O Hospital Regional da Mulher Parteira Maria Correia, em Mossoró, deu mais um passo na disponibilização de serviços de saúde para o interior do Rio Grande do Norte. A equipe do centro cirúrgico da unidade realizou, nesta quinta-feira (28), a primeira cirurgia neonatal da unidade.
O procedimento foi feito em um recém-nascido com apenas quatro dias de vida. A medida só foi possível após a entrega, no dia 20 passado, dos novos serviços do Hospital da Mulheres por parte do Governo do Estado e da Secretaria de Estado da Saúde Pública, com apoio do Ministério da Saúde.
Entre outras áreas, o Governo inaugurou este mês 10 leitos neonatais, sendo cinco de UTI e cinco de cuidados intermediários, além de toda área de obstetrícia. Já há pouco mais de um ano passado tinha entregue o centro cirúrgico, que teve seu primeiro procedimento realizado no dia 13 de agosto de 2024, então com foco nas urgências pediátricas e ginecológicas.
Em julho de 2025, o Rio Grande do Norte registrou a criação de 3.438 empregos formais, segundo o Novo CAGED. O setor da Agropecuária foi o principal destaque, com saldo positivo de 1.631 postos de trabalho, impulsionado principalmente pelas atividades de Agricultura, Pecuária e Serviços Relacionados, além da Produção Florestal. Com esse desempenho, o estado já acumula mais de 10 mil novas vagas com carteira assinada entre janeiro e julho.
Outros setores também contribuíram para o crescimento. O Comércio abriu 759 novos empregos, puxado pelo Varejo, responsável por 1.389 admissões. O setor de Serviços gerou 733 postos, com destaque para as áreas de Informação, Comunicação, Atividades Financeiras, Imobiliárias e Administrativas, que somaram 395 vagas, além de Alojamento e Alimentação, que acrescentaram 154 contratações. Já a Indústria criou 728 novas vagas, em sua maioria nas Indústrias de Transformação, que responderam por 669 empregos.
Os números refletem uma retomada consistente da empregabilidade no RN, sustentada por setores estruturantes como Agropecuária, Comércio e Serviços, além do saldo positivo da Indústria. Esse cenário reforça o papel estratégico das cadeias produtivas para movimentar a economia regional, orientar políticas públicas, estimular a qualificação profissional e atrair novos investimentos.
O Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER), unidade da Secretaria da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED), em parceria com a Central de Transplantes, realizou mais um voo pela vida. Na tarde desta quinta-feira (28), um fígado destinado à doação foi transportado do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal, até o Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, de onde seguiu em voo comercial.
“Graças à agilidade do helicóptero Potiguar 02, o trajeto foi concluído em apenas 5 minutos, garantindo rapidez e segurança em uma missão que representa esperança para quem espera por um transplante. Uma operação que simboliza o compromisso do CIOPAER e da Central de Transplantes com a vida e a solidariedade”, destacou o coronel PM Eduardo Franco, comandante do CIOPAER.
O Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) ampliou, nesta quarta-feira (27), a capacidade de atendimento do seu centro cirúrgico com a reabertura da quarta sala de cirurgias.
Com isso, a unidade avança na oferta de serviços cirúrgicos, contribuindo para maior agilidade, eficiência e segurança no cuidado aos pacientes.
A reabertura é fruto do trabalho conjunto das equipes técnicas, administrativas e operacionais do hospital, que reuniram equipamentos e readequaram o espaço para a retomada do funcionamento pleno.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje (28) a Estimativa da População de todos os municípios e estados brasileiros para o ano de 2025.
O estudo mostra que Natal teve a segunda maior queda populacional entre as capitais do Brasil, -0,14%, atrás apenas de Salvador (-0,18%). A população estimada para a capital potiguar foi de 784.249 pessoas, 1.119 residentes a menos que no ano passado. Em todo o país, 2.079 municípios apresentaram taxas negativas de crescimento.
A redução populacional em capitais é uma novidade das Estimativas de 2025, fato não observado na década passada. Salvador (-0,18%), Belo Horizonte ( 0,02%), Belém (-0,09%), Porto Alegre (-0,04%) e Natal (-0,14%) são as capitais que apresentaram diminuição da população em relação à Estimativa publicada em 2024.O decréscimo reflete a tendência observada no Censo Demográfico 2022.
Por outro lado, a população do estado do Rio Grande do Norte apresentou crescimento de 1,6%, alcançando 3.455.236 pessoas neste ano. O segundo município mais populoso do estado segue sendo Mossoró, com 278.587 residentes.
Os dados da pesquisa são utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios e são fundamentais para indicadores econômicos e sociodemográficos nos períodos entre o Censo Demográfico. A pesquisa considera alterações de limites territoriais que ocorreram após o último Censo.
