Depois de se envolver na palhaçada que foi a tentativa de melar as eleições com a história das inserções da campanha de Jair Bolsonaro (PL) nas rádios, o ministro das comunicações Fábio Faria (PP) está tentando limpar a barra dele, diz o blogue do Barreto.
Em entrevista ao Jornal Valor Econômico ele declarou ser contra as manifestações golpistas e defendeu que os bolsonaristas saiam as ruas de forma pacífica muito embora ache que seja hora de seguir em frente.
“Eu não quero ser contra quem quer vestir a camisa e sair nas ruas. Acho que cada um tem o direito de fazer o que quer. Mas eu, particularmente, acho que a gente tem que seguir em frente, olhar para a frente. A gente tem que pensar no país. Manifestações pacíficas, sim. Bloqueio de estradas e ‘intervenção federal’”, disse.
Fábio sabe que vai encarar um processo por tentativa de tumultuar as eleições com a falsa acusação de que rádios do interior do Nordeste teriam deixado de exibir inserções da campanha de Bolsonaro propositalmente. Ele já disse ter se arrependido da fala, mas o problema ficou.
O ministro reforçou que ao deixar o governo no dia 31 de dezembro deve se dedicar a iniciativa privada.
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, disse nesta terça-feira (8/11) que o partido de Jair Bolsonaro não reconhece o resultado da eleição.
Valdemar afirmou que o relatório de auditoria do Ministério da Defesa, “com certeza”, apresentará algo. Até agora, não há indício algum de irregularidade no processo eleitoral, conforme atestaram órgãos de investigação do governo brasileiro, como a Polícia Federal, e observadores internacionais.
Valdemar Costa Neto enfatizou também que somente após o resultado do documento da pasta o partido pode ou não reconhecer o resultado das urnas.
Questionado se o PL reconhece o resulta da urna, respondeu Valdemar:
“Difícil, nós vamos ter que esperar o relatório do Exército amanhã. Nós temos diversos questionamentos que fizemos pro TSE e vamos esperar essas respostas. Amanhã eles [Ministério da Defesa] vão trazer alguma coisa, eu não tenho dúvida disso, senão eles já tinham liquidado o assunto”, disse.
Indagado se o PL questionaria os resultados do primeiro turno, Valdemar se esquivou e disse que o relatório se referia apenas ao segundo turno da eleição. O presidente da sigla de Bolsonaro anunciou ainda que a legenda não se posicionará contra movimentos golpistas e ilegais que pedem uma intervenção militar no país.
Programa One, em parceria com a Oracle, integrará pessoas com deficiência, negras, LGBTQIA+ e com mais de 50 anos de idade ao mercado de trabalho com curso online gratuito de tecnologia da informação e perspectivas de contratação pelo grupo.
O Hapvida NotreDame Intermédica começou a formar profissionais oriundos de minorias sociais para integrá-los ao mercado de tecnologia da informação e aos próprios quadros do grupo. O projeto faz parte do Programa One, desenvolvido pela Oracle, e consiste em um curso online de qualificação em TI, de seis meses, com perspectiva de contratação pelo grupo. As inscrições foram abertas nesta terça (1º). O público-alvo envolve pessoas com deficiência física e psicológica, negras, LGBTQIA+ e com mais de 50 anos de idade. A primeira turma conta com 30 participantes de Fortaleza e uma nova, com 200 vagas, está sendo aberta para alunos de todo o país.
A ação reforça o planejamento estratégico ASG do grupo — que acaba de aderir à Rede Empresarial de Inclusão Social, reunindo corporações comprometidas com a ampliação do mercado de trabalho para deficientes no Brasil. O One (Oracle Next Education) conta com aulas semanais, com pelo menos três horas de duração, totalmente online e gratuitas. Além disso, há tira-dúvidas ao vivo.
