Igor Cabral se pronunciou pela primeira vez e emitiu nota à imprensa e à sociedade potiguar, pedindo desculpa e “tentando” se justificar. Segue nota:
NOTA À IMPRENSA E À SOCIEDADE
Eu, Igor Eduardo P. Cabral, venho com profundo respeito, me manifestar diante dos acontecimentos recentes que abalaram tantas pessoas. Reconheço que houve dor, angústia e sofrimento, especialmente para Juliana, sua filha, sua família, bem como para os meus pais e demais entes queridos.
Lamento profundamente que minha conduta, influenciada por um contexto de uso de substâncias e instabilidade emocional, tenha contribuído para essa situação. Embora as circunstâncias ainda estejam sendo apuradas, sinto a necessidade sincera de expressar meu pedido de perdão a todos que, de alguma forma, foram afetados.
Não tenho intenção de justificar nada, tampouco minimizar o impacto dos fatos. Apenas desejo que Juliana consiga encontrar força para seguir em frente, com serenidade, coragem e paz. A ela, sua filha e sua família, envio minhas orações e meu mais genuíno respeito.
Enfrento o momento atual com humildade e esperança de que, com o tempo, todos os envolvidos possam encontrar caminhos de cura, reflexão e recomeço.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) compartilhou em seu perfil no X na sexta-feira (1º) o “placar atualizado” de votos no Senado favoráveis e contrários ao pedido de impeachment do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, alvo de sanções do governo dos Estados Unidos.
Os dados, do site “votossenadores.com.br”, mostram que 34 senadores são a favor do impeachment e 19 são contra. Há ainda outros 28 indefinidos. Cabe ao presidente do Senado decidir se dá seguimento ou não a um pedido de impeachment de um ministro do Supremo. São necessários 54 votos, ou 2/3 do plenário, para confirmar a destituição.
Dos 34 apontados como favoráveis ao impeachment de Moraes, 15 são de partidos que integram a Esplanada de Lula. O presidente ligou para o magistrado depois do anúncio do governo dos EUA, convidou os ministros do STF para um jantar e planeja um pronunciamento em que provavelmente vai criticar a medida dos norte-americanos.
Leia abaixo quantos senadores são a favor do impeachment:
As vendas de veículos modelos 1.0, que fazem parte do Programa Carro Sustentável, cresceram 11,35% no mês passado, em relação a julho de 2024.
De acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), quando comparado ao mês anterior, junho, a alta chegou a 13%.
“Isso é emprego na indústria e emprego no comércio”, comemorou o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.
Os dados foram apresentados a Alckmin pela Fenabrave, no sábado (2), durante visita a concessionárias, em Brasília.
O programa, lançado há menos de um mês pelo governo federal, visa a descarbonização da frota automotiva do país, por meio de incentivos fiscais, especialmente em relação às alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
“O presidente Lula zerou o IPI. E as montadoras também ajudam com um bom desconto. É um sucesso”, comentou o vice-presidente.
Para ter direito ao IPI zero, o carro deve atender a quatro requisitos: emitir menos de 83 gramas de gás carbônico (CO₂) por quilômetro; conter mais de 80% de materiais recicláveis; ser fabricado no Brasil (etapas como soldagem, pintura, fabricação do motor e montagem); e se enquadrar em uma das categorias de carro compacto (veículo de entrada das marcas).
A senadora Zenaide Maia (PSD/RN) teve uma sexta-feira, 1º de agosto, de intensa atividade no Rio Grande do Norte, marcando presença em importantes eventos que reforçam seu compromisso com o desenvolvimento social e econômico do Estado. A agenda incluiu a inauguração de uma unidade de saúde em Mossoró e a participação em uma feira agropecuária em São Gonçalo do Amarante.
