MAIS DA METADE DOS BRASILEIROS SÃO CONTRA UNIÃO GAY, DIZ IBOPE
MINISTÉRIO PÚBLICO RECOMENDA RETIRADA DE CORES DE PARTIDOS EM BENS PÚBLICOS.
| Promotora Gerliana Rocha |
O Ministério Público do RN, definitivamente inovou.
É ação de improbidade pra tudo quanto é lado e de todas as espécies possíveis e imaginárias.
A ilustre promotora diz ser essa uma prática irregular que caracteriza a promoção pessoal e, portanto, fere o princípio da impessoalidade na administração pública.
Aproveito o ensejo para opinar. O mais correto seria a adoção das cores da bandeira do Município, Estado ou União. E ponto.
O MATERIAL ESCOLAR MAIS BARATO QUE EXISTE NA PRAÇA É O PROFESSOR!
Por Jô Soares
[leia] Comitiva apodiense reunida em Natal por melhorias para Apodi
A exemplo do que já tinha acontecido na luta pela UFERSA, a classe política apodiense voltou a se unir, juntamente com com advogados apodienses, na tentativa de fixar um juiz na cidade e resolver os problemas que a falta do mesmo trás aos municípios da comarca.
A reunião contou com a participação da presidenta do Tribunal de Justiça, Desembargadora Judite de Miranda Monte Nunes,
Esse foi apenas o primeiro passo para consolidação da luta, que pretende elevar Apodi à categoria de Terceira Entrância, e com isso ter definitivamente um juiz fixo na comarca, que atende também as cidades de Felipe Guerra, Severiano Melo, Rodolfo Fernandes e Itaú.
A reunião não foi conclusiva, mas demonstrou o interesse da classe organizada apodiense.
Depois de expor a situação de Apodi, onde foi salientada a dificuldade com a qual trabalha os advogados e trabalho árduo de todos os juízes que passam por lá, devido a comarca atender a uma grande região, o requerimento foi entregue para ser avaliado junto com os demais juízes.
A desembargadora falou sobre a expectativa de fechamento da lei orgânica para só então ver como será tratada cada caso no estado.
Em determinado momento foi citado uma suposta conversa de bastidores, a qual diz que existe a intenção de desmembrar a comarca de Apodi e construir uma em Itaú. A conversa foi levantada num momento em que se falava da dificuldade financeira para atender a demanda no estado, inferindo-se que o surgimento de mais uma comarca não ajuda na solução do problema e que o mais certo seria a elevação do status em que se encontra a de Apodi.
A desembargadora disse que existe deficit de 97 juízes no estado, e que a solução do problema tem esbarrado no orçamento.
TRE REJEITA PEDIDO DE CASSAÇÃO DO MANDATO DE ROSALBA
SETE A ZERO
Postado por Aldo Araújo
PROJETO DE LEI 267/11
Em caso de descumprimento, o estudante infrator ficará sujeito a suspensão e, na hipótese de reincidência grave, encaminhamento à autoridade judiciária competente.
A proposta muda o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) para incluir o respeito aos códigos de ética e de conduta como responsabilidade e dever da criança e do adolescente na condição de estudante.
Indisciplina
*De acordo com a autora, a indisciplina em sala de aula tornou-se algo rotineiro nas escolas brasileiras e o número de casos de violência contra professores aumenta assustadoramente. Ela diz que, além dos episódios de violência física contra os educadores, há casos de agressões verbais, que, em muitos casos, acabam sem punição.*
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
[leia] Dilma nomeia Pelé ‘embaixador honorário’ do Brasil para Copa 2014
A presidente Dilma Rousseff nomeou nesta terça (26) o ex-jogador Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, “embaixador honorário” do Brasil para a Copa de 2014.leia] POLÊMICA ESTADUAL: Hugo Manso rebate Cassiano Arruda sobre projeto de irrigação da Chapada do Apodi

* Hugo Manso
“Caro Cassiano Arruda
Em seu texto “VANGUARDA DO ATRASO” publicado na Roda Viva de 21/07/11, você trás para a discussão da utilização das águas da Barragem Santa Cruz conceitos de desenvolvimento capitalista, a partir da idéia da “adoção de novas tecnologias no setor agrícola e busca de novos modelos de ocupação e exploração da terra”.
