confortável com o cardápio da velha política.
Em 2024, entre janeiro e junho, o senador gastou R$ 10.716,00 com combustível e hospedagem em viagens pelo interior. Mas foi só a pré-campanha esquentar que os gastos dispararam: de julho a setembro, o valor saltou para R$ 24.522,00, tudo oficialmente classificado como “despesas com locomoção, hospedagem, alimentação e combustível”.
O ritmo aumentou em 2025. Já em plena articulação para o próximo pleito, o pré-candidato à reeleição bateu a marca dos R$ 43.663,00 em gastos com hospedagem, alimentação e combustível, entre janeiro e junho, sempre com a verba de ressarcimento do Senado.
Além das viagens pelo interior, o senador também misturou vida pessoal com indicação de cargo em Brasília. Em novembro de 2024, a namorada de Styvenson, a nutricionista Ana Luísa Canário Carlos de Andrade, foi nomeada assistente parlamentar pleno da 2ª Vice-Presidência do Senado, com um salário bruto de pouco mais de R$ 16 mil. A nomeação constava na portaria nº 3.208/2024, publicada oficialmente, ainda que de forma discreta.
O cargo durou pouco: em fevereiro de 2025, Ana Luísa foi exonerada, embolsando R$ 12 mil de rescisão. Mas o tempo fora do serviço público foi breve. No dia 9 de junho, voltou à máquina pública, desta vez na Prefeitura de Natal, como “Coordenadora de Gestão Integrada” da Secretaria Municipal de Governo da gestão Paulinho Freire (União Brasil), hoje aliado estratégico de Styvenson, que fez campanha eleitoral nas ruas pela primeira vez em favor de Paulinho.
Obras superfaturadas Styvenson também figura no centro de um escândalo de superfaturamento. A Controladoria-Geral da União (CGU) detectou irregularidades em obras de pavimentação executadas pela Codevasf com recursos do orçamento secreto — as famosas emendas do relator.
Quem aparece como autor e endossador da emenda que bancou o contrato de R$ 26,7 milhões para asfalto, segundo a CGU, fino e de má qualidade, é o próprio Styvenson. A ratificação foi feita por ele mesmo, através do ofício nº 225/2025, autorizando a continuidade dos recursos de RP9 e RP8, após o STF proibir o uso sem transparência dessas emendas.
Hospitais com verba de custeio Nas redes sociais, três dias depois de saborear aquele camarão por conta da verba pública em Currais Novos, Styvenson publicou vídeo nas redes sociais gravado no Centro de Diagnóstico e Ensino do Seridó, em Currais Novos – local do almoço – inaugurado em julho de 2024. No material, o senador se apresenta como responsável direto pela construção da obra. Esta foi uma das obras polêmicas nos últimos meses, já que o senador não destinou qualquer verba para construção de obra pública, até por não ser permitido pela legislação, e sim para custeio do Hospital.
A mesma distorção ocorre nos casos do Hospital do Câncer em Natal e do Hospital Infantil da Liga, em Mossoró. Na narrativa do senador, a fábula do “pai dos hospitais” rende mais que a verdade.
Vale lembrar que Styvenson Valentim chegou ao Senado surfando na onda do Bolsonarismo em 2018, como um símbolo da renovação, do combate à corrupção e do fim da política tradicional.
Era o capitão durão que autuava poderosos nas madrugadas da Lei Seca. Foi eleito com mais de 25% dos votos, deixando para trás velhos e fortes nomes da política como Garibaldi Alves e Geraldo Melo.