Os dados têm como data de referência o dia 1º de julho de 2025. Além de apresentar o contingente populacional e a taxa de crescimento de todos os municípios e unidades da federação do país, o estudo traz a quantidade de habitantes por regiões metropolitanas e regiões integradas de desenvolvimento.
A Região Metropolitana de Natal apresentou um crescimento de 0,40%, com uma população de 1.613.858 pessoas em 2025.
Além de Natal e Mossoró, os outros cinco municípios mais populosos do estado estão localizados na Região Metropolitana, e todos tiveram aumento populacional, sendo eles Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Macaíba, Ceara-Mirim e Extremoz.
Na outra ponta, Viçosa é o município menos populoso do estado, com 1.900 moradores. Outros com menos de 3 mil habitantes são Ipueira (2.090), João Dias (2.073) e Galinhos (2.159).
Os cinco mais populosos do RN
Natal – 784.249 habitantes
Mossoró – 278.587 habitantes
Parnamirim – 271.713 habitantes
São Gonçalo do Amarante – 124.495 habitantes
Macaíba – 87.056 habitantes
Os cinco menos populosos do RN
Viçosa – 1.900 habitantes
João Dias – 2.073 habitantes
Ipueira – 2.090 habitantes
Monte das Gameleiras – 2.345 habitantes
Bodó – 2.360 habitantes
O levantamento faz parte da atualização anual do IBGE, que detalha o número de habitantes em todos os estados e municípios do país. Os dados são usados como base para políticas públicas, distribuição de recursos e planejamento de serviços como saúde e educação.
Confira a seguir a estimativa populacional de cada um dos 167 municípios do RN, segundo o IBGE:
Durante a sessão plenária da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) desta terça-feira (26), o deputado Gustavo Carvalho (PL) levantou críticas à campanha anunciada pelo Governo do Estado, por meio do Detran, que prevê a disponibilização de mil carteiras nacionais de habilitação (CNHs) gratuitas para a população potiguar.
Segundo o parlamentar, embora não seja contrário a políticas de inclusão, a medida apresenta, em sua avaliação, indícios de caráter político-eleitoral. Gustavo destacou que o anúncio foi feito pelo secretário estadual de Finanças, Carlos “Cadu” Xavier, que é apontado como pré-candidato ao governo.
“Não sou contra políticas de inclusão. O que questiono é o uso de um programa social como vitrine de autopromoção. O povo potiguar merece respeito e precisa de gestão eficiente, não de propaganda oficial antecipada”, afirmou.
O deputado disse considerar que a ação poderia configurar campanha eleitoral antecipada, feita com recursos públicos, e pediu atenção do Ministério Público e dos órgãos de fiscalização.
Em seu pronunciamento, Gustavo Carvalho também mencionou a situação enfrentada pelo Estado em áreas essenciais, como saúde e educação. Ele citou atrasos de pagamentos a fornecedores, falta de insumos hospitalares e o baixo desempenho do Rio Grande do Norte no IDEB – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica.
“O Estado atravessa um colapso financeiro, com serviços essenciais precarizados. Não podemos aceitar que, em vez de enfrentar esses problemas, o governo escolha priorizar ações publicitárias”, reforçou.
Gustavo Carvalho concluiu cobrando que o Governo do Estado explique de forma transparente a origem dos recursos destinados à campanha e apresente os critérios técnicos que embasam a iniciativa.
O Rio Grande do Norte tem 3.455.236 habitantes, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O número leva em conta a população residente nos estados e municípios em 1º de julho de 2025. As informações foram publicadas no Diário Oficial da União.
Natal é o município mais populoso do estado, com 784.249 moradores, o que representa quase um quarto de toda a população potiguar. Em seguida aparecem Mossoró (278.587) e Parnamirim (271.713). Os três municípios somados concentram mais de 1,3 milhão de habitantes.
Na sequência, aparecem São Gonçalo do Amarante (124.495) e Macaíba (87.056), que integram a Grande Natal e reforçam a concentração populacional da região metropolitana.
Entre os municípios médios, o destaque é para Ceará-Mirim (83.543) e Extremoz (68.584), ambos próximos da capital e que vêm mantendo crescimento populacional nos últimos anos. No interior, Caicó (63.338) é o mais populoso do Seridó.
Na outra ponta, Viçosa é o município menos populoso do estado, com 1.900 moradores. Outros com menos de 3 mil habitantes são Ipueira (2.090), João Dias (2.073) e Galinhos (2.159).
Os cinco mais populosos do RN
Natal – 784.249 habitantes
Mossoró – 278.587 habitantes
Parnamirim – 271.713 habitantes
São Gonçalo do Amarante – 124.495 habitantes
Macaíba – 87.056 habitantes
Os cinco menos populosos do RN
Viçosa – 1.900 habitantes
João Dias – 2.073 habitantes
Ipueira – 2.090 habitantes
Monte das Gameleiras – 2.345 habitantes
Bodó – 2.360 habitantes
O levantamento faz parte da atualização anual do IBGE, que detalha o número de habitantes em todos os estados e municípios do país. Os dados são usados como base para políticas públicas, distribuição de recursos e planejamento de serviços como saúde e educação.