Inauguração do CAPS em Mossoró reforça investimento em saúde mental
Pela manhã, a senadora Zenaide Maia esteve em Mossoró para a solenidade de inauguração do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Eilson Melo Pinheiro. Acompanhada do prefeito Allyson Bezerra, a parlamentar celebrou mais uma conquista para a Saúde do município, destacando seu papel fundamental na concretização do projeto. A construção do novo CAPS contou com uma emenda parlamentar de sua autoria, reafirmando seu empenho em fortalecer a rede de saúde mental pública no RN.
Senadora prestigia a maior edição da Agrofest em São Gonçalo do Amarante
À noite, a agenda da senadora Zenaide Maia foi dedicada ao setor agropecuário, com sua visita à Agrofest, em São Gonçalo do Amarante. Acompanhando o segundo dia da feira, que ocorre na comunidade rural de Poço de Pedra, a senadora demonstrou apoio e reconhecimento à importância do evento para o agronegócio local e regional.
Na ocasião, a senadora Zenaide Maia esteve ao lado de diversas autoridades e lideranças políticas, incluindo o prefeito Jaime Calalo, a deputada estadual Eudiane Macêdo, os vereadores Rayure Protasio, Delma Silva e Ulisses Costa, e Tarcío de Eudiane. Também marcaram presença a Secretária para Assuntos Extraordinários, Mada Calado, e o Secretário de Agricultura, Jarbas Cavalcanti.
A Agrofest, que acontece de 31 de julho a 2 de agosto, é um evento crucial para a cadeia produtiva, reunindo produtores, empreendedores, prefeituras da Região Metropolitana, instituições financeiras e de apoio ao agronegócio, além de investidores e o público em geral. A presença da senadora reforça o respaldo do poder legislativo federal às iniciativas que promovem o desenvolvimento econômico e geram oportunidades no campo.
O senador Rogério Marinho (PL) deu nesta semana o tom do discurso que pretende adotar a partir de agora: não há espaço para mais ninguém no campo da Direita na disputa pelo Governo do RN em 2026. Em suas palavras, ele é o “único” nome legítimo do segmento. Os demais – como o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (Republicanos) e o prefeito de Mossoró Allyson Bezerra (União Brasil) – foram classificados por Marinho como representantes de “centro” ou, no máximo, “centro-direita”.
Com essa fala, Rogério volta a mostrar que continua com um “rei na barriga”,desconsiderando articulações mais amplas ou composições com outros nomes da oposição. O discurso evidencia que, ao menos por ora, Marinho não pretende abrir mão da cabeça da chapa e descarta qualquer possibilidade de ceder espaço a outros aliados do campo conservador.
A possibilidade de prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ainda divide os brasileiros. Pesquisa do Instituto Datafolha divulgada na edição deste sábado (2) da Folha de S.Paulo mostra que 48% dos entrevistados são favoráveis à prisão de Bolsonaro por seu envolvimento na tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Outros 46% acreditam que ele não deveria ser preso, e 6% preferem não opinar.
Mesmo diante desse empate técnico, a maioria (51%) acredita que Bolsonaro escapará da cadeia. Apenas 40% acham que ele será condenado. A percepção pública sobre o desfecho do julgamento, marcado para setembro no Supremo Tribunal Federal (STF), pouco mudou desde abril, quando os índices eram de 52% e 41%, respectivamente.
Condenação ou absolvição?
Bolsonaro será julgado sob a acusação de ter liderado uma articulação golpista para se manter no poder, mesmo após ser derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno de 2022. Segundo a Procuradoria-Geral da República, a conspiração envolveu aliados políticos e setores das Forças Armadas, culminando nos ataques antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.
Se condenado, o ex-presidente poderá pegar de 12 a 43 anos de prisão. Ele nega todas as acusações. O julgamento pode começar no próximo mês.
Crise internacional e apoio de Trump
O julgamento ocorre em meio a uma crise diplomática com os Estados Unidos. O presidente americano Donald Trump, aliado ideológico de Bolsonaro, declarou apoio ao brasileiro e acusou o Judiciário brasileiro de perseguição política. Como retaliação, impôs tarifas mais altas sobre produtos brasileiros. A cúpula dos Três Poderes, no Brasil, reagiu.