Após o curso, os alunos terão o seu desempenho avaliado para possível contratação de acordo com as vagas disponíveis nas unidades do grupo Hapvida NotreDame Intermédica. “Somos uma empresa multicultural e diversa, tal como a nossa sociedade, e queremos descobrir e receber os grandes talentos entre grupos sociais que necessitam de ações públicas e privadas de afirmação. Precisamos abrir as portas do mercado a esses profissionais e é isso que queremos fazer”, explica o diretor de Gente, Gestão e Diversidade do Hapvida NotreDame Intermédica, Ricardo Mota. “O Programa One reflete a nossa política de diversidade, que queremos ampliá-la ainda mais numa área carente de talentos no Brasil, como é a de TI. Isso é bom para todos porque ganharemos profissionais com visões de mundo diversas e ajudaremos a formar uma sociedade ainda mais justa ao promovermos ainda mais a inclusão social nos nossos quadros”.
“O Hapvida NotreDame Intermédica tem a diversidade e a inclusão social como partes vitais em seu planejamento estratégico. Isso transforma o ambiente empresarial, que precisa estar em conformidade com a sociedade que o cerca e nos ajuda a evoluir porque, abraçando a diversidade, nós nos tornamos ainda mais inovadores por estarmos abertos a diferentes formas de pensar e olhar para o outro e o ambiente em que vivemos”, define o vice-presidente de ASG da companhia, João Alceu.
Para participar do Programa One, os interessados devem ter idade a partir de 18 anos; estar cursando ou ter concluído o Ensino Médio em escola pública (ou particular com bolsa); não ter e nem cursar nível superior; não estar trabalhando com tecnologia da informação ou desenvolvimento de sistemas; ter acesso à internet e a um computador para assistir às aulas do curso, e disponibilidade de tempo para estudar. As inscrições podem ser feitas pelo link https://app.aluracursos.com/form-one/registro/hapvida-4.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte (RN) localizou um galpão com três pavimentos lotados de produtos contrabandeados na manhã desta terça-feira (8). O prédio fica no bairro do Alecrim, na Zona Leste de Natal. Segundo o delegado Cidórgeton Pinheiro, da Delegacia de Macaíba, o imóvel foi achado graças à prisão de um suspeito de chefiar uma quadrilha especializada em contrabando.
“A operação permitiu identificar diversos pontos de armazenamento de produtos de origem ilícita. Confirmamos a origem ilícita. Pelo menos 90% dos produtos são produtos falsificados. Também temos produtos de outros países, grande parte da China, que também vamos avaliar a legalidade. Tudo isso será analisado”, afirmou o delegado.
Segundo a Polícia Civil, pelo menos dois suspeitos já foram identificados como responsáveis pelo estabelecimento. “Eles também são os donos da carga, já são conhecidos da Justiça e respondem à Justiça Federal por crimes. Eles são responsáveis pelo galpão, pelo material e também de comércios no bairro”, disse o delegado.
A princípio, segundo o delegado, o material chegaria a Natal por rodovias e pelo porto de Areia Branca. Pela dimensão da carga, a polícia acredita que o local serviria para abastecimento de comércio ilegal em todo o estado. A operação seguia no local até o início da tarde desta quinta-feira (8).
O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, quer Jair Bolsonaro como candidato à Presidência da República em 2026.
“Com certeza candidato a prefeito ele não vai ser. Quatro anos não são nada. Ele será o nosso candidato a presidente em 2026. Não tenho dúvida“, disse o líder do partido. “O bolsonarismo está crescendo demais. Está ficando maior do que Bolsonaro e isso temos que trabalhar”, disse em coletiva na tarde desta terça-feira (8).
Ainda durante a coletiva, Valdemar não responde a questionamentos sobre se o PL reconhecia o resultado das urnas. E discurso semelhante ao que tem sido defendido por apoiadores do atual presidente Bolsonaro afirmou que é preciso “aguardar o relatório do Ministério da Defesa“.
“Amanhã vão trazer alguma coisa e eu acho que dependendo do que apresentarem vamos brigar no TSE sobre os questionamentos que fizerem”, completou.
A presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, confirmou nesta terça-feira (8/11) um convite para que o MDB integre a equipe de transição para o governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. A sigla, da qual a senadora Simone Tebet faz parte, foi aliada de Lula durante o segundo turno da campanha eleitoral.
“Gostaríamos muito que o MDB participasse desse conselho político do governo de transição para a gente discutir as questões programáticas, o que vem pela frente, as dificuldades que podemos ter”, disse Gleisi Hoffmann.
A formalização do convite foi anunciada em Brasília, ao lado do presidente nacional do MDB, Baleia Rossi. Os dois estiveram reunidos na sede do partido, na Câmara dos Deputados, na manhã desta terça.
De acordo com o presidente da sigla, há uma tendência no partido em colaborar com a transição, mas ainda será feita uma consulta aos líderes do partido para dar uma resposta formal ao PT. “É uma decisão que não vou tomar sozinho. O MDB tem muitos líderes, vou conversar com cada um deles. Mas posso adiantar que vejo no partido um espírito colaborativo”, anunciou Baleia. “Acredito que até amanhã (quarta-feira) teremos essa definição”, acrescentou.
Rossi afirmou ainda que, durante a conversa com o partido petista, foram colocadas à mesa as pautas consideradas “caras”, como, por exemplo, a reforma tributária, que está estagnada no Congresso, e o pacto federativo. O presidente do MDB também mostrou abertura a compromissos de campanha do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como a manutenção do Auxílio Brasil de R$ 600 e o aumento real do salário mínimo.
“Acho que é uma pauta que conversa com a sociedade e conversa também com as propostas de Lula para que a economia volte a crescer”, frisou.
O conselho político da transição de Lula terá o apoio de indicados dos nove partidos que apoiaram sua candidatura no primeiro turno: PT, PSB, PCdoB, PV, Rede, Solidariedade, PSol, Pros, Avante, Agir. O PDT, que o apoiou no segundo, também compõe o grupo.
As operações de alistamento, transferência e revisão do cadastro eleitoral voltam a ser feitas a partir de hoje (8). Conforme previsto no calendário eleitoral, o sistema foi fechado em 5 de maio para a preparação da logística de votação das Eleições Gerais de 2022 e será reaberto nesta terça-feira.
Os serviços podem ser realizados por meio da plataforma Título Net ou, ainda, em atendimento presencial nos cartórios em todo o Brasil. Pelo sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral, o eleitor pode, além de se alistar para votar nas próximas eleições, alterar dados cadastrais, transferir o domicílio ou escolher outro local de votação. Também é possível fazer a justificativa pelo não comparecimento às urnas, gerar os boletos para o pagamento de eventuais multas eleitorais e emitir as certidões de quitação eleitoral, composição partidária, crimes eleitorais, filiação partidária e negativa de alistamento eleitoral.
Para dar início ao procedimento pela internet, o cidadão deve clicar em Atendimento ao eleitor, escolher o serviço e, depois, selecionar a unidade da federação onde fica o município ou, no caso do Distrito Federal, a região administrativa em que vota ou deseja votar. Essa localidade será o domicílio eleitoral, cujo vínculo deverá ser demonstrado por meio de um comprovante de endereço.
Completadas as etapas indicadas no autoatendimento, o eleitor deve aguardar a análise do pedido pela Justiça Eleitoral. O processo pode ser acompanhado pela internet, por meio do número do protocolo gerado na primeira fase. O requerente será informado se for preciso comparecer ao cartório para concluir o atendimento.
Se não houver pendência e o alistamento, a transferência ou a revisão forem aceitos, será possível obter a via digital do título eleitoral pelo aplicativo e-Título, que funciona tanto no sistema operacional Android quanto no iOS.
O TSE destaca que o título eleitoral não é importante apenas na hora de votar. “O alistamento e a regularidade das obrigações eleitorais são condições necessárias para: realizar matrícula em instituição de ensino superior, tomar posse em cargo público, receber vencimentos e emitir passaporte, entre outros”, explicou, em comunicado.