Dados de uma ação que cobra o abastecimento da rede hospitalar estadual mostram que as despesas pagas em saúde no Rio Grande do Norte despencaram 68% no primeiro semestre de 2025, o que representa R$ 673,3 milhões a menos que no ano passado. Em 2024, o RN pagou R$ 988,1 milhões em despesas de saúde. No mesmo período de 2025, esse valor caiu para R$ 314,7 milhões.
Em decisão desta quarta-feira (27), a juíza Maria Cristina Menezes de Paiva Viana, da 5ª Vara da Fazenda Pública de Natal, apontou um “cenário de colapso progressivo” na saúde, agravado por déficit de R$ 141 milhões nos repasses da Fazenda para o Fundo Estadual de Saúde, que coloca o estado na penúltima posição nacional em gastos próprios com saúde.
Governo estadual terá 15 dias para apresentar um relatório detalhado sobre a situação dos hospitais
Por conta do cenário caótico, a Justiça determinou que o governo estadual terá 15 dias para apresentar um relatório detalhado sobre a situação dos hospitais, incluindo a lista de medicamentos e insumos em falta, o percentual de abastecimento de cada unidade, o valor necessário para regularizar os estoques e o cronograma de medidas a serem adotadas nos próximos 90 dias. A decisão foi proferida após manifestação do Ministério Público, através da Promotoria da Saúde, que apurou os dados da crise financeira pela qual passa o setor. A Promotoria da Saúde pediu à Justiça estadual a designação de uma audiência de conciliação.
Na decisão, a juíza rejeitou a designação imediata de audiência de conciliação, entendendo que seria “improdutiva qualquer tentativa de composição sem elementos concretos”. A magistrada advertiu que, em caso de descumprimento, poderá determinar a suspensão de pagamentos de despesas não essenciais até que a regularização seja feita, além de aplicar multa pessoal a gestores responsáveis. “Apresentadas as informações de forma integral e demonstrado interesse efetivo na solução do problema, será designada audiência de conciliação”, escreveu.
O Walfredo Gurgel, maior pronto-socorro do estado, acumula dívidas de R$ 11 milhões com fornecedores e enfrenta falta de itens básicos, como luvas, álcool, lençóis e medicamentos — materiais que, em alguns casos, vêm sendo adquiridos pelos próprios familiares de pacientes. O Hospital José Pedro Bezerra (Santa Catarina) registrou em janeiro um índice de ruptura de estoque de 41,33%, enquanto o Hospital João Machado chegou a ter recomendações de bloqueio de leitos por falta de condições mínimas de segurança, conforme reportagem da Tribuna do Norte da edição do último dia 19, mencionada pelo MPRN no processo.
Sesap afirma estar recompondo estoques
Em nota, a Secretaria de Saúde reconheceu a queda nos repasses financeiros apontada pelo MP, mas afirmou que o processo de recomposição de estoques já está em andamento. “O abastecimento nas principais unidades hospitalares do estado vem sendo recomposto recentemente, com o pagamento que vem sendo feito junto a fornecedores contratados”, informou a pasta. A Secretaria da Fazenda foi procurada para comentar o assunto, mas não deu retorno até o fechamento desta edição. O espaço continua aberto.
A Sesap disse ainda que realiza “monitoramento diário dos estoques dos hospitais, bem como das entregas realizadas pelos fornecedores, com o objetivo de otimizar o abastecimento de toda a rede” e citou o pagamento de compras prioritárias, negociação de entregas mais rápidas e até o uso de requisições administrativas em casos extraordinários.
O Hospital Walfredo Gurgel, maior pronto-socorro do RN, acumula dívidas de R$ 11 milhões com fornecedores e enfrenta falta de itens básicos, como luvas, álcool, lençóis e medicamentos — materiais que, em alguns casos, vêm sendo adquiridos pelos próprios familiares de pacientes.
Outras unidades de saúde da rede estadual também enfrentam problemas de suprimentos, escala médica e bloqueio de leitos.
O Hospital José Pedro Bezerra (Santa Catarina) registrou em janeiro um índice de ruptura de estoque de 41,33%, enquanto o Hospital João Machado chegou a ter recomendações de bloqueio de leitos por falta de condições mínimas de segurança, conforme reportagem da Tribuna do Norte da edição do último dia 19, mencionada pelo MPRN no processo.
