Author name: Edinael Castro

Uncategorized

[leia] Os protestos do sete de setembro em Apodi


Fotos: Ronaldo Halisson

A prefeita Goreti deve ter se surpreendido com os protestos, dos estudantes da Ufersa, ontem, durante o desfile do Dia da Independência.

Noticia extra-oficial, via Twitter diz que foi cortado os recursos de todos os ônibus dos Universitários que vão para Mossoró
Brasil Escolas Prefeitura Vereadores Vergonha

UMA DATA ESQUECIDA PELAS AUTORIDADES UPANEMENSES.

DIA DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

Você sabe o que aconteceu no dia 7 de setembro de 1822? Independência do Brasil!
No dia 7 de setembro de 1822, D. Pedro fez uma declaração oficial de independência,afirmando assim seu acordo com os brasileiros. Nos meses seguintes, os brasileiros venceram facilmente o ataque das tropas portuguesas, com apoio inglês. Em pouco tempo, vários países da América, que já haviam se libertado do domínio europeu, apoiaram oficialmente nossa independência. D.Pedro tornou-se o primeiro imperador do Brasil, com o título de D. Pedro I.O Brasil passou a ser uma monarquia, uma forma de governo em que os poderes são exercidos pelo imperador ou rei. Em nossa cidade somente o Fórum Municipal tem a bandeira hasteada, os demais órgãos públicos como as Escolas, a Prefeitura, a Câmara Municipal e demais; não tiveram pelo menos a preocupação deste simples gesto de patriotismo. Vale lembrar que a prefeitura não fez nenhum ato de homenagem a este dia, e a banda da cidade vai para a cidade de Baraúnas, pode um negocio desse.
Fonte: Blog Contexto Upanemense – Por Renato Medeiros.
É uma vergonha…
Uncategorized

[leia] Universitários perdem aula há três semanas por falta de transporte

JOSÉ DE PAIVA
Da Redação Jornal de Fato

Há pelo menos três semanas, alunos de nível superior da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA) – campus de Caraúbas – não assistem a aulas por falta de transporte. Cerca de 40 alunos dividem as despesas de dois ônibus com a Prefeitura de Apodi, mas segundo as entidades que os representam, há cinco meses o dinheiro municipal não está sendo repassado.

Embora não seja uma obrigação da Prefeitura custear despesas de ensino superior, é tradição no município esse apoio financeiro, que representa hoje a manutenção de oito ônibus, sendo os outros seis direcionados às instituições de ensino superior de Mossoró, atendendo a mais de 600 universitários e estudantes técnicos.

O estudante da Ufersa-Caraúbas Hugo Alexandre Monteiro Souza Silva enviou e-mail à redação do DE FATO denunciando a falta do transporte e o prejuízo estudantil.

Ele alega que a Prefeitura repassa, todo mês, R$ 20 mil para atender os ônibus, mas tem excluído os de Caraúbas que, por isso, deixaram de fazer o trajeto. “O recurso da Prefeitura é dividido entre todos os ônibus e a outra parte é paga por nós estudantes, e já chegamos a pagar 50 reais mensais, tanto alunos de Mossoró quanto os de Caraúbas, sendo que as distâncias não são as mesmas”, reclama.

Todo o dinheiro, tanto dos alunos quanto da Prefeitura, é repassado para duas instituições: Grupo de Apoio ao Estudante (GAE) e Associação de Estudantes de Técnicos (AENTS), que ficam responsáveis pelo pagamento dos transportes. Nos últimos meses, houve desentendimento entre os responsáveis pelas instituições e a Prefeitura, deixando uma dúvida e um prejuízo para os alunos.

Jerlandson Moreira, estudante do curso de bacharelado em Ciência e Tecnologia, disse que para não perder as aulas tem ido de motocicleta da zona rural de Apodi até Caraúbas. Ele é acompanhado por outros quatro motociclistas, cada um com uma garupa, enfrentando os perigos de uma das estradas mais perigosas da região. “Quando íamos de ônibus tínhamos uma escolta da Polícia por já termos sido assaltados algumas vezes. Agora, de moto, é ter fé em Deus”, disse o estudante.

Segundo ele, todo mês pagava R$ 45,00 ao GAE e Aents para utilizar o ônibus, mesmo assim o veículo deixou de passar. “Dos 40 alunos da nossa região, pelo menos 30 estão sem ir às aulas há três semanas. E agora estamos no período de prova”, lamenta.