A movimentação de Trump tem sido articulada por Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, que se mudou para os Estados Unidos para liderar uma campanha internacional por anistia. Eduardo é investigado por obstrução de Justiça. Por determinação do Supremo, Jair Bolsonaro usa uma tornozeleira eletrônica para monitorar seus passos diante da suspeita de que ele poderia fugir do país.
Traição à pátria
O caso também gerou reações contra o ministro Alexandre de Moraes, relator do processo no STF. Moraes teve seu visto americano revogado e passou a ser alvo de uma lei dos EUA que permite congelar bens de estrangeiros acusados de violar direitos humanos, uma sanção normalmente reservada a ditadores e criminosos de guerra. Em forte pronunciamento nessa sexta, Moraes acusou Eduardo, mesmo sem citar o nome do parlamentar, de “traidor da pátria”, “covarde” e “pseudo-patriota”.
A pesquisa também revela que o apoio ou rejeição à prisão de Bolsonaro segue linhas ideológicas e regionais. Defendem mais sua prisão os brasileiros de baixa renda (até dois salários mínimos), os moradores do Nordeste e os eleitores petistas. Já entre os que se opõem à prisão, predominam evangélicos, moradores da região Sul, bolsonaristas e eleitores de classe média mais baixa.
Bolsonaro é acusado de liderar uma trama golpista para impedir a posse ou destituir o presidente Lula. O plano, segundo as investigações, incluía até o assassinato do presidente eleito, do vice, Geraldo Alckmin, e do ministro Alexandre de Moraes.
A caminho do desfecho
O STF encerrou na segunda-feira (28) o interrogatório de 31 réus. Com o fim dos interrogatórios, a Corte encerra a instrução das ações penais dos núcleos 1, 2, 3 e 4 da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os acusados da tentativa de golpe do Estado no país para reverter o resultado das eleições de 2022.
“Ainda este semestre nós julgaremos todos os responsáveis. Absolvendo aqueles onde não houver prova de responsabilidade, condenando aqueles onde houver prova. Mas julgando, exercendo nossa função jurisdicional. E não nos acovardando em virtude de ameaças seja daqui ou de qualquer outro lugar”, disse Alexandre de Moraes nessa sexta-feira.
A cruzada internacional empreendida pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) em defesa do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ganhou uma inacreditável legitimidade nas palavras do senador Rogério Marinho (PL-RN).
Em entrevista à 96 FM nesta semana, Marinho disse que é contra o tarifaço, mas justificou a atuação do deputado nos Estados Unidos. E foi além: sugeriu que o êxito de Eduardo estaria na sua “capacidade de interlocução” – coisa que a esquerda não teria tido quando percorreu o mundo para denunciar a prisão do presidente Lula (PT) na época da Lava Jato.
É bom lembrar que foi graças à atuação de Eduardo que empresas brasileiras foram punidas pelo governo dos Estados Unidos com uma taxação de 50% – o que poderá minar milhares de empregos, inclusive aqui no Rio Grande do Norte. E tem uma chantagem do presidente Donald Trump: a taxa pode cair se o País aliviar para Bolsonaro – que é processado por tentativa de golpe de estado.
Ao justificar a atuação de Eduardo, dizendo que o filho de Jair está nos EUA denunciando violações no Brasil, Rogério parece ver com naturalidade o fato de o filho de Bolsonaro usar a máquina diplomática de outro país para retaliar o Brasil em nome de interesses familiares. É grave que seja minimizada a presença de um parlamentar em solo estrangeiro para pressionar pela aplicação de sanções contra o Brasil.
Em vez de condenar o aliado, Rogério reforça os argumentos de Eduardo, de que o Brasil precisa voltar à “normalidade democrática”, como se não tivesse sido uma ala do bolsonarismo que tentou depor um governo legitimamente eleito. O senador potiguar diz ainda que Eduardo não foi em busca de sanções ao País, embora o próprio deputado tenha ido às redes sociais dizer que o tarifaço é uma “resposta legítima” ao “regime brasileiro”.
