[leia] Tentativa de suicídio em Apodi
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| Isaac no alto da torre |
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| Motivo: POR AMOR |
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| Policia no local |
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| Familiares negociando |
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| Isaac chegando em terra firme |
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Postado por A “ANE” LIGADO EM VOCÊ !!!
O comando de greve da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) realizará reunião amanhã, às 9h, preparativa à assembleia geral de terça-feira, às 9h, que decidirá pela continuidade ou não da greve, que está prestes a completar 90 dias e tem adesão total de professores, técnico-administrativos e estudantes.
O presidente da Associação dos Docentes (Aduern), professor Flaubert Torquato, informa que o comando de greve enviou o documento ao Governo do Estado, oficializando a continuidade da paralisação e a proposta de reajuste de 14% para abril de 2012, enquanto o governo propõe 10,65%.
“Esperamos que a resposta chegue até amanhã para ser deliberada na assembleia de terça-feira. É uma diferença pequena entre a nossa proposta e a do governo, para corrigir perdas da inflação, o que é justo. Esperamos que haja um entendimento para o final da greve e vamos insistir nisso”, diz Flaubert.
A governadora Rosalba Ciarlini afirmou que não existe possibilidade de o Governo do Estado conceder reajuste superior ao que já foi apresentado à Aduern. Segundo Rosalba, a paralisação das atividades docentes causa um prejuízo de R$ 45 milhões e ao Governo do Estado e à sociedade potiguar.
O vice-presidente da Aduern, Neto Vale, avalia que a afirmação da governadora pretende impressionar a sociedade com altos valores, a fim de jogar a população contra os servidores da Uern. Para ele, em vez de tentar colocar a sociedade contra os servidores, o Governo do Estado deveria buscar o fim da greve através do diálogo.
A Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) destina, anualmente, cerca de R$ 10 milhões em recursos para projetos de pesquisa. A instituição desenvolve 170 projetos em diversas aéreas do setor produtivo e também no setor de petróleo, gás natural e energia renovável.
“É importante salientar que esses recursos são extraorçamentários, conseguidos através de financiamentos com diversos órgãos de pesquisas, como o CNPq, Embrapa, Finep, entre outros”, afirma o reitor da Ufersa, professor Josivan Barbosa.
Entre as aéreas do setor produtivo beneficiadas com os projetos desenvolvidos pela Universidade está o negócio rural; apicultura; caprinovinocultura; indústria de cultura e indústria de sal. “A formação dos grupos de pesquisas possibilita trabalhar com as principais potencialidades desse setor”, destaca Josivan Barbosa.
Segundo o reitor da Ufersa, um dos projetos de maior destaque da Universidade é o de apicultura, que é o principal nesse setor do país. “Nós trabalhamos através da tecnologia de produção de mel na região, a partir do melhoramento na qualidade do produto, fazendo com que dessa forma o mel seja mais competitivo, tanto no mercado nacional, quanto no internacional”, explica. A pesquisa também desenvolve um processo de aprimoramento genético das abelhas.
Os projetos de pesquisa existentes na Ufersa possuem hoje um total de mil alunos, entre pessoas que ainda estão na graduação e pós-graduados. “Através dos grupos de pesquisas, o potencial de recursos humanos da instituição cresce, pois é possibilitado um aumento na quantidade de programas de mestrado e doutorado na região”, revela Josivan Barbosa.
Hoje, a Ufersa disponibiliza dois programas de doutorado, e nove em mestrado.
Outro ponto de destaque na estrutura dos projetos de pesquisa da Ufersa é o número de laboratórios especializados para esse setor. Nos últimos cinco anos, 120 laboratórios foram construídos, em seis unidades acadêmicas da instituição. “São 20 laboratórios por unidade, sendo que em apenas um desses espaços foi investido três milhões de reais”, conta o reitor Josivan Barbosa, acrescentando: “Nosso grande diferencial é o corpo docente, altamente qualificado no desenvolvimento desses projetos”, conclui.