Coleta da biometria
A Corregedoria-Geral Eleitoral (CGE) também regulamentou a retomada gradual do serviço de coleta e processamento da biometria do eleitorado. O serviço estava suspenso há dois anos e meio, desde março de 2020, em razão das medidas sanitárias de combate à pandemia de covid-19.
Segundo o TSE, no início, apenas algumas zonas eleitorais do Distrito Federal vão realizar a coleta biométrica. Aos poucos, os Tribunais Regionais Eleitorais nos estados voltarão a coletar digitais e fotografia, conforme a capacidade técnica e logística. “Cabe lembrar que a falta de dados biométricos, por si só, não coloca a eleitora ou o eleitor em situação irregular. Nesse caso, a certidão de quitação pode ser emitida normalmente”, informou o TSE.
Quitação e justificativa eleitoral
Também a partir desta terça-feira, será possível emitir a certidão de quitação eleitoral, que estava suspensa desde 31 de outubro. Para obter o documento, o eleitor deve estar com o voto em dia, ter justificado as ausências e atendido às convocações da Justiça Eleitoral, para trabalhar como mesário, por exemplo, ou ter pagado as multas que lhes tiverem sido aplicadas.
Quem não compareceu às urnas no segundo turno das Eleições 2022, em 30 de outubro, e nem justificou a ausência no dia do pleito têm até 9 de janeiro de 2023 para apresentar a justificativa. A pessoa que tem título eleitoral no país e não votou por estar no exterior também tem o mesmo prazo para se justificar, ou 30 dias contados da data do retorno ao Brasil.
Quem não votou no primeiro turno das eleições, em 2 de outubro, e não justificou a ausência no dia da votação tem até 1º de dezembro para apresentar a justificativa. Vale lembrar que a Justiça Eleitoral considera cada turno uma eleição separada.
Além do aplicativo e-Título, o eleitor por utilizar o Sistema Justifica ou enviar a justificativa por meio do Requerimento de Justificativa Eleitoral pós-eleição à sua zona eleitoral.
O eleitor faltoso precisará apresentar a documentação que comprove o motivo que o impossibilitou de comparecer ao pleito. Caberá à autoridade judiciária da zona eleitoral responsável pelo título analisar a justificativa apresentada.
Quem não justificar a ausência nas eleições pagará multa referente a cada turno, se for o caso, no mínimo de 3% e no máximo de 10% do valor utilizado como base de cálculo (R$ 35,13), podendo ser decuplicado em razão da situação econômica do eleitor.
O presidente da República Jair Bolsonaro (PL), encaminhou para a apreciação do Senado Federal nomes de três diplomatas para assumirem embaixadas do Brasil no exterior. As mensagens com as indicações estão publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (8).
São elas: Paulino Franco de Carvalho Neto, para o cargo de embaixador do Brasil na República Francesa e, cumulativamente, no Principado de Mônaco; Márcio Fagundes do Nascimento, para embaixador do Brasil no Reino Haxemita da Jordânia; e Tarcísio de Lima Ferreira Fernandes Costa, para embaixador do Brasil na República Libanesa.
Para serem confirmados nos postos, os indicados precisam ser aprovados em comissão e no Plenário do Senado. No entanto, indicações de Bolsonaro para embaixadas e vaga na Organização das Nações Unidas (ONU) podem ser alvo de mudanças pelo governo do novo presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Havia, antes das indicações publicadas nesta terça, pelo menos 15 embaixadores já apresentados formalmente pelo atual chefe do Executivo cujas sabatinas estão travadas desde o início da campanha eleitoral.
Com a transição de governo, o ministro das Relações Exteriores, Carlos França, telefonou para o ex-chanceler Celso Amorim, um dos articuladores da equipe petista. Ficou acertado que eles voltarão a discutir detalhes da transição e dos novos representantes do país no exterior a partir desta semana.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que as Polícias Civis e Militares dos estados e do Distrito Federal, assim como a Polícia Federal (PF) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF), apresentem em até 48 horas todas as informações sobre os organizadores, financiadores e líderes dos atos promovidos ao redor do Brasil após as eleições presidenciais.