Ao defender que Eduardo “conseguiu o que a esquerda não conseguiu”, Marinho flerta com a inversão moral de atribuir mérito ao que, em qualquer democracia minimamente sólida, seria considerado um escândalo internacional. Nesse meio todo, os interesses do País têm sido reduzidos a pano de fundo para vendetas pessoais.
A Paróquia de Upanema dá início, na noite desta sexta-feira (1º), à programação da tradicional Festa de Mãe Rainha 2025, que este ano tem como tema “A Esperança não Decepciona”, inspirado no texto bíblico de Romanos 5,5.
As celebrações seguem até o dia 5 de agosto, na Capela de Mãe Rainha, localizada no bairro Pêgas, reunindo fiéis em momentos de fé, devoção e confraternização.
A abertura da festa terá início às 18h, com uma carreata percorrendo as principais ruas do bairro, seguida pelo hasteamento das bandeiras e missa solene, presidida pelo padre Valdércio Márcio. Logo após a celebração, o público poderá prestigiar a apresentação musical de Diassis Gama e Banda.
Ao longo dos dias de festa, a programação contará com missas matutinas, novenas, quermesses, leilão e outras atividades religiosas e sociais, reunindo a comunidade em torno da fé e da partilha.
A Festa de Mãe Rainha é um dos momentos mais esperados do calendário religioso de Upanema, fortalecendo a espiritualidade e o vínculo comunitário dos devotos da Mãe e Rainha Três Vezes Admirável.
A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) confirmou participação na 4ª edição da Exposição Agropecuária de Upanema, a Exponema 2025, que será realizada nos dias 12, 13 e 14 de setembro, no Parque Curral da Várzea, às margens da BR-110, no sentido Upanema–Campo Grande.
Durante o evento, a população contará com os serviços do Caern Móvel, unidade itinerante da Companhia, que funcionará como um escritório adaptado, equipado com computadores com acesso direto ao sistema da Caern. O atendimento será gratuito e realizado por ordem de chegada.
Estarão disponíveis diversos serviços, como pedidos de ligação e religação de água, atualização cadastral, negociação de débitos, emissão de documentos, mudança de titularidade, transferência de responsabilidade e outros atendimentos relacionados ao abastecimento.
Para utilizar os serviços, é necessário apresentar a conta de água e documentos pessoais. Em casos específicos, como mudança de titularidade ou solicitação da primeira ligação de água, o interessado deve portar RG, CPF e documentos do imóvel, como escritura pública, contrato de compra e venda ou carnê de IPTU. Quando o atendimento for realizado por terceiros, é obrigatória a apresentação de procuração, além dos documentos do imóvel e pessoais.
Sérgio Eduardo Rodrigues da Silva é o novo presidente da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern). A indicação, apresentada por meio de ofício do Gabinete Civil do Governo do Estado, foi aprovada na última segunda-feira (28) durante reunião do Conselho de Administração da empresa. Sérgio substitui Roberto Linhares, que estava à frente da instituição desde 2019.
Engenheiro civil formado pela UFRN, Sérgio tem mais de 30 anos de experiência nos setores público e privado. Antes de chegar à Caern, em 2019, como Diretor de Empreendimentos, foi secretário de Administração e de Infraestrutura da Prefeitura de Canguaretama. Sua carreira inclui ainda projetos de habitação social e eficiência energética em iluminação pública.
O novo presidente aponta quatro prioridades para sua gestão:
Implantação de método não destrutivo para aprimorar a execução e manutenção de serviços urbanos, eliminando a necessidade de abrir buracos;
Controle e redução de perdas;
Agilidade nos processos de viabilidade técnica;
Relacionamento com Municípios.
Nesta quinta-feira (31), Sérgio Rodrigues foi oficialmente empossado como Diretor-Presidente e membro do Conselho de Administração da Caern.