O modo de produção capitalista representou enorme avanço, revolucionando forças produtivas e racionalizando métodos e processos durante mais de um século. Entretanto os males que este sistema gerou após a Revolução Industrial, com a profunda acumulação e concentração de riqueza, teve como conseqüência o agravamento das desigualdades sociais e territoriais, chegando a colocar em risco a sobrevivência do planeta.
Hoje, no século XXI, sob todos os aspectos este modelo é predador, desumano e já não mais corresponde às potencialidades e desafios sociais, culturais e ambientais da humanidade.
É verdade, Cassiano, que a terra continua arredondada e que as novas tecnologias podem conduzi-la ao pleno desenvolvimento de suas potencialidades. O problema é como aplicar estas tecnologias. Qual modelo de desenvolvimento? Qual relação com o meio ambiente? Qual perspectiva de desenvolvimento humano?
O modelo proposto pelo DNOCS implica bombeamento, consumo elevado de energia, trabalho assalariado no campo e crescimento desordenado das cidades, uso intensivo do solo e da água com eliminação da biodiversidade. Tudo em nome da produção intensiva de frutas tropicais e novas concentrações.
Quero sugerir outra lógica para a utilização das águas da Barragem Santa Cruz, vinculado a outro modelo de desenvolvimento da agricultura e do semi-árido brasileiro. A topografia da região permite a utilização das águas da barragem a baixo custo energético irrigando o vale no sentido Apodi – Caraúbas por gravidade. Lá, no vale, não precisa o governo promover nenhuma desapropriação, dada a sua estrutura fundiária. É no vale que historicamente vem sendo produzido o arroz vermelho, que pode ter sua área ampliada.
Para as terras da chapada, a experiência com os assentamentos da Reforma Agrária, o manejo agro-ecológico da caatinga, a convivência entre agricultura de sequeiro, apicultura e caprino-ovino cultura possibilita uma ocupação humana qualitativamente diferente do proposto por perímetros irrigados. Duas visitas são necessárias para entender a divergência: ao DIBA (distrito irrigado do baixo Açu) e aos projetos de assentamento da chapada do Apodi (Laje do Meio, Moacir Lucena, Milagres entre outros).
No DIBA, cobertura vegetal retirada, uso intensivo de água e defensivos, solo salinizado, nenhuma fixação humana nem criação de animais. Ao lado, periferias urbanas em crescimento. Nos assentamentos da chapada, recuperação da fauna e da flora retirada pelas antigas fazendas, fixação de famílias em residências dignas, grande produção de mel, leite, carne, frutas de sequeiro, artesanato, ovos, aves, milho e sorgo.
Em ambos os ambientes investimentos públicos foram feitos. O governo do Presidente Lula ao expandir os Institutos Federais e transformar a ESAM em UFERSA, levou investimentos em educação, ciência e tecnologia para territórios rurais antes inatingíveis. Associá-los a produção de alimentos e vida digna é o desafio.
A “opção preferencial pela pobreza” foi feita pelos ricos, pelos que mandam e oprimem no mundo inteiro. Aplicar na chapada do Apodi o modelo falido de desenvolvimento concentrador e excludente é que representará atraso. Atraso humano e ambiental.
Queremos sim políticas públicas que desenvolvam o semi-árido brasileiro. É possível sim uma ruralidade com gente, cidades com saneamento, escolas e saúde pública. Para tanto estamos propondo modelos de desenvolvimento rural sustentáveis, economicamente viáveis e socialmente aceitáveis. Este é o debate.”