No despacho assinado nesta segunda, Moraes ordenou que as autoridades policiais encaminhem todas as informações coletadas a partir da identificação dos caminhões e veículos utilizados para bloquear estradas após o resultado do pleito. O ministro ainda cobrou o compartilhamento dos dados dos envolvidos nas manifestações em frente aos quartéis das Forças Armadas.
Os responsáveis pelas forças policiais ainda terão de informar todas as medidas adotadas até o momento para lidar com os bloqueios de rodovias e estradas, assim como o que foi feito em relação aos atos em frente aos quartéis-generais.
Na última sexta-feira (3), a PRF informou ter liberado todos as vias bloqueadas nos estados. A corporação informou restar apenas 13 pontos de interdição parcial em cinco vias públicas.
O Partido dos Trabalhadores fez circular uma lista com os nomes que gostaria para o primeiro escalão do governo Lula-Alckmin. A informação foi divulgada pelo site O Antagonista.
Gleisi Hoffmann é cotada para a Casa Civil, Fernando Haddad para o Ministério da Fazenda, o deputado eleito e líder do MTST Guilherme Boulos para o Ministério das Cidades e Janones para a Secretaria de Comunicação (Secom).
A futura primeira-dama Janja Lula da Silva assumiria a Secretaria de Políticas para as Mulheres.
Já o vice de Lula, Geraldo Alckmin, ficaria com o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O também líder do MST João Pedro Stédile com o Desenvolvimento Agrário e Simone Tebet com Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
De acordo com o site, na Petrobras, o nome cotado é o de Guilherme Estrella, ex-diretor de Exploração da estatal e considerado pela esquerda “o pai do pré-sal”.
O ex-governador e senador eleito Flávio Dino assumiria o Ministério da Justiça; e no comando da PF, o delegado Jorge Chastalo Filho, que era o responsável pela carceragem da PF durante a prisão de Lula.
A versão não é final, pois ainda passará pelo inevitável processo de negociação com o Congresso, onde o Centrão domina. A lista também não traz os possíveis nomes para Banco do Brasil e Caixa, além de outros bancos e estatais de menor peso.
Veja a lista:
Advocacia-Geral da União Luiz Carlos Rocha (Rochinha)
Banco Central Campos Neto [mandato fixo]
Casa Civil Gleisi Hoffmann
Controladoria-Geral da União (CGU) Manoel Caetano
Gabinete de Segurança Institucional (GSI) Tarso Genro
Ministério da Justiça Flávio Dino
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Simone Tebet
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação Márcio França
Ministério da Cultura Bela Gil
Ministério da Defesa Aldo Rebelo
Ministério da Educação Aloizio Mercadante
Ministério da Fazenda Fernando Haddad
Ministério da Integração Nacional Alexandre Kalil
Ministério da Previdência Social Paulinho da Força
Ministério da Saúde Adriano Massuda
Ministério das Cidades Guilherme Boulos
Ministério das Comunicações Leonardo Attuch
Ministério das Relações Exteriores Celso Amorim
Ministério de Minas e Energia Jorge Samek
Ministério do Desenvolvimento Agrário João Pedro Stédile
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Rui Costa
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Geraldo Alckmin
Ministério do Esporte Raí
Ministério do Meio Ambiente Marina Silva
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Márcio Pochmann
Ministério do Trabalho e Emprego Carlos Lupi
Ministério do Turismo Marta Suplicy
Ministério da Infraestrutura Washington Quaquá
Secretaria da Micro e Pequena Empresa Marco Aurélio Carvalho
Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República Marco Aurélio Santana
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República André Janones
Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República Carol Proner
Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial Benedita da Silva
Secretaria de Políticas para as Mulheres Janja Lula da Silva
Ministério dos Transportes Jilmar Tatto
Secretaria de Relações Institucionais Luciana Santos
Secretaria-Geral da Presidência da República Gilberto de Carvalho