ENTIDADES

O presidente da Associação de Estudantes de Técnicos, Pedro Vitor Alves, garantiu que, ainda ontem, os ônibus de Caraúbas voltariam a trafegar. “Conversamos com o motorista hoje (ontem) e acertamos que ele vai voltar”, assegurou. A dívida de cinco meses passa dos R$ 7 mil e o representante dos estudantes reclama que a Prefeitura não tem destinado dinheiro para esse trajeto.

Segundo Pedro, cada ônibus custa, em média, R$ 5 mil para fazer o trajeto diariamente, sendo que a Prefeitura repassa para todos os ônibus a metade (R$ 20 mil) e os alunos o restante (R$ 20 mil).
Secretaria reclama da falta de informação

A Secretaria Municipal de Educação reclama que o Grupo de Apoio ao Estudante (GAE) e a Associação de Estudantes de Técnicos (AENTS) não tem repassado as informações solicitadas, dificultando o entendimento com o poder público.

O secretário Izauro Neto, “Vera”, disse que a Prefeitura já chegou a ser notificada pelo Ministério Público por não poder financiar atividades que envolvam o ensino superior, por se tratar de responsabilidade do Estado e do Ministério da Educação. “Mesmo assim, estamos repassando os R$ 20 mil acordados no início”, disse.

De acordo com Vera, recentemente os representantes dos estudantes pediram mais R$ 2 mil para complementar os pagamentos, mas não enviaram os formulários com o número e identificação dos alunos solicitados pela Prefeitura. “Parece que eles não se entendem e querem apenas que a Prefeitura repasse mais recursos. O problema é que eles não prestam contas. Se me perguntar quantos alunos usam os ônibus hoje, nós não sabemos”, disse.

Vera disse ainda que, embora eles estejam pedindo mais dinheiro, o último levantamen
to, realizado pela Secretaria, identificou que está sobrando R$ 1.600,00 do dinheiro repassado e arrecadado.
Brasil Pais

7 DE SETEMBRO: DIA DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

A independência do Brasil, enquanto processo histórico, desenhou-se muito tempo antes do príncipe regente Dom Pedro I proclamar o fim dos nossos laços coloniais às margens do rio Ipiranga. De fato, para entendermos como o Brasil se tornou uma nação independente, devemos perceber como as transformações políticas, econômicas e sociais inauguradas com a chegada da família da Corte Lusitana ao país abriram espaço para a possibilidade da independência.

A chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil foi episódio de grande importância para que possamos iniciar as justificativas da nossa independência. Ao pisar em solo brasileiro, Dom João VI tratou de cumprir os acordos firmados com a Inglaterra, que se comprometera em defender Portugal das tropas de Napoleão e escoltar a Corte Portuguesa ao litoral brasileiro. Por isso, mesmo antes de chegar à capital da colônia, o rei português realizou a abertura dos portos brasileiros às demais nações do mundo.


Do ponto de vista econômico, essa medida pode ser vista como um primeiro “grito de independência”, onde a colônia brasileira não mais estaria atrelada ao monopólio comercial imposto pelo antigo pacto colonial. Com tal medida, os grandes produtores agrícolas e comerciantes nacionais puderam avolumar os seus negócios e viver um tempo de prosperidade material nunca antes experimentado em toda história colonial. A liberdade já era sentida no bolso de nossas elites.

Para fora do campo da economia, podemos salientar como a reforma urbanística feita por Dom João VI promoveu um embelezamento do Rio de Janeiro até então nunca antes vivida na capital da colônia, que deixou de ser uma simples zona de exploração para ser elevada à categoria de Reino Unido de Portugal e Algarves. Se a medida prestigiou os novos súditos tupiniquins, logo despertou a insatisfação dos portugueses que foram deixados à mercê da administração de Lorde Protetor do exército inglês.

Essas medidas, tomadas até o ano de 1815, alimentaram um movimento de mudanças por parte das elites lusitanas, que se viam abandonadas por sua antiga autoridade política. Foi nesse contexto que uma revolução constitucionalista tomou conta dos quadros políticos portugueses em agosto de 1820. A Revolução Liberal do Porto tinha como objetivo reestruturar a soberania política portuguesa por meio de uma reforma liberal que limitaria os poderes do rei e reconduziria o Brasil à condição de colônia.