No Hospital Maria Alice Fernandes, a falta de suprimentos, associada a problemas na escala médica, levou ao bloqueio de sete leitos de UTI neonatal e pediátrica, medida adotada em conjunto com o Conselho Regional de Medicina (CREMERN), a Defensoria Pública e o próprio MPE para garantir a estrutura mínima de atendimento.
Já o Hemonorte, unidade central de hemoterapia, solicitou 41 itens à Unicat, mas recebeu apenas 9, precisando recorrer a empréstimos de outros hospitais e hemocentros de estados vizinhos para suprir faltas críticas. Entre os medicamentos e insumos em falta estão antibióticos de alto risco, anestésicos, analgésicos, luvas, lençóis e ventiladores, cuja ausência eleva o risco de infecções hospitalares, aumenta a mortalidade e prolonga internações, conforme aponta a manifestação do MPRN.
O que diz a Sesap
Em nota, a Secretaria de Saúde reconheceu a queda nos repasses financeiros apontada pelo MP, mas afirmou que o processo de recomposição de estoques já está em andamento. “O abastecimento nas principais unidades hospitalares do estado vem sendo recomposto recentemente, com o pagamento que vem sendo feito junto a fornecedores contratados”, informou a pasta.
A Sesap disse ainda que realiza “monitoramento diário dos estoques dos hospitais, bem como das entregas realizadas pelos fornecedores, com o objetivo de otimizar o abastecimento de toda a rede” e citou o pagamento de compras prioritárias, negociação de entregas mais rápidas e até o uso de requisições administrativas em casos extraordinários.
A CPMI do INSS teve protocolada uma série de requerimentos que atingem diretamente o potiguar Abraão Lincoln Ferreira da Cruz, presidente da Confederação Brasileira dos Trabalhadores da Pesca Aquicultura (CBPA). Os pedidos, assinados por cerca de dez deputados no total, incluem a convocação do dirigente na condição de investigado e a quebra de seus sigilos bancário e fiscal.
O requerimento de convocação aponta que “a entidade sob seu comando não é uma partícipe qualquer, mas um dos eixos centrais da arquitetura criminosa desvelada pela Operação Sem Desconto, responsável por um impacto financeiro estimado em R$ 221.884.427,63 subtraídos de forma contumaz e sistêmica dos benefícios de aposentados e pensionistas”.
Outro trecho ressalta a disparidade entre a movimentação financeira da CBPA e sua real estrutura administrativa: “Relatório da Controladoria-Geral da União (CGU), peça basilar da investigação, é demolidor ao descrever a sede da CBPA como uma ‘pequena sala comercial’, com apenas ‘uma secretária para atendimento’, e concluir que a Confederação ‘não possui infraestrutura para localização, captação, cadastramento e muito menos fornecimento de serviços’ compatíveis com seu universo de 360.632 associados, espalhados por mais de 3.600 municípios”.
Ex-líder do Republicanos no Rio Grande do Norte e candidato a deputado federal em 2018, Abraão Lincoln é apontado ao lado do tesoureiro da CBPA, Gabriel Negreiros, como articulador de um esquema de falsificação de filiações em massa para obter ganhos ilegais com descontos em benefícios previdenciários. Gabriel, que já disputou eleição para vereador em Natal em 2020, aparece no inquérito da Polícia Federal como o braço financeiro da operação.
Além da convocação, outro requerimento pede a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Abraão Lincoln, abrangendo o período entre janeiro de 2019 e julho de 2025.
O pedido inclui detalhamento de movimentações financeiras, operações de crédito, notas fiscais, declarações de imposto de renda e análises comparativas com anos anteriores, entre outros quase 20 itens relacionados às movimentações.
Em maio, quando a denúncia veio à tona, reportagem do portal Metrópoles revelou que a Confederação teria pago propina a servidores do INSS, inclusive a parentes de autoridades como a esposa do procurador-geral Virgílio Oliveira Filho e o filho do ex-diretor de benefícios André Fidelis.
Segundo a PF, embora não tivesse filiados em 2022, a CBPA firmou um acordo com o INSS e, já em 2023, contabilizava mais de 340 mil associados, movimentando R$ 57,8 milhões. Apenas nos três primeiros meses de 2024, o número chegou a 445 mil filiados, com faturamento de R$ 41,2 milhões. A Controladoria-Geral da União considera que a entidade não possui estrutura mínima para absorver essa base de associados, o que reforça as suspeitas de fraude.
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS iniciou os trabalhos nesta terça-feira (26). A CPMI deve apurar denúncias de descontos indevidos em benefícios previdenciários de aposentados e pensionistas. O objetivo é investigar fraudes em convênios e associações, suspeitas de corrupção dentro do instituto e desvios milionários que impactam diretamente a renda de segurados. De acordo com informações do Senado Federal, divulgadas pela CNN, a CPMI já conta com 833 requerimentos no sistema, entre eles, a convocação de todos os ex-ministros da Previdência.