Os revolucionários lusitanos formaram uma espécie de Assembleia Nacional que ganhou o nome de “Cortes”. Nas Cortes, as principais figuras políticas lusitanas exigiam que o rei Dom João VI retornasse à terra natal para que legitimasse as transformações políticas em andamento. Temendo perder sua autoridade real, D. João saiu do Brasil em 1821 e nomeou seu filho, Dom Pedro I, como príncipe regente do Brasil.

A medida ainda foi acompanhada pelo rombo dos cofres brasileiros, o que deixou a nação em péssimas condições financeiras. Em meio às conturbações políticas que se viam contrárias às intenções políticas dos lusitanos, Dom Pedro I tratou de tomar medidas em favor da população tupiniquim. Entre suas primeiras medidas, o príncipe regente baixou os impostos e equiparou as autoridades militares nacionais às lusitanas. Naturalmente, tais ações desagradaram bastante as Cortes de Portugal.

Mediante as claras intenções de Dom Pedro, as Cortes exigiram que o príncipe retornasse para Portugal e entregasse o Brasil ao controle de uma junta administrativa formada pelas Cortes. A ameaça vinda de Portugal despertou a elite econômica brasileira para o risco que as benesses econômicas conquistadas ao longo do período joanino corriam. Dessa maneira, grandes fazendeiros e comerciantes passaram a defender a ascensão política de Dom Pedro I à líder da independência brasileira.

No final de 1821, quando as pressões das Cortes atingiram sua força máxima, os defensores da independência organizaram um grande abaixo-assinado requerendo a permanência e Dom Pedro no Brasil. A demonstração de apoio dada foi retribuída quando, em 9 de janeiro de 1822, Dom Pedro I reafirmou sua permanência no conhecido Dia do Fico. A partir desse ato público, o príncipe regente assinalou qual era seu posicionamento político.

Logo em seguida, Dom Pedro I incorporou figuras políticas pró-independência aos quadros administrativos de seu governo. Entre eles estavam José Bonifácio, grande conselheiro político de Dom Pedro e defensor de um processo de independência conservador guiado pelas mãos de um regime monárquico. Além disso, Dom Pedro I firmou uma resolução onde dizia que nenhuma ordem vinda de Portugal poderia ser adotada sem sua autorização prévia.

Essa última medida de Dom Pedro I tornou sua relação política com as Cortes praticamente insustentável. Em setembro de 1822, a assembleia lusitana enviou um novo documento para o Brasil exigindo o retorno do príncipe para Portugal sob a ameaça de invasão militar, caso a exigência não fosse imediatamente cumprida. Ao tomar conhecimento do documento, Dom Pedro I (que estava em viagem) declarou a independência do país no dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

Veja Mais! 

Hino da Independência
Dom Pedro
A organização da independência do Brasil
Guerras de Independência
Guerra da Independência do Brasil

Uncategorized

[leia] TRANSPORTE SAUDÁVEL: Fábio Faria assegura apoio aos ciclistas para pratica do esporte no RN

Incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte limpo e ferramenta para a melhoria da saúde e da qualidade de vida dos potiguares. Com esse objetivo, uma comissão formada por representantes de diversos grupos de ciclistas do RN procurou o deputado federal Fábio Faria para solicitar o apoio do parlamentar na implantação de espaços para os ciclistas na capital e no interior do Estado.

Participaram do encontro no escritório político do deputado em Natal o secretário estadual do Esporte e Lazer, Joacy Bastos, a secretária municipal de Mobilidade Urbana, Ana Elizabete Thé, e o prefeito de Assu, Ivan Júnior.

Fábio Faria, único potiguar na Comissão de Turismo e Desporto da Câmara, assegurou ao grupo a elaboração de projeto que vise o benefício não só dos ciclistas do RN, mas de todos os que utilizam esse meio de transporte e lazer em todo o país.

“Vou apresentar um projeto que determine a construção de ciclovias em todas as novas estradas e instalação de bicicletários em órgãos públicos, como incentivo tanto para quem pratica o ciclismo como hobby como para quem usa a bicicleta para se locomover para o trabalho”, afirmou o deputado.

Segundo o grupo de ciclistas, as dificuldades encontradas para os adeptos da prática são imensas. A Avenida Engenheiro Roberto Freire e a Rota do Sol seriam pontos ideais para mais investimentos na área. A Via Costeira, embora tenha recebido uma ciclovia, não atende às exigências mínimas para trafegar de bicicleta de forma segura e tranquila.

“A partir de agora vamos providenciar projetos e acompanhar oportunidades para a instalação de mais ciclofaixas e ciclovias, e manter esse contato, com o Governo do Estado e o município, para que mais atenção seja dada à essa prática, que traz saúde e qualidade de vida para o cidadão”, assegurou Fábio Faria ao término do encontro.

Estavam representados na reunião os grupos Rapadura Bike, Bike Tirol, Bike Ponta Negra, Bicicletada Natal, ONG Baobá, e a Associação de Ciclistas do RN (Acirn)


Assessoria de Imprensa Dep. Fábio Faria
Deyse Moura (84) 9138-9740

Estella Dantas (84) 9401-7111.
Congresso Nacional Política PP Senado

SENADOR CRITICA INTENÇÃO DO GOVERNO DE CRIAR NOVA CPMF

Publicado por Robson Pires

O senador Francisco Dornelles (PP-RJ) criticou, em discurso no Plenário nesta terça-feira (6), a intenção do governo de criar um novo imposto para financiar a saúde, nos moldes da extinta contribuição provisória sobre movimentação financeira (CPMF). Segundo o senador, a imprensa tem noticiado que o governo quer criar uma contribuição social sobre a saúde (CSS), no mesmo formato da CPMF, também conhecida como o imposto do cheque.
De acordo com Francisco Dornelles, o que caracteriza uma contribuição não é seu nome, mas sua base de cálculo e seu fato gerador. Assim, mesmo com o nome de contribuição sobre a saúde, o tributo pretendido pelo governo seria a mesma CPMF, com base em movimentação financeira.
“Os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Lula usaram o recurso da emenda constitucional, porque não podiam fazer por lei complementar. Quero me pronunciar contra a criação dessa nova contribuição”, afirmou.
Congresso Nacional Informe Mídia Partido Política PT TV

CUIDADO! MARCO REGULATÓRIO.

O retorno do marco regulatório da mídia no IV Congresso do PT, nesse final de semana, não surpreendeu ninguém. Aconteceu após José Dirceu ter sido capa da penúltima Veja, que fez uma reportagem com repercussão negativa para o próprio focado e seus companheiros de partido.
Rui Falcão, presidente nacional do PT e jornalista, deu entrevistas afirmando que a proposta é a de pressionar os parlamentares a fim de obter aprovação para um projeto de “democratização da comunicação”. O qual, segundo ele, garantiria liberdade de imprensa com direito a opinião para todos e nenhuma censura de conteúdo.
Em teoria, seria possível. Na prática, a curto ou médio prazo, o marco regulatório serviria também para acabar com a liberdade de expressão. Não dá para arriscar. Mas os petistas dizem que estariam apenas evitando um grande mal: o de uma pessoa ou um grupo econômico dono de vários veículos praticar um “jornalismo partidário”.
Como assim, exatamente? Matérias investigativas ficariam proibidas e reportagens desfavoráveis ao governo não poderiam mais ser publicadas? Nem entrevistas com opositores? Quer dizer, poderiam… Desde que os veículos de comunicação “assumissem seu partido político”.
Bancas e internet mostram a nossa mídia rica em diversidade de formas e conteúdos; com o ponto de vista dos donos das empresas exposto em editoriais.
Grandes empresas jornalísticas não surgem prontas da noite para o dia. São complexas e de uma tremenda mobilidade. As que hoje se destacam começaram pequenas. Antes delas, outras brilhavam até que foram abatidas pela concorrência.
As novas gerações talvez não saibam, mas tivemos a TV Tupi, a TV Rio, a TV Excelsior, a TV Manchete, além de outras que não se sustentaram e acabaram. Revistas como O Cruzeiro, Manchete, Fatos e Fotos, Realidade. Jornais como A Noite, Correio da Manhã, Diário Carioca, Última Hora e Jornal do Brasil. E emissoras de rádio campeãs em ouvintes.
Políticos precisam de eleitores. Mídia, de leitores e audiência. Haja empreendimento, vocação, talentos, persistência, erros e acertos até chegar no ponto para agradar e conquistar seu público.
Só tem uma coisa. Voto é obrigatório e políticos gozam de impunidade parlamentar. Enquanto ninguém é forçado a comprar ou consumir produtos da mídia, que por lei tem de responder judicialmente por quaisquer crimes cometidos: violação de direitos trabalhistas, sonegação de impostos, calúnia, difamação, injúria, incitação à violência etc.
Ateneia Feijó é jornalista

Rolar para cima